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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Walkman comemora 40 anos de revolução no modo como ouvimos música


Hoje ser descolado é ter um dispositivo móvel — se for vestível, melhor ainda — pareado com o Bluetooth de seu fone sem fio. Há 40 anos, ouvir sua própria música de forma prática, simples e cool se traduzia na forma de um aparelho que revolucionou a tecnologia: o Walkman, da Sony.

"Walkman nasceu de uma necessidade pessoal de um dos fundadores da Sony, Masaru Ibuka, que viajava bastante"

Veja bem, os toca-fitas já existiam e aos poucos se multiplicavam por aí, a partir da ideia dos cartuchos de áudio (também chamados de Stereo 8), que reproduziam faixas em carros e aparelhos próprios para isso, entre os anos 60 e 80. 

A ideia do tocador portátil tinha um conceito parecido, baseado em fitas magnéticas e surgiu de um dos fundadores da Sony.

Movido pela necessidade pessoal de escutar suas canções prediletas onde e quando quisesse, Masaru Ibuka solicitou ao time de desenvolvimento que criasse uma versão de estéreo simples, apenas para reprodução. O gravador portátil Sony TC-D5 foi a base do protótipo, para que executivo pudesse ouvir o conteúdo em suas viagens de negócios. 

Fonte: CataWiki/Reprodução

A ideia fez sentido para milhares de outros amantes da música e logo a versão popular já estava nas prateleiras. No dia 1º de julho de 1979 era lançado no Japão o Walkman TPS-L2, o primeiro modelo de áudio portátil do mundo. 


Ícone dos anos 80


As fitas cassete e VHS se tornaram verdadeiros ícones gráficos dos anos 80 e o Walkman era o sonho de consumo de 10 entre 10 adolescentes. Vale destacar que naquela época a importação de produtos era mais difícil e ninguém tinha um celular no bolso para tocar o que quisesse — e mais, não dava para baixar exatamente a faixa que você queria para escutá-la das mais diversas formas, como atualmente.

Some isso ao fato de que um jovem oitentista tinha muito menos opções de entretenimento. Nada de streaming com Netflix e Spotify ou milhares de conteúdos on demand. 

Então, ter sua própria “central musical portátil” era algo para lá de sensacional.
 Fonte: CataWiki

Posteriormente, o Walkman passou a ser vendido em todo o planeta, marcando uma geração inteira e revolucionando o mercado de áudio. Ao longo dos anos 80, a Sony lançou diversos modelos, como o WM-2, o WM-20 e sua evolução, o WM-109, que acumulou mais de 20 milhões de unidades vendidas.


A “morte” do Walkman


E como um aparelho fantástico como esse “desapareceu”. 

Bem, com a própria evolução de seu conceito, em 1988, a Sony introduziu o Discman D-20, que, em vez de usar as fitas cassete, partiu para os discos de leitura a laser. Isso permitiu aos usuários escolher as faixas sem ter que passar uma a uma, entre outras vantagens de gravação. Os CDs virgens também passaram a ser muito mais baratos do que as fitinhas magnéticas.

Já nos anos 90, o Walkman foi aos poucos caindo no ostracismo, especialmente com os modelos mais poderosos de tocadores de CD. Nos 2000, os iPods e MP3; e nos 2010 os celulares e gadgets sem fio decretaram de vez a morte das fitas cassetes.  

Fonte: Product Placement/Reprodução

Peraí, eu disse “decretaram de vez”? Não é bem assim: ainda tem muita gente que gosta da fidelidade de gravações das fitas, que até hoje se mostram como repositórios de informação muito mais duráveis do que qualquer CD um dia foi. E com o charme desse dispositivo revolucionário presente em filmes e séries, como “Guardiões da Galáxia” e “Stranger Things”, o Walkman talvez seja dessas coisas que sempre terão um revival nostálgico de uma invenção que chega aos 40 anos de idade.


terça-feira, 28 de maio de 2019

Sony monta chip para fornecer internet com alcance de quase 100km


"O módulo serve, por exemplo, para melhorar rastreamento, conexão e monitoramento de bicicletas e patinetes em ambientes urbanos"

A Sony está lançando silenciosamente um chip que pode mudar a forma como e-bikes, carros, lâmpadas de rua e todos os tipos de dispositivos conectados transmitem informações. O chip, quando instalado em qualquer objeto com suporte para Internet das Coisas (IoT), permite o envio de dados para a rede ELTREAS, da Sony, uma conexão de baixa energia e que cobre uma área ampla.

A ideia é que o módulo seja capaz de atuar em áreas barulhentas e em objetos com alta velocidade, abrindo possibilidade para muitas novas aplicações de segurança, monitoramento, rastreamento e mais.

Objetos IoT são aparelhos físicos conectados e que se comunicando entre si e com o usuário, através de softwares e sensores inteligentes. A maioria dos sistemas IoT usa a internet para transferir dados para a nuvem, seja via WiFi, com alcance muito limitado, ou com uma conexão de dados de celular cara. A rede ELTREAS busca, justamente, aproveitar a tecnologia sem fio e de baixa potência para transferir dados em uma área ampla, com menor consumo de energia, tornando viável a conexão de uma ampla gama de dispositivos. 

O chip recebe o nome de CXM1501GR e transmite sinais na faixa de 920Hz para a rede da Sony. Ele também é equipado com sensores GPS e GNSS para obter dados de tempo e localização. A empresa japonesa afirmou que pretende melhorar serviços já existentes. Essa tecnologia poderá ser utilizada para "ajudar amigos a se encontrarem em uma colina de esqui", rastrear vida selvagem, localizar geograficamente navios, acompanhar corridas de iates, monitorar aluguel de bicicletas e rastrear inúmeras coisas como drones, aluguel de carros e trens.

Por enquanto, o chip parece estar limitado ao Japão, onde a Sony lançou um aplicativo de programação para as companhias interessadas. O funcionamento no país asiático, portanto, deve funcionar como um teste, que, se obtiver sucesso, será transplantado para outras localizações.

Fonte: Engadget

terça-feira, 21 de maio de 2019

CEO da Sony explica parceria com a Microsoft para usar os serviços do Azure


Durante o Investors Relations 2019 promovido pela Sony — que contou com uma exibição dos tempos de loading do PlayStation 5 —, o CEO e presidente da companhia, Kenichiro Yoshida, explicou em mais detalhes a recente parceria com a Microsoft. Anunciada na semana passada, ela prevê que a empresa vai usar a infraestrutura do Azure para criar suas experiências de jogatina por streaming futuras. 

“Estivemos trabalhando com serviços de streaming nos últimos e há vários aspectos difíceis. A latência de rede, por exemplo. Posso citar alguns exemplos: o meio típico de minimizar a latência é colocar os servidores nos cantos mais próximos de nós, mas movê-los para mais perto de um usuário pode significar um aumento de latência para outros”, explicou Yoshida.

Segundo o CEO, a parceria com a Microsoft vai permitir lidar com diversas soluções para resolver problemas do tipo. “Nosso serviço usa o sistema de assinaturas agora, mas dependendo do game, ele pode ser jogado por 50 ou 100 horas e, para alguém jogando um game assim, qual é a vantagem de um sistema de assinatura mensal, do tipo ‘tudo que você pode jogar?’”.

Consoles são um nicho

Kenichiro Yoshida deixou claro que, embora a estratégia da Sony atualmente inclua consoles de mesa nos moldes tradicionais, é preciso prestar atenção a tendências futuras. Nesse sentido, o streaming de conteúdos — que continuará sendo trabalhado em paralelo dentro da empresa — pode se mostrar a solução para atingir um público maior. 

“Se você ver a indústria de games como um todo, o mercado de consoles não é um dos maiores, mas pode ser considerado um mercado de nicho. Mas para os jogadores core, as experiências imersivas são algo que gostamos de valorizar. Nesse aspecto, por enquanto, os consoles como algo que trazem funcionalidades de computação para os usuários é algo muito importante, mas, por outro lado, a tecnologia vai progredir”, afirmou o executivo.


Nintendo deve fazer como a Sony e usar estrutura de nuvem da Microsoft


Após a Sony revelar que vai usar a estrutura do Azure em seus serviços de streaming e jogos que usam recursos da nuvem, parece que a Nintendo vai seguir um rumo semelhante.

Segundo o analista David Gibbons, a companhia japonesa está criando um sistema próprio que será oferecido em uma lista limitada de mercados, incluindo os Estados Unidos e o Japão.

Embora nada tenha sido confirmado oficialmente até o momento, uma parceria entre a Nintendo e a Microsoft nesse sentido parece bastante lógica. Em tempos recentes, as companhias têm colaborado para estabelecer o crossplay entre games third party e a parceria já rendeu uma versão de Cuphead para o Nintendo Switch.
But also Nintendo itself is looking also to work with MSFT (Azure) to offer its own streaming service in limited regions (JP, US etc).
 — David Gibson (@gibbogame) 17 de maio de 2019
Gibbons lembra que, atualmente, a outra opção que a Nintendo seria é o AWS da Amazon, que empresa que não provou tão bem suas capacidades de streaming de conteúdos relacionados a games quanto o Azure. Levando em consideração os altos custos de criar e manter centros de dados por conta própria, a Nintendo teria como melhor alternativa estender seus laços com a Microsoft e também usar seus serviços de rede.


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Acordo entre Microsoft e Sony pegou o time de PlayStation de surpresa


Anunciada na última quinta-feira (16), a parceria que prevê que a Sony vai usar a estrutura do Azure, da Microsoft, para seus esforços de jogos por streaming e jogatina na nuvem pegou muita gente de surpresa — incluído funcionários da companhia. Segundo uma reportagem da Bloomberg, o acordo foi negociado sem o conhecimento de boa parte do time responsável pela divisão PlayStation.
A reportagem afirma que as negociações entre a Sony e a Microsoft começaram no final de 2018 e foram lideradas pelo gerenciamento sênior da empresa, baseado em Tóquio. “Os funcionários da divisão de game foram pegados de surpresa pela notícia. Gerentes tiveram que acalmar trabalhadores e garantir que os planos para o console de nova geração da companhia não foram afetados”, afirmam os repórteres Yuji Nakamura e Dina Bass.

Colaborando contra uma ameaça em comum
A parceria com a Microsoft foi anunciada em um momento no qual o PlayStation já possui uma infraestrutura de rede própria, que foi considerada insuficiente pelo comando da Sony.

Temerosa do crescimento de nomes como a Google, a companhia decidiu que o melhor a fazer era colaborar com sua antiga rival nos games. 

“A Sony se sente ameaçada por essa tendência e pela poderosa Google e decidiu deixar a construção de sua infraestrutura de rede para a Microsoft”, afirmou o estrategista Amir Anvarzadeh, da Asymmetric Advisors. “Por que eles dormiriam com o inimigo a não ser que eles se sintam ameaçados?”.

“A Sony se sente ameaçada por essa tendência e pela poderosa Google"

Com a decisão anunciada pelo CEO Kenichiro Yoshida, as ações da Sony aumentaram seu valor em 9,9% na última sexta-feira (17), um recorde para os últimos 18 meses. A companhia também anunciou uma recompra recorde de suas ações no mercado e foi elogiada por investidores que veem nela uma “nova companhia” capaz de se adaptar mais rapidamente a mudanças de mercado.


Sony revela PlayStation Productions, divisão para levar suas franquias à TV


A Sony Interactive Entertainment, divisão de entretenimento que cuida da marca PlayStation, anunciou, nesta segunda-feira (20), a PlayStation Productions, divisão encarregada de criar adaptações das franquias da força azul ao formato de cinema e TV. As informações são exclusivas do Hollywood Reporter.

De acordo com o site, a empreitada será conduzida por Asad Qizilbash e terá supervisão de Shawn Layden, chefão da marca. "Temos 25 anos de experiência em desenvolvimento de games e isso criou 25 anos de grandes jogos, franquias e histórias. Sentimos que é um bom momento para olhar outras oportunidades de mídia em streaming, filmes [cinema] ou televisão para dar a nossos mundos vida em outro espectro", contou Layden ao portal.

"Em vez de licenciar nossas franquias a outros estúdios, sentimos que a melhor abordagem seria desenvolver e produzir por conta própria. Primeiro porque é familiar e também porque sabemos o que a comunidade PlayStation ama", reforou Qizilbash.

Nomes como The Last of Us, Uncharted, God of War, Ratchet & Clank (que inclusive tem animação oficial), inFamous e Horizon: Zero Dawn são apenas alguns que fazem parte da família PlayStation e que poderiam ter seus universos expandidos em conteúdo multimídia. O que você acha que pode sair da PlayStation Productions? Quais seriam os melhores formatos? Opine abaixo, na seção reservada aos comentários.


sexta-feira, 10 de maio de 2019

State of Play | Confira todos os jogos revelados para o PS4 na apresentação





A Sony fez na noite desta quinta-feira (10) o seu segundo State of Play, programa em que apresenta novidades a seus fãs. Em 13 minutos de produção, a companhia mostrou algumas novidades e revelou informações de títulos esperados.

 

Destaques


A empresa mostrou uma nova DLC e pelo menos dois aguardados remakes para o console.

Monster Hunter World: Iceborne


A Capcom mostrou novidades sobre uma DLC de um dos seus principais títulos do ano passado. Iceborne será voltado para um universo de gelo com novos monstros com suas inteligências artificiais e uma nova história, que se passa após os acontecimentos do jogo base.

Ainda, para quem já jogou tudo que Monster Hunter World pode oferecer, aqui há um novo nível de ranking, chamado Master Rank, com novos itens e armaduras.

A expansão chega em 6 de setembro para consoles, sendo que a versão para PC está apenas agendada para o fim do ano.

Final Fantasy VII


Depois de anos em desenvolvimento e certo ostracismo, a Square-Enix mostrou novamente um trailer de Final Fantasy VII Remake. A novidade aqui é a revelação de imagens de Aerith e Sephirot nesta nova roupagem.

Como remake, ele vai trazer diferentes modos de jogo, com um foco maior em ação que o RPG em turnos da versão clássica do PlayStation 1.

Em termos de gameplay, também há pouca novidade.

A parte mais importante talvez seja a promessa de que mais informações serão reveladas em junho deste ano. A expectativa é de que a Square-Enix apareça com mais do game durante a E3.

Ainda não há uma data de lançamento para este título.

MediEvil


Outro remake chega ao console da Sony ainda neste ano. A empresa mostrou vídeos de MediEvil, o simpático adventure com ambientação fúnebre, porém cômica, de 1998. O jogo traz de volta aquela gameplay bem característica de jogos de PlayStation 1, em que se controla um personagem por um universo 3D batendo em praticamente tudo que há na sua frente.

A nova versão chega exclusivamente para PlayStation 4 em 25 de outubro.

 

Novos Títulos

Nem só de remake e DLC vive a Sony. A empresa também apresentou três novos títulos para sua biblioteca.

Predator: Hunting Grounds


Este é um novo jogo da série Predador, apresentado de forma muito vaga em um trailer. Aqui, há uma série de soldados caçando o personagem, sendo que apenas aparece em sua forma translúcida.

Ainda é difícil saber sobre o que será o game, mas as expectativas são de que o jogador controlará Predador buscando sobreviver a um exército.

O game deve chegar ao console somente no ano que vem.

Riverbond


Este é o título mais fofo da lista. Aqui, até quatro jogadores participam de um hack n’ slash feito com personagens voxelizados. Os jogadores têm armas das mais variadas, como pirulitos, espadas e até pás. Isso porque é possível escolher até 8 personagens de outros jogos como Shovel Knight, Guacamelee, Bastion e Psyconauts.

Sem data de lançamento, ele chega ao PS4 até o meio do ano.

Away: The Survival Series


Este é um jogo em que você precisa simplesmente sobreviver na selva. Contudo, diferente de outros títulos do gênero, aqui você joga na pele de um esquilo voador. Assim, é preciso comer insetos e fugir de predadores como lobos, cobras, aranhas e até um incêndio que acaba com a floresta.

O animal na verdade é chamado de Sugar Glider, uma espécie de marsupial muito comum na Austrália. Ou seja, pode esperar o perigoso ambiente do continente oceânico.

O game ainda não tem data de lançamento, mas chegará para PlayStation 4 e PC.

PS4


Por fim, a Sony também apresentou uma nova versão de colecionador do PlayStation 4, chamada de Days of Play. O aparelho chega com HD de 1 TB e um visual com o logo do State of Play na parte de cima.

Fonte: Canaltech

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Smartphones da Sony bateram recorde negativo de vendas em 2019



As coisas estão mesmo ruins para a divisão de dispositivos móveis da Sony. No mesmo relatório em que confirmou sua saída do mercado sul-americano nesse setor, a empresa também revelou que bateu um recorde negativo de baixas vendas durante o primeiro trimestre deste ano. De acordo com o documento, apenas 1,1 milhão de dispositivos foram enviados às lojas durante o período.

Durante todo o ano fiscal de 2018, a empresa enviou apenas 6,5 milhões de aparelhos Xperia. A previsão inicial era de que esse número seria de 10 milhões, mas ele foi revisado diversas vezes, a medida que os resultados da empresa se mostravam bem abaixo do esperado, e acabou bem abaixo do que era previsto no início do ano passado.

Além de abandonar alguns mercados, a Sony está cortando custos ao reduzir a equipe desse setor pela metade e fechar sua maior fábrica de smartphones. A empresa revelou que os números de vendas dos celulares agora serão combinados com outros eletrônicos em uma divisão interna de Produtos e Soluções Eletrônicas.

E as expectativas devem continuar baixas para os próximos meses. Agora, a previsão da Sony é de que apenas 5 milhões de smartphones serão vendidos até março de 2020 e o setor pode continuar dando prejuízo pelo menos até março de 2021.

Fonte: SONY

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Sony abandona mercado de celulares no Brasil e restante da América do Sul



A divisão mobile da Sony já vinha dando indícios de uma possível debandada definitiva do Brasil e agora parece que isso deve realmente se concretizar. A gigante japonesa desistiu de vender smartphones Xperia no mercado nacional após a apresentação de seus resultados financeiros do primeiro trimestre, nesta sexta-feira (26). Seu mais recente relatório financeiro confirma a debandada “de várias regiões, como o Oriente Médio, América Central e América do Sul”.

"Página da Sony Mobile sequer está no Facebook"



O último aparelho que apareceu nas prateleiras tupiniquins foi o Xperia XZ2, no começo do ano passado e desde 2016 os dispositivos vinha sendo importados, já que a montagem de celulares por aqui foi interrompida nessa época devido ao fim dos incentivos fiscais do governo.

Desde o final de março, seu site brasileiro sequer conta com informações sobre smartphones e a página nacional da Sony Mobile no Facebook foi deletada.

 Fonte: Twitter/Manual do Usuário

Entramos em contato com a assessoria que atendia a Sony no Brasil e a orientação foi para falar com o vice-presidente de marketing da Sony Mobile na América do Norte, em São Francisco — e isso já é um grande indício de que mudanças estão mesmo acontecendo.

Aguardamos as respostas para a confirmação e atualizamos o material assim que elas chegarem por aqui.

 

Resultados financeiros preveem queda de receita


A Sony vem de dois anos de lucros recordes, especialmente por conta dos negócios de semicondutores, que deve trazer para o ano fiscal de março de 2020 algo em torno de US$ 1,3 bilhão — os sensores de imagem da companhia estão em vários fabricantes de smartphones, a exemplo da Apple.

A projeção para esse período na próxima temporada é de queda de 9,4% e abaixo da previsão média de US$ 7,49 bilhões, com US$ 7,25 bilhões. A divisão de games deve sofrer com vendas 10% mais baixas do PlayStation 4, que está no final de seu ciclo. Além disso, serão necessários investimentos no setor para o desenvolvimento do sucessor.

Já a linha Xperia amargou em 2018 um prejuízo de US$ 869 milhões, valor muito mais alto do que o registrado em 2017, que foi de US$ 247,3 milhões.

Fontes: TECNOBLOG/SONY