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terça-feira, 23 de julho de 2019

Polícia Civil prende criminoso de 19 anos que hackeava contas bancárias


Uma quadrilha de cibercriminosos foi desmantelada após trabalho da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Na última segunda-feira (22), foram presas três pessoas que praticavam fraudes bancárias na internet via malware.

É importante manter atualizado seu roteador e alterar a senha de fábrica

A Operação Code Market prendeu Ramon Moraes da Silva, 19, responsável por desenvolver um malware que infectava modems e roteadores para capturar senhas de usuários de internet banking, afirma a polícia. Ramon ainda seria responsável por comercializar o malware, que é conhecido como KL DNS — o rapaz chegou a comercializar o malware e exibir um tutorial de utilização no YouTube.

Além de Ramon, foram presos “F.R.F.”, 46, em Sorocaba, no interior de São Paulo. “F.R.F.” usava a conta bancária de sua ex-namorada, “L.A.A”, 39, que também foi presa hoje (23) na Bahia. De acordo com a polícia, F.R.F. também comercializava o malware e trocava mensagens com Ramon Silva.

Como se proteger


Para se proteger deste tipo de malware, é importante manter atualizado seu roteador e alterar a senha de fábrica. Verifique possíveis atualizações sempre que possível e deixe seu roteador sempre em dia.

Vale a pena redobrar o cuidado na hora de visitar sites que exigem login, isso também evita outros tipos de golpe. Por último, uma ferramenta antivírus pode ajudar a manter o seu computador seguro.


Polícia Federal prende 4 suspeitos de invadir celular de Sergio Moro


A operação sigilosa que investiga a invasão hacker ao celular do ministro da Justiça Sergio Moro teve uma atualização na tarde desta terça-feira (23): a Polícia Federal está cumprindo quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão — todos estariam envolvidos com a suposta ação hacker no celular do ministro. Segundo o Estadão, quatro pessoas já teriam sido presas.

“Spoofing” é “um tipo de falsificação tecnológica

Os mandados são cumpridos em São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto, cidades de SP. A operação, batizada de Spoofing, teve sua ação determinada pelo juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, Vallisney de Souza Oliveira. “As investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados”, informou a PF.

A Polícia Federal afirma que o nome “Spoofing” é “um tipo de falsificação tecnológicaque procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é”, nota o Estadão.

Sergio Moro percebeu que foi alvo de ataque hacker quando, na noite do dia 4 de junho, recebeu uma ligação do próprio número em seu aparelho.

Fonte: TecMundo

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Modo anônimo do Google vai impedir que sites saibam descubram navegação


O Google confirmou hoje (19) que o Chrome 76 vai impedir que sites descubram se o usuário está navegando no modo anônimo. Por causa disso, domínios que usem paywall como forma de renda não conseguirão bloquear o acesso de usuário usando a navegação privada; a mudança acontece por causa de uma modificação na API FileSystem.

A API FileSystem é usada para gravação, modificação e eliminação de arquivos: anteriormente, ela ficava desativa no modo do Chrome, mas acabava sendo ativada pelos sites para descobrirem a navegação anônima.

A versão final do Google Chrome 76 poderá ser usada a partir do dia 30 de julho

Na verdade, o Modo Anônimo nunca foi completamente anônimo — nem vai começar a ser —, visto que os sites conseguiam acionar essa API FileSystem para descobrir se um usuário navegava pelo modo e, então, colocar o paywall. Contudo, o Google agora modificou essa API e deve acabar com a “farra” do paywall no Modo Anônimo.

A versão final do Google Chrome 76 poderá ser usada a partir do dia 30 de julho.

“O modo anônimo do Chrome baseia-se no princípio de que você deve ter a opção de navegar na web de maneira particular. No final de julho, o Chrome solucionará uma brecha que permitiu que os sites detectassem pessoas que estão navegando no modo anônimo. Isso afetará alguns editores que usaram a brecha para impedir a contação do paywall, portanto, gostaríamos de explicar o histórico e o contexto da alteração”, explica o Google em seu blog.

Fonte: TecMundo

terça-feira, 16 de julho de 2019

Aplicativo WeChat censura conversas de usuários em tempo real


Talvez você até não conheça, mas o aplicativo chinês WeChat é um dos mais atualizados no mundo, chegando ao número de 1,1 bilhão de usuários. Como um ‘super app’, ele engloba várias funcionalidades: mensagens, pagamentos, rede social, comida e até carros, é como um Facebook cheio de esteroides.

Infelizmente, por outro lado, o WeChat também possui um dos melhores sistemas de censura automática que existem no mundo. Segundo pesquisadores do Citizen Lab, da Universidade de Toronto (Canadá), a censura acontece em tempo real e ataca tanto texto quanto imagens que envolvem discussões políticas e assuntos internacionais. Temas sensíveis, dizem os pesquisadores, ficam sob a tutela do Estado chinês.

O WeChat facilita a filtragem em tempo real

O Citizen Lab nota que os algoritmos do WeChat têm a capacidade de derrubar uma publicação na timeline da rede social (conhecida como WeChat Moments) em até 10 segundos. Em conversas, como deveriam ser privadas, as coisas funcionam de maneira diferente: há uma censura em tempo real. “O WeChat facilita a filtragem em tempo real, mantendo um índice de hash preenchido por hashes MD5 de imagens enviadas por usuários da plataforma de bate-papo", diz a pesquisa.

“Descobrimos que a Tencent [empresa de telecomunicações chinesa] implementa a censura automática em tempo real das imagens de chat no WeChat com base no texto contido nas imagens e na semelhança visual de uma imagem com as presentes em uma lista negra. A Tencent facilita a filtragem em tempo real, mantendo um índice de hash preenchido por hashes MD5 de imagens enviadas por usuários da plataforma de bate-papo. Se o hash MD5 de uma imagem enviada pela plataforma de bate-papo não estiver no índice de hash, a imagem não será filtrada. Em vez disso, ele é enfileirado para análise automática. Se for considerado sensível, seu hash MD5 será adicionado ao índice de hash e será filtrado na próxima vez que um usuário tentar enviar uma imagem com o mesmo hash”.

Um olhar para o futuro?

Entre os tópicos censurados, mostra a pesquisa, estão temas envolvendo a questão da prisão do CFO da Huawei Meng Wanzhou, a guerra comercial com os EUA e as eleições de meio de mandato norte-americanas que ocorreram em 2018.
“Devido à recente dificuldade em obter e manter as contas do WeChat, analisamos o tópico das imagens filtradas no WeChat por proxy, medindo a filtragem de imagens no Qzone, outro produto da Tencent. Usando testes de amostras, descobrimos que essa técnica é amplamente eficaz. É possível que essa técnica de medição de filtragem de conteúdo (em uma plataforma fácil de medir usando uma implementação de filtragem semelhante) seja generalizada para futuras aplicações”, conclui a pesquisa.


Fonte: TecMundo

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Reconhecimento facial induz polícia ao erro, que detém mulher inocente


A Polícia Militar do Rio de Janeiro foi induzida ao erro pelo sistema de reconhecimento facial utilizado em Copacabana (RJ) e acabou detendo uma mulher inocente.

O sistema alertou que uma foragida da Justiça, condenada por espancar até a morte um homem, foi reconhecida na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Chegando ao local, após colher informações no telão do CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), a polícia levou a suspeita para a 12ª DP. Na delegacia, foi constatado o erro do sistema de reconhecimento facial e mulher [que era apenas uma moradora do bairro], uma hora depois, foi liberada.

25 câmeras identificam suspeitos analisando distância entre olhos e tamanho do crânio

Segundo o porta-voz da PM, coronel Mauro Fliess, o erro aconteceu porque o sistema de reconhecimento facial trabalha com estatística.

Ainda, que os policiais fazem uma identificação no loca, mas, em casos de dúvidas, suspeitos são levados para a delegacia, nota O Dia. “Assim que o sistema aponta 70% de possibilidade de a pessoa ser a procurada, uma viatura é direcionada ao local. A abordagem é feita com respeito aos Direitos Humanos e com cautela do agente”, afirmou Fliess.

Hoje, Copacabana conta com um sistema de reconhecimento facial com 25 câmeras que identificam suspeitos analisando distância entre olhos e tamanho do crânio.

Fonte: O Dia

terça-feira, 9 de julho de 2019

Mais de 180 apps maliciosos são removidos pelo Google; veja seu celular


O Google removeu 111 aplicativos da Play Store. Os apps utilizavam de adwares para gerar renda aos desenvolvedores e, juntos, contabilizam mais de nove milhões de instalações — e muitos aparelhos brasileiros podem estar neste número. 

Além disso, a empresa de segurança Trend Micro notou que mais de 70 aplicativos na mesma categoria residem em lojas de download terceiras, como a 9Apps e a PP Assistant.

A Trend Micro afirma que todos esses aplicativos fazem parte de uma campanha maliciosa de adware. O adware é um tipo de programa que exibe propagandas sem a autorização do usuário. Muitas vezes, de maneira criminosa, apps exibem propagandas sob outras imagens de tela, escondendo do usuário que ele estaria gerando renda ao desenvolvedor do golpe.

Foram descobertos os seguintes adwares na campanha: AndroidOS_HiddenAd.HRXAA e AndroidOS_HiddenAd.GCLA

Como nota a empresa de segurança, os adwares estavam em aplicativos voltados para jogos e modos de câmera; todos gratuitos para o download. Entre os apps, alguns deles escondidam ícones de aplicações, outros travavam a tela com propaganda fullscreen sem opção para os usuários e ainda conseguiam evadir a detecção sandbox.

As propagandas, com o tempo, começam a tomar a tela do celular do usuário. Segundo a descoberto, os apps maliciosos exibem anúncios logo após o desbloqueio de tela e até “desaparecem” com o próprio ícone, dificultando a desinstalação. Obviamente, internet e bateria continuam sendo consumidos.

A Play Store não oferece mais esses aplicativos para download. Uma lista completa não foi divulgada, mas você pode checar alguns deles na imagem abaixo:



Fonte: O Google

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Ransomware Sodin sequestra PCs e é detectado na América Latina


ransomware Sodin explora uma vulnerabilidade do Windows (zero-day) e, ao infectar um computador, criptografa os arquivos e pede US$ 250 em bitcoins para a liberação. Infelizmente, ele já foi detectado na América Latina, mesmo com foco em usuários asiáticos, afirma a empresa de segurança Kaspersky.

Segundo pesquisadores da empresa, o ransomware obtém privilégios de administrador assim que infecta um computador com Windows. Além disso, ele aproveita a arquitetura da Unidade Central de Processamento para evitar sua detecção, uma funcionalidade que não é muito comum em ransomware, de acordo com a Kaspersky.

Os invasores que usam o Sodin não precisavam de ajuda de phishing para infectar máquinas

Para entrar em um sistema, cibercriminosos enviam o clássico phishing para enganar a vítima e ela acabar clicando em um link falso para o download do ransomware. Os links falsos costumam chegar via emails ou mensagens falsas em aplicativos de mensagens, por isso é necessário estar sempre atento. Neste caso, do Sodin, é buraco é mais embaixo.

Os invasores que usam o Sodin não precisavam de tal ajuda, geralmente eles encontram um servidor vulnerável e enviam um comando para baixar o arquivo malicioso chamado "radm.exe", isso basta para baixar o ransomware e executá-lo. A Kaspersky ainda afirma que sua detecção é difícil por causa de uma técnica chamada “Heave’s Gate”: ela permite que um programa mal-intencionado execute código de 64 bits de um processo em execução de 32 bits, o que não é uma prática comum e mais incomum em ransomware.

Vulnerabilidades exploradas pelo Sodin:

  • CVE-2018-8453
  • CVE-2019-2725 
  • CVE-2019-2729

“Apesar dos ataques de ransomware terem caído 30% nos últimos dois anos, temos observado uma mudança de comportamento: os hackers têm escolhido os seus alvos tendo em conta seu potencial, dando preferência a grandes instituições e empresas que possam pagar o resgate pedido, diminuindo, assim, o volume de ataques contra usuários domésticos. Este foco em organizações tem como objetivo deixá-las sem sistema por bastante tempo, causando prejuízos consideráveis, o que, por sua vez, tem levado os hackers a utilizarem técnicas cada vez mais avançadas, como é caso do Sodin”, avalia Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky no Brasil.

O ransomware Sodin tem a Ásia como alvo e seus ataques se concentram em Taiwan, Hong Kong e República da Coreia. Contudo, a ação maliciosa já foi detectada na América Latina, América do Norte e Europa. A Kaspersky não revelou quais países dessas regiões teriam sido atingidos.

Como não ser infectado por ransomware:

  • Certificar que todos os softwares usados na empresa/em casa sejam atualizados. Produtos de segurança com gerenciamento de vulnerabilidades e de atualizações podem automatizar esses processos
  • Ficar atento aos links recebidos e ao remetente — não clicar em endereços recebidos de contatos desconhecidos é a máxima.
  • Vale notar que é interessante contar com uma ferramenta antivírus em seu smartphone e computador
Fonte: Kaspersky.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

180 mil pessoas sofrem golpe no WhatsApp sobre 13° salário do Bolsa Família


Um novo golpe de WhatsApp mira beneficiários do Bolsa Família. Segundo o laboratório de segurança dfndr lab, da PSafe, mais de 180 mil pessoas foram atingidas pelo golpe nos últimos sete dias, que promete liberar o 13° salário neste mês de julho.

Dados do laboratório indicam que, a cada hora, pelos 1 mil novos acessos são realizados no domínio fraudulento. A campanha maliciosa é um phishing: phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que "metade do trabalho" é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma "pescaria", o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

O usuário é incentivado a responder uma breve pesquisa e a fornecer dados pessoais

No caso deste golpe do Bolsa Família, o usuário é incentivado a responder uma breve pesquisa e a fornecer dados pessoais — como nome completo e endereço. Posteriormente, ele precisa compartilhar o link malicioso com seus contatos ou grupos do mensageiro para ter acesso ao suposto benefício. 

Por fim, o usuário é induzido a conceder permissão para receber futuras notificações com outros golpes e, depois, direcionado a páginas falsas para fazer downloads de apps infectados com vírus.

“Não é a primeira vez que cibercriminosos utilizam um programa do governo como temática de golpe. Geralmente, esse tipo de tema tem bastante apelo da população, o que facilita na viralização do link malicioso. Além disso, a vantagem de solicitar permissão para enviar novos golpes é que o hacker passa a ter um canal direto de comunicação com vítima, onde não precisará mais se preocupar em mandar links via e-mails, SMS, redes sociais ou mensageiros. 

A mensagem do cibercriminoso aparecerá diretamente na tela de notificações do celular, bastando um toque para a vítima abrir o ataque”, comenta Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab.


Golpe no WhatsApp

Para não cair nesse tipo de golpe, você precisa ficar atento aos links recebidos e ao remetente — não clicar em endereços recebidos de contatos desconhecidos é a máxima. Além disso, se você está com uma dúvida, não insira os seus dados pessoais sem checar com outra pessoa, pode ser amigo ou familiar. Em último caso, procure o site oficial de seu banco/empresa e entre em contato. Vale notar que é interessante contar com uma ferramenta antivírus em seu smartphone e computador.

Fonte: TecMundo

Metrô de SP terá câmeras de reconhecimento facial para vigilância


A Companhia do Metropolitano de São Paulo publicou na última sexta-feira (28) um edital de licitação, no Diário Oficial do Estado, para implantar um novo sistema de monitoração eletrônica por imagempara as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, que operam na cidade de São Paulo.

Segundo o próprio Metrô, no Twitter, o sistema de monitoração eletrônica por câmeras a ser contratado “inclui reconhecimento facial, identificação e rastreamento de objetos e detecção de invasão de áreas”.

O Metrô de SP confirma que vai armazenar as imagens de passageiros por até 30 dias

O sistema reconhecimento facial, afirma o Metrô, tem como objetivo a melhoria e ampliação da segurança operacional do sistema com o aumento do parque de câmeras. “O projeto inclui funções de inteligência, como reconhecimento facial, identificação e rastreamento de objetos e detecção de invasão de áreas. Além disso, será implantado um novo sistema com autonomia para 30 dias de armazenamento de imagens. 

Atualmente, o monitoramento eletrônico do Metrô SP é feito por câmeras analógicas e outras digitais, nem todas integradas aos centros de controle operacional e de segurança”, diz.

Vale relembrar que o sistema privado de metrô, ViaQuatro, que gere a linha amarela, já testou um esquema com portas interativas e reconhecimento facial para vender propagandas aos usuários.

No caso da licitação atual, o Metrô de SP confirma que vai armazenar as imagens de passageiros por até 30 dias. Contudo, em 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados deixa claro como essas informações, que são sensíveis, devem ser tratadas. Sobre isso, o Metrô ainda não fez comentários.

Fonte:  TecMundo

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Hacker aqui? Analista de segurança fala sobre os vazamentos da Lava-Jato


Faz algumas semanas que a Polícia Federal investiga um suposto ataque hacker aos celulares do ministro da Justiça Sergio Moro e procuradores da Lava-Jato, liderados por Deltan Dallagnol — mesmo que eles ainda não tenham fornecido os aparelhos, a PF tenta fazer o seu trabalho. A notícia “hacker aqui” também virou manchete: um hacker, no caso, cibercriminoso, teria se revelado em um grupo do Conselho Nacional do Ministério Público.

Para elucidar algumas questões que envolvem como acontecem ataques hacker e até como o usuário de celular pode se proteger, o TecMundo conversou com Igor Rincon, analista de segurança da informação da Cipher.

Você poderá conferir em detalhes a entrevista publicada em nosso YouTube. Confira:


Fonte:TecMundo

Policiais chineses se tornam ‘Robocop’ com 5G em vídeo promocional


O 5G promete ser o próximo passo na evolução tecnológica. A China é um dos países que desponta com a tecnologia e deverá ser lidar neste ponto. Exatamente por isso, a vigilância estatal que acontece no país também deverá se beneficiar, e um vídeo promocional mostra um pouco dessa realidade.

Policiais utilizando um combo de óculos inteligentes e tablets interconectados para buscar suspeitos e até carros roubados na rua. Com o 5G, qualquer policial poderá se tornar um “Robocop” — mas sem parte do corpo robótico, claro.


Fonte: TecMundo

terça-feira, 2 de julho de 2019

Governo expôs dados de milhares de adolescentes e dependentes químicos


Entre 2013 e 2016, durante a gestão Dilma Roussef (PT), o governo federal expôs os dados pessoais de mais de 30 mil dependentes químicos internados em comunidades terapêuticas, afirma a BBC Brasil. Dentro desse número, estavam também 1,3 mil crianças e adolescentes expostos.

As comunidades terapêuticas oferecem tratamentos baseados principalmente em abstinência do consumo de entorpecentes, espiritualidade e isolamento.

A exposição fere os direitos à privacidade

Os dados expostos indevidamente estavam abertos para acesso no portal de Dados Abertos do Governo Federal. As mais de 31 mil pessoas eram custeadas pelo governo e tiveram as seguintes informações expostas: nome completo, data de nascimento, CPF, profissão, tipo de droga que levou ao tratamento e o custo de internação. Outras informações ainda tocam dados sobre auditorias, contas bancárias de comunidades terapêuticas e os nomes, telefones e CPFs dos responsáveis por essas entidades.

A exposição fere os direitos à privacidade. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o direito “consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade”.

Sobre o caso, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disse que “os cerca de cem arquivos relacionados ao Sistema de Gestão de Comunidades Terapêuticas que estavam disponíveis no portal Dados Abertos fazem parte de uma extração realizada em 2016 de todo o sistema, que em análise preliminar não considerou as questões afeitas à restrição de dados pessoais. Esta extração não era de conhecimento da atual gestão desta diretoria. De comum acordo com o Ministério da Cidadania, o Ministério da Justiça e Segurança Pública solicitou à Ouvidoria desta pasta, responsável pela gestão deste assunto, que tomasse providências de indisponibilizar o acesso a estes arquivos para reavaliação”.


Fonte: BBC Brasil

Bancos brasileiros recebem alerta contra vírus que rouba caixa eletrônico


O malware ATMJaDi pode chegar ao Brasil em breve. Para os bancos locais não serem pegos de surpresa, a empresa de segurança Kaspersky soltou um alerta sobre o malware que tem caixas eletrônicos como alvo. Até o momento, sua atividade foi registrada no México e Colômbia.

Após a infecção no caixa eletrônico, o ATMJaDi permite o saque de todo o dinheiro disponível fisicamente no local. Para instalar o software malicioso na máquina, é necessária uma interface web para acessar o servidor HTTP. Ou seja: o grupo cibercriminoso deve ter sucesso à rede que conecta os caixas eletrônicos, visto que o malware não se controla via teclado ou tela touch.

"Basta que a rede dos caixas eletrônicos esteja isolada da rede corporativa e que seu acesso seja restrito"

Logo após que o malware infecta o caixa, ele exibe uma mensagem que diz “Liberdade e glória” na tela – a Kaspersky nota que essa frase ainda pode aparecer nos idiomas russo, chinês, espanhol e português. Segundo Dmitry Bestuzhev, diretor da Equipe Global de Análise e Pesquisa da Kaspersky Lab na América Latina, “talvez isso tenha sido incluído para despistar a verdadeira origem do malware, porque pessoas nativas em russo não usariam esta palavra neste contexto”.

“As ações necessárias para evitar um ataque direcionado como este são simples: basta que a rede dos caixas eletrônicos esteja isolada da rede corporativa e que seu acesso seja restrito, isso já impediria o golpe. Em segundo lugar é essencial que uma instituição financeira tenha soluções avançadas para monitorar possíveis atividades maliciosas, o que permitiria detectar a atividade do malware, mesmo este usando processos legítimos do software de controle do ATM”, analisa Bestuzhev. “O fato do malware estar em atividade na Colômbia e já contar com a mensagem em espanhol e em português são um grande alerta para bancos brasileiros e latino-americanos. Tradicionalmente os cibercriminosos colombianos costumam vender seu malware para outros países.”

Fonte:  Kaspersky