Em novembro de
2018, a Microsoft anunciou
estar trabalhando em um projeto de aprimoramento da tecnologia de realidade
virtual (RV). A empreitada foi apelidade de Mt.
Rogers e consiste, basicamente, em
adaptar headsets atuais para a exibição de displays virtuais, permitindo aos
usuários manuseá-los e interagir com eles de formas que o espectro físico
impossibilitaria. Pense “vários displays ao meu redor” ou “um display
comicamente gigantesco” — algo como Tony Stark faz em qualquer Homem de Ferro ou Vingadores.
A empresa exibiu um
vídeo com a demonstração do projeto funcionando de uma forma rústica,
ressaltando que ele também ajudará pessoas com visões distorcidas ou alguma
dificuldade ocular congênita ou causada a enxergar o material.
“O
projeto de pesquisa Mt. Rogers se concentra em aprimorar tarefas tradicionais
de produtividade com ambientes de realidade mista. Ele permite que usuários
coloquem um minidisplay (headset) e se cerquem com quantos monitores virtuais
precisarem. Por isso, o Mt. Rogers oferece infinitas possibilidades de exibição
de tela de uma maneira portátil e privada. Os objetivos de nosso projeto são
uma capacidade superba de leitura, entrada eficiente de comandos do usuário,
bem como o conforto dele. Ao atingir esses objetivos, o Mt. Rogers pode
funcionar como um substituto eficaz para monitores, ao mesmo tempo em que dá
aos usuários acesso a todo o desktop do Windows e suas aplicações, as quais eles
já conhecem e amam”.
Os métodos atuais
de exibição em realidade virtual são fracos demais para mostrarem texto de
forma apropriada. Para isso, tecnologias especiais se fazem necessárias: uma
delas é conhecida por cemented
doublet (algo como “lentes duplas adesivadas”, na tradução
literal) — um par de lentes fixadas por uma substância adesiva, o que permite
uma melhor correção de falhas ópticas.
Fonte: MSPowerUser

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