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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Modo anônimo do Google vai impedir que sites saibam descubram navegação


O Google confirmou hoje (19) que o Chrome 76 vai impedir que sites descubram se o usuário está navegando no modo anônimo. Por causa disso, domínios que usem paywall como forma de renda não conseguirão bloquear o acesso de usuário usando a navegação privada; a mudança acontece por causa de uma modificação na API FileSystem.

A API FileSystem é usada para gravação, modificação e eliminação de arquivos: anteriormente, ela ficava desativa no modo do Chrome, mas acabava sendo ativada pelos sites para descobrirem a navegação anônima.

A versão final do Google Chrome 76 poderá ser usada a partir do dia 30 de julho

Na verdade, o Modo Anônimo nunca foi completamente anônimo — nem vai começar a ser —, visto que os sites conseguiam acionar essa API FileSystem para descobrir se um usuário navegava pelo modo e, então, colocar o paywall. Contudo, o Google agora modificou essa API e deve acabar com a “farra” do paywall no Modo Anônimo.

A versão final do Google Chrome 76 poderá ser usada a partir do dia 30 de julho.

“O modo anônimo do Chrome baseia-se no princípio de que você deve ter a opção de navegar na web de maneira particular. No final de julho, o Chrome solucionará uma brecha que permitiu que os sites detectassem pessoas que estão navegando no modo anônimo. Isso afetará alguns editores que usaram a brecha para impedir a contação do paywall, portanto, gostaríamos de explicar o histórico e o contexto da alteração”, explica o Google em seu blog.

Fonte: TecMundo

domingo, 14 de julho de 2019

Google Chrome permitirá edição manual de senhas para Android


A Google trabalha em uma opção para permitir que você edite as senhas armazenadas no Chrome para Android.  A novidade chegará primeiro ao mobile e, posteriormente, às versões para desktop, mas ainda está em fase de implementação — ou seja, não é ativada nativamente e precisa ser ligada "na mão".

Se quiser ativá-la, digite chrome://flags#password-editing-android, para assim o site mencionado anteriormente como o seu gerenciador de senhas padrão. Após, será necessário reiniciar o Chrome. Quando concluir a atualização, acesse as configurações clique na aba Senhas. Nesta etapa pode ocorrer duas possibilidades: Inserir o PIN ou usar impressão digital.

Concluído o processo, você poderá visualizar e editar suas senhas. O Google vinhatrabalhando nesse mecanismo há alguns anos, porém, o projeto foi suspenso em 2014 e está sendo retomado agora. Conforme sua evolução, o mesmo ocorrerá para demais aparelhos eletrônicos.

Fonte: 9to5Google

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Chrome vai dificultar que outras empresas rastreiem os seus passos na web



Outras empresas, não o Google, claro. O Chrome atualizou seus recursos de privacidade para dificultar o rastreio de sua navegação online. Isso será feito por novas ferramentas que bloqueiam o acompanhamento de cookies e também entregam mais detalhes sobre o uso.

"O Chrome atualizou seus recursos de privacidade para dificultar o rastreio de sua navegação online"

Como o Chrome nota, os cookies do próprio Google não serão bloqueados, já que a companhia utiliza esses dados para “personalizar” a experiência do usuário. Por outro lado, usuários do navegador saberão como esses dados são usados por outras empresas e ainda terão a capacidade de selecionar quem poderá acessar as informações.

Segundo o Wall Street Journal, o Google vinha trabalhando nestas novas ferramentas pelos últimos seis anos. Porém, após o escândalo que envolveu Facebook e Cambridge Analytica, acelerou o processo de desenvolvimento.


segunda-feira, 29 de abril de 2019

Golpe pode substituir barra de URL do Chrome para enganar usuários



Uma nova forma de enganar usuários e potencialmente roubar suas informações pessoais utiliza a barra de endereços do Google Chrome para dispositivos móveis. Essa tática de phishing foi descoberta pelo desenvolvedor Jim Fisher, que publicou os detalhes no seu blog pessoal.

Fisher conseguiu enganar o navegador ao substituir a barra de endereços do seu próprio site por uma versão falsa que apontava para a URL do banco HSBC. Para conseguir isso, ele tirou proveito da função do Chrome que esconde a barra superior sempre que o usuário rola a página. Normalmente, ela apareceria de novo quando o usuário tentasse voltar para o topo do site, mas Fisher mostrou que é possível travar essa barra e mostrar a versão falsa em seu lugar.


Alguém mais atento certamente vai notar as diferenças entre as barras, como a quantidade de abas abertas ou o fato de que não é possível interagir com ela, já que se trata apenas de uma imagem. No entanto, assim como acontece com a maioria dos golpes desse tipo, é fácil perceber como usuários menos familiarizados com o smartphone podem ser induzidos a inserir informações pessoais em um site falso.

Imagem: James Fisher/Reprodução.

De acordo com Fisher, versões ainda mais elaboradas do golpe podem ser criadas. Ele afirma que seria possível até mesmo detectar o navegador que a pessoa está usando para exibir a imagem da barra correta, embora o único exemplo demonstrado seja no Chrome.
Considerado pelo desenvolvedor como uma falha de segurança, uma das formas de corrigir esse problema seria incluindo algum detalhe visual que pudesse diferenciar a barra real de uma barra falsa.

Caso você caia em uma página que utilize essa tática, a única forma de voltar a ver toda a interface do Google Chrome é bloqueando o aparelho e depois ligando a tela novamente.

Isso vai forçar o navegador a exibir URL real do site. Mais detalhes sobre o método podem ser encontrada no blog do desenvolvedor.

Fonte: JAMES FISHER

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Google Chrome vai bloquear downloads suspeitos até mesmo em sites seguros



Em uma de suas próximas versões, o Google Chrome deve começar a bloquear downloads suspeitos, que podem ser utilizados para enganar o usuário e distribuir arquivos infectados com malware.

A proposta é para que o navegador bloqueie os downloads feitos via HTTP em sites que usam o protocolo HTTPS. Inicialmente, o foco estaria em bloquear arquivos considerados de “alto risco”, o que inclui EXE, DMG, CRX, ZIP, RAR, TAR e 7Z.

Essa medida não afetaria downloads feitos via HTTP em sites que também utilizam apenas o HTTP. O Google justificou essa decisão afirmando que o Chrome já alerta o usuário de que páginas HTTP são potencialmente inseguras, indicando que há riscos para os downloads feito ali e exigindo mais atenção de quem baixa.

"Firefox também estuda implementar a mesma medida de segurança"

Como está em uma fase bem inicial de discussão, ainda não há detalhes sobre como será a implementação na versão final. É possível, por exemplo, que o navegador apenas exiba um aviso de segurança que pode ser ignorado pelo usuário. Além disso, o foco será a versão do Chrome para desktop, pois a versão para Android já tem proteções contra download de APKs suspeitos.

Dentre os principais navegadores do mercado, o único a não utilizar a mesma base do Chrome também se mostrou interessado na mudança. Um representante da Mozilla comentou que a organização tem interesse em levar essa função de segurança também para uma versão futura do Firefox.

Fonte: ZDNET

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Google Chrome vai permitir pausar vídeos com atalhos do teclado



Colocar um vídeo ou música para tocar no YouTube enquanto faz outra coisa é uma realidade para muitos usuários. Assim como uma janela do Google Chrome com várias abas abertas ao mesmo tempo. O problema é que, até agora, é necessário encontrar a aba na qual o vídeo está aberto se você quer pausar ou avançar na lista de reprodução. Mas este problema parece estar perto do fim.

De acordo com informações do site ZDNet, a nova versão do Google Chrome vai oferecer suporte para os atalhos multimídia que vários teclados possuem. A previsão é de que o Google Chrome 73 seja lançado no próximo mês. A atualização de suporte aos atalhos estará disponível, inicialmente, para Chrome OS, macOS e Windows. Ainda não há data especificada para o lançamento em Linux.

(Reprodução/Pexels)

Com a nova ferramenta, os usuários podem usar os atalhos do próprio teclado para controlar áudio e vídeo que estejam sendo reproduzidos no navegador. Eles irão funcionar mesmo se o Google Chrome estiver minimizado. Os atalhos que estarão disponíveis são, além de pausa e play, os de voltar para a faixa anterior, seguir para a próxima faixa, voltar alguns segundos e avançar alguns segundos. 

Para quem já quiser testar a novidade, basta acessar esta página demo. No entanto, a ferramenta só está disponível para quem tem as versões Chrome 73 Beta ou Chrome Canary.

Fonte: ZDNET

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Google Chrome finalmente terá suporte ao Windows Mixed Reality


Não é novidade nenhuma dizer que o Google Chrome é o navegador mais popular do mundo: segundo um levantamento realizado pelo portal Netmarket, o navegador é utilizado por mais de 60% das pessoas no mundo - o que, precisamos admitir, é muita gente. Agora, o navegador pode estar perto de ter suporte à plataforma de realidade mista da Microsoft, chamada de Windows Mixed Reality.

Essa novidade foi descoberta pelos redatores do portal Windows Latest, que perceberam algumas mudanças no novo código-fonte do Chromium, o navegador que é praticamente o coração do Google Chrome que conhecemos. Trata-se de um belo indicativo de que, sim, o navegador da Google está trabalhando para poder utilizar o recurso da Microsoft.
Reprodução/Windows Report

As partes do código que chamaram a atenção dos redatores foram alteradas entre os dias 22 e 29 de janeiro, e ambas sugerem as novas funções em seus próprios nomes. Uma indica uma marcação para o suporte ao Windows Mixed Reality, enquanto a outra sugere um recurso que adicione dispositivos de realidade mista para suporte da plataforma. Com isso, a Google estará liberando o suporte à realidade mista em todos os navegadores baseados no Chromium, algo que o Edge se tornará em breve.

No fim das contas, não é muito difícil entender o motivo pelo qual o Chromium está trazendo o suporte ao Windows Mixed Reality mais de 1 ano após o lançamento da plataforma. Acontece que a Microsoft pretende utilizar o motor de renderização do Chromium ao invés da sua própria tecnologia, o EdgeHTML, em uma versão futura do navegador Edge. Tudo isso vem seguido do aumento da popularidade do Windows Mixed Reality: a plataforma teve sua estreia com headsets da Acer, Asus e outras fabricantes sendo que, atualmente, a Microsoft exibe apenas 7 headsets para venda – dos quais três estão esgotados e apenas dois estão disponíveis para compra.