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quarta-feira, 26 de junho de 2019

iPhone 11: renders vazados dão mais pistas de novo visual


A Mobile Fun criou alguns renders do iPhone 11 e iPhone 11 Max, inspirados em cases feitos pela empresa Olixar, para nos dar uma ideia de como pode ser o visual do próximo smartphone da Apple. Embora haja um consenso de que o novo iPhone não deva ser muito diferente do anterior, já que a Apple estaria se programando para grandes mudanças em 2020, ainda temos a possibilidade de imaginar como serão as sutis mudanças da nova geração.

Para os renders, foi utilizado o modelo dourado do aparelho, que mostra um notch reduzido, mas ainda imenso perto das soluções atuais. Na parte de trás, as câmeras ficam reunidas em uma área em forma de quadrado, como se fosse em alto relevo. São três lentes, um microfone e mais o flash LED, isolados neste local. Perceba que a capa é incolor: ela deixa a parte traseira à mostra, mas não nos permite confirmar se ela é toda coberta por uma única peça de vidro, incluindo as câmeras, ou se há partes separadas. 

Na lateral do aparelho, o botão de função “Mudo” mudou completamente. Antes, ele era acionado com movimentos horizontais. Agora, o movimento é vertical. Essa mudança sugere que a empresa fez uma redução do mecanismo do botão, cujo formato se tornou arredondado, a fim de economizar espaço na parte interna do chassi.

Como rumores mais antigos indicavam, o iPhone 11 deve usar um conector Lightning, mas é possível que a Apple inclua um cabo Lightning para USB-C e, ainda, um adaptador de tomada, de 18 W, para cargas mais rápidas. Ainda há a possibilidade dele trazer o carregamento sem fio bilateral, que permite que o gadget sirva como fonte de energia para outro aparelho ou dispositivo compatível.

Os iPhone 11 e 11 Max devem ser lançados em setembro, ao lado do iOS 13.


sábado, 15 de junho de 2019

Nova ferramenta hacker desbloqueia qualquer iPhone no mercado


A empresa israelense Cellebrite lançou hoje (14) a UFED Premium, uma ferramenta hacker com a capacidade de desbloquear qualquer Apple iPhone vendido no mercado atualmente.

A UFED Premium é uma ferramenta voltada para autoridades governamentais e policiais no mundo — a Cellebrite, por exemplo, colabora com autoridades brasileiras.

Por meio da UFED Premium, agências policiais poderão realizar a extração completa do sistema de arquivos em celulares iOS, além de smartphones Android top de linha, afirma a Cellebrite. “Obtenha acesso a dados de aplicativos de terceiros, conversas por bate-papo, e-mails baixados e anexos de email, conteúdo excluído e muito mais, aumente suas chances de encontrar provas incriminatórias e leve sua questão a uma resolução”, escreve a empresa ao vender a solução.

Ferramenta da Cellebrite invade qualquer iPhone e Android top de linha no mercado

Vale notar que, apesar da Cellebrite afirmar que consegue desbloquear todos os iPhones no mercado, o site oficial indica que o UFED Premium ainda não consegue fazer o hack em iPhones com iOS 13, versão do sistema operacional que chegará em breve em todos os aparelhos Apple.

A Cellebrite ganhou mídia no caso Apple x FBI, quando o órgão norte-americano buscava hackear o aparelho de um suspeito do terrorismo. O FBI teve sucesso em extrair os dados de um iPhone 5c por conta da ferramenta.

Informações sobre preços não foram reveladas.

Fonte: Cellebrite

quinta-feira, 7 de março de 2019

Protótipos de iPhones são vendidos a hackers no mercado negro



As constantes citações do iPhone como um aparelho seguro e confiável para seus usuários levaram à criação de um verdadeiro mercado negro de protótipos semidesbloqueados, com softwares ainda em fase de desenvolvimento e que permitiriam a hackers descobrirem falhas de segurança no sistema operacional. Os modelos variam de valor de acordo com o nível de abertura e atualização, com preços que vão de US$ 1.800 a US$ 20 mil.

Uma reportagem do site Motherboard revelou o funcionamento desse comércio ilegal de dispositivos, desviados ainda durante as fases de produção. Eles podem ser protótipos de modelos lançados mais tarde no mercado ou dispositivos já com design final, mas sem as atualizações de segurança necessárias para que saiam das lojas. E, assim, facilitam a vida tanto de criminosos quanto de especialistas na busca por falhas na raiz do iOS.

As chamadas vulnerabilidades zero-day são aquelas desconhecidas pela fabricante de um software e que passam a ser exploradas pelos hackers, fazendo com que uma empresa ou desenvolvedor tenha “zero dias” para liberar uma atualização. São, também, vulnerabilidades presentes no próprio sistema operacional, muitas vezes mitigadas por camadas extras que, no caso dos smartphones vendidos no mercado negro, ainda não existem.

Nesse comércio irregular, modelos desatualizados ou com falhas conhecidas, bem como versões mais recentes do celular da Apple, são os mais caros. Eles também precisam ser pareados a um computador com um cabo próprio, que custa US$ 2 mil, permitindo acesso à raiz do sistema operacional e a visualização de códigos e linhas de comando.

iPhones semidesbloqueados exibem cabo próprio, com investimento de milhares de dólares propiciando a descoberta de falhas de segurança (Imagem: Motherboard)

De acordo com a reportagem, boa parte dos modelos vendidos no mercado negro possuem etiquetas ou outras indicações de que sua origem foram as linhas de montagem da Foxconn, uma das principais parceiras da Apple na fabricação de iPhones. E, pior ainda, a própria Maçã estaria ciente de que tais unidades estariam circulando por aí, mas não teria tomado atitudes além de intensificar a segurança em suas fábricas e implementar softwares de proteção mais rapidamente para dificultar o trabalho dos hackers.

E por mais que a denúncia seja grave e represente grande risco de segurança para a empresa e seus clientes, ela termina com uma nota positiva. Especialistas entrevistados pelo Motherboard apontam para o fato de que a presença livre de aparelhos semidesbloqueados no mercado permite que tanto hackers maliciosos quanto voltados para intensificar a segurança tenham acesso aos segredos mais íntimos do iOS, algo que, no final das contas, acaba levando a indústria para a frente.

Por mais que a Apple não tenha se pronunciado sobre o caso oficialmente, ela própria possui uma divisão apenas com hackers contratados para colocarem seus sistemas à prova. Eles também estão em contato com essa comunidade “alternativa”, se podemos chamar assim, o que faz com que uma falha descoberta de forma irregular possa ser, rapidamente, solucionada de maneira oficial. Não é como se a revelação fosse algo tranquilo, mas ao contrário de outras falhas divulgadas anteriormente, ela não parece representar o fim do mundo.

Fonte: Motherboard


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Apple anuncia capas com bateria para o iPhone XR, XS e XS Max

A Apple anunciou novas capas para os smartphones iPhone XS, XS Max e XR equipadas com bateria extra. Chamadas de "Smart Battery Cases", os produtos oficiais da marca prometem dobrar a autonomia dos dispositivos em alguns casos de uso.
A Apple não revelou a capacidade de energia entregue pelas capas, mas disse quanta energia extra os smartphones ganham com o acessório. 
Os acessórios já estão disponíveis para compra lá fora por US$ 129. Além de aumentarem o tempo de uso, as capas da Apple também contam com suporte para carregamento sem fio Qi, recurso que não costuma aparecer com frequência em produtos do tipo. Também é possível acompanhar o status da bateria por meio da tela de bloqueio do iPhone.
Em relação ao design, os produtos trazem uma protuberância na traseira, o que deixa o aparelho mais grosso do que o convencional. Além disso, as capas cumpreo o propósito de proteger o smartphone são construídas com uma camada interna de microfibra e acabamento em silicone.
Você pode conferir mais informações nas páginas do iPhone XS, XS Max e XR no site da Apple

FONTE(S):
  • MASHABLE
  • APPLE