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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Google Maps agora vai mostrar a velocidade do seu carro


Semana passada, o Google afirmou que irá mostrar os limites de velocidade em ruas e estradas no Brasil via Maps. Hoje (6), como um complemento, o Google Maps introduziu uma nova funcionalidade: motoristas poderão acompanhar a própria velocidade no aplicativo.

A ideia é oferecer mais uma possibilidade para o motorista checar a velocidade para não tomar multas, visto que bastaria olhar para o velocímetro no painel do carro. Não é só o Brasil que recebe a novidade, mas também Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, República Tcheca, Portugal, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Agora, você poderá rodar de olho na velocidade e recebendo alertas de radares nas ruas e estradas. 

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 21 de maio de 2019

PlayStation 5 esbanja 'loading instantâneo' em vídeo oficial da Sony

Embora a Sony já tenha falado oficialmente sobre o PlayStation 5, com sua ausência da E3 2019, acreditava-se que a empresa ainda demoraria a mostrar publicamente algo sobre o console. Felizmente, não demorou tanto para isso acontecer: em uma apresentação conduzida pela empresa, pudemos ver como ele se compara ao PlayStation 4 em questão de tempo de loading.


A apresentação foi acompanhada por Takashi Mochizuki, repórter de tecnologia do The Wall Street Journal, que publicou um pequeno vídeo em seu Twitter pessoal. Nele, podemos ver que, enquanto o PlayStation 4 Pro leva 8,10 segundos para carregar uma área de Marvel’s Spider-Man, o novo PlayStation faz isso em somente 0.83 segundos — uma diferença brutal.

Qualquer tempo e lugar, sem desconexões
No evento, o CEO da Sony, Kenichiro Yoshida, afirmou que a empresa está trabalhando duro para garantir um bom relacionamento com desenvolvedoras terceirizadas. Ele também afirmou que o conceito por trás do console pode ser resumido na frase “em qualquer tempo, em qualquer lugar, sem desconexões”, sinal de que os planos da companhia podem ser mais ambiciosos do que esperávamos.
Grande parte do motivo por trás da comparação impressionante é a nova tecnologia de SSD que a empresa pretende adotar no novo PlayStation. Segundo a fabricante, não somente ele deve reduzir o tempo de carregamento de games, como também deve permitir que desenvolvedores criem novas experiências e deixem de se importar em criar conteúdos para telas de carregamento.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Internet fica mais lenta no Brasil às 18h, aponta estudo sobre 4G



Como o 5G pode resolver os problemas de congestionamento das atuais 4G? Esse é o grande questionamento feito pelo mais recente estudo da OpenSignal, companhia especializada em mapeamento de cobertura sem fio. O levantamento traz muitos dados interessantes, inclusive a hora em que a cobertura móvel fica lenta no mundo todo e no Brasil: entre 20h e 22h globalmente e às 18h por aqui.

Há algumas exceções, como em Singapura e Noruega, onde a velocidade cai antes das 18h, e no Reino Unido e na Holanda, locais em que o período de pico fica entre as 16h e 17h. Mas a maioria sofre com a sobrecarga por conta do congestionamento de pessoas navegando entre as 20h e 22h e com muita inconsistência.

Fonte: Canaltech

O relatório encontrou grande oscilação de velocidade em 77 países, que apontaram picos de 31,2 Mbps e lentidão de até 5,8 Mbps, e o Brasil é um deles. Por aqui, o download em 4G varia entre 16,4 Mbps nos momentos mais lentos e 28,6 Mbps nos mais rápidos. Porto Alegre (35,6 Mbps) lidera oito das dez capitais monitoradas que alcançaram os melhores resultados nacionais — Fortaleza e Manaus entregaram no máximo 22,5 Mbps.


Fim do dia é o horário com maior lentidão


São Paulo e Brasílias foram as que mostraram sinais mais inconstantes. A capital federal consegue chegar a 34,7 Mbps nos períodos de menor tráfego, mas sofre com queda até 19,3 Mbps às 20h. Já os paulistanos navegam a 31,1 Mbps em horários mais tranquilos e reclamam, com razão, da lentidão às 18h, quando essa velocidade cai para 15,8 Mbps.

Fonte: Canaltech

Aliás o pior horário para usar o 4G em território nacional é às 18h, quando Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Fortaleza registraram suas piores taxas de download. Belo Horizonte e Manaus apresentaram mais lentidão entre 19h e 20h e Brasília e Goiânia das 20h às 21h.


Chegada do 5G pode diminuir essas oscilações


De acordo com o levantamento, o 5G não irá apenas fornecer velocidades mais rápidas, como também a chamada “cobertura de capacidade”, construída com novas bandas de espectro de alta frequência e alta largura de banda. Isso vai ajudar a mitigar o ciclo diário de congestionamento que vemos nas redes 4G atuais e deve suportar mais usuários simultâneos com extrema agilidade.

Mesmo os países mais rápidos, a Coreia do Sul e Singapura, com 55,7 Mbps e 54,7 Mbps, a oscilação foi grande e a taxa chegou a 13 Mbps em ambos. Isso tudo sem contar a chegada de apps mais exigentes, como os de realidade aumentada ou direção autônoma, e aumento do compartilhamento de vídeos com resoluções ainda maiores. Ou seja, mesmo nos locais com maior velocidade a chegada do 5G também é uma necessidade.

Fonte: OPEN SIGNAL

Afinal, qual a velocidade de conexão ideal para rodar bem o Google Stadia?



Após a apresentação da aposta da Google para o setor de streaming de games, o Google Stadia, a grande pergunta que ficou no ar foi: qual é a velocidade de conexão ideal para rodar bem a plataforma, de maneira que ela possa trazer uma experiência aceitável, tanto com títulos casuais quanto os “Triplo A”?

"Para obter 1080p a 60 quadros por segundo são necessários cerca de 25 megabits por segundo de banda"


O chefe da divisão Phil Harrison falou sobre o assunto com o pessoal do Kotaku, logo após a apresentação da novidade na Game Developers Conference. “Pudemos testar bastante com nosso fluxo de projeto no final do ano passado (o chamado Project Stream), começando em outubro. Para obter 1080p a 60 quadros por segundo são necessários aproximadamente 25 megabits por segundo. Na verdade, usamos menos que isso, mas é onde colocamos nosso limite de recomendação.”


Fonte: Google

Segundo Harrison, o Project Stream foi um bom laboratório para que o Google Stadia possa ser aproveitado em alto nível no seu lançamento, de acordo com seu equipamento. “Com as inovações que fizemos com relação ao lado do streamer e sobre a compressão (de dados) desde então, poderemos chegar a 4K aumentando essa banda apenas para 30 megabits por segundo. Portanto, você terá a opção de usar menos banda com resolução mais baixa. Fazemos isso nos bastidores, oferecendo a banda apropriada à infraestrutura que você tem.”


Quando será lançado? E por quanto?


Harrison também respondeu a outras perguntas, como qual é o melhor equipamento para jogar na TV. “O Chromecast é a maneira que você vai usar para rodar na TV. E para acessar o Chromecast, você vai precisar de um controle Stadia.” Ou seja, você não vai conseguir parear um controle do Xbox, a não ser que use via USB em um PC.

E sobre o lançamento e preço? O executivo foi evasivo e disse apenas que voltaria a falar sobre esses dois assuntos no verão norte-americano, a partir de meados de junho — quando o Google Stadia deve estar oficialmente funcionando para todo mundo.

Fonte: KOTAKU

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Brasil e Europa serão interligados por novo cabo submarino de 40 TB/s


O Brasil será interligado à Europa através de um novo cabo submarino de fibra ótica, segundo Carlos Oliveira, ministro-conselheiro para o mercado digital da representação da União Europeia no Brasil.

Já foram disponibilizados US$ 30 milhões para o início da implantação do projeto do cabo, que terá capacidade de transmitir dados a até 40 TB/s e que vai facilitar as comunicações telefônicas e de imagens entre o Brasil e o continente. Ainda não está calculado, no entanto, o volume total do cabo, pois ainda é preciso um detalhamento que vem sendo analisado por um consórcio de empresas, incluindo a Telebras.

Atualmente, o Brasil conta com o cabo sumarino Atlantis 2, que faz a ligação com a Europa. Entretanto, o cabo só é capaz de transmitir dados a até 20 GB/s, uma taxa baixa para a tecnologia e necessidade atuais. Devido a essa deficiência, o Brasil acaba tendo de utilizar cabos que se conectam aos Estados Unidos para transmitir dados de voz e imagem internacionais e, então, retransmiti-los para a Europa e outras localidades.

Operadoras brasileiras que tenham interesse em ampliar suas capacidades serão beneficiadas, segundo Oliveira, assim como universidades do Brasil e do exterior e institutos de pesquisas.