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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Windows 10 já está em 825 milhões de aparelhos, diz relatório da Microsoft



Windows 10 segue de vento em popa no mercado, com uma adoção rápida, massiva e que não mostra sinais de desaceleração. É o que indicam os mais recentes números a respeito do sistema operacional, obtidos pelo site Thurrott.com a partir de documentos internos da Microsoft na conferência Build 2019.

Ao todo, o Windows 10 já estaria instalado em 825 milhões de dispositivos atualmente — um número alto por si só, mas ainda mais impressionante se levarmos em conta que dados de março de 2019indicavam que a marca de 800 milhões havia sido ultrapassada apenas recentemente. Já a marca de 700 milhões de aparelhos com o sistema operacional foi batida em setembro do ano passado.

O documento traz ainda estatísticas interessantes sobre a divisão mobile da EPIC, sigla para os "Essential Products" da Microsoft:
  • Os apps da divisão (Microsoft Launcher, Microsoft Edge, OneNote, Microsoft To-Do, Microsoft News) foram baixados 32 milhões de vezes;
  • Microsoft Edge mobile já passou de 4,5 milhões de downloads;
  • Microsoft Launcher tem cerca de 4 milhões de usuários mensais ativos;
  • O teclado SwiftKey ainda tem até 159 milhões de usuários ativos;
  • A empresa trabalha em um app chamado Microsoft Family, mas ainda não há detalhes sobre seu funcionamento.
Nem tudo se resume ao Windows
O documento ainda indica algumas mudanças corporativas na Microsoft que podem ter efeito em breve. Eran Megiddo foi confirmado como vice-presidente do setor Windows e Educação, o que confirma a estratégia detalhada por Terry Myerson, ex-chefe das divisões de Windows e Dispositivos, que afirmou que o sistema não é mais o negócio central da empresa.

A ideia agora é criar e gerenciar experiências entre o Windows e vários dispositivos móveis (o que deve significar somente Android e iOS) e encontrar uma estratégia mais clara para o sistema operacional, que agora busca a marca de 1 bilhão de aparelhos.

Fonte: THURROTT.COM

segunda-feira, 6 de maio de 2019

'Vingadores: Ultimato' passa 'Titanic' como 2ª maior bilheteria da história



"Vingadores: Ultimato" continua batendo recordes de bilheterias em todo o mundo e ultrapassou a marca dos US$ 2 bilhões após o seu segundo final de semana em cartaz, tornando-se o filme a alcançar mais rápido essa cifra.

Em apenas 11 dias em exibição nos cinemas, o filme da Marvel soma US$ 2,188 bilhões mundialmente, passando a ocupar a posição de 2ª maior bilheteria de todos os tempos. O longa da Marvel afundou o recorde de "Titanic", que havia encerrado sua carreira comercial com US$ 2,187 bilhões.

 

Sucesso global


Nos Estados Unidos e no Canadá, "Ultimato" já contabiliza US$ 620 milhões, o que faz da produção a 9ª maior bilheteria da história no território norte-americano. Internacionalmente, o longa acumula US$ 1,56 bilhão; dos quais US$ 575 milhões vêm da China. Apenas "Avatar" fez mais dinheiro nas salas estrangeiras, com um total de US$ 2,028 bilhões!

O sucesso ao redor do globo será fundamental para Vingadores: Ultimato bater o recorde de bilheteria mundial de "Avatar" (e seus US$ 2,78 bilhões). Neste final de semana, o novo filme do MCU gerou mais US$ 282,2 milhões nos cinemas estrangeiros e US$ 145,8 milhões nos Estados Unidos ("Star Wars: O Despertar da Força" manteve seu recorde com o melhor segundo final de semana, com US$ 149 milhões).

Conseguirá Endgame arrecadar mais US$ 600 milhões nas próximas semanas para terminar o reinado de Avatar?

 

Maiores bilheterias mundiais de todos os tempos


1. Avatar (2009) – US$ 2,788 bilhões
2. Vingadores: Ultimato (2019) – US$ 2,188 bilhões
3. Titanic (1997) – US$ 2,187 bilhões
4. Star Wars: O Despertar da Força (2015) – US$ 2,068 bilhões
5. Vingadores: Guerra Infinita (2018) – US$ 2,048 bilhões

Fonte: MINHA SÉRIE

Número de jogadores de PC na China deve superar a população total dos EUA



Enquanto alguns analistas preveem que o mercado de PCs deve diminuir nos próximos anos, ao menos em um lugar do mundo parece que essa previsão não vai se realizar: a China. Segundo um estudo realizado pela Niko Partners, até 2023 o país deve ter 354 milhões de adeptos da “Master Race”, número que supera a população total dos Estados Unidos.


Segundo a empresa de pesquisa de mercados, isso deve fazer com que, somente dentro do país, o mercado de PCs movimente aproximadamente US$ 16 bilhões. O número é bastante surpreendente quando levamos em consideração que, em 2001, a China movimentava somente UJS$ 100 milhões nesse segmento — que, em 2018, ainda teve que lidar com um “congelamento” de licenças para novos jogos.

Mercado bilionário em expansão

Apesar da situação, que dura mais de um ano, a Niko Partners afirma que atualmente há 312,4 milhões de jogadores de PC no país, dos quais 79,7 milhões costumam gastar dinheiro regularmente, resultando em movimentações de US$ 15,21 bilhões em 2018. Vale notar que o mercado chinês sofre diversas restrições governamentais e que plataformas gigantescas no Ocidente, como o Steam, ainda estão dando os primeiros (e tímidos) passos por lá.


Mesmo com essas restrições, 24% dos usuários do Steam já usam como língua o chinês simplificado e o país é responsável pelo maior tráfego de dados do serviço. O país também contribui bastante para o sucesso de jogos como PLAYERUNKNOWN’s Battlegrounds, que gerou 53% de seus US$ 920 milhões em receita obtidas neste ano na região.

A Niko Partners também afirma que 60% do mercado chinês é ocupado por títulos produzidos no exterior e que a maior parte da jogatina é realizada nos mais de 138 mil internet cafés espalhados pelo país. O mercado local também possui uma cena forte de eSports, que gerou US$ 6,3 bilhões de receitas em 2018 e deve atingir o patamar de US$ 9,5 bilhões em 2023.


quinta-feira, 11 de abril de 2019

Nubank atua em 100% dos municípios brasileiros



O Nubank anunciou nesta semana que já atua em 100% dos municípios brasileiros, um marco para a empresa que iniciou as suas operações há pouco mais de cinco anos. Hoje, ela tem mais de 6 milhões de clientes em todas as 5.570 cidades do país, com a maioria (73%) composta por pessoas com menos de 36 anos e quase metade (48%) do sexo feminino.

“Temos a missão de empoderar as pessoas e dar a elas controle sobre suas finanças. Desde o início, nossos serviços foram criados para serem acessíveis, simples e transparentes", explica a cofundadora do Nubank Cristina Junqueira. "Ao marcar nossa presença em cada um dos municípios do Brasil, estamos fazendo a inclusão financeira de pessoas em locais onde muitas vezes não há outra opção."

Lançada em 2013, a Nubank começou como um cartão de crédito que oferecia controle e informações em tempo real via aplicativo para os seus usuários. Posteriormente, a companhia diversificou os seus negócios lançando novidades como um programa de recompensas e a NuConta, uma conta digital nos mesmos moldes do gerenciamento do cartão.

 

Para o futuro


Segundo o IBGE, cerca de 60 milhões de brasileiros com mais de 18 anos — quase metade da população economicamente ativa do país — estão desbancarizados, o que indica qual deve ser o caminho para da fintech brasileira para os próximos anos.

“Dois terços da nossa base de clientes hoje já possui uma NuConta, que é um produto totalmente inclusivo. Por isso, nossa prioridade para este ano é torná-la cada vez mais completa, com os serviços que as pessoas realmente precisam", aponta Junqueira.

Fonte: Nubank

terça-feira, 9 de abril de 2019

De onde vem o dinheiro das gigantes de tecnologia?



De relance pode até parecer que as maiores empresas de tecnologia do mundo têm muito em comum. Para começar, as Big Five Tech, como são chamadas a AmazonAppleFacebookMicrosoft e Alphabet (holding do Google), foram fundadas ou incubadas nos férteis terrenos da Costa Oeste dos Estados Unidos.

Além disso, todas usam dados de bilhões de usuários de suas plataformas para aumentar ainda mais sua participação no mercado. No entanto, cada uma delas tira a maior parte de suas receitas de forma bastante diferente.

Se coletivamente, as Big Five Tech geram US$ 800 bilhões em receitas anuais, e são maiores do que toda a economia da Arábia Saudita, individualmente elas equilibram contas para se manterem no topo. Veja só:

Apple
Receita total: US$ 265.6 bilhões
Receita líquida: US$ 59.5 bilhões
Receita por área: iPhone (62% e US$ 166.7 bilhões), Serviços como Apple Music, Apple Pay e Apple TV (14% e US$ 37.2 bilhões), Mac (9.6% e US$ 25.5 bilhões), iPad(7,1% e US$ 18.8 bilhões) e outro produtos como Apple Watch e fones de ouvido(6.6% e US$ 17.4 bilhões)

Amazon
Receita total: US$ 232.9 bilhões
Receita líquida: US$ 10.1 bilhões
Receita por área: E-commerce (52.8% e US$ 123 bilhões), serviços para os vendedores terceiros como comissões e taxas de envio (18.4% e US$ 42.7 bilhões), Amazon Web Service (11% e US$ 25.7 bilhões), lojas físicas (7.4% e US$ 17.2 bilhões), Amazon Prime Video (6,1% e US$ 14.2 bilhões) e outros serviços como anúncios(4.3% e US$ 10.1 bilhões)

Alphabet (holdgin do Google)
Receita total: US$ 136.8 bilhões
Receita líquida: US$ 30.7 bilhões
Receita por área: Anúncios em serviços proprietários como Maps, Gmail, Youtube e Google (70.4% e US$ 96.3 bilhões), Google Ads (14.6% e US$ 20 bilhões), outros produtos e serviços como Google Play Music e Google Home (14.5% e 20 bilhões) e outras apostas como delivery com drones, produtos para casas inteligentes e carros autônomos (0.4% e US$ 600 milhões)

Microsoft
Receita total: US$ 110.4 bilhões
Receita líquida: US$ 16.6 bilhões
Receita por área: Office (25.7% e US$ 28.3 bilhões), serviço de nuvem Azure (23.7% e US$ 26.1 bilhões), Windows (17.7% e US$ 19.5 bilhões), gaming (9.4% e US$ 10.4 bilhões), anúncios no Bing (6.4% e US$ 7 bilhões), serviços corporativos (5.3% e US$ 5.8 bilhões), LinkedIn (4.8% e US$ 5.3 bilhões) e outras fontes não mencionadas(2.5% e US$ 2.8 bilhões)

Facebook
Receita total: US$ 55.8 bilhões
Receita líquida: US$ 22.1 bilhões
Receita por área: Anúncios no Facebook (98.5% e US$ 55 bilhões) e pagamentos e outras taxas (1.5% e US$ 800 milhões)



quarta-feira, 27 de março de 2019

Notebooks puxam alta de 7,5% nas vendas de PCs do último trimestre de 2018



Embora os smartphones e tablets muitas vezes possam substituir tarefas realizada em computadores, eles ainda não conseguem fazer tudo o que uma máquina dedicada faz. Por isso mesmo é que os PCs continuam em alta nos últimos anos. Em 2017, o crescimento nos últimos três meses do ano foi de 15% e em 2018 a alta foi de 7,5% no mesmo período.

Os números são do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4/2018. Dos 1,445 milhão de vendas final da temporada passada, 1,22 milhão foram de notebooks, o que representa 5,5% a mais do que no mesmo período de 2017. Já a comercialização de desktops caiu 17%, com saída de 424 mil unidades.

"Vendas na Black Friday não foram tão bem quanto deveriam, diz analista"

“A queda foi puxada pela performance baixa do varejo. A Black Friday não foi tão forte quanto deveria e o consumidor também já tinha feito compras no ano anterior, ou seja, não teve tanta urgência na troca”, comenta Wellington La Falce, analista de pesquisa da IDC. No varejo, foram vendidos 902,5 mil equipamentos, 2,3% a menos do que de outubro a dezembro de 2017.

O mercado corporativo reduziu os investimentos em 2%, com 543 mil unidades vendidas, e o governo diminuiu as compras em 29% — o que era esperado, por conta das eleições e da oscilação das confiança das companhias devido ao preço do dólar. Ainda assim, esse setor foi muito importante para a tendência de crescimento.

Fonte: CNet

A receita total aumentou 17%, com R$ 10,330 bilhões vindos de notebooks e R$ 3,665 bilhões de desktops. Dos 5,575 milhões de computadores vendidos em 2018, 3,920 milhões foram notebooks e, desses, 903 mil foram para empresas. Em termos de preço, os laptops ficaram 10% mais caros, custando, em média R$ 2.665, e as máquinas de mesa aumentaram 8%, com preço médio de R$ 2.212.


Previsão para o trimestre

Mesmo com o crescimento dos dois últimos anos, a IDC Brasil prevê dificuldades no setor nesses três primeiros meses de 2019. “No fim de 2018, o mercado não vendeu tanto quanto esperava e o ano virou com os estoques cheios. Pode não haver abastecimento no varejo nos primeiros meses. Além disso, os preços podem aumentar de novo, caso as liminares contra o fim dos incentivos da Lei de Informática sejam derrubadas, impactando os preços no varejo”, adianta La Falce.

O mercado corporativo também deve sofrer queda. “As empresas estarão apreensivas em relação à tributação. A mudança de governo foi vista com boas perspectivas, mas enquanto não concretizar seus planos, o mercado vai segurar os investimentos.” Tudo isso pode resultar em uma retração de 7,5%, com a venda de 1,230 milhão de unidades no Q1 desta temporada.

Fonte: IDC BRASIL