domingo, 3 de fevereiro de 2019

GoPro libera envio ilimitado de vídeos em serviço de armazenamento


A GoPro anunciou estar expandindo seu serviço de armazenamento na nuvem ligado a suas câmeras. A partir de agora, os usuários terão espaço ilimitado para enviar vídeos e fotos em seus tamanhos originais para suas contas. 

Em um anúncio feito pela CEO da GoPro, Nick Woodman, ao site The Verge, quando a empresa fala que o espaço é ilimitado, é exatamente isso que deve proporcionar, tudo pelo valor mensal de US$ 4,99 (aproximadamente R$ 18,60). Anteriormente, o serviço permitia o envio ilimitado de fotos e até 35 horas de vídeo, algo que ficava próximo de 250 GB de armazenamento de mídia. Além disso, os projetos eram armazenados transcodificados e contavam com um bitrate reduzido. Agora, será possível enviar os vídeos originais para a nuvem, diretamente da sua GoPro, sendo que o mesmo vale para as fotos.
O serviço contará com armazenamento ilimitado válido para modelos mais antigos de GoPro, assim como para a nova linha Hero 7 de câmeras. O serviço também deve oferecer descontos aos assinantes na compra de acessórios para suas câmeras. Essas vantagens são válidas para assinantes de todo o mundo.

Fonte: THE VERGE

Novas regras do Chrome podem inviabilizar uso de adblockers


Google está sempre buscando trazer melhorias na experiência do usuário. O Manifest V3 é exemplo disso. O pacote de mudanças e atualizações tem como objetivo aprimorar as extensões do Google Chrome. No entanto, a aplicação das novas regras pode impedir o funcionamento de adblockers e de ferramentas de privacidade. O que deixou desenvolvedores e usuários bastante insatisfeitos.

A mudança visa melhorar a performance, privacidade e segurança dos usuários. Além disso, as alterações facilitam o desenvolvimento para múltiplos navegadores. Contudo, as regras impostas inviabilizam a função de algumas extensões.
uBlock Origin é uma das extensões prejudicadas com a atualização (divulgação).

Uma delas é o novo limite para lista de “fontes indesejadas” — até 30 mil sites, com o Manifest V3. O representante do Blockade.io já se manifestou negativamente, alegando que sua extensão não conseguirá mais proteger o usuário de elementos maliciosos, visto que a lista de sites indesejados chega a 250 mil links e o novo limite reduzirá consideravelmente sua eficiência.

Liderança absoluta

Hoje mais da metade dos acessos à websites são realizados utilizando o navegador Chrome, segundo o StatCounter. O que o coloca acima de qualquer outro concorrente. Há também o Chromium (código open source do Google Chrome) usado na construção de outros navegadores, como Opera; Vivaldi e o futuro Microsoft Edge.

A liderança do Chrome submete todos os desenvolvedores de extensões às decisões da Google. “A mudança muda completamente o que conhecemos como adblocking e proteção de privacidade” alega representantes do Ghostery, extensão para navegadores, caracterizando as alterações como radicais e ameaçando entrar com ações legais contra a gigante da tecnologia.


Aprimorar, não prejudicar


A Google tomou conhecimento das reclamações e esclareceu na quarta-feira (23) que está em trabalhando em conjunto com desenvolvedores de extensões para alcançar o objetivo do Manifest V3 sem interferir no funcionamento das antigas extensões.

Fonte: CNET

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Facebook e Twitter removem contas falsas ligadas à Rússia, Venezuela e Irã


Nesta quinta-feira (31), o Facebook anunciou a suspensão de uma espécie de rede de contas que aparentemente estavam se comportando de maneira “não-autêntica” tanto na rede social quanto no Instagram. Segundo a companhia de Mark Zuckerberg, as 783 contas eram de propriedade do Irã. As páginas, grupos e perfis eram voltadas para o público do Oriente Médio, Sul da Ásia e os Estados Unidos.

Na mesma tarde, outro acontecimento alarmante: o Twitter anunciou a suspensão de contas que estavam, segundo o microblog, operando “informações estrangeiras”, potencialmente conectadas ao Irã, à Venezuela e também à Rússia. A empresa tem plena certeza de que as contas foram criadas neste último país.

Contudo, ainda não se sabe se as contas eram administradas pela Internet Research Agency, o grupo hacker ligado ao Kremlin. As centenas de contas originárias da Rússia foram suspensas após enviarem quase um milhão de tweets relacionados à política dos Estados Unidos.

Durante as eleições do último ano, as contas tuitaram mais de 73 mil vezes sobre o assunto; durante a campanha presidencial de 2016, elas também existiam, mas eram menos influentes do que as ministradas pela Internet Research Agency. A rede de contas costuma publicar tweets tanto sobre a direita quanto a esquerda.

Porém, recentemente, parece ter existido a tentativa de criar uma tendência de hashtags sobre a direita política do país. Segundo o Twitter, mais de 40.000 tweets com a hashtag #ReleaseTheMemo foram enviados falando sobre a divulgação de um documento feita pelo deputado republicano Devin Nunes. Segundo o político, o documento continha informações sobre abusos de vigilância do FBI durante as eleições de 2016.

Outros 40.000 tweets tinham a hashtag #MAGA, enquanto 18.000 usavam a hashtag #IslamIsTheProblem. O Twitter não esclareceu se as contas conseguiram causar impacto na rede, contudo.

Sobre o lote de contas da Venezuela, aparentemente elas estão envolvidas em uma “campanha de influência apoiada pelo Estado” para o público do país em nome do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

O problema com operações estrangeiras usando redes sociais para tentar se intrometer e influenciar o debate e a política nos Estados Unidos e em todo o mundo vai ainda além: havia também, segundo o Twitter, uma rede de contas do Irã que fingiam ser de agências de notícias dos Estados Unidos.

Fonte: CNN


Microsoft libera multiplayer no Xbox One durante fim de semana


Este final de semana será bem cheio para os gamers, principalmente para os donos de Xbox One. A Microsoftanunciou que até domingo (03) o multiplayer estará liberado para todos os jogadores do console, mesmo que eles não tenham uma assinatura da LIVE, serviço que é obrigatório para a jogatina online.

A promoção Free Play Days for All, como está sendo chamada, acompanha dois grandes acontecimentos. O primeiro é a realização de uma série de eventos em Fortnite, com desafios diários para os jogadores e inspiração na obra do DJ Marshmello, com direito a show virtual do músico e outros itens temáticos.

Ao mesmo tempo, a Electronic Arts também libera nesta sexta uma demo jogável de Anthem. Totalmente conectado e com a promessa de um mundo vasto, o game de ação em terceira pessoa exigiria uma assinatura da LIVE para ser jogado, mas com a gratuidade que, com certeza não é nenhuma coincidência, todos os donos de Xbox One poderão testá-lo livremente em antecipação ao lançamento que acontece no final do mês.

A gratuidade na jogatina online do Xbox One já está disponível desde quinta (31) e vale para todos os jogos, não somente os citados. No Brasil, a assinatura da LIVE custa R$ 149 por um ano, R$ 69 por um trimestre e R$ 29 por um mês. Além do multiplayer, a adesão libera descontos especiais na compra de conteúdo e uma lista selecionada de jogos gratuitos todos os meses, que podem ser baixados e jogados livremente enquanto o usuário for um pagante do sistema.

Fonte: Microsoft


Livro usa realidade aumentada para ensinar metodologia de empreendedorismo


O autor Fernando Godoy lançou recentemente o livro Metodologia Startup Village, que discute a metodologia homônima baseada em realidade aumentada criada a partir de uma ideia de "vila inovadora". O objetivo do conceito é o de viver diariamente o conceito de inovação, buscando melhoria contínua em todos os aspectos do empreendedorismo, convivendo em harmonia.

Com foco no mundo corporativo, a metodologia aborda aspectos de trabalho em equipe, alimentação, respiração e networking. O livro conecta lições de mercado e de vida, contando as experiências e trajetórias do autor.

Godoy destaca métodos como a blindagem emocional, colaboração, busca de soluções, questão financeira e mentalidade brasileira, renovação do conhecimento, educação dos profissionais do mercado, entre outros.

A Metodologia Startup Village deve trazer resultados a favor de uma mente mais equilibrada, corpo mais saudável, maiores chances de atingir objetivos a curto, médio ou longo prazo, e de chegar a resultados acima da média.
O livro já está disponível nas maiores livrarias do país.

Fonte: www.canaltech.com.br

Brasil encerrou 2018 com 31,05 milhões de contratos de banda larga fixa


A Claro segue na liderança como o maior mercado de banda larga fixa no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel. De acordo com as informações coletadas no ano de 2018, o país encerrou o período com 31,05 milhões de contratos ativos, sendo 9,36 milhões pertencentes à operadora.

Também houve um aumento de 7,41% no número de assinaturas, sendo 2,14 milhões a mais em relação ao ano anterior. Em dezembro, no entanto, houve uma queda de 0,48% de contratos (menos 149,38 mil) em comparação com novembro.

O Grupo Claro detém o maior volume de assinantes no Brasil, com 30,15% do total, ficando à frente da Vivo com 7,58 milhões (24,41%) e da Oi com 5,99 milhões (19,31%). A Claro também foi a única a fechar o ano em crescimento, com mais de 467,01 mil contratos (aumento de 5,25%), enquanto a Vivo apresentou queda de 5,37 mil clientes (0,07%) e a Oi de 309,92 mil assinaturas (4,92%).

Em 2018, todos os estados brasileiros, exceto Rondônia e Roraima, registraram crescimento no serviço de banda larga fixa. O maior aumento aconteceu no Amazonas com 39,01 mil novas linhas (13,83%), seguido da Paraíba com mais de 38,97 mil (13,43%) e Ceará com mais de 98,42 mil (13,31%). Rondônia encerrou o ano com uma redução de 0,5 mil contratos (-0,37%) e Roraima com menos 0,9 mil (2,60%).
Os números estão disponíveis para consulta no Portal da Anatel.

Fonte: Anatel


Alguns usuários do iOS 11 estão sem acesso à App Store e ao Apple Music


Desde a quinta-feira (31), alguns usuários que ainda não atualizaram seus aparelhos para o iOS 12 estão com problemas de acesso à App Store e também ao Apple Music. Relatos online no fórum de suporte da Apple mostram que essa parcela de usuários ainda usa o iOS 11 — mas, de qualquer forma, isso não deveria ser um problema.

Na página de Status de serviços da Apple, a empresa já atualizou a App Store e o Apple Music indicando que há uma instabilidade acontecendo, sem informar, contudo, a origem do problema ou um prazo para a correção.
Enquanto uma solução não surge por parte da Maçã, alguns usuários têm informado nas redes sociais que conseguiram restaurar o acesso aos serviços revertendo a data no dispositivo para o dia 29 de janeiro, o que sugere que o problema está relacionado a algum certificado de segurança desatualizado. E, claro, outra possibilidade de resolver a questão por conta própria é atualizar o sistema para o iOS 12, caso seu modelo de iPhone seja compatível, claro.

Fonte: Cult of Mac