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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Apple Card: funcionários da Apple estão testando novo cartão de crédito


Em março deste ano, a Apple anunciou o seu próprio cartão de crédito, que deverá ser lançado até setembro. Até onde se sabia, as únicas pessoas que podiam usar o cartão eram os empregados corporativos da empresa, entretanto, a Bloomberg revelou que milhares de funcionários do setor de vendas também ganharam acesso e estão utilizando o Apple Card em uma nova fase de testes.

Segundo a publicação, os funcionários foram instruídos a não comentar sobre o cartão, mas, podem utilizá-lo em público sem problemas. Capturas de tela não divulgadas da versão beta revelaram que, mesmo em fase de teste, o Apple Card é completamente funcional. Os usuários já conseguem solicitar o cartão físico e receber suporte técnico por mensagens de texto, além de acessar outras funções como agendamento de pagamentos, limites disponíveis e gerenciamento de contas bancárias conectadas.   

(Fonte: Apple/Divulgação)

Apple Card

O Apple Card é uma parceria da Apple com o banco de investimentos Goldman Sachs — que cuidará da parte operacional — e funcionará perfeitamente com o sistema Apple Pay e com o aplicativo Wallet. O cartão virtual promete não ter nenhuma taxa, cash back diário com empresas parceiras, geolocalização de compras, segurança com acesso por reconhecimento facial e de impressão digital, entre outras funcionalidades. 

O lançamento do Apple Card nos Estados Unidos foi anunciado para o verão do hemisfério norte e ainda não existe previsão da Apple para estender o serviço para outros países. 


iPhone 11: renders vazados dão mais pistas de novo visual


A Mobile Fun criou alguns renders do iPhone 11 e iPhone 11 Max, inspirados em cases feitos pela empresa Olixar, para nos dar uma ideia de como pode ser o visual do próximo smartphone da Apple. Embora haja um consenso de que o novo iPhone não deva ser muito diferente do anterior, já que a Apple estaria se programando para grandes mudanças em 2020, ainda temos a possibilidade de imaginar como serão as sutis mudanças da nova geração.

Para os renders, foi utilizado o modelo dourado do aparelho, que mostra um notch reduzido, mas ainda imenso perto das soluções atuais. Na parte de trás, as câmeras ficam reunidas em uma área em forma de quadrado, como se fosse em alto relevo. São três lentes, um microfone e mais o flash LED, isolados neste local. Perceba que a capa é incolor: ela deixa a parte traseira à mostra, mas não nos permite confirmar se ela é toda coberta por uma única peça de vidro, incluindo as câmeras, ou se há partes separadas. 

Na lateral do aparelho, o botão de função “Mudo” mudou completamente. Antes, ele era acionado com movimentos horizontais. Agora, o movimento é vertical. Essa mudança sugere que a empresa fez uma redução do mecanismo do botão, cujo formato se tornou arredondado, a fim de economizar espaço na parte interna do chassi.

Como rumores mais antigos indicavam, o iPhone 11 deve usar um conector Lightning, mas é possível que a Apple inclua um cabo Lightning para USB-C e, ainda, um adaptador de tomada, de 18 W, para cargas mais rápidas. Ainda há a possibilidade dele trazer o carregamento sem fio bilateral, que permite que o gadget sirva como fonte de energia para outro aparelho ou dispositivo compatível.

Os iPhone 11 e 11 Max devem ser lançados em setembro, ao lado do iOS 13.


terça-feira, 4 de junho de 2019

Apple restringe publicidade e rastreamento em apps infantis do iPhone


A Apple anunciou ontem (3) durante a WWDC 2019 novos recursos de segurança no login para usuários, mas deixou de fora da apresentação outra novidade importante que foi aplicada nos bastidores.

Trata-se de uma mudança sutil, porém significativa, nos termos de uso e serviço da App Store. A partir de agora, aplicativos direcionados para crianças estão proibidos de exibir anúncios publicitários de terceiros, realizar análises de dados da pessoa e muito menos transmitir informações pessoais para outras empresas.

Em outras palavras, jogos e utilitários que têm crianças como público-alvo ou categorias infantis na descrição não podem mostrar banners para outros jogos e apps, nem coletar dados de consumo ou informações pessoais.
Esses pré-requisitos passam a ser obrigatórios para todos os novos apps que forem submetidos ao sistema de cadastro na loja virtual do iOS. O resto do catálogo precisa se adequar às novas regras até setembro deste ano.

 

Antes tarde do que nunca


A Apple colocou privacidade como uma de suas prioridades recentemente, inclusive sendo criticada pela Google por causa dessa prática tardia e em produtos caros. A marca do Android, inclusive, também fez alterações nas políticas de anúncios em apps infantis na última semana, após reclamações de usuarios à Federal Communications Comission, equivalente da Anatel nos Estados Unidos.

Entretanto, é inegável que a marca está mesmo agindo no setor — mesmo que também de forma reativa, não preventiva. Uma reportagem recente do The Wall Street Journal mostrou que 79 apps de 80 testados usavam rastreadores para direcionar anúncios, incluindo um de uso infantil, o Curious World.


sábado, 25 de maio de 2019

Apple, Amazon, Google e MS são processadas por pirataria de música


Herdeiros de Harold Arlen estão processando a Apple, Amazon, Google, Microsoft e Pandora sob a acusação de venderem e transmitirem gravações piratas sem a devida indicação de direitos autorais. Na ação, advogados da família do compositor da canção “Over the Rainbow”, do filme “Mágico de Oz”, alegam que as companhias estão realizando “operações massivas de pirataria de música” em suas lojas virtuais e serviços de streaming.

No documento judicial é dito que há mais de 6 mil versões ilegais ofertadas nas plataformas das empresas citadas. No texto, há também a acusação de que as empresas envolvidas estão cientes das falsificações e estariam motivadas a oferecê-las em seus websites.

Cópia falsa ainda está no site da Amazon


Uma das gravações mencionadas ainda pode ser vista no e-commerce da Amazon, por exemplo. O MP3 completo da versão original do musical “Jamaica”, de autoria de Arlen, é ofertado no site por US$ 9,99, enquanto a versão falsificada é disponibilizada por apenas 3,99 dólares.

A diferença entre ambas as cópias pode ser também notada na imagem da capa de seus respectivos álbuns: a autêntica exibe o logotipo da RCA Victor, gravadora do disco; a falsa tem o detalhe claramente apagado.

“Quanto mais gravações e álbuns os réus digitais disponibilizam em suas lojas e serviços, eles são mais capazes ainda de atrair compradores e assinantes,” apontam os advogados do espólio de Arlen.


Capa original do musical "Jamaica", com composições de Arlen (Fonte: reprodução/Amazon).


Capa pirata do musical "Jamaica", com composições de Arlen (Fonte: reprodução/Amazon).

 

Indenização milionária


O processo tem como objetivo a retirada das cópias não autorizadas dos sites, e reivindica indenização sob a lei federal de direitos autorais dos Estados Unidos. Esse saldo poderia chegar aos US$ 4,5 milhões para os cofres das gigantes de tecnologia.

“Qualquer coisa menor do que os prêmios máximos de danos estatutários encorajaria [esse tipo de] violação, [...] e recompensaria empresas de bilhões e trilhões de dólares que dominam os mercados de música digital”, defendem os advogados.

Fontes: THE VERGE/FORBES

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Justiça dos EUA decide contra a Apple em caso de monopólio na App Store


A Suprema Corte estadunidense decidiu nesta segunda-feira (13) que os consumidores podem acionar judicialmente a Apple em caso antitruste envolvendo a App Store. Com isso, é possível levar adiante um processo em episódios que comprovem o controle exclusivo da companhia no mercado de aplicativos para iPhones e iPads.

As queixas, que se acumularam em novembro e chegam agora à uma conclusão, é de que a a Apple estaria exercendo monopólio de distribuição de apps para iOS com uma taxa de 30% no primeiro ano e 15% nos seguintes sobre os valores de títulos de terceiros em sua loja digital; e de 25% sobre assinaturas a partir do segundo ano de vigência. 

Segundo o texto, os valores seriam bem menores aos compradores caso essas tarifas não fossem repassadas e haveria ainda algumas manobras para favorecer os softwares da Gigante de Cupertino. A Suprema Corte decidiu, por 5 votos a 4, que os consumidores finais têm o direito de levar adiante um processo com esse argumento.

Apple diz que consumidores não podem questionar isso na Justiça

Por outro lado, a Apple diz que somente os desenvolvedores, que são as pessoas cobradas pelos valores da App Store, é que teriam o direito de processá-la nesse caso. Bem, não é assim que a Suprema Corte entende e ainda não foram julgados o mérito das ações.

Caso seja condenada, a Apple pode perder milhões de dólares e isso ainda abre um precedente para mais questionamentos na Justiça — incluindo a redução dos atuais 30% cobrados pela companhia na venda de utilitários na App Store. Vale destacar que isso também não ajuda muito a empresa na Europa, onde a Comissão Europeia avalia queixa semelhante realizada pelo Spotify.

Fontes: ENGADGET/ 9TO5MAC

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Documentos revelam tática de 'guerra comercial' da Apple contra a Qualcomm



Depois de mais de dois anos brigando nos tribunais, a Apple encerrou na semana passada seu entrevero com a Qualcomm e até assinou um acordo de suprimento de componentes sem fio para os próximos seis anos — tudo para não deixar de oferecer iPhones 5G na próxima temporada.

Agora, contudo, surgem informações sobre as “táticas de guerra” usadas pela Maçã para tentar minar a fabricante dos processadores Snapdragon.


"Advogado da Qualcomm disse, na abertura da defesa na semana passada, que a Apple vinha conspirando há mais de dois anos"

Um texto de setembro de 2014, com a denominação "QCOM - Cenários do futuro", detalhava como a empresa poderia exercer pressão comercial sobre a Qualcomm, inclusive trabalhando com a Intel em modems 4G para o iPhone. Uma segunda página, intitulada "QCM - Opções e recomendações (2/2)", revelou que a Apple considerou "benéfico esperar para provocar uma briga de patentes até depois do final de 2016", quando seus contratos com a montadora de chips expirariam.

"Eles estavam conspirando por dois anos. Tudo foi planejado com antecedência. Cada pedacinho disso", disse o advogado da Qualcomm, Evan Chesler, da firma Cravath, Swaine & Moore, durante seus argumentos iniciais na semana passada.

Fonte: CNet

Outro memorando interno da Maçã, de junho de 2016, disse que era preciso "aumentar a pressão de três maneiras" — sem muitos detalhes sobre esses planos. O texto complementa que seria necessário "prejudicar financeiramente a Qualcomm" e "colocar em risco o modelo de negócios da Qualcomm".

Fonte: CNet

Os documentos foram flagrados por vários repórteres e está disponível por completo neste link. Tudo foi revelado nos momentos iniciais da argumentação da Qualcomm contra a Apple.

Como a Maçã encerrou a briga pagando uma quantia não revelada e costurando um novo contrato, então ela não se deu ao trabalho de responder. Por enquanto, a Gigante de Cupertino não falou sobre essas informações vindo à tona neste momento em que a paz está, aparentemente, selada.


Fonte: CNET

terça-feira, 23 de abril de 2019

Jovem processa Apple em 1 US$ bi após ser reconhecido por engano em roubos



Ousmane Bah, de 18 anos, registrou ontem (22) uma ação contra a Apple em Nova York, no valor de US$ 1 bilhão.  O jovem alega ter sido preso por engano, sob a acusação de uma série de roubos de Apple Stores, porque seu nome esteve ligado erroneamente ao verdadeiro infrator.

Bah registrou sua queixa em um tribunal federal de Manhattan, dizendo que a gigante da tecnologia permitiu que sua identidade fosse anexada ao rosto do ladrão. Ele é professor e afirmou ter perdido uma permissão de aluno que continha seu nome, sem foto. Um dos criminosos provavelmente usou esse documento para se identificar nas lojas da Maçã.

Grande parte da reclamação envolve o circuito de gravação dos estabelecimentos e, em especial, o sistema de reconhecimento facial da companhia. Mesmo com aparência diferente, o infrator foi atrelado à sua identidade. Mas inconsistências como o horário de um dos roubos e sua presença em outro lugar e o fato de ser bastante distinto da pessoa registrada provaram sua inocência.

Fonte: Cult of Mac

“Como resultado da negligência da Apple, (Bah) foi acusado de múltiplos crimes em vários estados. Antes dessa ação, o senhor Bah nunca enfrentou acusações legais ou enfrentou problemas com a aplicação da lei. Devido à negligência do réu, o senhor Bah sofreu danos graves ”, disse seu advogado, Subhan Tariq, em um comunicado. A prisão o deixou "sentindo-se humilhado, com medo e profundamente preocupado", complementa a ação.

Por enquanto, nem a Apple e nem a Security Industry Specialists Inc., parceira da companhia em procedimentos de segurança, comentaram o caso. O episódio ainda deve dar o que falar.


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Apple perde disputa jurídica com a Swatch pela expressão ‘one more thing’



Quem acompanhava os eventos da Apple durante a época em que Steve Jobs estava a frente da companhia certamente lembra de quando o executivo utilizava a expressão ‘one more thing’ (mais uma coisa, em tradução livre) antes de revelar um dos grandes destaques da noite. Agora, essa mesma frase virou alvo de uma disputa judicial entre a Apple e a Swatch, empresa suíça de relógios.

Segundo o jornal Sydney Morning Herald, a Apple entrou na justiça da Austrália após a Swatch utilizar a expressão ‘one more thing’ para vender uma série de relógios inspirados em filmes noir no país. A empresa suíça alega que utilizou como inspiração a série de televisão “Columbo”, na qual um detetive que resolve casos em Los Angeles utilizava a frase antes de revelar suas pistas.

O caso da Apple não convenceu o juiz australiano. Em sua decisão, ele afirmou que o “significado simplório da frase” pesou contra a companhia norte-americana, concluindo ainda que a Apple nunca associou a expressão a algum tipo de produto específico, simplesmente usando a frase no seu sentido original, o de que o apresentador vai falar mais alguma coisa.

Essa é a segunda disputa entre as duas empresas que a Apple perde. Em outra batalha judicial, uma corte na Suíça alegou que a Swatch poderia continuar usando a expressão “Tick different” para vender seus produtos, por mais que ela seja semelhante ao “Think different” adotado pela Apple desde os anos 1990.


terça-feira, 16 de abril de 2019

Apple está trabalhando em sucessor do iPhone SE com novo design, diz site



Adorado por quem prefere celulares com telas menores, o iPhone SE foi lançado pela Apple em 2016 e nunca mais recebeu uma nova versão. Mas isso vai mudar em breve, de acordo com o site PC Tablet, que diz ter conversado com uma fonte bem próxima da linha de montagem da Foxconn na Índia.

Segundo essa fonte, a Apple está atualmente trabalhando no iPhone XE. Esse aparelho teria um design atualizado semelhante ao do iPhone XS – incluindo tecnologias como o desbloqueio facial via FaceID – em um formato compacto, com visor AMOLED de apenas 4,8 polegadas, bem menor que as 6,1 polegadas do iPhone XR, modelo mais barato da linha atual da Apple.

Ilustração com possível visual do iPhone XE. Fonte: PC Tablet/Reprodução.

Além disso, o iPhone XE manteria alguns detalhes do iPhone SE, como a traseira de alumínio e os cantos mais retangulares. A câmera traseira teria um único sensor de 12 megapixels, semelhante à do iPhone XR. Para o site, esse novo modelo mais barato deve ser vendido por a partir de US$ 600 nos Estados Unidos.

Por enquanto, não há outras fontes que possam confirmar essa informação. Caso seja real, mais novidades sobre esse smartphone devem ser reveladas ao longo do ano.

Fonte: PC TABLET

sábado, 13 de abril de 2019

Apple contrata ex-funcionário da Google especialista em IA



Pelo visto, a Apple está pensando em investir cada vez mais em projetos que envolvem inteligência artificial. Em 2018, por exemplo, a empresa contratou John Glannandrea, ex-funcionário da Googleespecialista neste quesito, e agora a Maçã “roubou” mais um talento da concorrente: Ian Goodfellow.

De acordo com informações divulgadas na rede, Goodfellow fará parte do “Grupo de Projetos Especiais” como diretor de machine learning. A mudança de companhia aconteceu em março deste ano, mas o profissional só atualizou o seu perfil no LinkedIn na última quinta-feira (4).


Vale mencionar que, apesar de ainda não termos uma indicação de quais projetos terão o envolvimento do novo profissional, é sabido que a Apple está trabalhando em projetos como o FaceID e desenvolvendo tecnologias voltadas para veículos autônomos. A assistente virtual Siri também utiliza conceitos de inteligência artificial, então é bem provável que Goodfellow também auxilie nesse campo.

Quem é ele?

Ian Goodfellow tem ph.D pela Universidade de Montreal e trabalhou para o OpenAI de Elon Musk (onde ganhou aproximadamente US$ 800 mil por ano, de acordo com uma declaração de imposto de renda). Ele é conhecido por ter criado um método de desenvolvimento conhecido como “GAN” (ou “Redes Adversariais Geradoras”, em uma tradução literal), formato que consiste em posicionar duas redes neurais (sendo uma “geradora” e outra “discriminatória”) em conflito para gerar resultados diferentes em formato de áudio, vídeo e texto.


Fonte: CNBC

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Do túnel do tempo: veja um raro Apple W.A.L.T de 1993 funcionando [vídeo]



Quem utiliza o MacBook certamente sonha com o momento em que o aparelho vai receber uma tela sensível ao toque. Entretanto, o que muitos talvez não saibam é que Apple já experimentou isso em um dispositivo que lembrava um computador: o W.A.L.T, de 1993. Ele infelizmente não chegou às lojas, mas recentemente foi divulgado um vídeo na rede mostrando o seu funcionamento.

A gravação que você confere nesta notícia mostra uma versão protótipo do W.A.L.T (sigla para Wizzy Active Lifestyle Telephone), que parece ser uma mistura de um Mac, um Apple Newton e um telefone. Ele conta com uma tela sensível ao toque, além de uma stylus para facilitar a navegação do usuário.


Outro detalhe importante: o sistema operacional contido nele é o System 6 da família Mac OS Classic, e o aparelho usa um HyperCard como interface de usuário. Também é possível perceber um sistema de reconhecimento de caligrafia, algo que já podemos considerar muito à frente da época em que ele foi projetado.

Ainda que ele não tenha garantido o seu lugar ao sol, é interessante ver um modelo totalmente funcional do W.A.L.T para comprovar que, lá atrás, a Maçã já tinha algumas ideias que poderiam ser consideradas revolucionárias por muitas pessoas.

Fonte: SLASHGEAR

Dados da App Store mostram que interesse por novos aplicativos caiu



Diariamente, vários aplicativos são lançados na App Store e na Google Play, mas uma nova análise de dados da loja da Apple acaba por mostrar que os usuários não estão tão interessados nessas novidades, preferindo instalar sempre os mesmos apps.

Eric Feng, antigo CTO do Hulu, começou a analisar a API da App Store e percebeu que cada vez mais, os usuários instalam aplicativos já conhecidos, deixando de lado novidades. De acordo com Feng, isso pode ser uma prova que Elon Musk estava certo ao afirmar que boa parte do que precisava ser inventado na internet já existe.

"Instagram fez fotos ruins parecerem boas, WhatsApp tornou a troca de mensagens gratuita, Waze nos ajuda a economizar tempo dirigindo, Spotify tornou música acessível e no momento que você quiser ouvir, Netflix e Hulu fez o mesmo com filmes e TV, e assim em diante. Como Elon Musk disse, os maiores desafios de computação móvel já foram resolvidos por aplicativos.", disse Feng.

O que será que causou isso?


Ele menciona duas estatísticas da App Store, uma que mostra que o número de downloads na lista dos 30 aplicativos mais populares não mudou quase nada nos últimos cinco anos. Isso significa que é necessário ter, aproximadamente 230 mil downloads semanais para aparecer ali.
A segunda é o tempo de existência dos apps nessa lista de Top 30. "Em 2014, a média de tempo de disponibilidade dos apps do Top 30 era de 625 dias. Hoje em dia, essa média é de 1.853 dias, com apps com mais de 5 anos de existência como destaque.



Imagem: Reprodução/Apple

Segundo Feng, isso significa que usuários estão preferindo baixar sempre os mesmos aplicativos, que já estão mais estabelecidos e que amadureceram ao longo de sua existência, em vez de instalar apps lançados há pouco tempo, como faziam em 2014.

Isso não acontece com os jogos da loja, em que 85% dos títulos dos Top 30 têm menos 2 anos de existência, mostrando uma preferência dos jogadores em games novos e que jogos antigos podem não satisfazer tanto os usuários como antes.

Fonte: 9TO5MAC