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sábado, 22 de junho de 2019

Jogos representam 74% de todos os gastos em lojas de apps para celular


A App Annie divulgou um estudo recente no qual foi verificado que o setor de mobile gaming tem crescido significativamente a cada ano. Segundo as informações levantadas pela entidade, atualmente 74% do dinheiro gasto pelos usuários com smartphones são com jogos.


De quem é a culpa?


Seguindo os dados analisados, de fato existem aqueles que são responsáveis por "puxar a fila" desse crescimento. No caso dos mobile games, são os jogos casuais os principais culpados pelos sucesso.

É preciso considerar, também, o maior engajamento entre o setor e os usuários. De acordo com o estudo, ele é muito mais forte em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde o número de smartphones segue crescendo ano após ano.
(Fonte: Pixabay)

O mais interessante disso tudo é que são as redes sociais, e não os jogos dessa categoria, que consumem a maior parte do tempo dos usuários.

Sobre a idade dos consumidores de novidades, a maioria do público mobile game tem 25 anos ou mais, atualmente, sendo que parte deles não acha que joga demais a ponto de se considerarem gamers.


Onde ficam os brasileiros?


Analisando a situação pela perspectiva brasileira, o País se encontra entre os nove primeiros onde os usuários mais gastam tempo jogando; entre os que estão nessa ponta temos EUA, Reino Unido e China. Por outro lado, apesar do interesse, o público brasileiro é um dos que menos instala games nos seus aparelhos, sendo que os franceses ocupam a liderança.

O documento divulgado pela App Annie também trouxe outras informações interessantes. Uma delas aponta para o crescimento e o potencial apresentado pelo segmento de jogos de corrida no meio mobile. Olhando os números tanto do Android quanto do iOS, os "investimentos" em jogos mobile quase atingiram um percentual 8 vezes maior em relação ao crescimento geral dos últimos 2 anos, graças aos usuários.

Na verdade, esses dados apenas confirmaram o que muita gente já sabia, mas também implicam em um futuro mais promissor ainda, afinal, quanto mais cresce uma área, mais investimentos ela recebe.


terça-feira, 18 de junho de 2019

Uso de celular pode estar deformando seu crânio, dizem cientistas


Estudos realizados por cientistas da Universidade da Costa do Sol, na Austrália, sugerem que um alongamento ósseo cada vez mais comum em pacientes pode estar associado ao uso de celulares. Pessoas de todas as idades vêm apresentando um estímulo ósseo incomum entre o crânio e coluna cervical.

Chamado de entesófitas ou protuberância occipital externa aumentada (EEOP), este alongamento ósseo foi mencionado em um estudo publicado pela revista Scientific Reports como possível resultado do uso constante de smartphones, que estimula uma má postura.

Os cientistas da universidade australiana fizeram uma pesquisa com 1.200 pessoas, entre 18 e 86 anos, e perceberam que o crescimento de, normalmente, 2,6 cm do osso era mais comum em homens de 18 a 30 anos.

Mal do século


Os médicos ressaltam que não viam este tipo de formação com tanta frequência há 20 anos. Apesar de não procurar uma relação direta de causa e efeito, a pesquisa juntou estudos que relacionam problemas posturais ao uso de smartphone e o desenvolvimento do EEOP.

"Nossa hipótese é que o uso de tecnologias modernas e dispositivos portáteis, pode ser o principal responsável por essas posturas e subsequente desenvolvimento de características cranianas robustas e adaptativas em nossa amostra", pontuam os autores do estudo.

Para saber se você “sofre” deste mal, basta passar a mão entre o fim da estrutura craniana e o começo da coluna, se sentir um crescimento fino, como uma pequena causa, pode ser a hora de prestar mais atenção na postura. 

Fonte: IFLScience

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Hacker tenta invadir celular de relatores da Lava Jato no Rio


Na terça-feira passada (4), o ministro da Justiça Sergio Moro teve seu celular hackeado durante seis horas. Um dia depois, o juiz federal Abel Gomes, relator na segunda instância da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro; e o juiz Flávio de Oliveira Lucas, que substituiu-o em período de férias, também foram alvos de tentativa de ataque hacker.

As ofensivas digitais foram confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) no sábado (8) e o caso é tratado como “tentativa’ porque a Polícia Federal ainda está analisando os aparelhos dos magistrados. De acordo com o comunicado do tribunal, os alvos seriam, além do máximo de dados disponíveis no dispositivo, as informações de conta e mensagens trocadas via Telegram.

“Ao perceber a tentativa dos hackers, o desembargador Abel Gomes acionou a Polícia Federal (PF), que está investigando o caso. Em ofício encaminhado à PF, o magistrado ressaltou que a necessidade de 'esclarecer o grau de comprometimento desta invasão em meu telefone móvel, sistemas eletrônicos, e na minha vida privada e funcional’”, diz a nota.

Invasão quase igual a de Moro

Segundo Abel, o “modus operandi” dos invasores foi muito semelhante ao praticado com Moro. A única diferença foi que o número do telefone que fez a chamada não era o mesmo que o seu — foi após receber uma ligação com seu próprio contato, sem ninguém responder do outro lado da linha, é que o ministro percebeu o ataque na semana passada.

"[Hackers] Tentam um tipo de terrorismo eletrônico, para intimidar autoridades. Querem fazer uma demonstração de força, mostrar que seriam capazes de entrar na vida privada e até funcional das autoridades", afirmou Abel Gomes, em nota.


sexta-feira, 31 de maio de 2019

O que é VPN e por que você precisa usar uma no PC e celular?


Você sabia que vários serviços online são baseados nos dados que você deposita na internet? Você se lembra de ter feito uma pesquisa por determinado produto num site de compras e, nos dias seguintes, ter sua caixa de entrada inundada por “ofertas” do mesmo produto? Você já viu o preço de um item numa loja online e, quando voltou lá para comprar, percebeu que o preço havia mudado?

Se você respondeu sim para alguma destas perguntas, já deve ter percebido que a internet funciona como um radar que capta, armazena e repassa toda a atividade que você realiza nela.

Se você não está contente com esta situação e deseja navegar com mais privacidade e segurança, então você precisa de uma VPN. 

O que é uma VPN?

VPN, ou virtual private network (rede privada virtual, em português), é uma rede criada dentro da própria internet, que conecta você a um servidor operado por um serviço. Ela é chamada de rede privada porque a conexão é criptografada, você é o único a navegar por ela. A VPN serve como uma máscara ao seu endereço IP, fazendo que com ele "aponte" para uma localidade diferente da qual você se encontra.
 Fonte: Lime VPN

 

Quais as vantagens?


Basicamente, como sua conexão via VPN é criptografada, você navega de forma anônima na internet, e ainda pode se proteger contra ataques de hackers se estiver acessando redes públicas, como a de um hotel, por exemplo.
Veja algumas vantagens de se utilizar uma VPN:
  • Acesse o conteúdo bloqueado para seu país na Netflix – o acervo disponibilizado pela Netflix pode variar de país para país. A VPN pode desbloquear este conteúdo baseado no país de onde você escolheu se conectar;
  • Privacidade ao usar torrents – mesmo que esteja baixando ou subindo arquivos legalmente, você pode aumentar sua privacidade se estiver usando uma VPN;
  • Esteja seguro ao usar redes públicas sem fio – redes públicas sem fio são um portal de acesso para hackers e malwares tomarem conta dos seus dispositivos portáteis. Sob uma VPN, sua conexão fica blindada contra esses ataques;
  • Use serviços Voip com tranquilidade – use apps como o Skype com mais segurança, tanto para falar como em chamadas com vídeo;
  • Faça pesquisas com mais privacidade – pesquise no Google, Bing, etc., sem que estes sites saibam que é você quem está utilizando-os;
  • Acesse conteúdo do seu país – tenha acesso ao conteúdo em streaming do seu país, mesmo estando fora dele. 

Quais serviços de VPN são confiáveis?

Há inúmeros serviços de VPN no mercado, alguns pagos e outros gratuitos. Obviamente, os gratuitos costumam oferecer funcionalidades bem básicas, sem a garantia de uma conexão rápida e estável, além de possuírem limite de tráfego. Portanto, em alguns casos, somente um serviço pago poderá atender plenamente às suas necessidades.

Fontes:  PC MAG/ LIFE WIRE

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Metade dos brasileiros espiona o celular da namorada(o)



A Kaspersky descobriu cerca de 60 mil aplicativos “stalkerware” instalados em dispostivos de seus clientes. Stalkerwares são apps que abusam da privacidade do usuário e, embora não seja ilegal, pode ser uma bandeira vermelha dependendo de seu uso.

“Embora esse programa não seja considerado ilegal, sua presença geralmente é indesejada e desconhecida pela pessoa afetada. Em alguns casos, a página de download de alguns spyware é específica ao dizer que ele deve ser usado para espionar secretamente a vítima. Frente os recentes abusos de privacidade, a Kaspersky Lab decidiu introduzir um alerta especial, permitindo que os usuários decidam por si mesmos o que desejam fazer a respeito”, disse a empresa.

"Estudo mostra que, além da invasão de privacidade, tais programas não possuem medidas para proteger os dados confidenciais"

O que são spywares: aplicações que rodam em segundo plano e são instaladas nos telefones – geralmente por parceiros ou ex-parceiros – para monitorar e rastrear as atividades do dispositivo. Porém não há nenhuma barreira que impeça que as pessoas usem esse tipo de programa para fins maliciosos — neste caso o software é classificado como “stalkerware”, pois não há o consentimento da vítima. “Embora a funcionalidade varie, ela geralmente permite que a pessoa que a instalou acesse as informações do dispositivo dos usuários, mensagens SMS, fotografias, conversas em redes sociais, dados de geolocalização e, em certos casos, transfira gravações de áudio e câmera em tempo real”, explica a empresa.

Um estudo de 2018 realizado pela empresa já mostrava que 49% dos brasileiros admitem espionar online o namorado ou namorada. Ainda em 2018, a Kaspersky Lab spywares em 58.487 dispositivos móveis únicos.

O estudo também mostra que, juntamente com a óbvia invasão de privacidade, tais programas geralmente não possuem medidas para proteger os dados confidenciais que estão sendo sequestrados. “Cinco dos 10 programas stalkerware analisados tiveram uma violação de dados ou foram considerados vulneráveis a ataques deste tipo. Os analistas descobriram ainda que um fornecedor armazenava arquivos de dados de vítimas em um servidor com vulnerabilidades de segurança críticas, deixando os dados armazenados acessíveis a todos”, comentou a empresa.

Abaixo você acompanha alguns passos para se proteger deste tipo de espionagem digital:


  • Instale apenas aplicativos em lojas oficiais, como a Google Play
  • Bloqueie a instalação de programas de fontes desconhecidas nas configurações do smartphone
  • Nunca divulgue a senha ou o código de acesso ao seu dispositivo móvel, mesmo que seja com alguém da sua confiança
  • Nunca armazene arquivos ou aplicativos desconhecidos em seu dispositivo, pois eles podem prejudicar sua privacidade
  • Altere todas as configurações de segurança em seu dispositivo móvel se estiver saindo de um relacionamento. Um ex pode realizar tentativas de adquirir suas informações pessoais para te manipular
  • Obtenha controle de programas em execução em segundo plano e desative atividades suspeitas
  • Use uma solução de segurança confiável que o notifique sobre a presença de atividades suspeitas

Fonte: KASPERSKY

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Mais da metade dos brasileiros não consegue ficar 1 dia sequer sem celular



Que os celulares podem ser tornar um verdadeiro vício e a conectividade móvel nos torna “escravos” das telinhas, todo mundo sabe. Agora, uma pesquisa do Ibope vem para comprovar como estamos realmente à mercê desses dispositivos. Mais de 50% dos entrevistados dizem que não conseguem ficar um dia sequer longe dos aparelhos.

O levantamento foi feito via internet pelo Ibope Conecta, setor da firma que se dedica a analisar tendências de comportamento online, entre os dias 18 e 22 de outubro do ano passado, com 2 mil pessoas das classes A, B e C em todo o país.

Elas responderam à seguinte pergunta: “Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone?”. “Nem um dia” obteve 52%, seguido por “Um dia” (18%) e “Mais de um dia” (30%). Quem se enquadrou no primeiro grupo também detalhou quantas horas fica sem o aparelho. “Até 1 hora” teve 8%, “2 a 3 horas” 11%, “Até 6 horas” 11%, “Até 12 horas” 7% e “Momento nenhum” 15%.


Quando questionados sobre o impacto negativo dos celulares em suas vidas, pouco mais de 31% disseram que não há; e entre as áreas mais afetadas pelo uso intenso estão “A hora de dormir” (27%), “Relacionamento com pessoas” (23%) e “Distração em atividades diárias” (23%).

Segundo o estudo, os aparelhos também atrapalham “No trabalho” (16%), “No relacionamento com a família” (16%), “Quando estão dirigindo e recebem ligações ou mensagens” (12%), “A saúde” (9%), “O rendimento escolar” (8%) e “Vida sexual” (6%).

Fonte: UOL