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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Quanto custa carregar seu celular em 1 ano? Fizemos as contas; confira


É difícil encontrarmos um smartphone hoje que não precise ser recarregado pelo menos uma vez ao dia. Você já se perguntou o custo disso na conta de luz? Temos um spoiler: quase nada.

Fizemos os cálculos de quanto custa anualmente carregar o celular todos os dias nas cidades mais populosas de cada região do Brasil, levando em consideração as tarifas de luz locais atualizadas até a data desta publicação*.


Baterias


A potência das baterias, ou seja, a quantidade de energia necessária para proporcionar uma carga completa nos telefones, é resultado da multiplicação da sua voltagem pela sua corrente.

A voltagem depende do tipo de bateria com que o telefone é equipado; para as contas, foram utilizadas as voltagens mais altas de cada um dos modelos. As baterias de Li-Ion, que têm o lítio como principal componente, são comumente utilizadas em celulares Motorola, ASUSe Apple por serem mais leves: a voltagem delas fica entre 3,0 V e 3,5 V.

Já as baterias Li-po, que usam compostos químicos conhecidos como polímeros, são encontradas com mais frequência nas marcas chinesas, como Huawei e Xiaomi, e em telefones Samsung e LG. O diferencial das baterias Li-po é que elas são ainda mais leves e conseguem armazenar mais energia em menos espaço: sua voltagem fica entre 3,7 V e 4,2 V.

Por outro lado, as correntes presentes nas baterias apresentam muitas variações, a maioria delas entre 2.000 mAh e 5.000 mAh, por isso essas foram as faixas utilizadas nos cálculos.

Como não existe um padrão de voltagem e corrente nos modelos de smartphone que estão no mercado hoje, as contas de quanto custa carregar o celular foram feitas considerando os dois tipos de bateria descritos para cada uma das quatro faixas de corrente.

Impacto na conta de luz


Depois de descoberta a potência do smartphone (P=I*V) em Watts, é preciso multiplicá-la pela tarifa de luz vigente na sua cidade, considerando os impostos. No Brasil, é impossível determinar uma média de gasto com carregamento do celular porque cada cidade tem tarifas, bandeiras e impostos distintos.

Por isso, selecionamos as cinco cidades mais populosas de cada região do País de acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Curitiba na Região Sul; São Paulo na Sudeste; Salvador na Nordeste; Manaus na Norte; e Brasília na Centro-Oeste.

Os valores das tarifas foram divididos por mil para igualar a unidade de medida em Watt-hora. Os montantes têm como fonte as últimas atualizações tarifárias presentes nas páginas das distribuidoras de luz de cada região**, já contabilizando os impostos vigentes na oportunidade.

O resultado foi o seguinte:


(Fonte: TecMundo/Silmara Slobodzian)


Manaus é a cidade onde mais se gasta para carregar o celular


A cidade mais cara para carregar o smartphone durante 1 ano é Manaus: as baterias Li-Po com corrente próxima a 5.000 mAh, que necessitam de mais energia para uma carga completa, geram gastos anuais de cerca de R$ 7,21.

Por outro, São Paulo é o município mais barato para se carregar o celular, de acordo com as tarifas descritas no site da operadora***. O consumidor gasta no máximo R$ 3,91 para completar a carga do telefone diariamente durante 1 ano se considerarmos uma bateria Li-po de 5.000 mAh.

A diferença entre o valor mais alto e o mais baixo é de R$ 3,30, o que corresponde ao preço anual de carregar uma bateria Li-Ion de 5.000 mAh em São Paulo, por exemplo. Os preços dependem muito da tarifa e bandeira vigentes nas cidades e estas mudam constantemente, por isso podemos considerar os resultados como uma média atual que precisa ser atualizada a cada subida da conta de luz. 

Se você ficou interessado em fazer o cálculo para a sua cidade, a fórmula é:

P = I * V (sendo que a corrente (I) vem especificada no celular e deve ser dividida por mil para igualar a medida, e a voltagem (V) depende do tipo de bateria, como explicamos anteriormente).

Depois basta dividir a taxa tarifária do seu município por mil e multiplicar por P. Assim se obtém o valor diário para uma carga; então é só multiplicar por 365.


Fique atento


Os valores englobam diferentes variáveis, para ter certeza de quanto está gastando, portanto, preste atenção nos componentes da equação, nas unidades de medida e na tarifa de luz — esse pode ser o maior desafio, uma vez que a informação do valor das taxas muitas vezes não é clara.

Na lista de preocupações com a bateria do celular, o custo já pode ser riscado.

***

*Mudanças nas bandeiras e reajustes podem alterar os valores descritos.

**São Paulo (AESeletropaulo/Enel); Brasília (CEB); Salvador (Coelba); Manaus (AmE); Curitiba (Copel).

*** Entramos em contato com a Enel para confirmar o valor atualizado da tarifa e a assessoria de imprensa informou que deveria ser considerado o valor descrito no site, porém, dependendo do aumento de impostos e mudança da bandeira, este pode mudar consideravelmente.


Fonte: TecMundo


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Empresa cria lente que protege olhos da luz azul da tela de eletrônicos


A Titans Eyewear, empresa que atua no desenvolvimento de lentes e óculos para esportes, anunciou o lançamento de uma lente que filtra a luz azul de dispositivos eletrônicos.

Ao contrário da tecnologia anterior que  controlava a intensidade deste tipo de luz, as chamadas Lentes Blue Protection impedem a luminosidade de oferecer danos a visão.  

As lentes podem ser usadas em óculos de grau ou não e apresentam modelos especiais para gamers, crianças e atletas. Elas vem em três variações: lente marrom, lente amarela e lente transparente. A primeira bloqueia o excesso de brilho, a segunda aprimora o contraste das telas e a terceira mantém as cores reais do que está sendo observado.

Luz azul é prejudicial à visão

Um estudo revelou que a luz azul emitida por equipamentos eletrônicos pode acelerar o processo de degeneração da visão.  O seu brilho contínuo é capaz de transformar moléculas vitais em tóxicas que aceleram o processo de envelhecimento natural dos olhos.

As lentes desenvolvidas para evitar estes danos estão disponiveis por preços entre R$ 160 e R$690, dependendo do modelo e da presença de grau. 

Fonte: TecMundo

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Loja da Xiaomi em SP é autuada pelo Procon


O Procon-SP autuou a loja da Xiaomi no Brasil, em São Paulo, após a visita de uma equipe no estabelecimento no último dia 19. Na oportunidade, foram encontradas várias características fora do padrão, principalmente no que diz respeito a língua utilizada nas instruções dos produtos.

O Código de Defesa do Consumidor diz que as marcas devem assegurar que as mercadorias apresentem “informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa”, de acordo com o site do Procon-SP.

Na loja da Xiaomi no shopping Ibirapuera os produtos não seguem estas regras e trazem manuais de instrução, informações de seguraça e de uso em língua estrangeira. Além disso, alguns dos produtos não têm informações sobre o importador, ou seja, a empresa responsável pela marca no Brasil — o que também está em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor.

Consequências


Por conta das irregularidades o estabelecimento poderá ser multado. Em nota, a DL, responsável pela importação e distribuição dos produtos Xiaomi no Brasil, informou que a loja já está se adequando aos apontamentos do Procon-SP.
Confira na íntegra:

A DL informa que está ciente da fiscalização do PROCON-SP na loja Mi Ibirapuera. Como responsável pela importação e distribuição dos produtos Xioami no Brasil junto aos parceiros comerciais, a empresa informa que os apontamentos feitos pelo órgão já estão em processo final de adequação.

Fonte: PROCON-SP

iPhone 11: renders vazados dão mais pistas de novo visual


A Mobile Fun criou alguns renders do iPhone 11 e iPhone 11 Max, inspirados em cases feitos pela empresa Olixar, para nos dar uma ideia de como pode ser o visual do próximo smartphone da Apple. Embora haja um consenso de que o novo iPhone não deva ser muito diferente do anterior, já que a Apple estaria se programando para grandes mudanças em 2020, ainda temos a possibilidade de imaginar como serão as sutis mudanças da nova geração.

Para os renders, foi utilizado o modelo dourado do aparelho, que mostra um notch reduzido, mas ainda imenso perto das soluções atuais. Na parte de trás, as câmeras ficam reunidas em uma área em forma de quadrado, como se fosse em alto relevo. São três lentes, um microfone e mais o flash LED, isolados neste local. Perceba que a capa é incolor: ela deixa a parte traseira à mostra, mas não nos permite confirmar se ela é toda coberta por uma única peça de vidro, incluindo as câmeras, ou se há partes separadas. 

Na lateral do aparelho, o botão de função “Mudo” mudou completamente. Antes, ele era acionado com movimentos horizontais. Agora, o movimento é vertical. Essa mudança sugere que a empresa fez uma redução do mecanismo do botão, cujo formato se tornou arredondado, a fim de economizar espaço na parte interna do chassi.

Como rumores mais antigos indicavam, o iPhone 11 deve usar um conector Lightning, mas é possível que a Apple inclua um cabo Lightning para USB-C e, ainda, um adaptador de tomada, de 18 W, para cargas mais rápidas. Ainda há a possibilidade dele trazer o carregamento sem fio bilateral, que permite que o gadget sirva como fonte de energia para outro aparelho ou dispositivo compatível.

Os iPhone 11 e 11 Max devem ser lançados em setembro, ao lado do iOS 13.