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sábado, 15 de junho de 2019

Órgãos de porcos são testados em macacos antes de transplante para humanos


A empresa especializada em edição genética eGenesis está testando o transplante de órgãos de porcos em macacos. O objetivo é que, futuramente, os órgãos de porcos geneticamente modificados possam ser transplantados em seres humanos sem sofrer rejeição pelo corpo. 

De acordo com informações da Technology Review, os testes nos macacos estão acontecendo no Hospital Geral de Massachusetts, em Boston. O líder dos experimentos, o cirurgião James Markmann, diz que este é um passo necessário antes de tentar fazer os transplantes nos seres humanos.

Os experimentos utilizam porcos geneticamente editados com a tecnologia CRISPR, que passam por mudanças para evitar a rejeição imediata do órgão pelo corpo humano, para impedir coágulos e para neutralizar outros tipos de respostas imunológicas. 

(Fonte: Pexels)

Não há informações sobre quais órgãos estão sendo testados nem quais espécies de macacos estão envolvidos nos experimentos. A tentativa de usar os órgãos dos porcos em primatas não é, porém, inédita. Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos já conseguiram fazer com que corações de porcos funcionassem no corpo de babuínos, por exemplo. 

Apesar de os cientistas já debaterem acerca da possibilidade de testarem o transplante em humanos em breve, os resultados dos experimentos com macacos ainda não são conclusivos. Apesar de alguns babuínos terem vivido por meses com órgãos dos porcos, outros animais morreram rapidamente e os pesquisadores ainda não sabem explicar o motivo. Por isso, há dúvidas sobre quão arriscado seria passar à nova fase.

Além disso, as agências reguladoras ainda não estabeleceram publicamente as condições para testes em humanos. Por fim, existe também uma discussão sobre quão modificados os porcos deveriam ser. 

A expectativa da eGenesis, com a utilização de transplante de órgãos de porcos, é diminuir a fila de pessoas à espera de um. De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos de 2018, o Brasil tem mais de 30 mil pacientes aguardando por um transplante. 


sábado, 27 de abril de 2019

Ratos se tornam “atletas” no espaço em experimento da NASA



O Instituto Novartis para Pesquisa Biomédica e o Centro para o Avanço da Ciência no Espaço, organização sem fins lucrativos, se juntaram à NASA num experimento que levou alguns camundongos ao espaço para pesquisar seu comportamento quando expostos à microgravidade.

Na Estação Espacial Internacional, os ratinhos foram submetidos à microgravidade por 37 dias. A partir do sétimo dia, os animais mais jovens começaram a apresentar um comportamento mais agitado. Em pouco tempo, eles estavam dando voltas pelas laterais da gaiola, como se fossem motociclistas dentro de um globo da morte. O vídeo abaixo mostra a mudança de comportamento com mais detalhes.


Os cientistas disseram que mais pesquisas são necessárias para que eles tenham uma resposta mais sólida, que explique o comportamento dos ratos. A princípio, os animais estavam saudáveis e fazendo tudo o que um rato normal faz, com exceção do “momento da malhação”. O estresse também foi descartado como possível causa da agitação. Para os pesquisadores, o mais provável é que os ratos estivessem buscando estimular o sistema de equilíbrio do corpo, que é praticamente nulo na microgravidade.

E, apesar de 37 dias parecer pouco tempo para nós, se formos comparar a expectativa de vida geral dos camundongos com o nosso, dois anos para estes animais são o equivalente a 70 anos para nossa espécie. Isso significa que os 37 dias representam, para eles, 14 anos, para nós. Talvez, por este motivo, a microgravidade tivesse começado a “incomodá-los”.

A pesquisa com os ratos também visa gerar mais explicações sobre a nossa exposição à microgravidade em missões mais longas, como as que são realizadas para a Lua e Marte, já que humanos e camundongos compartilham algumas semelhanças biológicas.

Fontes: SLASHGEAR/CNET

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Cientistas testam “drones-espantalhos” para afastar pássaros de lavouras



Desde o começo do desenvolvimento da agricultura, os seres humanos procuram formas de manter pássaros longe de suas plantações. Os animais podem devastar certos tipos de lavouras, mas muitos consideram cruéis as formas de afastá-los. Pensando nisso, cientistas da Universidade de Sidney, na Austrália, buscaram na tecnologia uma forma de proteger a produção sem prejudicar a fauna local.

Agrotóxicos e repelentes químicos podem ser prejudiciais à saúde e ao ambiente; Redes de proteção e falcões treinados são caríssimos; Sons altos, dardos envenenados e espantalhos oferecem ajuda temporária, mas a longo prazo os animais se adaptam e elas deixam de funcionar. A partir dessas informações o engenheiro aeroespacial, Zihao Wang, e outros pesquisadores passaram a estudar métodos mais efetivos e baratos de proteger as plantações.

Em seu estudo publicado na Science Direct — intitulado “Guerra psicológica no vinhedo: Usando drones e psicologia de aves para controle de danos às uvas” — eles explicaram como conseguiram fazer com que um drone afastasse bandos de pássaros de vinhedos. O método desenvolvido por eles trouxe resultados positivos e muito mais acessíveis, principalmente para pequenos produtores rurais, já que drones podem ser controlados a distância. 

 Reprodução/Zihao Wang/Universidade de Sidney

No experimento, os pesquisadores adaptaram um drone comum de seis hélices com um corvo empalhado e caixas de som que emitiam sons de diversos tipos de aves. A ideia era assustar os animais que — em teoria — pensariam que o corvo empalhado foi capturado por algo que poderia machucá-los também. O estudo foi bem-sucedido em afastar os bandos das plantações, que foram embora definitivamente ou ficaram longe por um período.

Segundo o portal The Next Web, que divulgou a pesquisa, o estudo ainda precisa ser aprofundado, já que foi feito com apenas algumas espécies que podem, eventualmente, se adaptar aos drones. Ainda assim, os resultados são promissores no que se refere a incorporação de novas tecnologias na produção de alimentos e diminuição do impacto ambiental que elas podem causar.

As espécies estudadas por Wang foram corvos, cacatuas, estorninhos e silvereye (Zosterops lateralis), todas nativas ou com presença abundante nas plantações australianas.


sexta-feira, 29 de março de 2019

NASA e ESA procuram mulheres para deitar por 2 meses e ganhar quase US$ 19 mil



O emprego dos sonhos de muita gente existe: ganhar milhares de dólares para não sair da cama por dois meses. É isso o que a NASA e a ESA (as agências espaciais dos EUA e da Europa, respectivamente) estão oferecendo, contando com o Centro Aeroespacial Alemão, que vai conduzir o estudo sob encomenda das agências. Contudo, a oferta vale apenas para mulheres.

O objetivo da oferta é puramente científico, que fique claro. A ideia é que mulheres passem 60 dias em uma cama, sendo monitorada de várias maneiras, para ajudar os cientistas em seus estudos sobre o efeito da falta de peso no corpo humano. A recompensa é de 16.500 euros, equivalente a quase US$ 19 mil, o que, considerando a cotação das moedas nesta sexta-feira (29), significa mais de R$ 70 mil.

É que, quando astronautas estão no espaço, a ausência de peso causada pela microgravidade muda seus corpos, com a redução no estresse físico fazendo com que seus músculos e ossos se fragilizem, e os fluidos corporais se deslocam em direção à cabeça. Então, uma maneira de simular os efeitos da ausência de peso é manter uma pessoa deitada, e os cientistas esperam que esse estudo sirva para desenvolver métodos de neutralizar, ou ao menos minimizar, os impactos da falta de peso em futuras missões espaciais.

Hoje em dia, astronautas que vivem na Estação Espacial Internacional precisam passar boa parte de seus dias se exercitando, justamente para que a falta de peso não cause danos mais sérios em seus organismos. Sendo assim, estudos do tipo podem criar soluções que, de repente, dispensem tanta "malhação", com esse tempo gasto com exercícios sendo destinado a outras atividades.

Os participantes do estudo podem usar computadores e celulares, desde que não saiam da posição (Foto: DLR)

"O voo espacial tripulado continuará a ser importante no futuro, a fim de realizar experimentos em microgravidade, mas devemos torná-lo mais seguro possível aos astronautas. Este estudo oferece aos pesquisadores espaciais de toda a Europa e dos EUA a oportunidade de trabalharem juntos e, em conjunto, adquirir o máximo de conhecimento científico possível sobre a fisiologia humana", disse Hansjörg Dittus, do Centro Aeroespacial Alemão.

Durante os dois meses de estudo, as mulheres selecionadas farão toda e qualquer atividade deitadas, incluindo comer, tomar banho e fazer suas necessidades fisiológicas. Cada uma delas ficará em um quarto privado em uma cama inclinada em 6 graus, com a cabeça para baixo (tal qual na foto acima), e uma equipe de nutricionistas será a responsável por elaborar as refeições devidamente balanceadas para que as participantes não engordem enquanto recebem todos os nutrientes necessários.

O primeiro grupo de participantes já foi selecionado, envolvendo 12 homens e 12 mulheres, e os primeiros dias da missão começaram na última terça-feira (26).

Mas a próxima rodada do estudo ainda precisa de mais mulheres que topem participar, com a tarefa acontecendo entre setembro e dezembro deste ano.

Se você for uma mulher saudável, com entre 24 e 55 anos de idade, não fumante e que fale alemão com certa fluência, pode se candidatar.

Mas, claro, precisa ter a certeza de que conseguirá permanecer deitada 24h por dia por dois meses sem enlouquecer.

Interessadas devem se candidatar pelo site do Centro Aeroespacial Alemão.

Fonte: CNN


terça-feira, 26 de março de 2019

Oi faz demonstração do 5G em Búzios e diz já estar preparada para a tecnologia



Na última sexta-feira (22) a Oi convidou jornalistas para conhecer um espaço na Praça da Ferradura, no centro de Búzios (RJ), onde vem oferecendo uma experiência de ligação holográfica baseada no 5G. A companhia, em parceria com a Huawei, montou uma estação rádio-base (ERB) que opera na frequência de 3,5 GHz utilizando uma faixa de 100 MHz.

Na ocasião, a companhia também demonstrou as capacidades de uso da fibra óptica, que deve estar disponível para cerca de 90% das casas da região até abril de 2019. O projeto também visa destacar “a modernização da rede móvel com tecnologia 4,5G e já preparada para receber o 5G quando a tecnologia estiver disponível no Brasil”, como cita Eurico Teles, presidente da Oi.

O ambiente montado pelas duas companhias para demonstrar a tecnologia 5G está voltado para uma experiência holográfica com óculos de realidade virtual HoloLens, da Microsoft, onde os dois participantes podem ver as imagens em tempo real e com baixa latência.

Espaços criados em contâiners oferecem, além do 5G, experiências de fibra óptica com Netflix e jogos online. (Foto: Wellington Arruda/Canaltech)

Dentro dos espaços destinados às experiências, a Oi utilizou dois CPEs 5G da Huawei conectados via Wi-Fi. É na ERB 5G instalada na praça que ambos os equipamentos se comunicam e fazem com que a demonstração aconteça. Toda a experiência pôde ser controlada por meio de um computador.

Laone Poletto, Diretor de Planejamento de Core e Transmissão da Oi, esteve presente na ocasião e disse que a empresa está “fazendo uma transformação na cidade, colocando alta capilaridade de cobertura tanto de fibra óptica residencial quanto de 4,5G”. A companhia também destaca que seus equipamentos de 4,5G já estão preparados para a chegada do 5G.

Estação montada pela Oi em parceria com a Huawei funcionará até o fim do mês de março. (Foto: Wellington Arruda/Canaltech)

Búzios foi escolhida principalmente por ser um local turístico e tem sido a “cidade modelo” da Oi para demonstrar suas mais recentes tecnologias. Atualmente, 26 cidades do Brasil já contam com suporte ao 4,5G da companhia, e em Búzios ela atua com 10 estações rádio-base – também com equipamentos fornecidos pela Huawei. São utilizadas, combinadas, as frequências de 1,8 GHz, 2,1 GHz e 2,6 Ghz.

A Anatel divulgou em fevereiro deste ano que o leilão do 5G (uma fatia da faixa de 3,5 Ghz, inicialmente) deve acontecer até março de 2020.

Atualmente, a operadora oferece 350 mil km de rede de fibra óptica, passando por mais de 2 mil municípios. Incluindo Búzios, o serviço é oferecido em mais 33 cidades brasileiras: Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Aparecida de Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Pouso Alegre (MG), Divinópolis (MG), Poços de Caldas (MG), Montes Claros (MG), Varginha (MG), Vespasiano (MG), Ubá (MG), Betim (MG), Recife (PE), Olinda (PE), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Duque de Caxias (RJ), Vilar dos Teles (RJ), Niterói (RJ), Petrópolis (RJ), São Gonçalo (RJ), Cabo Frio (RJ), Teresópolis (RJ), Nilópolis (RJ), Campos dos Goytacazes (RJ), Angra dos Reis (RJ), Nova Iguaçu (RJ), Porto Alegre (RS), Viamão (RS) e Brasília (DF).

Oi e Huawei

“A Huawei é um parceiro da Oi a nível tecnológico, então estamos sempre estudando o que há de mais recente em tecnologia para seguir com essa parceria”, explicou Poletto quando questionado se a Huawei também fornece os equipamentos para monitoramento e vigilância, como câmeras de reconhecimento facial.

As soluções da Oi para segurança urbana e vigilância operam atualmente no Rio de Janeiro, Búzios, Niterói, Pernambuco e Sergipe. São fornecidos serviços de rede e conectividade, segurança cibernética, videomonitoramento, reconhecimento facial, IoT, Analytics e big data.

Durante o Carnaval 2019, a operadora foi questionada por colocar em funcionamento equipamentos de reconhecimento facial, que seriam utilizados pela Prefeitura do Rio de Janeiro em conjunto com o Secretário da Polícia Militar do Estado. A companhia explicou que o aparato será fornecido para empresas privadas e do setor público, mas que não faz a gestão dos dados e informações coletadas, embora cuide da infraestrutura.

Fonte: Canaltech

quinta-feira, 21 de março de 2019

Amazon inicia testes com a Alexa em português no Brasil



Conforme publicamos há alguns dias, a Amazon começaria a testar a Alexa em português aqui no Brasil e, ao que tudo indica, os testes já tiveram início. O Tecnoblog publicou nesta semana o relato do leitor Paulo Roberto, que foi convidado pela companhia para participar dos testes e já teve acesso à Alexa em português brasileiro.

Parte do teste envolve o uso do Amazon Echo, o alto-falante inteligente da empresa que será enviado de graça aos envolvidos no experimento. Até o momento, Roberto ainda não recebeu o dispositivo, mas já consegue usar normalmente a Alexa a partir do TestFlight em seu iPhone 8 Plus.

As telas compartilhadas por ele mostram o programa todo em português brasileiro e repleto das funções que fazem da Alexa uma das melhores opções do gênero na atualidade. Em meio a tantos recursos há uma ponte para o Amazon Music, plataforma de streaming musical da empresa que ainda não funciona por aqui, mas parece estar a caminho.

Alexa já está sendo testada em português no Brasil. (Fonte: Tecnoblog/Reprodução)


Mais skills


As skills da Alexa, aqui chamadas de “funcionalidades”, podem incrementar as opções do aplicativo ao adicionarem novos recursos a ele. Assim como acontece lá fora, elas também estarão à disposição dos usuários por aqui, mas no momento as várias categorias de skills aparecem vazias, e não há como utilizá-las.

Como se trata de uma fase de testes, é natural que muita coisa não funcione como deveria, e uma dessas falhas está em iniciar músicas do Spotify pela assistente virtual, conforme o relato do usuário. Além disso, a própria Amazon já avisa no convite que as opções da Alexa estarão limitadas nessa fase, ou seja, as novidades deverão ser liberadas aos poucos para os testadores antes de chegarem ao grande público.


segunda-feira, 18 de março de 2019

Galaxy S10+ bate iPhone XS Max em teste de velocidade



O youtuber PhoneBuff é conhecido por realizar testes de velocidade em smartphones e colocar frente a frente alguns rivais. Agora, poucas semanas após a chegada do Galaxy S10+, o criador de conteúdo levou para a arena de batalha o novo smartphone da Samsung e o iPhone XS Max, um de seus principais concorrentes e modelo mais robusto lançado pela Apple em 2018.

E o resultado do duelo deixou um smartphone da Samsung à frente de um aparelho da Maçã pela primeira vez em muito tempo. A vitória do Galaxy S10+ no quesito velocidade de carregamento de apps foi a primeira de um modelo da sul-coreana desde 2015, quando o Galaxy Note 5 saiu vencedor.

Apesar de ter perdido na primeira rodada de embates, o S10+ derrotou o iPhone XS Max na segunda volta e teve um desempenho geral 16 segundos mais rápido. Veja o comparativo no vídeo abaixo:


Como o iPhone XS Max venceu o Galaxy Note 9 lançado no final do ano passado — ambos têm 8 GB de RAM —, é possível cravar que o diferencial ficou mesmo por conta do processador Snapdragon 855 presente na máquina.

Fonte: PHONEBUFF

SpaceX divulga vídeo do escudo térmico da Starship colocado à prova



A SpaceX se prepara para testar a Starship, o foguete criado pela companhia para futuramente levar seres humanos até a Lua e Marte, por exemplo. Parte desse processo envolve o desenvolvimento de um escudo térmico capaz de aguentar temperaturas altíssimas atravessa camadas indo e vindo pelo espaço.

E parece que a companhia de Elon Musk obteve bons resultados nesse sentido, ao menos é isso o que indica o vídeo divulgado pelo executivo em sua conta do Twitter — pois nem só de postagens bizarras vive o perfil de Musk na rede social.

Nas imagens, é possível ver o escudo térmico composto por hexágonos suportando bastante fogo sem nenhuma dificuldade. De acordo com o presidente da SpaceX, o conjunto antitérmico foi exposto a uma temperatura de 1.375 °C, o que, ainda segundo Musk, o tornaria apto a enfrentar tranquilamente uma reentrada na atmosfera terrestre.



Vídeo incorporado


Se tudo correr dentro dos conformes, os primeiros testes de salto da Starship começam na próxima semana, como relatou Elon Musk no Twitter ao responder à pergunta de um seguidor. Assim, é provável que os próximos dias venham com mais novidades sobre a nova empreitada da SpaceX.

Fonte: ELON MUSK

quarta-feira, 13 de março de 2019

WhatsApp está testando busca de imagens para coibir fake news no app



O WABetaInfo descobriu um recurso interessante que pode ser lanaçdo em atualizações futuras do WhatsApp: fuçando na documentação e código da versão 2.19.73 do app de mensagens, há menções à função “Image Search” (Busca de Imagens, na tradução literal), algo ainda inédito nas versões atuais.

A atualização indica que a função é integrada diretamente à busca de imagens do Google e permitirá que usuários que receberem uma imagem por mensagem no app façam o upload dela diretamente para os servidores da Google, buscando por arquivos similares e aferindo a veracidade da imagem recebida.

WhatsApp estaria testando função de busca de imagens a fim de coibir a disseminação de fake news (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

Não é segredo para ninguém que o WhatsApp é uma das plataformas favoritas de golpistas, hackers e pessoas com intenções políticas controversas na disseminação de suas mensagens — na India, por exemplo, houve casos de morte e linchamento por causa de informações falsas que viralizaram por meio do mensageiro do Facebook, sem falar nas eleições presidenciais de outubro de 2018 no Brasil.

Ainda não há qualquer informação sobre quando a novidade será implementada oficialmente — ou se vai, de fato. Para todos os efeitos, funções em teste não necessariamente ganham uma versão final e podem ser cortadas no meio do caminho. Mas esse é mais um demonstrativo dos esforços do WhatsApp no combate às fake news, então pode ser algo muito bem-vindo no futuro.

Fonte: WABetaInfo


segunda-feira, 11 de março de 2019

Beta do Android Q chega ainda nesta segunda-feira, dia 11



Um formulário da Google pode ter revelado que o Android Q, nova versão do sistema operacional da empresa, pode ganhar seu primeiro beta já nesta segunda-feira (11). A companhia abriu um rastreamento de bugs em sua plataforma voltada para desenvolvedores para que eles informem todos os problemas encontrados no SO, indicando que o beta pode estar próximo.

O formulário foi aberto no Issue Tracker, plataforma da própria Google para que desenvolvedores possam acompanhar e reportar problemas em sistemas ainda em fase de testes. A própria empresa lançou o rastreamento para uma versão prévia em desenvolvimento, nominada como Android Q.

Formulário aberto pela Google em seu Issue Tracker (Foto: Captura/Issue Tracker)

Quando se entra no link da lista de bugs já reportados, é possível perceber que o Issue Tracker só pode mostrar os dados a partir desta segunda-feira (11), indicando que o programa deve ser liberado em beta ainda hoje.

No meio de janeiro, uma prévia do sistema operacional vazou, mostrando algumas das novas funcionalidades que o Android Q pode trazer. Entre elas está a opção de “modo escuro” por padrão, além de alguns outros ajustes.

Outra novidade são possíveis melhorias em privacidade e permissões de aplicativos para o sistema operacional. A proposta é de que Android Q passe a exibir, na barra de ferramentas, se algum dos apps está usando recursos em tempo real. Se o usuário tocar no ícone correspondente, será exibida uma caixa de diálogo informando quais aplicativos estão usando permissões consideradas confidenciais.

Ainda, rumores apontam que o Android vai permitir o desligamento de sensores do smartphone além de bloqueio de chamadas por padrão.

Não há uma data oficial para o lançamento do novo sistema operacional, nem qual será nome oficial. Contudo, a Google costumeiramente apresenta seu novo Android apenas no segundo semestre.