sábado, 16 de fevereiro de 2019

Sony confirma - Death Stranding será exclusivo do PS4, não terá versão para PC



Os jogadores de PC podem ter acabado recebendo más notícias sobre um dos jogos mais esperados dos últimos anos. A Sony confirmou que Death Stranding, o primeiro título da desenvolvedora Kojima Productions, será exclusivo do Playstation 4.

Originalmente, Death Stranding aparentemente deveria ser um jogo para Playstation 4 e PC, quando foi anunciado a primeira vez, quando Kojima começou sua parceria com a Sony, o que ao longo do tempo causou muita dúvida sobre o lançamento ou não na plataforma. No entanto, isso já não parece ser o caso.

O trailer que surgiu no Video Game Awards deste ano provavelmente foi um dos mais coerentes, não mostra PC em nenhuma parte de sua apresentação.

Fonte: Segmentnext


Pesquisadora descobre que Twitter mantém mensagens deletadas no histórico



Uma descoberta feita pela pesquisadora de segurança Karin Saini vai te fazer repensar nas coisas que você envia pelo Twitter: ela descobriu que a empresa mantém durante anos todo o histórico de mensagens do usuário — até mesmo aquelas que, na teoria, foram apagadas.

De acordo com Saini, ao acessar um arquivo com suas próprias informações do Twitter, ela obteve acesso a dados e mensagens de contas que há anos já não existiam na plataforma. Além disso, ao utilizar uma vulnerabilidade existente em uma da APIs da rede social, era possível acessar até mesmo mensagens e tweets que haviam sido deletados anos atrás, algo que a pesquisadora considerou preocupante.

Em seu documento de política de privacidade, o Twitter afirma que qualquer pessoa que abandona o serviço pode escolher desativar sua conta e, se ela não voltar a ser ativada em um período de 30 dias, ela e todo o seu conteúdo (incluso tweets e mensagens) serão deletados dos servidores da empresa. Mas, pelo jeito, a coisa não funciona exatamente assim.
Ao acessar o arquivo com todo o histórico de interações no Twitter, a equipe do TechCrunch conseguiu visualizar mensagens trocadas com uma conta que foi desativada em 

2016 (Imagem: TechCrunch)

Nos testes feitos pelo TechCrunch, ao entrar nas configurações do Twitter e fazer o download de suas informações pessoais, é possível ter acesso a tudo que a empresa possui cadastrado sobre a sua conta — incluindo conversas com usuários que já não existem há anos na plataforma. Ainda assim, sempre que perguntado pelas autoridades, o Twitter garante que deleta todos os dados de todos dos usuários depois de 30 dias da desativação das contas.

Saini explica que isso não é exatamente uma falha de segurança da rede social, mas um “bug funcional” que permite que os usuários tenham acesso ao conteúdo de contas suspensas ou desativadas. Mesmo assim, o fato de se conseguir esse acesso já é em si problemático, já que isso pode expor usuários “de risco”, como ativistas e jornalistas, a perseguições por governos não democráticos.

Além disso, o fato de não deletar realmente as mensagens pode colocar a empresa uma “saia-justa” com as novas leis de proteção de dados da Europa, que permitem que o usuário exija que as empresas de tecnologia deletem toda e qualquer informação que possuírem sobre eles. E, caso não cooperem, as empresas podem ser multadas em até 4% de toda sua receita anual.

Em nota oficial, o Twitter revelou que iria instaurar uma investigação sobre a questão, mas que no momento não iria fazer nenhum comentário sobre as descobertas de Saini.

Fonte: TechCrunch


Estação Espacial Internacional receberá telescópio solar brasileiro em 2022



Um novo telescópio solar brasileiro já tem data marcada para ser enviado para a Estação Espacial Internacional. O Sun-THz é uma versão aprimorada do telescópio brasileiro Solar-T, que em 2016 foi lançado pela NASA e realizou uma missão bem sucedida em um voo pela Antártica para a observar o Sol.

Com previsão de lançamento para 2022, o Sun-THz foi construído por uma equipe do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM) em colaboração com colegas do Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em parceria com o Instituto Lebedev de Física, na Rússia. Apesar de possuir peças nacionais em sua composição, a maior parte do novo telescópio fotométrico será construída na Rússia.

"A tecnologia e o conceito do telescópio foram desenvolvidos aqui. Os russos gostaram da ideia e a estão reproduzindo, colocando, porém, mais elementos. Estamos trabalhando na fronteira da tecnologia. Há 40 anos, essa fronteira era de 100 gigahertz, era o que dava para fazer. Com os resultados que vieram ao longo dos anos, buscamos frequências mais altas e temos boas perspectivas para o futuro," disse o professor Guillermo Giménez de Castro, coordenador da equipe.

Telescópio brasileiro Solar-T Foto: CRAMM

Construído para voos mais altos, o Sun-THZ será enviado para a Estação Espacial Internacional, onde poderá fazer medições das explosões solares de forma constante e trabalhará em uma frequência de 0,2 a 15 terahertz (THz), que só pode ser captada do espaço porque é absorvida pela atmosfera.

As primeiras descobertas de raios T vindos do Sol aconteceram no Chile causando grande perplexidade e agitação entre astrônomos anos atrás, fazendo com que instrumentos cada vez mais adequados fossem construídos para observá-los. Além do Sun-THZ, um telescópio chamado o HATs será instalado na Argentina até 2020 e trabalhará na frequência de 15 THz em solo para complementar as observações.

Astrônomos já olham para o futuro e aguardam novas melhorias em equipamentos de observação. Uma das principais expectativas é com a construção de sensores de grafeno, mais sensíveis à frequências em terahertz, que poderão detectar a polarização da luz além de serem mais versáteis por possibilitarem ajustes realizados eletronicamente. O Brasil já realiza experimentos para a criação de detectores desse tipo, especialmente no Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias.



Nerf lança brinquedos inspirados em armas de Fortnite



Sem sombra de dúvidas, um dos jogos mais aclamados e amados pelo público gamer hoje é Fortnite. Tanto que, há poucos dias, foi revelado que o título da Epic Games tinha lucrado mais de meio bilhão de dólares em menos de um ano. E a Nerf está lançando brinquedos inspirados neste sucesso.

Seja nos jogos, filmes ou desenhos animados, a pessoa que se concentra no conteúdo exibido pela tela consegue se inserir dentro dele de forma mais pessoal, tornando todo o processo de diversão muito mais emocionante. Nesses casos, muito provavelmente o usuário já deve ter se imaginado como seria legal se pudesse fazer tudo aquilo na vida real também.

Atendendo a essa parcela de amantes de Fortnite, a fabricante de brinquedos Nerf entrou em parceria com o jogo para lançar as suas novas “armas” baseadas no título de battle royale. Os novos brinquedos são da linha blaster e Super Soaker, sendo que os preços variam de US$ 9,99 (Fortnite TS Nerf MicroShots Dart-Firing Blaster) a US$49,99 (Nerf Fortnite AR-L Elite Dart Blaster) e já estão disponíveis em pré-venda no site Hasbro Pulse e nas versões americanas de grandes varejistas como a Walmart e Amazon. Infelizmente, ainda não há previsão de lançamento dos produtos para o Brasil, mas considerando o sucesso que o jogo tem ao redor do mundo, talvez haja alguma chance de ele vir ao nosso país também.

Nerf Fortnite RL Super Soaker Water Blaster Extreme Soakage (Foto: Hasbro Pulse)


Fortnite Llama Nerf MicroShots Dart-Firing Blaster (Foto: Hasbro Pulse)



Pulseira Wena, da Sony, transforma relógios comuns em smartwatches



Quando o primeiro relógio inteligente foi lançado, muitas pessoas imaginaram que a nova tendência acabaria com o mercado de relógios analógicos. Entretanto, agora, em 2019, vemos que essa previsão não poderia estar mais errada, pois o público alvo desses dois produtos são totalmente diferentes.

As pessoas que gostam de novas tecnologias e curtem experimentar novos dispositivos eletrônicos com certeza embarcaram nesse novo nicho, mas o público que aprecia a arte, a técnica e a montagem cirúrgica dos relógios analógicos ainda não deu tanta atenção aos relógios inteligentes.

Na esperança de conciliar os interesses desses dois públicos, a Sony lançou a Wena, que promete entregar a tecnologia de ponta dos smartwaches aos relógios analógicos. Ela é uma pulseira que possui tela OLED e que pode ser combinada com praticamente todos os relógios analógicos existentes. Em sua tela, o usuário pode verificar notificações e fazer pagamentos — assim como um smartwatch permitiria — mas sem precisar abrir mão da beleza clássica de seu relógio analógico.

Considerando que as pessoas tinham que optar entre experimentar uma nova forma de tecnologia ou apreciar a arte clássica e analógica, o produto da Sony parece possuir um potencial muito interessante. Disponível no site da Sony no Reino Unido, a pulseira Wena ainda não tem data de lançamento para o Brasil.

Sony Wena (Imagem: Sony)

Fonte: Yanko Design


Mais uma patente da Apple aponta para iPhones dobráveis no futuro



Uma patente registrada pela Apple nos EUA foi flagrada pelo pessoal do BGR e mostra como a Apple continua trabalhando em conceitos de smartphones dobráveis. A nova patente foi registrada em outubro de 2018 e é basicamente uma continuação de um outro registro feito pela empresa em 2016, antes mesmo do lançamento do iPhone X, o primeiro dispositivo com tela OLED da marca.

A nova patente inclusive usa algumas das mesmas imagens publicadas anos antes, indicando as formas como os aparelhos da Apple poderiam dobrar, corpo e tela juntos. Há inclusive imagens indicando possibilidades com mais de uma dobra no mesmo dispositivo.

Patente da Apple indica desenvolvimento de um iPhone dobrável (fonte: USPTO)

Não há, contudo, qualquer detalhamento específico sobre casos de uso, tampouco designs de smartphones ou de outros aparelhos mais elaborados que os esquemas que você confere.

Apesar das patentes, a Samsung é quem deve lançar um smartphone dobrável primeiro. A coreana tem um evento marcado para o dia 20 deste mês, quando vai exibir seus próximos top de linha comuns, os Galaxy S10eS10 e S10+, mas também talvez um aparelho dobrável.
Dobrar para dentro e para fora (fonte: USPTO)

Já foi mostrada inclusive uma prévia desse smartphone na conferência de desenvolvedores da Samsung na última metade de 2018, mas não foi possível ver muito acerca do design nem das possíveis novas ferramentas.
Além da Samsung, marcas como Xiaomi , Huawei e outras chinesas também estão em busca de lançar um aparelho dobrável ainda em 2019.

Fontes: USPTO  BGR

China teme que inteligência artificial possa causar uma guerra acidental



Inteligência artificial vem sendo cada vez mais usada para vários fins, dentre eles os militares. Apesar de esse tipo de tecnologia poupar a vida de várias pessoas e facilitar a existência de algumas missões, ela ainda é vista com certo receio por oficiais da China, que temem que ela possa acidentalmente causar um conflito entre diferentes nações.

De acordo com um relatório publicado pela Center for a New American Security (CNAS), oficiais chineses estão cada vez mais receosos com a possibilidade de IA usada para fins militares acabar afetando a paz mundial. Um cenário levantado por um dos oficiais ao autor do relatório, Gregory C. Allen, trata do aumento não intencional da hostilidade por causa do uso de drones.

Drones estão cada vez mais automatizados, a ponto de alguns modelos americanos serem capazes de voar e tomar decisões simples sozinhos, como voar em círculos em torno de um alvo. A China vem trabalhando em modelos de drones mais agressivos, como o Blowfish A2, que é vendido para outros países e anunciado como capaz de ter total autonomia até para participar de ataques programados.

Segundo Allen, o uso de drones torna as decisões das nações um pouco mais ousadas, já que não trazem perigo a humanos que estariam pilotando as naves. O mesmo vale para o outro lado, que pode derrubar um drone que adentra uma área restrita de um país, o que poderia ser considerado como uma ação de cyberwarfare, ou "guerra cibernética".

Imagem: Reprodução/Military Factory


"Não é claro como cada lado vai reagir ao equipamento. A nação que enviou um drone autônomo pode pensar que não existem problemas porque não há risco de mortes, enquanto o outro lado pode atacar o drone pelo mesmo motivo. Não existe um consenso sobre como isso pode ser abordado internacionalmente", disse Allen.

Afinal, é possível que um drone ou robô entenda que precisa atirar em tropas do lado invadido. Diante disso, como o fato seria interpretado: uma ação automatizada do equipamento ou a decisão de um comandante? O autor do relatório conclui que mesmo existindo uma competição entre Estados Unidos e China em relação ao desenvolvimento de inteligência artificial, é preciso haver cooperação entre as nações, principalmente no que se refere ao uso da tecnologia para fins militares.

Fonte: THE VERGE  CNAST