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terça-feira, 25 de junho de 2019

Cidades inteligentes no Brasil são possíveis?


Cidades movidas à tecnologia, com aplicativos integrando a população com os serviços públicos, wi-fi gratuito nas ruas e melhor aproveitamento dos espaços e recursos, esse é o cenário que vem à mente da maior parte das pessoas quando falamos em cidades inteligentes.

O conceito, porém, pode estar mais próximo da realidade que vivemos nas cidades brasileiras hoje do que isso. Muito além da tecnologia, especialistas defendem que o significado de cidade inteligente é amplo e indefinido. A consultora de cidades inteligentes na Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Thaís Nahas explica.

“Existem várias ideias do que seriam as cidades inteligentes, as empresas de tecnologia dizem que são cidades totalmente tecnológicas, mas existe também o conceito de que são cidades para as pessoas. A gente tem que começar com as pessoas, seu entendimento sobre o lugar em que moram e integração com a cidade, depois disso, podemos usar a tecnologia para tornar os serviços mais eficientes”, comenta.

Como se faz uma cidade inteligente

O pesquisador Ph.D em Urbanismo norte-americano Boyd Cohen defende que desenvolvimento tecnológico e a integração social fazem parte das três gerações de cidades inteligentes. Não necessariamente todos os municípios que se propõem a desenvolver projetos com base neste conceito passarão pelos três estágios.

O teórico defende que a primeira geração é a top-down, quando tecnologias de ponta são inseridas dentro das cidades. Nesse caso, o desenvolvimento, geralmente, é encabeçado por empresas de tecnologia.

A segunda geração é liderada pelo governo em instâncias municipais, estaduais ou federais. Nela, os governantes implantam tecnologias que ajudam a fazer a gestão da cidade e que melhoram o acesso a serviços e ambientes públicos.

Por fim, a terceira é baseada no conceito de governança em rede, quando líderes locais se unem à gestão da cidade e empresas para pensarem juntos nas necessidades e realidades da região.


(Fonte: TecMundo / Silmara Slobodzian)

As gerações representam as diferentes formas como um projeto de cidade inteligente pode ser pensado. Cohen defende que o melhor modelo é o que une eficiência econômica, qualidade de vida e sustentabilidade.

Como pensar cidades inteligentes no Brasil

Thaís aponta que, independente do modelo de cidade inteligente escolhido por uma determinada região, o primeiro passo é ter dados sobre a população a fim de pensar em soluções realmente acessíveis e úteis. “Pensando no transporte, é preciso entender como as pessoas se locomovem, de onde vem e para onde vão, qual modal utilizam, para criar uma solução inteligente”.

A consultora ainda defende que não vê cidades inteligentes hoje ainda no Brasil, o que existe são projetos pontuais que englobam um bairro ou um serviço dentro deste conceito. Os bairros projetados pela Planet são um exemplo.

A empresa ítalo-britânica pretende construir 10 regiões inteligentes no Brasil até 2022. Apesar do título do projeto trazer o termo smart city, operacionalmente a empresa constrói bairros abertos adequados a cada região a fim de oportunizar a democratização do acesso ao conceito de cidades inteligentes.

“Muitos projetos de cidades e regiões inteligentes são pensados para pessoas ricas, o conceito que defendemos é de cidade ao alcance de todos, em que pessoas com diferentes faixas de renda possam morar perto, o que gera em termos de inclusão e segurança números fantásticos”, explica Susanna Marchionni, CEO da Planet no Brasil.

Funciona assim: a empresa adquire um terreno de no mínimo 160 hectares, constrói uma infraestrutura moderna com lâmpadas de led e acesso a wi-fi, por exemplo, e vende os lotes. Aos moradores da região, se dá o acesso a um aplicativo por onde podem verificar os acontecimentos do bairro, como horário de cinema ou festas, trocar serviços e informações, além de pedir ajuda se necessário.
(Fonte: Planet/ Divulgação)

A tecnologia é desenvolvida na Itália e Susanna garante que os dados dos usuários não são usados a fim de gerar renda. A monetização, portanto, ficaria a cargo de ofertas especiais para os moradores do bairro anunciadas via aplicativo com comissão para a Planet e venda dos lotes e casas.

A infraestrutura do bairro permite que os serviços sejam mais integrados e tem como objetivo levar estas facilidades a pessoas de diferentes classes sociais. Susanna salienta que “existe uma interação social muito grande no projeto, todos os lotes têm o mesmo valor, não privilegiando áreas nobres”.

O projeto piloto foi construído em São Gonçalo do Amarante (CE), em uma área de 330 hectares e um custo total de US$ 50 milhões. Até agora foram entregues 90 hectares e as primeiras famílias se mudaram em janeiro, existem casas disponíveis a partir de RS 100 mil. Um novo projeto será construído em Natal com aportes de R$ 140 milhões e deverá abrigar 15 mil pessoas. Além disso, o terreno mínimo é um lote de 200m².

Com a intenção de levar o conceito de cidades inteligentes para bairros acessíveis a todos, o projeto é aberto, o que significa que não existem portões entorno e que a manutenção da infraestrutura entregue é de responsabilidade das prefeituras locais. 

(Fonte: Planet/ Divulgação)

Aproximando conceito e realidade


Mais do que cidades como a dos Jetsons, o conceito de regiões inteligentes envolto nos projetos pensados para o Brasil precisam ser inclusivos e entender as diferentes realidades presentes nas cidades.

Pensado para pessoas, um projeto inteligente é o que alia tecnologia a melhor execução de serviços públicos e qualidade de vida, dentro de um ambiente com infraestrutura para que todos possam aproveitar os benefícios.

Thaís conclui que para alcançar este conceito não necessariamente é preciso de tecnologia, o importante é oferecer os serviços com qualidade. Para ela, uma cidade não alcança o título de inteligente é preciso uma construção constante. “É como quem diz ‘alcançamos a felicidade’, fazendo uma analogia, não existe um momento em que se diz ‘alcançamos um modelo de inteligência’ é uma construção sempre”, finaliza.

Fonte: TecMundo

quarta-feira, 22 de maio de 2019

League of Legends pode ganhar versão para celular


Um dos MOBAs mais bem-sucedidos da história pode estar prestes a expandir ainda mais seu público. Segundo a Reuters, a Riot Games entrou em acordo com a Tencent para produzir uma versão mobile oficial de League of Legends após as empresas passarem anos discutindo sobre qual seria a melhor forma de monetizar o título.
A decisão surge após alguns anos de tensão entre a Tencent e a Riot Games — em 2016, a publicadora chinesa trouxa ao mercado Arena of Valor, game que funciona com princípios semelhantes aos de League of Legends, algo que não agradou muito à Riot. No entanto, o desempenho do título no Ocidente foi considerado decepcionante, o que fez com que a parceria novamente fosse cogitada pela Tencent.

Tentativa de conquistar o Ocidente

As fontes ouvidas pela Reuters afirmam que o projeto conjunto está em desenvolvimento há mais de um ano, mas é improvável que seu lançamento ocorra ainda em 2019. Embora a Tencent também tenha o MOBA Honour of Kings — game de grande sucesso na China — em seu catálogo, o alcance do título também é bastante limitado fora do oriente. 

Além de ter um bom alcance em desktops, League of Legends tem a seu favor a sua grande longevidade: mesmo após uma década, ele continua um jogo que traz boas receitas para a Riot e mantém uma grande audiência. Somente em 2018, o game trouxe receitas de US$ 1,4 bilhões, valor considerável mesmo levando em consideração que ele foi 21% menor do que no ano anterior, segundo uma análise da Statista.


terça-feira, 14 de maio de 2019

PlayStation 5 deve chegar no fim de 2020 por US$ 499, aposta analista


Enquanto a Sony já falou oficialmente sobre seus planos para o novo PlayStation e deu a entender que ele só será lançado em 2020, até o momento a companhia não trouxe dados concretos sobre sua data de lançamento e preço. Ainda assim, o analista Hideki Yasuda, da Ace Research, afirma já ter ideia de quando (e por quanto) o console vai chegar às lojas dos Estados Unidos. 

Segundo Yasuda, a Sony deve lançar sua nova geração em novembro de 2020 pelo preço sugerido de US$ 499 — US$ 100 a mais do que o cobrado pelo PlayStation 4 em 2013. Segundo ele, o preço maior é explicado pelas tecnologias presentes no console, que deve se basear em um novo SSD capaz de oferecer maiores velocidades de carregamento e oferecer novas possibilidades a criadores.

 

Previsões de vendas

O analista foi além, prevendo que ao menos 6 milhões de unidades do PlayStation 5 devem ser vendidas entre seu lançamento e o fim do ano fiscal de 2020, que se encerra em março de 2021. Após esse período, Yasuda acredita que a empresa japonesa vai conseguir vender 15 milhões de unidades no ano seguinte, tendo como seu principal competidor no mercado o novo Xbox, da Microsoft.

"Yasuda afirma não acreditar que o Google Stadia vai competir pela mesma fatia de público dos novos consoles"

Para completar, Yasuda afirma não acreditar que o Google Stadia vai competir pela mesma fatia de público dos novos consoles, tampouco vai ter impactos relevantes no mercado de hardwares convencionais. Assim como qualquer previsão, vale a pena interpretar as declarações do analista com cuidado, já que uma declaração oficial da Sony pode mudar completamente esse cenário em questão de pouco tempo.


sábado, 4 de maio de 2019

O que esperar do Google I/O 2019



Como acontece todos os anos, a Google sedia um evento onde irá revelar todas as suas principais novidades em tecnologia da empresa: o Google I/O. Pela quarta vez consecutiva acontecendo no Anfiteatro Shoreline na cidade de Mountain View (a mesma onde fica a sede da Google), no estado da Califórnia, o Google I/O de 2019 acontecerá entre os dias 7 e 9 de maio, e este ano a empresa tem tantas novidades para mostrar que pode correr o risco de nem todas serem apresentadas durante o evento.

Pixel 3A e 3A XL




Desde que a Google abandonou o mercado de aparelhos intermediários quando pausou o desenvolvimento da linha Nexus em razão de um maior foco nos novos aparelhos Pixel em 2016, os fãs da linha Nexus pedem que a empresa volte a desenvolver aparelhos para essa parcela do mercado. E é fácil entender o porquê, já que os aparelhos Nexus possuíam a rara mistura de bom hardware, bom design e preço atrativo.

Mas tudo indica que esse “vazio” deixado pela empresa será logo preenchido pelo Pixel 3A e pelo Pixel 3A XL. Ambos os aparelhos terão um design bem parecido com o do Pixel 3, mas serão voltados para um público de menor poder aquisitivo, com um preço de lançamento em torno dos US$ 450 — cerca de metade do preço de venda do Pixel 3.

Por enquanto, o que sabemos dos aparelhos é que, apesar do hardware mais fraco (rumores indicam que o 3A terá processador Snapdragon 670, enquanto o 3A XL usará o Snapdragon 710), ambos terão a mesma câmera do Pixel 3, o que deverá ser o principal argumento de venda que irá diferenciar os aparelhos da Google de todos os outros modelos intermediários do mercado.

 

Android 10 Q



Assim como todos os anos, um dos personagens principais do Google I/O será a próxima versão do sistema Android, que deverá dominar as apresentações e workshops do evento. Entre as principais mudanças já adiantadas pelos primeiros betas do novo Android e pelos rumores do que a Google já vem trabalhando, estão alterações no esquema de notificações (que permitirá que desenvolvedores tenham maior acesso a elas), o suporte do sistema para smartphones dobráveis, maior e mais completo controle sobre permissões, formatos de imagem HDR10+, habilidade de criar mapas com profundidade utilizando o efeito bokeh da câmera, modo noturno para todos os apps do aparelho, e uma total mudança na ferramenta de compartilhar, que atualmente é uma das mais propensas a falhas e lags no Android.

 

Google Assistente



Outra tradição na Google I/O são novidades sobre o assistente virtual da Google, e provavelmente teremos algo novo sobre ele também este ano. Uma das maiores apostas para aparecer no evento é a Duplex, uma ferramenta de IA especializada em marcar compromissos e que recentemente foi disponibilizada para testes em diversos dispositivos Android e iOS nos Estados Unidos.

Assim, é bem provável que a Google fale um pouco sobre sua nova IA no evento, mas é improvável que ela anuncie um lançamento mundial da ferramenta nele.

Outra função que deverá aparecer é o Google Assistant Connect. Anunciado durante a CES deste ano, o Connect permite que fabricantes de equipamentos smart, como caixas de som e televisores, conectem esses equipamentos ao Google Assistente, que passaria a ter o poder de controlar esses dispositivos.

Anúncio do Nest Hub Max



Normalmente o Google I/O não costuma trazer muitas novidades em hardware, mas como já deverá usar o evento para anunciar oficialmente seus novos modelos de smartphones Pixel intermediários, pode ser que a empresa já aproveite para mostrar mais novidades em outras linhas de hardware.

Se for esse mesmo o caso, a empresa provavelmente apresentará o Nest Hub Max, uma versão maior e atualizada do do Google Home Hub. O aparelho deverá ter uma tela de 10 polegadas, câmera embutida e alto-falantes stereo, e promete ser uma ótima opção para aqueles que gostam de assistir filmes e séries.

 

Stadia



Desde o evento em que a empresa revelou o projeto do Stadia, muita gente está ávida por novidades da plataforma de streaming de jogos da Google, que permitiria a qualquer dispositivo do mundo que esteja conectado à internet rodar os mais recentes lançamentos em jogos de videogames.

Ninguém tem dúvidas de que, se alguma empresa possui condições de criar um streaming de jogos com sucesso, essa empresa é a Google. Mas a principal dúvida de todas é como a empresa irá resolver o problema do lag.

Afinal, não apenas o jogo deve ser processado por um servidor em nuvem e enviado para o usuário, mas cada comando deve ser enviado do computador do usuário para o servidor em nuvem, que o processa e então envia de volta para o computador. Mesmo com a melhor conexão de internet, esse processo não é tão rápido como quando o comando é enviado para o próprio computador ou console, que faz o processamento e envia para a tela sem a necessidade de percorrer quilômetros em cabos de fibra ótica. Esse é, até hoje, o principal impedimento para um serviço de streaming de jogos realmente funcional, e um problema para o qual a Google ainda não apresentou uma resposta — e há uma chance remota de que ela apareça durante o evento em maio.

 

Pixel Watch



Há anos os fãs da Google esperam que a empresa lance o seu próprio smartwatch Pixel com o sistema Google Wear OS, mas todo ano a empresa deixa claro que não há nenhuma novidade para o setor. Mas isso pode mudar.

Isso porque uma reportagem feita pela revista japonesa Nikkei levantou rumores de que a Google iria finalmente apresentar seu primeiro smartwatch junto com os novos smartphones Pixel 3A e Pixel 4. A maior chance é de que o equipamento seja lançado apenas em meados de outubro, quando deverá ser apresentado o Pìxel 4 — mas não podemos desconsiderar uma aparição surpresa do aparelho durante a Google I/O.

 

Fuchsia



Já há alguns anos circulam rumores sobre o Fuchsia, o terceiro sistema operacional próprio que a Google estaria desenvolvendo. Mas, mesmo com tantos rumores, pouco se sabe sobre o que exatamente ele é.

O que sabemos é que o Fuchsia será um sistema híbrido que irá rodar tanto aplicações feitas para o Chrome OS quanto para o Android, mas a empresa nunca deixou claro se ele será apenas uma “ponte” para os dois sistemas operacionais principais dela ou se será uma evolução que irá suplantar tanto o Android quanto o Chrome OS.

Talvez 2019 seja o ano que finalmente descobriremos o que diabos ela quer fazer com o Fuchsia. Ou não. Mas não custa sonhar.


sexta-feira, 26 de abril de 2019

Próxima geração: Sony confirma que PS5 não chega antes de abril de 2020



Em conferência recém-realizada a investidores, a Sony finalmente deu um panorama mínimo do lançamento do PS5 e garantiu: o console não será lançado no atual ano fiscal, que termina em 31 de março de 2020.

Já o que acontece depois de abril do ano que vem, só o tempo dirá, e convenhamos: está perto. Na mesma ocasião, a dona do PlayStation revelou que planeja investir "31.1 bilhões de ienes" para desenvolver o aparelho da próxima geração.

Um correspondente do The Wall Street Journal postou a informação no Twitter. Na mensagem em questão, o repórter também relatou que o PS Now teve um aumento anual de 40% desde seu lançamento e, hoje, conta com 700 mil assinantes.



Sony:
-No next-gen PlayStation launch over next 12 months
-PS Now has been ave. 40% annual growth since launch, now 700,000 users
-Much of Y31.1 billion (difference between past fy op vs this fy op outlook) to be invested to develop next PlayStation console
293 pessoas estão falando sobre isso


Quando você acha que o PS5 será lançado?


Com essa informação, você acha que o PS5 chega até dezembro de 2020? Período que, possivelmente, também pode trazer a próxima geração de Xbox? E quanto tempo a atual geração dura depois que os novos consoles chegarem? Opine abaixo, no campo destinado aos comentários.

Fonte: Voxel

quarta-feira, 24 de abril de 2019

“DJs do futuro” estão programando ao invés de usar discos em picapes



Aquela tradicional imagem de um DJ mixando com dois toca-discos em uma mesa de som resistiu aos CDs, computadores e pendrives — e deve continuar aí para sempre. Mas novas técnicas apontam para um futuro, no mínimo, curioso. Uma das mais frescas vertentes busca uma diferente imersão digital, que envolve programação em tempo real.

"Pessoas vibram e observam atentamente aos códigos introduzidos ao vivo enquanto a música se espalha pelo ambiente"

Segundo o repórter da Wired, a descrição dessa nova pista de dança envolve um músico com postura impassível, em meio a uma sala escura, digitando códigos sem parar. A única luz vem de sua máquina e do fundo LED de seu teclado para jogos. Na parede, uma reprodução das várias linhas que estão sendo introduzidas naquele momento em seu PC.

O resultado aparece na forma de um som cheio de texturas eletrônicas, com pratos de bateria cristalinos se entrelaçando em harmonias alimentadas por sintetizadores. Em torno do “DJ programador” estão cerca de 100 pessoas, observando atentamente cada uma das funções reproduzidas no telão.


Em um exemplo que mostra como a experiência é diferente, o DJ carrega um banco de sons chamado “kitBleepFtech” e insere o comando “highGlobalDensity”. Uma onda de bumbos bombardeiam as pilhas de alto-falantes e enche a sala de um baixo estridente. O projetor de vídeo começa a vibrar violentamente e o código na tela se funde em um borrão manchado de rosa. A multidão grita e o artista insere a seguinte mensagem na exibição: “os padrões antigos estão mortos”.

Festas de “codificação ao vivo” têm se espalhado por aí

As festas de "codificação ao vivo" são um fenômeno recente na cultura da música eletrônica underground. Atualmente, têm um modesto circuito em pequenas cenas do Vale do Silício e em festivais específicos — como o Algorithmic Art Assembly, em São Francisco.

A ideia é unir ciberativismo com várias expressões e a mesma paixão pela programação. As atividades nesses encontros envolvem palestras sobre matemática e computação, codificação musical, uso de algoritmos e diferentes dispositivos para apresentações ao vivo — que envolvem também artes visuais e performances.


Fonte: Algorithmic Art Assembly

No Brasil, a novidade vive em nichos como a “Cryptorave” e a coisa toda parece pulsar mais forte em pólos tecnológicos ao redor do mundo. 

Fonte: WIRED

quinta-feira, 18 de abril de 2019

6 tecnologias que vão mudar nossas vidas até 2030



Embora muita gente não saiba, tudo que cerca o homem é tecnologia, desde a pedra lascada até fotos do solo de Marte. Com o passar dos tempos, a evolução da tecnologia se acelerou de tal forma que pôde permitir a alguém que nasceu na era do rádio alcançar a era da internet.

Vejamos algumas tecnologias que já estão entre nós atualmente, mas que ainda vão modificar bastante a forma como vivemos num futuro não muito distante.


6 tecnologias que vão impactar o mundo até 2030


1. Carros autônomos



Fonte: Doutor Multas

Até 2026, estima-se que 10 por cento da frota dos EUA seja de veículos autônomos. Várias empresas já possuem testes em estágios avançados. As pessoas poderão entrar em táxis, falar o endereço e ser levadas até o destino, tudo sem a presença de um motorista humano. Carros elétricos autônomos significam maior segurança no trânsito e diminuição da poluição do ar.


2. Roupas inteligentes


Fonte: Energia Inteligente

As roupas ganharão chips. Elas serão capazes de se adequar à temperatura ambiente, aquecendo ou arejando o seu dono, além de fornecer informações sobre seu corpo.


3. Inteligência artificial



Fonte: Franck V./Unsplash

Já pensou em eleger um novo diretor executivo de uma empresa fornecendo dados sobre os candidatos e deixando que um robô escolha o mais adequado para a função? Isso não está muito longe de acontecer.


4. Impressão 3D



Fonte: Advanced Science 2019 The Authors

De objetos a órgãos de seres vivos, tudo poderá ser impresso em 3D. Como podemos imaginar, a área da medicina será a mais beneficiada. Com órgãos sendo impressos em 3D, as pessoas não precisarão esperar por doações.


5. Supercomputadores de mão



Os smartphones que usamos hoje são muito mais potentes que nossos primeiros PCs. A evolução não vai parar. Em poucos anos, você terá um celular mais complexo que o computador mais rápido com o qual já teve contato.


6. A internet será cada vez mais necessária


Fonte:  Jens Johnsson/Unsplash

Até 2024, 6,4 bilhões de pessoas (80 por cento da população mundial) terão uma identidade digital. Em alguns lugares, será impossível “viver” sem estar conectado à internet, seja para um simples acesso à rede social, como para realizar pagamentos em lojas sem operadores de caixa. 

Neste sentido, a tecnologia 5G terá papel fundamental na ampliação do fornecimento das conexões móveis, além da melhoria do sinal. 

Aqui no Brasil, a Oi se juntou com a Huawei para testar o 5G na cidade de Búzios, no Rio de Janeiro, realizando demonstrações com velocidades 50 vezes superior ao atual 4G. Você já pode ir se preparando para o futuro ao conferir o que a operadora oferece no site Zelas Conecta.