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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Receita Federal apreende mais de 60 iPhones importados de forma irregular no RN




Diversos produtos resultantes de contrabando foram apreendidos pela Receita Federal entre os dias 6 e 14 de abril em duas operações distintas que identificaram passageiros saídos de Guarulhos, em São Paulo; a caminho de Foz do Iguaçu para receber os itens. Ao todo, os itens constituem mais de 60 iPhones e diversos perfumes e outros itens de consumo, todos importados ilegalmente.

Segundo informações da Receita, indivíduos saídos de Guarulhos foram identificados e monitorados por meio da lista de passageiros dos voos. Após receberem os itens em Foz do Iguaçu, eles voltariam a São Paulo com bens, mas foram selecionados pelo órgão federal para revista não invasiva de bagagens, onde foram constatadas a presença dos itens.

Sozinho, um homem transportava os 60 iPhones, ao passo que os demais bens de consumo estavam na posse de um casal. Em ambos os casos, os responsáveis pelas bagagens as abandonaram no aeroporto Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, no município de São Gonçalo do Amarante, Rio Grande do Norte, onde as operações foram executadas.

Operações executadas no Rio Grande do Norte (RN) encontraram contrabandos de iPhones e bens de consumo (perfumes etc.), que foram prontamente apreendidos por autoridades federais

“Após receber denúncia sobre a existência de passageiro em voo proveniente de Guarulhos/SP, o Supervisor da Equipe, com base na lista de passageiros, selecionou duas malas para inspeção não invasiva, em que se constatou a existência de grande quantidade de equipamentos”, diz o comunicado da Receita Federal. “Com a abertura das duas bagagens, a equipe constatou existência de mais de 60 iPhones, que foram objeto de retenção para aplicação da pena de perdimento. O passageiro, responsável pelo transporte abandonou as malas na esteira de devolução de bagagem”.

O transporte de eletrônicos e certos bens de consumo estão sujeitos à tarifação conforme a legislação aduaneira brasileira. Recentemente, o Canaltech publicou matéria mostrando o funcionamento da importação de bens de consumo e produtos eletrônicos em conformidade com as normas vigentes. Se você comprar, por exemplo, um smartphone novo no exterior e, em seguida, colocá-lo em uso, em tese, esse bem poderá ser trazido como de caráter manifestamente pessoal, sem pagamento de imposto. Esse é o entendimento da Receita, sendo que, para tanto, é importante que o viajante possua um único telefone celular, para exemplificar a situação.

Os casos dos iPhones e bens de consumo apreendidos, evidentemente, não correspondem ao exemplo acima: dado o fato de que uma das bagagens continha 60 aparelhos, o óbvio entendimento da Receita era o de o viajante tinha intenção de distribuição quando chegasse ao seu destino, logo, contrabando.

A Receita Federal não informou se alguém foi preso ou processado durante as operações.

Fonte: Canaltech

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Polícia Federal prende mais 5 pessoas na Operação Data Leak



A Polícia Federal e o Ministério Público Federal em Cuiabá (Mato Grosso) deflagraram ontem (21) a segunda fase da Operação Data Leak. A Data Leak busca desembaraçar o comércio ilegal de bases de dados públicas sigilosas, como DataPrev, Siape, prefeituras e Exército.

"Empresas que fazem comércio ilegal de dados públicos sigilosos chegam a faturar mais de R$ 2 milhões por mês"



Foram cumpridos simultaneamente 5 mandados de prisão temporária e 10 buscas e apreensões, afirma o G1. Os madados e buscas foram realizados nas capitais de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Entre os presos, está um funcionário da DataPrev no RJ. Ele é suspeito de prática de corrupção, violação de sigilo funcional e vazamento de dados sigilosos. “Os receptadores dos dados comercializam as informações com escritórios de advocacia, contabilidade, financeiras e empresas de cobrança, dentre outras, conseguindo expressivos lucros na transação”, escreve o G1

De acordo com a Polícia Federal, as empresas que fazem comércio ilegal de dados públicos sigilosos chegam a faturar mais de R$ 2 milhões por mês.

Fonte: G1

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Mercado negro que vendia credenciais e senhas é desmantelado pela polícia


O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) teve sucesso em desmantelar o mercado negro de credenciais xDedic Marketplace na última quinta-feira (24). O mercado operava na Dark Web, camada de internet que é acessada via rede onion.

Segundo o DOJ, as vendas envolviam credenciais para computadores comprometidos, além de informações de identificação pessoal. No site, era possível refinar buscas por valores, localização do computador no mundo e sistema operacional.

Os cibercriminosos que gerenciavam o mercado negro facilitaram mais de US$ 68 milhoes em fraudes durante seu tempo online, afirma o DOJ. As principais vítimas dos serviços ofertados eram empresas, estados, infraestruturas federais, hospitais, centros de telemarketing, universidades, escritórios de advocacia e até serviços de emergência.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos contou com a ajuda de outras autoridades no trabalho, como a europeia Europol, além de polícias da Bélgica e Ucrânia.

“Ele utilizava o bitcoin para ocultar os locais de seus servidores subjacentes e as identidades de seus administradores, compradores e vendedores”, diz o DOJ. “Com base nas evidências obtidas durante a investigação, as autoridades acreditam que o site facilitou mais de US $ 68 milhões em fraudes. As vítimas abrangem todo o mundo e todas as indústrias".

Fonte: THREATPOST

sábado, 19 de janeiro de 2019

Polícia Federal recebe ‘caminho para rastrear’ fake news no WhatsApp

A Polícia Federal agora conta com um documento que ajudará a rastrear quem são os primeiros propagadores de notícias falsas (fake news). O “caminho das pedras” foi desenvolvido por Miguel Freitas, especialista em telecomunicações da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do RJ, que enviou um relatório para a Procuradoria-Geral da República no dia 26 de novembro de 2018.

Segundo a Folha de SP, o relatório é um parecer técnico “com rastreamento de algumas das principais notícias falsas disseminas na campanha eleitoral”. A publicação ainda nota que, inicialmente, a polícia negou o recebimento do relatório. Posteriormente, a assessoria da PF informou o recebimento fora dos autos pelo delegado Thiago Marcantonio.

Marcantonio é o delegado responsável pelo inquérito que lida com o envio em massa de mensagens no WhatsApp durante as eleições 2018. Esse inquérito foi aberto no dia 20 de outubro, após reportagem da Folha sobre grupos de empresários que bancavam disparos em massa contra o Partido dos Trabalhadores (PT).

"O relatório que auxilia o rastreamento foi baseado em 277 grupos de WhatsApp".

O relatório que auxilia o rastreamento foi baseado em 277 grupos de WhatsApp, identificando 16 notícias falsas de grande circulação durante a campanha eleitoral. “Se a Justiça requerer ao WhatsApp os registros que a plataforma mantém em relação a esses identificadores que nós localizamos, será possível chegar ao endereço IP da pessoa que primeiro fez o upload, ou seja, identificá-la”, disse o especialista Miguel Freitas.

"É tecnicamente possível obter, via judicial, informações sobre a origem de uma mídia digital enviada ou encaminhada na plataforma WhatsApp".

A ideia é usar o registro (log) de arquivos de mídia no WhatsApp para recuperar a identificação do usuário que criou/enviou o conteúdo da notícia falsa.

“É tecnicamente possível obter, via judicial, informações sobre a origem de uma mídia digital enviada ou encaminhada na plataforma WhatsApp. 

Essas informações incluem o número do celular associado, a hora do acesso e o endereço IP do usuário que realizou o primeiro envio dessa mídia para a plataforma. Mídias digitais, tais como fotos e vídeos, encaminhados entre grupos e entre diferentes usuários dentro da plataforma WhatsApp preservam a capacidade de rastreamento ao usuário de origem”, diz o relatório na PF. 

Para acompanhar a reportagem completa, com mais detalhes, acesse aqui 

Fonte: www.tecmundo.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Mais de 400 mil produtos falsificados da JBL foram apreendidos no Brasil

Somente em 2018, a JBL, marca que pertence à Harman, registrou 57 apreensões de cargas importadas contendo produtos falsificados com a sua marca no Brasil. De acordo com o Canaltech, a empresa realizou operações de busca e apreensão em conjunto com a Receita Federal, que abrangeram diversos locais por onde os produtos chegam ao país e onde costumam ser armazenados.
A Harman do Brasil, em parceria com o escritório MEIRELLES IPC e delegacias locais, ainda efetuou 12 ações de busca e apreensão em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis. Até agora, 11 casos foram encerrados, com 11 mil produtos apreendidos. A empresa estima que, depois que todos os casos forem concluídos, o número de produtos falsificados apreendidos no Brasil, com a marca JBL, passe de 700 mil.
Conhecidamente, o Brasil é um dos países onde mais se pratica a pirataria, que engloba, não apenas produtos físicos, mas também softwares e arquivos de mídia (filmes, shows, músicas e livros). De acordo com o Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP), a sonegação fiscal causa, por ano, um prejuízo de R$ 115 bilhões para os setores privado e público. E a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que a pirataria de produtos deixa de gerar 1,5 milhão de empregos no Brasil, a cada ano.
As empresas que trabalham com produtos populares acabam se tornando as maiores vítimas da pirataria. É o caso da Harman/JBL, que é uma das mais famosas marcas de caixas de som portáteis e fones de ouvido do mundo. O problema é tão grade que afeta não somente quem quer adquirir um produto imitação, mas também acaba prejudicando os consumidores que exigem produtos originais, mas que acabam sendo confundidos pelas artimanhas dos fraudadores.
É preciso ficar atento para não cair em golpes, evitando comprar produtos em lojas de procedência duvidosaRodrigo Kniest, presidente da Harman do Brasil e Harman América do Sul, alerta os consumidores para os casos em que os produtos sejam muito mais baratos que o preço médio. Ele ainda avisa que os criminosos têm investido na confecção de embalagens e etiquetas, o que confunde a fiscalização e os consumidores. Na dúvida, o ideal é comprar somente através do site oficial e nos revendedores autorizados.
A pirataria é crime tanto para quem comercializa tanto para quem consome. A JBL é mundialmente reconhecida pela qualidade de seus produtos. Ao adquirir um produto falsificado, você deixa de usufruir da mais alta tecnologia, confiabilidade e durabilidade de um autêntico produto JBL.
Fonte: CANALTECH

Operação Copyright derruba site de pirataria no Brasil

Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira a operação Copyright, com o objetivo de desmembrar um esquema de pirataria digital de músicas, filmes, séries e jogos. A ação não contou com prisões, mas acabou derrubando um site ilegal que, segundo estimativas, já gerou R$ 38 milhões de prejuízo para gravadoras de música.
A operação Copiright, que significa "direito autoral" em inglês, teve 11 mandados de busca e apreensão virtuais e nove físicos realizados em cinco estados brasileiros, nas cidades de Bauru (SP), Santa Teresa (ES), Curitiba (PR), Nova Iguaçu (RJ), Niterói (RJ) e São Simão (GO). 
Segundo a Polícia Federal, a investigação começou em 2017 e foram apreendidos eletrônicos como computadores de mesa, notebooks e celulares, além de pendrives e CDs que auxiliavam no compartilhamento de conteúdos ilegais.
O site que foi derrubado é conhecido como Speedshare e trazia diversos conteúdos multimídia, incluindo filmes, séries e jogos piratas. Para ter acesso ao conteúdo, o usuário precisava fazer um registro e pagar uma taxa para receber links de donwload, onde o arquivo podia ser baixado via P2P (ponto a ponto).
Segundo um levantamento feito pela polícia, o endereço online contava com 70 mil usuários ativos e cerca de 140 mil usuários cadastrados, com a maioria deles sendo do Brasil. Após a operação, o domínio ilegal foi retirado do ar. Além do alvo maior, a operação também acabou derrubando outros sites menores de compartilhamento de arquivos piratas que seguiam o mesmo modelo de negócio.
Fonte: G1