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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Campanha pela deportação de Glenn Greenwald no Twitter foi criada por robôs


A empresa de pesquisas DFRLab verificou algumas das contas no Twitter que desencadearam uma campanha pedindo a deportação do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept, de volta para os Estados Unidos.

A campanha de protesto usou várias hashtags; entre elas, uma das mais populares (#DeportaGreenwald) foi analisada e apontou que muitas das contas mais ativas são suspeitas de comportamento automatizado. Um exemplo é Vânia, identificada como @Vnia60277936, que chegou a postar a hashtag 294 vezes em 4,5 horas. 

Algumas publicações a respeito da campanha pela deportação de Greenwald. (Fonte: DRFLab/Reprodução)

No dia 9 de junho, o site The Intercept Brasil, cofundado por Greenwald, publicou uma reportagem revelando conversas vazadas de um app de mensagens em que supostos diálogos trocados entre o ex-juiz Sérgio Moro e o promotor público Deltan Dallagnol demonstravam condutas conspiratórias para incriminar e acelerar a prisão do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.


Campanha com indícios de atividade automatizada


A conta @Vnia60277936 foi a segunda mais ativa a usar a hashtag #DeportaGreenwald, que acabou entrando para a seção dos tópicos de tendências do Twitter. Além do nome com identificador numérico e uma foto genérica de perfil, a DRFLab constatou que a conta postava uma média de 577 tweets por dia, e a empresa considera que mais de 144 tweets diários são altamente suspeitos. Somente no dia 2 de junho, foram 1.700 posts. 

Perfil de @Vnia60277936, um dos mais suspeitos de ser bot. (Fonte: Twitter/Vnia60277936)

Outras contas ativas também apresentam várias características semelhantes às de @Vnia60277936, e a suspeita de se tratar de comportamento automatizado foi confirmada pela Diretoria de Análises de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas, parceira da DFRLab.


Criada por bots, impulsionada por pessoas


O estudo concluiu que, embora a campanha tenha surgido com os bots, grande parte dos retweets foi feita por usuários reais do Twitter. Um dado interessante é que o primeiro e o terceiro posts mais populares eram exatamente contra a campanha, sendo que um deles citava que as "milícias digitais" a favor de "calar" Greenwald são as mesmas que criticam a falta de liberdade de expressão na Venezuela.

Fonte: DFRLab

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Twitter: 'Muita coisa denunciada como ofensiva não viola nossas políticas'


Dois executivos do Twitter comentaram a atual situação da plataforma no combate aos discursos de ódio e na presença de grupos extremistas na rede social — e se eles estarem no site de fato é um problema para a empresa. A conversa foi durante o evento CodeCon, no estado norte-americano do Arizona.

Segundo o gerente de produto do site, Kayvon Beykpour, o Twitter não tira do ar absolutamente todas as denúncias porque "muito do que algumas pessoas consideram como abusivo na verdade não viola as políticas" da plataforma. Interpretações pessoais, portanto, não são levadas em conta se o abuso não é explícito ou direcionado a determinados temas.

Porém, Beykpour comentou que o site toma uma medida em especial: tentar esconder certos temas para impedir que eles sejam divulgados para mais pessoas. "Uma das coisas que nós tivemos que decidir, de um ponto de vista de produto e tecnologia, é proativamente não amplificar conteúdos que achamos que não deveriam ser amplificados", afirmou o executivo. Porém, ele não deu exemplos nem explicou como isso acontece ou o que leva a empresa a tomar essa atitude.

Ambiente tóxico?


Já segundo a conselheira do Twitter, Vijaya Gadde, a situação é um pouco diferente. Ela confirma que a rede social "contribui para a radicalização", assim como todas as plataformas, mas acredita que "temos muitos mecanismos e políticas que reforçamos e combatem isso de forma bastante efetiva". Vale lembrar que simpatizantes do nazismo constantemente são denunciados por sua presença no site, inclusive com conteúdos extremistas, mas isso é dificilmente combatido na rede social.


quinta-feira, 30 de maio de 2019

Twitter está estudando se deve ou não banir supremacistas brancos da rede social


Twitter está decidindo se é uma boa ideia banir supremacistas brancos da rede social, pesquisando se a plataforma é realmente útil para a desradicalização. A empresa leva em consideração a possibilidade de que essas pessoas mudem de ideia ao conversar com outros usuários sobre o assunto.

Em entrevista à imprensa dos Estados Unidos, Vijaya Gadde, chefe legal do Twitter, confirma ter dúvidas sobre o possível banimento. "É a abordagem correta desconectar esses indivíduos? É a abordagem correta para tentar envolver essas pessoas? Como devemos estar pensando sobre isso? O que realmente funciona?", questionou o executivo.

A estratégia de pesquisa do Twitter para resolver essas questões envolve estudos com acadêmicos, que estão analisando se a teoria sobre a desradicalização é válida, quais são os efeitos da plataforma na sociedade e elaborando políticas para o problema da propagação de conteúdo de ódio.

Fonte: The Verge

terça-feira, 23 de abril de 2019

Twitter vai lançar função de ocultar respostas em publicações



Twitter deve adicionar função que oculta respostas em tuítes.  A opção foi descoberta em fevereiro por Jane Manchun Wong – programadora e testadora de recursos não lançados. Wong publicou em seu perfil na rede social alguns prints demonstrando como isso deve chegar aos usuários. Agora o Twitter anunciou oficialmente que de fato a mudança irá acontecer.

Nota-se, a partir das imagens, que a ferramenta aparece como “hide tweet” – “esconder tuíte” –, logo no botão ao lado de uma resposta, assim deve vir acompanhada de outras opções já existentes na plataforma, como: “silenciar”, “bloquear” e “mostrar menos”.

O recurso é bastante útil, especialmente naquelas situações em que alguém escreve assuntos não relacionados com o post ou que sejam indesejáveis em outros níveis. A atualização é parte de um conjunto de mudanças que o Twitter anunciou há poucos dias em seu blog oficial.

Fonte: reprodução/Jane Manchun Wong/Twitter.

A empresa apontou que a partir de junho deve lançar o recurso de ocultar respostas de modo experimental. Segundo ela, essa seria uma forma de oferecer aos usuários meios de controlarem melhor suas conversas na rede social. Contudo, não revelou como a função será liberada – se para todos ao mesmo tempo, ou aos poucos.

Algumas alterações do Twitter já estão sendo implantadas e devem priorizar políticas de combate a spam e abusos na rede social, de forma que ela possa ser “mais saudável” para todos os usuários.

Conforme o texto mencionado, isso deve continuar acontecendo ao longo dos próximos meses. Dentre essas ações, a companhia afirmou ter eliminado cerca de 100 mil contas que criavam novos perfis, logo após terem sido suspendidas.

Fonte: TWITTER

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Brasil foi o 2º país que mais postou sobre Game of Thrones no Twitter



A 8ª e última temporada de Game of Thrones começou neste domingo à noite e, claro, milhares de pessoas reuniram os amigos em volta das telinhas para conferir a estreia. Como não poderia deixar de ser, os comentários sobre o episódio dominaram as redes sociais, em especial o Twitter: o Brasil foi o 2º país que mais tweetou sobre a novidade em todo o mundo.

De acordo com a própria plataforma, foram mais de 5 milhões de tweets entre as 19h de ontem (14) e as 3h de hoje (15) — o público tupiniquim ficou atrás somente dos Estados Unidos. O maior burburinho, em termos globais, foi quando Samwell Tarly revelou detalhes sobre os pais de Jon Snow.

O segundo momento de maior audiência foi exatamente no início da história e o terceiro aconteceu quando o dragão Rhaegal esteve em destaque. Bran Stark foi o personagem mais lembrado, seguido de Jon Snow, Daenerys Targaryen, Sansa Stark e Cersei Lennister.

 

Celebridades falam sobre a estreia


Nomes conhecidos do showbusiness brasileiro e estadunidense, incluindo os próprios atores de Game of Thrones, também aproveitaram para falar sobre a estreia em postagens no microblog. Confira algumas delas abaixo.

A nadadora brasileira Joanna Maranhão lembrou dos dragões “bebês”.


Vídeo incorporado



Já Kevin Jonas, dos Jonas Brothers, disse estar ansioso pela estreia, com uma montagem sua no trono de ferro.

Ver imagem no Twitter


O apresentador Jimmy Fallon brincou com a demora no início da apresentação.

Vídeo incorporado

O ator Raleigh Ritchie, o guerreiro Verme Cinzento de GoT, vibrou com a estreia.

Vídeo incorporado

Já Nathalie Emmanuel, a Missandei, disse que ia para cama mais cedo mas recomendou o primeiro episódio à todos.

Vídeo incorporado
Happy Game of Thrones Day everyone! I’m off to bed because I have work tomorrow and we be bringing the fire to UK screens at like 2am tonight and I can’t really survive a days work on no sleep. I’ve seen the first episode twice now
and my goodness... you are in for a treat
4.168 pessoas estão falando sobre isso

Fonte: TWITTER

quarta-feira, 10 de abril de 2019

US$ 1,40: esse foi o salário do fundador do Twitter em 2018



Via de regra, executivos de grandes empresas costumam receber salários que condizem com o grau de responsabilidade que possuem. Entretanto, Jack Dorsey, um dos fundadores do Twitter e atual diretor-executivo da companhia, recebeu uma quantia um tanto quanto curiosa por seus serviços em 2018: US$ 1,40, ou 140 centavos se assim preferir.

Achou o número curioso? Pois há uma lógica, já que esse é o antigo número de caracteres que a plataforma suportava por mensagem até alguns anos atrás (a partir de 2017 esse limite passou para 280). A descoberta foi feita na última segunda-feira (8) em um documento preenchido pelo próprio Dorsey.


Vale mencionar que o executivo havia reiterado que não gostaria de receber um salário, bônus ou ganho vindo diretamente de qualquer tipo de ação da comapnhia. Nas palavras dele, esse é um "testemunho do seu comprometimento e fé no potencial de criação do Twitter".

E você, imaginava que esse era o salário de um dos fundadores do Twitter? Conhece algum outro executivo que já fez algo parecido? Deixe a sua opinião no espaço mais abaixo destinado aos comentários.

Fonte: BLOOMBERG

Elon Musk não se aguenta no Twitter e agora chama Jeff Bezos de imitador



Elon Musk não consegue ficar longe de polêmicas envolvendo seu Twitter. Mesmo tretando muito com a Comissão de Segurança e Câmbio (SEC, em inglês), o CEO da Tesla e da SpaceX continua aprontando das suas no microblog. Na semana passada, criou um rap bizarro em homenagem a um gorila morto e agora tirou uma com a cara do dono da AmazonJeff Bezos.

Desta vez, Musk chamou Bezos de “imitador” (“copycat”), com a palavra “copy” e o emoji de um gatinho na postagem que faz referência aos planos da Amazon de lançar uma rede de satélites para internet espacial ao redor da Terra — algo que está nos planos da SpaceX já há algum tempo.

A Amazon planeja lançar 3.236 satélites na órbita com auxílio das naves Blue Origin, também de Bezos, em um projeto que lembra o que as Falcon 9 pretendem com a Starlink — uma rede que deu seus primeiros passos em fevereiro no ano passado e prevê 12 mil satélites em torno do nosso planeta.




Já tem gente chamando essa “Guerra nas Estrelas” da luta de bilionários entre o “Homem de Ferro” (Musk) contra o “James Bond” (Bezos). Bem, se no final das contas o resto dos mortais puderem ter a tal internet ininterrupta em qualquer local do planeta, sem a dependência de torres ou estruturas terrestres, acho que ninguém vai ligar muito se eles continuarem brigando, certo?

Fonte: CNET