Mostrando postagens com marcador investimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador investimento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de abril de 2019

Analistas acreditam que Netflix será obrigada a adotar publicidade



Especialistas acreditam que, em algum momento, a Netflix vai ter de começar a apresentar publicidade em sua plataforma para conseguir se manter. Em um painel durante o Digital Content NewFronts, executivos do YouTube e do JP Morgan Chase falaram sobre o que pensam do futuro da plataforma. Para ambos, o caminho do crescimento é aceitar a publicidade.

Após ser questionada sobre o serviço de streaming, a vice-presidente do YouTube de soluções de mídia, Tara Walpert Levy, disse que apesar de a Netflix dizer que vai se manter sem publicidade, isso não é confirmado por quem trabalha dentro da empresa. Nos bastidores, diz ela, o discurso é outro. “Eles vão precisar crescer. Eventualmente, eles vão precisar de mais crescimento”.

Já para a CMO do JP Morgan Chase, Kristin Lemkau, o ponto mais importante é como a empresa vai implementar isso e não exatamente existir publicidade ou não. Para ela, se houver uma boa comunicação e o usuário entender os motivos que levam aos anúncio, ele pode muito bem decidir se quer ou não manter tal publicidade.

Ela ainda usa o exemplo de Game of Thrones, indicando que o episódio apresentado pela HBO no último domingo (28) não poderia funcionar com publicidade. Assim, se a plataforma contasse com opções que incluem e excluem publicidade, o usuários perceberia o valor de não interromper a trama e manteria a versão sem interrupções.

Especialistas acreditam que a Netflix pode adotar um sistema parecido com outros sistemas de streaming como o Hulu e CBS.
Ambos têm plataformas com opções mais baratas que contam com publicidade, ou uma versão premium sem interrupções de conteúdo.

Outro ponto que analistas acreditam que pode forçar a Netflix a abandonar o sistema 100% sem anúncios é a concorrência. Antes, a empresa tinha apenas a TV a cabo e YouTube como adversários, ambos de setores relativamente diferentes que os seus.

Entretanto, agora gigantes do entretenimento como a Apple, Disney, Amazon e HBO estão no páreo, ameaçando a hegemonia da Netflix.

Assim, adotar publicidade pode ajudar a segurar as finanças no futuro.

A empresa atualmente tem feito pequenos aumentos no preço de assinaturas e apresentado investimentos milionários em produções autorais em todo mundo. Até o momento, a Netflix consegue se manter em alta, com relatórios financeiros mostrando 139 milhões de assinantes no fim de 2018, aumento de 26% em relação ao ano anterior.

Fonte: Canatech

Grupo Pão de Açúcar testa modelo de pagamentos sem filas



O Grupo Pão de Açúcar (GPA) vem testando, nas últimas duas semanas, o modelo de pagamentos sem filas (Pay-n'-Go) — um segmento que vem tomando conta do noticiário mundial graças à expansão do Amazon Go. No Brasil, o GPA está experimentando a tecnologia em sua sede, na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, próximo ao centro de São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa, o teste, por ora, é restrito aos funcionários da sede — cerca de 3 mil pessoas, conforme informa a equipe em conversa com o Canaltech. A função está disponibilizada a eles por meio do app do programa de fidelidade da bandeira Pão de Açúcar, o “Pão de Açúcar Mais”.

Funcionalidade conhecida como "Pay-n'-Go" ("Pague e siga", na tradução do inglês) está em fase de testes na sede do Grupo Pão de Açúcar, em São Paulo. Rede varejista promete novidades no início de maio (Imagem: Divulgação/GPA)

Sobre o uso da função em si, não há nenhum segredo: os usuários escaneiam o código de barras dos produtos, efetuando o pagamento pelo próprio smartphone. Na primeira compra, o usuário deverá digitar os dados do cartão de crédito (ou fotografá-lo, o app conta com leitura de documentos digitalizados). Daí em diante a cobrança das compras é feita automaticamente.

O app se encarrega de gerar um QR Code a ser validado nas catracas da unidade, durante a saída, e os recibos das transações ficam disponíveis para consulta na seção “Cupom Fiscal” do software.

“Estamos transferindo o ponto de venda para dentro do celular de cada consumidor. Ao mesclar o digital e o físico, eliminamos filas e tornamos o processo de compra ainda mais personalizado e ágil”, explica Antonio Salvador, Diretor de Transformação Digital e E-commerce do GPA.

O grupo não soube informar a data exata do roll out do novo recurso de compras e pagamento, mas prometeu novidades “após a conferência de resultados”, que tem data prevista para o dia 8 de maio. Entretanto, também fomos informados pelo grupo que, até o final do ano, a previsão é de que até cinco lojas, entre supermercados e conveniências menores, contem com a tecnologia.

Fonte: Canaltech

Amazon investiu quase US$ 2 bilhões em conteúdo no primeiro trimestre



A Amazon dedicou US$ 1,7 bilhão para a produção de conteúdo em vídeo e música no primeiro trimestre de 2019, segundo o relatório de lucros e gastos divulgado pela empresa nesta semana. A companhia, entretanto, não especificou quanto desse valor foi destinada à criação de material original para produtos como a plataforma de streaming Prime Video, por exemplo.

O montante é um acréscimo de US$ 200 mil em relação aos valores informado no mesmo período do ano de 2018. Excluindo as flutuações monetárias sazonais, a Amazon vem investindo, desde o último ano, algo próximo de US$ 7 bilhões anuais em vídeo e áudio.

Analistas de mercado mostraram leve decepção com a empresa, pois, segundo a Variety, esperavam um detalhamento maior de quanto dinheiro foi dedicado em qual parte dos serviços. Especialmente porque era desejo deles que os valores investidos pudessem ser comparados com os da atual líder do setor de streaming de vídeo, Netflix.

 American Gods, série produzida pela emissora americana Starz, é parte do catálogo licenciado da plataforma de vídeo da Amazon: empresa relata gasto de US$ 1,7 bilhão investidos em conteúdo audiovisual no último trimestre (Imagem: Divulgação/Starz)

Entretanto, a Amazon registrou tais gastos como “custo de vendas”, sem detalhar valores e discussões específicas, como o quanto disso foi gasto em produções originais. “Os gastos totais de vídeo e música incluem o licenciamento e custos de produção associados com o conteúdo oferecido dentro das assinaturas do Amazon Prime, e custos associados com assinaturas digitais e também conteúdo vendido ou alugado”, disse a empresa em seu relatório.

Ou seja, todo gasto — mesmo advindo de membros que não são assinantes do serviço Amazon Prime — foi incluído no relatório: filmes alugados e arquivos de MP3 baixados, por exemplo. Mais além, qualquer pagamento feito pela Amazon a empresas como HBO e Showtime para o licenciamento de suas produções também estão previstos no relatório.

De uma forma geral, é possível tirar apenas duas conclusões: primeiramente, dado o valor maior de investimento em relação ao primeiro trimestre de 2018, os produtos audiovisuais da Amazon são grandes e estão crescendo. Em segundo lugar, porém, a empresa vem gastando consideravelmente menos que a Netflix, que tem expectativas de investir até US$ 15 bilhões em conteúdo somente neste ano, segundo analistas.

Fonte: Variety


sábado, 30 de março de 2019

Uber investe para acabar com malandragem no cancelamento de corridas



A Uber vem aprimorando seus serviços para driblar os motoristas “espertos”, aqueles que jogam a seu favor com as taxas de cancelamento. Um dos problemas que ocorrem, em sua minoria, de acordo com a declaração que o porta voz da Uber Austrália deu ao Mashable, são motoristas que forçam os passageiros a cancelarem as corridas, assim, eles se beneficiam das taxas.

Uma táticas comum utilizada por eles é parar longe do local de embarque, fazendo com que o usuário se desloque até eles e se isso passar de 5 minutos, eles cancelam, ou seja, meio de "lucrar" sem oferecer o serviço de transporte efetivamente.

Quando os passageiros estão inacessíveis dentro de uma propriedade fechada ou quando o local de embarque é ilegal podendo resultar em multas, por exemplo, pode ser razão para os pilotos cancelarem, recebendo a taxa compensando o tempo que investiram para se deslocar até o local de partida do usuário.

Em quais situações os pilotos recebem pelas taxas de cancelamento?

  • se você cancelar a corrida 5 minutos após o motorista ter aceitado;
  • se o motorista cancelar a viagem mais de 5 minutos após ter chegado ao local de partida.


Já se estivermos falando do Uber Juntos, o cancelamento é um pouco diferente:

  • se você cancelar após 5 minutos da solicitação;
  • se você cancelar 2 ou mais vezes seguidas uma viagem, mesmo que tenha sido feito após 5 minutos da solicitação;
  • se o motorista cancelar depois de esperar 2 minutos no local de partida.


Fonte: Agência O Dia

A empresa vem orientando seus parceiros sobre zonas de captação segura, com o intuito de reduzir esta prática, buscando uma solução inteligente. Eles também necessitam da ajuda dos usuários, uma vez que há uma seção de “Ajuda” no aplicativo onde eles podem relatar problemas com taxas de cancelamento e assim acompanhar os motoristas que vêm cancelando regularmente as corridas.

O porta voz da Uber relatou que a empresa está trabalhando em uma solução de tecnologia avançada para examinar mais os cancelamentos que serão lançados em abril. Infelizmente, não deram detalhes sobre essa tecnologia, então vamos ficar de olho nas mudanças que vêm por aí!

Fonte: MASHABLE

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Google compra tecnologia inédita para relógios inteligentes por US$ 40 milhões


O Wear OS anda meio abandonado, mas o Google deu sinais que pode voltar a investir na sua plataforma de relógios inteligentes. A gigante de buscas anunciou nesta quinta-feira, 17, a compra de uma tecnologia em desenvolvimento pela Fossil por US$ 40 milhões. O acordo inclui ainda a contratação de parte da equipe de pesquisa da fabricante dos smartwatches Misfit.

No comunicado enviado à imprensa, nenhuma das empresas especificaram qual a tecnologia que motivou a compra do Google. Entretanto, de acordo com a publicação do DroidLife, a novidade teria sido criada após a compra da empresa de braceletes esportivos Misfit. O site diz ainda que se trata de um produto que possui funções e benefícios ainda indisponíveis para a categoria de relógios inteligentes.

Já o executivo do Google Stacey Burr afirmou que a empresa viu algumas tecnologias da Fossil e decidiu compra-las para que “outras empresas do ecossistema pudessem utilizá-las”. Ou seja, é provável que os recursos sejam incorporados dentro do próprio Wear OS ao invés de algum relógio específico do Google.

Nos últimos anos, diversas dúvidas têm sido levantadas sobre o futuro dos relógios inteligentes com o sistema do Google. Sem o apoio da Samsung e com o Apple Watch dominando o segmento, o Wear OS nunca conseguiu atrair a atenção dos consumidores. Até mesmo a gigante de buscas teria cancelado o seu próprio aparelho, que estava sendo batizado de Pixel Watch.

Fonte: www.olhardigital.com.br

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Facebook anuncia investimento de US$ 300 milhões em canais locais de notícias


O Facebook novamente busca plataformas de publicação de conteúdo noticioso, anunciando um investimento de aproximadamente US$ 300 milhões pelos próximos três anos, voltado a redes jornalísticas locais. Não é a primeira vez que a rede social faz isso, porém, no passado, seu envolvimento com o investimento em notícias era voltado a grandes publishers, como CNN e Fox News.

Agora de olho nos “peixes pequenos”, o Facebook quer mitigar o dano causado pela migração das grandes plataformas de notícias para a sua própria vertente de vídeos, que não foi bem recebida pela audiência, além de causar problemas financeiros para emissoras e jornais menores, de cunho local. O objetivo é o de “proteger uma importante fonte de informação”.

O vice-presidente de parcerias globais de notícias do Facebook, Campbell Brown, disse no anúncio, publicado no blog oficial do Facebook, que a rede social pesquisou quais os tipos de conteúdos preferidos pelos seus usuários no consumo jornalístico: “quando perguntamos ‘que tipo de notícias as pessoas querem ver no Facebook’ e falando com parceiros na indústria, nós ouvimos consistentemente uma única resposta: as pessoas querem mais notícias locais, e redações locais estão precisando de suporte”.

Poucas pessoas se dão conta disso, mas as emissoras de notícias locais são as principais fontes de alimentação de conteúdo das grandes publishers: constantemente, redes como a CNN veiculam matérias e entrevistas onde a citação original provém de algum jornal de bairro ou de cidade. Aqui no Brasil, as emissoras de TV fazem algo similar, ora comprando emissoras pequenas e incorporando suas estruturas localmente, ora transformando as empresas em emissoras afiliadas (pense nos programas da TV Globo, mas veiculados pela “Antena Paulista” no litoral).

Investimento do Facebook visa auxiliar redações e emissoras locais nos EUA a serem mais produtíveis e terem melhor suporte frente à transformação digital do conteúdo

O Facebook detalhou a ordem de parte dos investimentos, conforme os tópicos abaixo:

1 - US$ 5 milhões para o “Pulitzer Center” (com mais US$ 5 milhões adicionais de “presente” vindos de Emily Rauh Pulitzer, segunda esposa de Joseph Pulitzer III, neto do lendário Joseph Pulitzer, que dá nome ao prêmio máximo do jornalismo mundial) para lançar o programa “Bringing Stories Home”, uma iniciativa para bonificar reportagens que cubram tópicos de interesse público local

2 - US$ 2 milhões para a “Report for America”, uma iniciativa para posicionar mil jornalistas em redações por todo os EUA nos próximos cinco anos 

3 - US$1 milhão para o Fundo de Transformação “Knight-Lenfest Local News”, que está tentando criar um hub para avaliar e aprimorar o uso da tecnologia nas redações jornalísticas

4 - Um investimento de US$ 1 milhão na Associação de Mídia Local e no Consórcio de Mídia Local, para ajudar suas mais de 2 mil redações membro a gerar receita e faturamento oriundos de conteúdos patrocinados (dentro e fora do Facebook)

5 - Investimento compromissado de US$ 1 milhão para o “Projeto Jornalismo Americano”, uma iniciativa filantrópica de suporte a emissoras locais de notícias

6 - US$ 6 milhões para o projeto “Community News”, em parceria com editoras do Reino Unido para recrutar “jornalistas de comunidade” trainees e posicioná-los em redações locais por um período de dois anos

7 - Mais de US$ 20 milhões dedicados à expansão do Programa de Aceleração do Facebook, para auxiliar editoras locais com seus modelos de negócio e assinaturas

Em um comunicado assinado pelo fundador e diretor executivo Jon Sawyer, o Centro Pulitzer disse: “Estamos muito gratos pelo compromisso do Facebook em nos ajudar a vencer os desafios do jornalismo atual, especialmente em cidades pequenas onde a sobrevivência dos canais noticiosos depende de novos modelos de reportagem e engajamento das respectivas comunidades. Também aplaudimos o compromisso do Facebook com a independência editorial, algo absolutamente essencial para o nosso sucesso”.