Vídeos da youtuber Julia Silva, com mais de 4 milhões de inscritos, foram os primeiros alvos da denúncia do MP-SP.
Segundo o texto, a maior parcela da culpa é das fabricantes de brinquedos. "Diversas empresas, aproveitando-se da hipervulnerabilidade tanto da criança youtuber como da criança espectadora, passaram a enviar seus produtos a esses influenciadores digitais para que eles os desembrulhassem, apresentassem, como verdadeiros promotores de venda", diz a ação.

E agora?

Além de apagar os vídeos, a Google, que é a empresa responsável pela plataforma, recebeu a solicitação de impedir que o YouTube seja um meio de burlar as atuais leis contra publicidade infantil. Segundo o Meio & Mensagem, a ideia seria bloquear a monetização de vídeos que "violam os direitos das crianças".
A Google não comentou oficialmente o caso.