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terça-feira, 11 de junho de 2019

Quibi, novo streaming criado para celulares, chega em 2020


Hoje mesmo (11), falamos sobre Steven Spielberg lançar uma série de terror que só poderá ser vista à noite. A atração vem sendo bancada e será exibida no Quibi, um serviço de streaming novo e pouco falado, mas que já promete causar barulho quando chegar em abril de 2020. Isso porque a plataforma vem sendo desenvolvida especialmente para exibir filmes e séries em dispositivos móveis.

Novidade deve ter dois planos de pagamento, um com anúncios e outro sem, a US$ 5 e US$, 8, respectivamente

Junção de “quick” com “bites”, o Quibi terá episódios com duração relativamente curta para os padrões clássicos — mas nem tanto para os tempos atuais. "Os capítulos ou atos terão de 7 a 10 minutos. São especificamente gravados para serem assistidos em qualquer lugar. Se você tem entre 25 e 35 anos, depois de se levantar você fica no smartphone por mais de 5 horas”, diz o fundador do Quibi, Jeffrey Katzenberg, em entrevista à Variety. 

O fundador do Quibi, Jeffrey Katzenbeg. Fonte: Eastwind

No lançamento, o Quibi oferecerá um período de teste gratuito de 14 dias e terá 8 produções “super premium”. Depois disso, serão mais 26 produções originais lançadas às segundas-feiras, no primeiro ano. Segundo Katzenberg, esses projetos serão o equivalente ao que o "‘House of Cards’ foi para a Netflix” e "‘The Handmaid's Tale’ foi para o Hulu”.

 

Investidores de peso e preço


O Quibi também deve oferecer outros tipos de atrações, como programas de notícias. No total, são esperados 125 conteúdos semanais e 7 mil ao longo do ano. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., Time Warner, MGM, Alibaba, entre outros.

Isso indica que muitos dos estúdios que ainda não encontraram a maneira mais adequada de distribuir seu material nos dispositivos móveis apostam no Quibi como uma solução para isso.

A previsão é de inicialmente hajam dois planos: um a US$ 4,99 (cerca de R$ 19), com anúncios de 10 segundos para vídeos menores de 5 minutos e de 15 segundos para obras de 5 a 10 minutos; e uma opção livre de publicidade, a US$ 7,99 (R$ 31). A expectativa de estreia ficou para 6 de abril de 2020.

Fonte: Eastwind

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Sony abandona mercado de celulares no Brasil e restante da América do Sul



A divisão mobile da Sony já vinha dando indícios de uma possível debandada definitiva do Brasil e agora parece que isso deve realmente se concretizar. A gigante japonesa desistiu de vender smartphones Xperia no mercado nacional após a apresentação de seus resultados financeiros do primeiro trimestre, nesta sexta-feira (26). Seu mais recente relatório financeiro confirma a debandada “de várias regiões, como o Oriente Médio, América Central e América do Sul”.

"Página da Sony Mobile sequer está no Facebook"



O último aparelho que apareceu nas prateleiras tupiniquins foi o Xperia XZ2, no começo do ano passado e desde 2016 os dispositivos vinha sendo importados, já que a montagem de celulares por aqui foi interrompida nessa época devido ao fim dos incentivos fiscais do governo.

Desde o final de março, seu site brasileiro sequer conta com informações sobre smartphones e a página nacional da Sony Mobile no Facebook foi deletada.

 Fonte: Twitter/Manual do Usuário

Entramos em contato com a assessoria que atendia a Sony no Brasil e a orientação foi para falar com o vice-presidente de marketing da Sony Mobile na América do Norte, em São Francisco — e isso já é um grande indício de que mudanças estão mesmo acontecendo.

Aguardamos as respostas para a confirmação e atualizamos o material assim que elas chegarem por aqui.

 

Resultados financeiros preveem queda de receita


A Sony vem de dois anos de lucros recordes, especialmente por conta dos negócios de semicondutores, que deve trazer para o ano fiscal de março de 2020 algo em torno de US$ 1,3 bilhão — os sensores de imagem da companhia estão em vários fabricantes de smartphones, a exemplo da Apple.

A projeção para esse período na próxima temporada é de queda de 9,4% e abaixo da previsão média de US$ 7,49 bilhões, com US$ 7,25 bilhões. A divisão de games deve sofrer com vendas 10% mais baixas do PlayStation 4, que está no final de seu ciclo. Além disso, serão necessários investimentos no setor para o desenvolvimento do sucessor.

Já a linha Xperia amargou em 2018 um prejuízo de US$ 869 milhões, valor muito mais alto do que o registrado em 2017, que foi de US$ 247,3 milhões.

Fontes: TECNOBLOG/SONY

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Campanha de clonagem de celular atinge cinco mil pessoas no Brasil



Um grande golpe de clonagem de chips telefônicos atingiu cinco mil pessoas no Brasil, com direito a vítimas notórias como ministros, governadores, grandes empresários e celebridades. De acordo com as informações da Kaspersky, os roubos praticados pela quadrilha também nacional chegaram a R$ 10 mil em alguns casos, com os bandidos conseguindo acesso às contas bancárias dos atingidos.

O SIM Swap, como é chamado o método popularmente conhecido como clonagem, é uma prática bastante comum, mas se tornou mais popular em todo o mundo nos últimos anos por ser uma bela porta de entrada para golpes. E, conforme foi revelado em relatório conjunto entre a Kaspersky e o CERT, as empresas de telefonia também são um alvo, pois representam fator essencial no processo.

Identidades de vítimas, claro, não foram reveladas.

E-mails de phishing enviados a colaboradores das telecoms tentam roubar credenciais de acesso à sistemas internos, que permitem a portabilidade dos números das vítimas de um chip para outro. Em outros casos, os próprios funcionários fazem parte da quadrilha, cobrando de R$ 40 a R$ 150 pela ativação de um cartão SIM, com serviço desse tipo também sendo operado por hackers que obtiveram acesso à infraestrutura das operadoras.

Existem, ainda, falhas em processos internos, que acabam levando à clonagem mesmo com os bandidos enviando documentos falsos ou errados às empresas. Neste caso, o criminoso chega a entrar em contato com a operadora se passando pela vítima e informando documentos obtidos em outros vazamentos, solicitando a ativação de um novo chip por ter perdido o anterior.

De posse do número de celular da vítima, juntamente com outras informações como e-mail, por exemplo, os bandidos são capazes de derrubar sistemas de autenticação em duas etapas que, muitas vezes, utilizam SMS para verificação. Credenciais obtidas em vazamentos de outras plataformas também podem ser utilizadas como acessórios aqui e o mesmo vale também para serviços que usem o celular como via para resetar senhas de acesso.

Fabio Assolini, da Kaspersky, conduziu estudo sobre clonagem de SIMs e apontou responsabilidade de operadoras e bancos (Imagem: Divulgação/Kaspersky)

Personalidades e executivos, claro, são alvos principais e que podem levar a golpes maiores, mas como aponta o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini, qualquer um pode se tornar vítima de clonagem. “Os fraudadores atiram em todas as direções e, na maioria dos casos, é possível descobrir o número do seu celular com uma simples busca no Google.

“Socorro” pelo WhatsApp

Além da invasão de serviços e contas bancárias, os criminosos também aproveitam a posse do número de celular da vítima para realizar outros golpes contra familiares, amigos e contatos. Usando o WhatsApp, por exemplo, o bandido pode se passar por outra pessoa e pedir dinheiro aos conhecidos, alegando emergências ou problemas com o cartão de crédito.

Em casos relatados no estudo conduzido pela Kaspersky e pelo CERT, esse método chegou a ser usado contra o departamento financeiro de empresas, com os criminosos se passando por executivos que tiveram suas contas clonadas.

Não se sabe, entretanto, se a companhia chegou a transferir recursos para os responsáveis pelo golpe.

Assolini cria uma ligação direta entre o uso de autenticação em dois fatores por SMS e o aumento nos casos desse tipo em todo o mundo.

O especialista aponta diretamente para as instituições financeiras, como bancos e fintechs, que não devem mais utilizar esse tipo de verificação para acesso a seus serviços, extinguindo, assim, a possibilidade de golpes dessa categoria.

Além disso, as operadoras também podem tomar atitudes extras para garantir mais segurança durante o processo de portabilidade.

Mensagens automáticas enviadas para os celulares, por exemplo, põem garantir que o cliente legítimo seja informado que uma mudança desse tipo está para acontecer e permitem que ele tome ações para impedir a clonagem.

Para os usuários, a recomendação é a mesma. Ao optar pela autenticação em dois fatores para aplicativos e serviços, procure utilizar outros métodos que não o SMS para validação. Nem todos permitem isso, portanto, é preciso estar ciente aos riscos e ficar atento a qualquer anormalidade nos serviços celulares.

Fonte: Kaspersky


sábado, 30 de março de 2019

Cientistas reduzem celulares a pó para estudar reciclagem e meio ambiente



Você já parou algum tempo para pensar do que o seu smartphone é feito, não apenas no exterior, mas em todas as suas particularidades? Talvez o experimento da Universidade de Plymouth possa despertar sua curiosidade: reduzindo o celular a pó, cientistas descobriram que o aparelho é composto de minerais e metais de todo o Planeta — e essa diversidade pode ser preocupante.

Cerca de 1,4 bilhão de celulares são produzidos todos os anos, algo que nossos recursos naturais não poderão mais sustentar. Os elementos para a produção variam entre os mais familiares, como carbono, aço e alumínio, até os mais exóticos e até mesmo raros, como tungstênio, cobalto, disprósio e neodímio.


O experimento consiste em, literalmente, bater um celular no liquidificador. Com isso, é possível regular o tamanho dos pedaços — ou o sumiço deles — para uma análise mais minuciosa dos materiais.


A iniciativa tem o objetivo de gerar debates para a conscientização sobre o uso de matéria-prima e de como é necessário enfatizar a reciclagem de celulares, tendo em vista quanto material é gasto para produzir um único aparelho.

Fontes: EARTHER/   SLASH GEAR

quinta-feira, 21 de março de 2019

Bloqueio de celulares piratas chega a 15 novos estados no domingo (24)



A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que celulares piratas começarão a ser bloqueados em 15 novos estados a partir do próximo domingo (24). Parte do projeto Celular Legal, a ação já bloqueou 244.217 desde maio de 2018, quando ela entrou em vigor em alguns estados brasileiros.

No início da próxima semana, o bloqueio terá início nas seguintes localidades:

  • Alagoas
  • Amapá
  • Amazonas
  • Bahia
  • Ceará
  • Maranhão
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • São Paulo
  • Sergipe
Quais celulares serão bloqueados?

Segundo a Anatel, são considerados piratas os aparelhos com número IMEI irregular. Esse código é uma espécie de impressão digital do dispositivo móvel, e adulterações nele são comuns de celulares irregulares. O alvo dessa ação são aparelhos que tentam enganar os clientes se passando por outros (os “HiPhone” da vida) e colocam em risco até mesmo a integridade física dos seus usuários.


Vale destacar que esse bloqueio não atingirá smartphones legítimos trazidos de fora do país, como aqueles comprados em viagens ao exterior ou importados pela internet. Marcas como XiaomiOppo e afins, que não atuam no país, mas têm aparelhos legais e atendem aos requisitos das redes móveis disponíveis no Brasil, continuarão funcionando normalmente.

Fonte: TecMundo

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Nokia 210 é novo feature phone da marca — e custa apenas 35 dólares



Nokia anunciou hoje (24) sua mais nova investida no mercado de entrada de smartphones. O Nokia 210 é dedicado para navegação na web com Opera Mini para otimizar velocidade, leveza e pouco consumo de dados. Ele é um pouco mais avançado que os convencionais feature phones, com câmera e bateria que promete até 20 dias no modo standby.

Ele já vem com Facebook,  alguns aplicativos básico e quatro jogos embutidos — incluindo a famosa cobrinha. Uma camada protetora promete mais durabilidade e a Nokia diz ter remodelado sua interface para um manuseio mais moderno.


Ainda não há data de lançamento e o dispositivo tem cores vermelha, cinza e preta. O preço é a maior atração: custa apenas US$ 35 (R$ 131 na conversão direta).

Fonte: NOKIA


terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Jogo “Alien: Blackout” é anunciado para aparelhos iOS e Android


Mais uma entrada no universo “Alien” está para chegar ao universo dos games: produzido pelas empresas FoxNext Games, D3 Go e Rival Games, “Alien: Blackout” novamente coloca os jogadores contra o famigerado Xenomorfo, icônico monstro dos cinemas que eternizou a franquia em diversas mídias.

Em “Blackout”, o usuário assumirá o controle de Amanda Ripley, filha da protagonista dos filmes, Ellen Ripley, e que já figurou como parte principal em outro jogo da franquia — “Alien Isolation”. Aliás, as semelhanças entre os dois jogos não param apenas em sua estrela: o novo jogo tem muito da jogabilidade e progressão survival horror vista em “Isolation”, limitando os recursos disponíveis para o uso do jogador enquanto este procura maneiras de escapar do monstro, que o caça por toda a estrutura à deriva da Weiland-Yutani.

A sinopse do jogo nas plataformas online também dão conta de um esquema de escolhas e decisões morais que podem alterar o rumo da narrativa do jogo: “Tente manter-se vivo enquanto preso em uma estação espacial à deriva da Weiland-Yutani junto de um Xenomorfo mortal que caça a você e sua equipe sem descanso. Supere com inteligência o predador perfeito ao fazer escolhas arriscadas. Os jogadores deverão contar com os controles danificados da estação espacial ou arriscar o sacrifício de membros da tripulação para evitar o contato direto e mortal, permanentemente alterando o rumo do jogo”.

“Alien: Blackout” está em pré-registro para Play Store, com chegada simultânea entra a loja da Google e o iOS da Apple. Informações como preço e data de lançamento ainda não foram divulgadas, mas conseguimos juntar algumas imagens do título na galeria abaixo:

Fonte: Gamespot

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

WhatsApp libera ‘Responder em Particular’ para iPhone; saiba usar

Recurso chega com última versão do mensageiro e já era testado no Android

WhatsApp liberou uma nova atualização no aplicativo para iPhone (iOS) que permite responder a mensagens enviadas em grupo em um chat privado. O acesso ao recurso "Responder em Particular" pode ser feito no menu de apoio, exibido ao pressionar um recado no mensageiro. Com a novidade, a empresa oferece uma forma diferente de interação entre os usuários. A função de resposta, também disponível em celulares Android, estava em teste desde novembro.

Até então, só havia a opção "Conversas com..." que habilita ao remetenteiniciar uma conversa em particular com os integrantes do grupo – no entanto, sem citar uma mensagem específica. Outras alternativas também são possíveis dentro de um grupo: responder, encaminhar, copiar, apagar e favoritar a mensagem. Vale lembrar que, em fevereiro de 2018, os usuários ganharam um atalho para localizar citações e respostas dentro dos grupos.

Nova função do WhatsApp integra mensagens de grupos com conversas privadas — Foto: Marvin Costa/TechTudo


O WhatsApp testou o mecanismo na versão de testes para iPhone na semana passada, de acordo com publicação do site WABeta Info, especializado no mensageiro, na última sexta-feira (4). As função já estão disponíveis no modo estável do aplicativo para o sistema operacional da Apple. Confira a seguir como responder uma mensagem de grupo em um chat privado pelo iPhone.

Passo 1. Acesse um grupo no WhatsApp e, em seguida, pressione a mensagem que deseja responder em uma conversa privada. Será exibido o menu de apoio. Toque em "Mais" e escolha a opção "Responder em Particular";
Pressione a mensagem de grupo no WhatsApp para abrir o menu de opções 

Passo 2. O usuário será redirecionado para o chat privado. Note que a mensagem a ser respondida está em destaque (em cima dela estão o nome do remetente e do grupo). Por fim, basta digitar o recado e enviar normalmente.
Escreva a resposta para uma mensagem de grupo em uma conversa particular 

 Fonte: WABeta Info