O Ministro de
Informação e Tecnologias de Comunicação do Equador Patricio Real afirmou que
até ontem (15) o país havia recebido mais de 40 milhões de ciberataques após
ter permitido que Julian Assange, fundador do WikiLeaks, fosse preso pela
polícia britânica. Assange estava vivendo como refugiado
político na embaixada do Equador em Londres desde 2012.
"Aparentemente,
a grande maioria dos ataques foi do tipo DDoS, conhecidos também como ataques
de negação de serviço"
Os ataques
aconteceram em protesto contra a remoção da proteção diplomática que o Equador
deu para Assange nos últimos 7 anos e partiram de países como os Estados
Unidos, Holanda, Alemanha, Romênia, França, Austria, Reino Unido e, claro,
Brasil. Lenin Moreno, presidente do Equador, decidiu não mais dar asilo
político ao ciberativista acusando-o de interferir nos processos de outros
Estados e de espionagem.
Aparentemente, a grande maioria
dos ataques foi do tipo DDoS, conhecidos também como ataques de negação de
serviço, que sobrecarrega um sistema e o torna indisponível para seus usuários.
Não foi relatada nenhuma tentativa bem-sucedida de deletar ou furtar dados do
governo equatoriano.
Fonte: GIZMODO

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