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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Pesquisadores criam 'fio' orgânico a partir da pele humana

Uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França, em Bordeaux, criou os chamados “têxteis humanos”, uma espécie de fio orgânico feito a partir de células da pele humana que podem ser usados para costurar feridas ou preencher enxertos.

Segundo os pesquisadores, a principal vantagem do novo produto é que, diferentemente dos materiais cirúrgicos sintéticos, os têxteis humanos não desencadeiam reações imunológicas que podem comprometer e retardar a recuperação do corpo.

“Esses têxteis humanos oferecem um nível único de biocompatibilidade e representam uma nova geração de produtos de engenharia de tecidos completamente biológicos”, explicaram os pesquisadores em artigo publicado na revista acadêmica Acta Biomaterialia.

Para criar os têxteis humanos, a equipe cortou folhas de células da pele humana em tiras longas para tecê-las como fios e tecidos que podem ser fabricados em diversos nós e formatos.
“Podemos costurar bolsas, criar tubos, válvulas e membranas perfuradas”, disse Nicholas L'Heureux, principal pesquisador e desenvolvedor do material. “Com o fio, qualquer abordagem têxtil é viável: tricô, trança, tecelagem e até crochê”, completou.

Até agora, a equipe utilizou os têxteis humanos para costurar as feridas de um rato – que se recuperou completamente em apenas duas semanas – e para fabricar um enxerto de pele para selar a artéria de uma ovelha.

Fonte: Futurism  /  Olhar Digital

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Play Store abrigava mais de 49 mil apps falsos, aponta pesquisa


Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Sydney, Austrália, e do Data61 analisou por dois anos mais de um milhão de aplicativos Android presentes na Play Store e detectou um alto número de apps e jogos ilegítimos.

Os pesquisadores pontuam que foram encontradas 2.040 potenciais falsificações que abrigavam malware, 1.565 potenciais falsificações que pediam mais permissões do que o app original e 1.407 potenciais falsificações que continham bibliotecas de propaganda extras.

Entre os aplicativos mais falsificado estão os jogos Temple Run, Free Flow e Hill Climb Racing.


Aprendizado de máquina no combate à fraude


Os pesquisadores projetaram uma rede neural convolucional capaz de identificar similaridades entre os aplicativos disponíveis na Play Store, apontando opções tão parecidas que poderiam ser confundidas por um usuário desatento.

Depois de identificar um milhão destes apps, os responsáveis pela pesquisa fizeram o download dos arquivos APK e os categorizaram. No total, a tecnologia conseguiu encontrar 49.608 possíveis falsificações.


Cuidado redobrado


Hoje, cerca de 35% destes apps não estão mais disponíveis na Play Store. A Google tem usado o Google Play Protect como mais uma etapa de verificação dos aplicativos para Android. 

A empresa se mostra preocupada em gerenciar melhor sua loja virtual, a fim de diminuir a incidência de apps malignos.

A dica, portanto, é ficar de olho nos comentários e nas permissões pedidas nos aplicativos da Play Store para não acabar baixando uma falsificação perigosa.

Fonte: THE NEXT WEB

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Mulheres são melhores gamers que homens, aponta pesquisa



A startup Gosu.ai conduziu uma pesquisa com 5 mil jogadores de Dota 2 para descobrir quais eram os fatores que determinam se um jogador é bem ou malsucedido em suas partidas. Apesar do estudo não trazer embasamento científico algum, ele sugere algo no mínimo interessante: de todos os perfis entrevistados, apenas 4% eram mulheres, mas essas cerca de 200 mulheres tinham percentual de vitórias até 44% maior que o dos homens.

A pesquisa veio à luz após o lançamento de uma assistente virtual criada pela empresa, que se vale de recursos analíticos para ajudar jogadores a desenvolverem suas habilidades nos jogos. Como a ferramenta foi desenvolvida e lançada no ano passado, a empresa conseguiu coletar alguns dados e realizar o levantamento. 


Respeita as mina, ou você vai passar vergonha no "Dotinha", parceiro...

A mesma pesquisa determinou correlações como quanto mais alta a sua habilidade em outros idiomas, mais lento será o seu desenvolvimento em jogos; pessoas sem um diploma universitário, que não viajam, ou que praticam esportes aumentam suas habilidades mais rapidamente. Ah, e o fato de a pessoa ter um emprego também atrasa o seu crescimento no jogo.

Outras empresas possuem ferramentas similares, mas, segundo a Gosu.ai, o seu diferencial reside no fato de sua assistente virtual analisar os movimentos de todos os jogadores individualmente, desenvolvendo direcionamentos mais específicos aos estilos de jogo de cada um.

Fonte: Techcrunch


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Pesquisa mostra que 9 em cada 10 brasileiros usam o YouTube para estudar



O tempo que o brasileiro dedica assistindo a vídeos só aumenta desde 2014 e os números mostram que a audiência do YouTube só tem crescido nas últimas temporadas. A pesquisa Video Viewers, entre outros aspectos, mostra também que 9 em cada 10 pessoas usam o streaming da Google para estudar.

Fonte: Video Viewers

O levantamento anual mostra que em 4 anos o consumo online de vídeos cresceu 135%, enquanto a TV teve alta de apenas 13%. O estudo aponta que 80% procura por conteúdo que a TV não oferece. Cerca de 88% dos que veem somente a programação tradicional estão na classe C e têm média de idade de 38,8 anos.

Fonte: YouTube

E onde as pessoas costumam ver o material audiovisual na web? A grande maioria, 75%, usa smartphones. As smart TVs também estão entre os dispositivos mais utilizados e seu uso cresceu bastante no ano passado. 

Em busca de conhecimento

Já faz um tempinho que vídeos online têm sido fonte de aprendizado de muita gente por aí e a mais recente pesquisa Video Viewers mostra mais algumas particularidades: 93% dos entrevistados usam o YouTube para saber como fazer pequenos reparos em casa; 87% buscam novas habilidades profissionais e 73% gostam de conferir dicas de esportes e fitness. 

Abaixo estão alguns dos canais que têm se tornado cada vez mais relevantes para a organização de estudos:

  • Matemática Rio: estudos e aulas de matemática com foco no vestibular e concursos.

  • English in Brazil: dicas sobre pronúncia, gramática, vocabulário, viagem, curiosidades e bate-papos com convidados sobre a língua inglesa.

  • Física total: vídeoaulas para descomplicar o mundo da física, para os alunos que se preparam para o vestibular.

  • Dez de História: tudo sobre história com foco no vestibular, apresentado pelo professor Victor Rysovas.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Metade dos brasileiros espiona o celular da namorada(o)



A Kaspersky descobriu cerca de 60 mil aplicativos “stalkerware” instalados em dispostivos de seus clientes. Stalkerwares são apps que abusam da privacidade do usuário e, embora não seja ilegal, pode ser uma bandeira vermelha dependendo de seu uso.

“Embora esse programa não seja considerado ilegal, sua presença geralmente é indesejada e desconhecida pela pessoa afetada. Em alguns casos, a página de download de alguns spyware é específica ao dizer que ele deve ser usado para espionar secretamente a vítima. Frente os recentes abusos de privacidade, a Kaspersky Lab decidiu introduzir um alerta especial, permitindo que os usuários decidam por si mesmos o que desejam fazer a respeito”, disse a empresa.

"Estudo mostra que, além da invasão de privacidade, tais programas não possuem medidas para proteger os dados confidenciais"

O que são spywares: aplicações que rodam em segundo plano e são instaladas nos telefones – geralmente por parceiros ou ex-parceiros – para monitorar e rastrear as atividades do dispositivo. Porém não há nenhuma barreira que impeça que as pessoas usem esse tipo de programa para fins maliciosos — neste caso o software é classificado como “stalkerware”, pois não há o consentimento da vítima. “Embora a funcionalidade varie, ela geralmente permite que a pessoa que a instalou acesse as informações do dispositivo dos usuários, mensagens SMS, fotografias, conversas em redes sociais, dados de geolocalização e, em certos casos, transfira gravações de áudio e câmera em tempo real”, explica a empresa.

Um estudo de 2018 realizado pela empresa já mostrava que 49% dos brasileiros admitem espionar online o namorado ou namorada. Ainda em 2018, a Kaspersky Lab spywares em 58.487 dispositivos móveis únicos.

O estudo também mostra que, juntamente com a óbvia invasão de privacidade, tais programas geralmente não possuem medidas para proteger os dados confidenciais que estão sendo sequestrados. “Cinco dos 10 programas stalkerware analisados tiveram uma violação de dados ou foram considerados vulneráveis a ataques deste tipo. Os analistas descobriram ainda que um fornecedor armazenava arquivos de dados de vítimas em um servidor com vulnerabilidades de segurança críticas, deixando os dados armazenados acessíveis a todos”, comentou a empresa.

Abaixo você acompanha alguns passos para se proteger deste tipo de espionagem digital:


  • Instale apenas aplicativos em lojas oficiais, como a Google Play
  • Bloqueie a instalação de programas de fontes desconhecidas nas configurações do smartphone
  • Nunca divulgue a senha ou o código de acesso ao seu dispositivo móvel, mesmo que seja com alguém da sua confiança
  • Nunca armazene arquivos ou aplicativos desconhecidos em seu dispositivo, pois eles podem prejudicar sua privacidade
  • Altere todas as configurações de segurança em seu dispositivo móvel se estiver saindo de um relacionamento. Um ex pode realizar tentativas de adquirir suas informações pessoais para te manipular
  • Obtenha controle de programas em execução em segundo plano e desative atividades suspeitas
  • Use uma solução de segurança confiável que o notifique sobre a presença de atividades suspeitas

Fonte: KASPERSKY

quarta-feira, 27 de março de 2019

Notebooks puxam alta de 7,5% nas vendas de PCs do último trimestre de 2018



Embora os smartphones e tablets muitas vezes possam substituir tarefas realizada em computadores, eles ainda não conseguem fazer tudo o que uma máquina dedicada faz. Por isso mesmo é que os PCs continuam em alta nos últimos anos. Em 2017, o crescimento nos últimos três meses do ano foi de 15% e em 2018 a alta foi de 7,5% no mesmo período.

Os números são do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4/2018. Dos 1,445 milhão de vendas final da temporada passada, 1,22 milhão foram de notebooks, o que representa 5,5% a mais do que no mesmo período de 2017. Já a comercialização de desktops caiu 17%, com saída de 424 mil unidades.

"Vendas na Black Friday não foram tão bem quanto deveriam, diz analista"

“A queda foi puxada pela performance baixa do varejo. A Black Friday não foi tão forte quanto deveria e o consumidor também já tinha feito compras no ano anterior, ou seja, não teve tanta urgência na troca”, comenta Wellington La Falce, analista de pesquisa da IDC. No varejo, foram vendidos 902,5 mil equipamentos, 2,3% a menos do que de outubro a dezembro de 2017.

O mercado corporativo reduziu os investimentos em 2%, com 543 mil unidades vendidas, e o governo diminuiu as compras em 29% — o que era esperado, por conta das eleições e da oscilação das confiança das companhias devido ao preço do dólar. Ainda assim, esse setor foi muito importante para a tendência de crescimento.

Fonte: CNet

A receita total aumentou 17%, com R$ 10,330 bilhões vindos de notebooks e R$ 3,665 bilhões de desktops. Dos 5,575 milhões de computadores vendidos em 2018, 3,920 milhões foram notebooks e, desses, 903 mil foram para empresas. Em termos de preço, os laptops ficaram 10% mais caros, custando, em média R$ 2.665, e as máquinas de mesa aumentaram 8%, com preço médio de R$ 2.212.


Previsão para o trimestre

Mesmo com o crescimento dos dois últimos anos, a IDC Brasil prevê dificuldades no setor nesses três primeiros meses de 2019. “No fim de 2018, o mercado não vendeu tanto quanto esperava e o ano virou com os estoques cheios. Pode não haver abastecimento no varejo nos primeiros meses. Além disso, os preços podem aumentar de novo, caso as liminares contra o fim dos incentivos da Lei de Informática sejam derrubadas, impactando os preços no varejo”, adianta La Falce.

O mercado corporativo também deve sofrer queda. “As empresas estarão apreensivas em relação à tributação. A mudança de governo foi vista com boas perspectivas, mas enquanto não concretizar seus planos, o mercado vai segurar os investimentos.” Tudo isso pode resultar em uma retração de 7,5%, com a venda de 1,230 milhão de unidades no Q1 desta temporada.

Fonte: IDC BRASIL

sexta-feira, 22 de março de 2019

MPAA revela que número de assinantes de streaming é maior do que os de TV a cabo



A MPAA (Associação de Cinema dos Estados Unidos) divulgou na quinta-feira (21) que o mercado de entretenimento audiovisual continuou em crescimento no ano de 2018, totalizando uma receita de U$ 96,8 bilhões — 9% maior do que os rendimentos de 2017. E esse crescimento do setor foi levado principalmente pelo rápido aumento das plataformas de streaming de vídeos, que atingiram a marca de 613 milhões de assinantes — um crescimento de 27% quando comparado a 2017.

Esse valor é equivalente a toda a arrecadação da indústria de cinema no mundo, e não leva em conta os valores relativos arrecadados pelos canais de TV. E, apesar de o setor ter visto um crescimento nas bilheterias tanto dentro dos Estados Unidos quanto no mercado internacional, o que cresceu mesmo foram as vendas de conteúdos digitais, que subiram 24% nos Estados Unidos e 34% globalmente, quando comparados com 2017, o que mostra que cada vez mais pessoas preferem adquirir seus filmes pela internet do que comprar cópias físicas (DVD e Blu-ray) dos mesmos.

O crescimento do setor digital foi tanto que, pela primeira vez, o número de assinantes de serviços de streaming online ultrapassou o número de assinantes de TV a cabo, que caiu 2% de 2017 para 2018, chegando ao número de 556 milhões. 

Apesar disso, a TV a cabo ainda é responsável pela maior parte das receitas do setor de televisão, com U$ 118 bilhões (U$ 6,2 bilhões a mais do que em 2017), seguida pela TV via satélite e, apenas em terceiro lugar, pelos serviços de streaming.

E, se algumas pessoas falam que estamos na “era de ouro” da TV, os números de receita comprovam esse fato: em 2014, a relação de visualizações/transações (basicamente o quanto a TV arrecada com a prática de propaganda durante seus programas) era de 71 bilhões para programas televisivos (séries, reality shows, programas de auditório) e 5,4 bilhões para filmes. Apenas quatro anos depois, esse número mais do que duplicou, chegando a 170,6 bilhões para programas televisivos e 11,5 bilhões para filmes.

Também é possível notar esse crescimento da TV na própria quantidade de programas existentes: segundo dados da FX networks Research, entre 2014 e 2018 o número de programas roteirizados (séries tradicionais e novelas) subiu 28%, chegando ao número total de 496 no fim de 2018. Caso sejam incluídos também séries não-roteirizados (reality shows), programas infantis e de auditório, o número total de conteúdos existentes na TV chega a 1.620 programas diferentes.

O crescimento acelerado dos serviços de streaming não é uma surpresa, e a popularização de marcas como Netflix, Amazon Prime Video, Hulu e CBS All Access pode atestar isso. E essa é uma tendência que não deve diminuir em 2019, ano em que a Disney e a Apple também irão entrar nesse mercado, o que deve alavancar ainda mais o rápido crescimento do setor e aumentar ainda mais o número de séries roteirizadas, já que ambos os serviços irão investir pesado em produções próprias para seus catálogos.

Fonte: The Verge


quinta-feira, 21 de março de 2019

Internet fica mais lenta no Brasil às 18h, aponta estudo sobre 4G



Como o 5G pode resolver os problemas de congestionamento das atuais 4G? Esse é o grande questionamento feito pelo mais recente estudo da OpenSignal, companhia especializada em mapeamento de cobertura sem fio. O levantamento traz muitos dados interessantes, inclusive a hora em que a cobertura móvel fica lenta no mundo todo e no Brasil: entre 20h e 22h globalmente e às 18h por aqui.

Há algumas exceções, como em Singapura e Noruega, onde a velocidade cai antes das 18h, e no Reino Unido e na Holanda, locais em que o período de pico fica entre as 16h e 17h. Mas a maioria sofre com a sobrecarga por conta do congestionamento de pessoas navegando entre as 20h e 22h e com muita inconsistência.

Fonte: Canaltech

O relatório encontrou grande oscilação de velocidade em 77 países, que apontaram picos de 31,2 Mbps e lentidão de até 5,8 Mbps, e o Brasil é um deles. Por aqui, o download em 4G varia entre 16,4 Mbps nos momentos mais lentos e 28,6 Mbps nos mais rápidos. Porto Alegre (35,6 Mbps) lidera oito das dez capitais monitoradas que alcançaram os melhores resultados nacionais — Fortaleza e Manaus entregaram no máximo 22,5 Mbps.


Fim do dia é o horário com maior lentidão


São Paulo e Brasílias foram as que mostraram sinais mais inconstantes. A capital federal consegue chegar a 34,7 Mbps nos períodos de menor tráfego, mas sofre com queda até 19,3 Mbps às 20h. Já os paulistanos navegam a 31,1 Mbps em horários mais tranquilos e reclamam, com razão, da lentidão às 18h, quando essa velocidade cai para 15,8 Mbps.

Fonte: Canaltech

Aliás o pior horário para usar o 4G em território nacional é às 18h, quando Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Fortaleza registraram suas piores taxas de download. Belo Horizonte e Manaus apresentaram mais lentidão entre 19h e 20h e Brasília e Goiânia das 20h às 21h.


Chegada do 5G pode diminuir essas oscilações


De acordo com o levantamento, o 5G não irá apenas fornecer velocidades mais rápidas, como também a chamada “cobertura de capacidade”, construída com novas bandas de espectro de alta frequência e alta largura de banda. Isso vai ajudar a mitigar o ciclo diário de congestionamento que vemos nas redes 4G atuais e deve suportar mais usuários simultâneos com extrema agilidade.

Mesmo os países mais rápidos, a Coreia do Sul e Singapura, com 55,7 Mbps e 54,7 Mbps, a oscilação foi grande e a taxa chegou a 13 Mbps em ambos. Isso tudo sem contar a chegada de apps mais exigentes, como os de realidade aumentada ou direção autônoma, e aumento do compartilhamento de vídeos com resoluções ainda maiores. Ou seja, mesmo nos locais com maior velocidade a chegada do 5G também é uma necessidade.

Fonte: OPEN SIGNAL

quarta-feira, 20 de março de 2019

Compra online já é preferência de 74% dos consumidores brasileiros



Agilidade, comodidade, melhores preços e condições. É por esses e outros motivos que 82% dos consumidores brasileiros com acesso à internet já se renderam às compras online. E ao que tudo indica, essa já se tornou a melhor opção para grande parte dos consumidores.

Segundo levantamento realizado pelo NZN Intelligence, plataforma de pesquisa de mercado da NZN, 74% das pessoas preferem a modalidade em relação às compras realizadas em lojas físicas. O estudo também aponta que, para os 26% que preferem a ir até o estabelecimento, alguns fatores ainda impedem que a modalidade online seja a eleita.

A falta de confiança para informar o número do cartão e dados pessoais é o primeiro motivo citado por essa parcela de respondentes, o que significa 40% deste grupo. Na sequência, aparecem o medo de não receber o item adquirido (25%), a possível enganação em relação ao pagamento (10%) e, por fim, o fato de nunca ter encontrado preços bons de verdade (7,5%).


Jornada de compra


Para aqueles que procuram um item pela internet, a aquisição nem sempre acontece imediatamente após uma ótima promoção. Para saber se a loja é confiável, 82% dos brasileiros afirmam consultar a reputação do e-commerce em plataformas de reclamação, como Reclame Aqui e Consumidor.

Pesquisar em vários sites antes de realizar uma compra também é uma prática adotada por 81% dos respondentes — que preferem investir um tempo em buscas antes de adquirir um item online. Já para 12%, a transação acontece sempre no mesmo e-commerce, considerado de confiança.








"Para saber se a loja é confiável, 82% dos brasileiros afirmam consultar a reputação do e-commerce em plataformas de reclamação".




Quando o assunto é a melhor condição de compra, os consumidores contam com a ajuda de algumas ferramentas que auxiliam no desafio de encontrar preços baixos e bons produtos. Para a busca, metade dos entrevistados dizem utilizar primeiramente as opções oferecidas no Google.

Já 40% afirmam usar os recursos oferecidos por ferramentas de ofertas, como Buscapé e Zoom, para localizar as condições mais vantajosas. Obter referência com especialistas no assunto é a saída para 22% das pessoas — que procuram a indicação de itens em sites de conteúdo. Essas três opções de procura deixam para trás as “redes sociais”, com 11% das escolhas, e a “consideração de amigos e familiares”, que aparece com apenas 10% das menções.


Frequência e preferência


A frequência de compras online também é um fator importante, principalmente para os e-commerces, que avaliam a retenção de seus clientes quando um novo processo de aquisição é realizado. Segundo os dados analisados, 37% dos respondentes afirmam que a compra online é uma realidade mensal.

Já 27% adquirem produtos nessa modalidade pelo menos uma vez a cada 3 meses, e 15% dizem optar por esse tipo de compra uma vez a cada 6 meses. Enquanto isso, para 10% a realidade é outra: quase nunca recorrem a lojas online.


"Segundo os dados analisados, 37% dos respondentes afirmam que a compra online é uma realidade mensal".









O levantamento ainda apontou as cinco categorias de produtos que os consumidores mais desejam adquirir pela internet. Na liderança aparece a categoria Eletrônicos (computadores, smartphones e tablets), seguida por Hardware e Games (placa de vídeo, processador, console e jogos).

Na sequência, surgem Roupas e Acessórios, Viagens (passagem aérea, reserva de hotel etc.) e Eletrodomésticos e Utensílios Domésticos.


A NZN


A NZN é um dos principais players para soluções de publicidade e comunicação online. Com três pilares independentes — NZN Media, NZN Content e NZN Services —, a empresa é a maior criadora de verticais do Brasil e oferece serviços exclusivos para planejamento e execução de campanhas digitais.

Proprietária das verticais TecMundo, VOXEL, The BRIEF, Mega Curioso, Minha Série, Marie Curie, Fika Dika, The Hardware Show, Baixaki, Click Jogos e Save Coins, a NZN possui 25 milhões de usuários únicos mensais, alcançando 1 em cada 5 usuários da internet brasileira.


O NZN Intelligence


O NZN Intelligence é uma ferramenta, dentro do pilar de serviços da empresa, para realização de pesquisas de mercado, enriquecidas com dados de interesse dos visitantes das verticais da NZN.

O serviço, que traduz o comportamento dos consumidores e as tendências em insights e ações para uma estratégia de comunicação inteligente, já fez levantamento para clientes como Ministério da Saúde, Ministério da Cultura, Caixa Seguradora, Quantum e Wieden&Kennedy

Fonte: TecMundo