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quinta-feira, 18 de abril de 2019

6 tecnologias que vão mudar nossas vidas até 2030



Embora muita gente não saiba, tudo que cerca o homem é tecnologia, desde a pedra lascada até fotos do solo de Marte. Com o passar dos tempos, a evolução da tecnologia se acelerou de tal forma que pôde permitir a alguém que nasceu na era do rádio alcançar a era da internet.

Vejamos algumas tecnologias que já estão entre nós atualmente, mas que ainda vão modificar bastante a forma como vivemos num futuro não muito distante.


6 tecnologias que vão impactar o mundo até 2030


1. Carros autônomos



Fonte: Doutor Multas

Até 2026, estima-se que 10 por cento da frota dos EUA seja de veículos autônomos. Várias empresas já possuem testes em estágios avançados. As pessoas poderão entrar em táxis, falar o endereço e ser levadas até o destino, tudo sem a presença de um motorista humano. Carros elétricos autônomos significam maior segurança no trânsito e diminuição da poluição do ar.


2. Roupas inteligentes


Fonte: Energia Inteligente

As roupas ganharão chips. Elas serão capazes de se adequar à temperatura ambiente, aquecendo ou arejando o seu dono, além de fornecer informações sobre seu corpo.


3. Inteligência artificial



Fonte: Franck V./Unsplash

Já pensou em eleger um novo diretor executivo de uma empresa fornecendo dados sobre os candidatos e deixando que um robô escolha o mais adequado para a função? Isso não está muito longe de acontecer.


4. Impressão 3D



Fonte: Advanced Science 2019 The Authors

De objetos a órgãos de seres vivos, tudo poderá ser impresso em 3D. Como podemos imaginar, a área da medicina será a mais beneficiada. Com órgãos sendo impressos em 3D, as pessoas não precisarão esperar por doações.


5. Supercomputadores de mão



Os smartphones que usamos hoje são muito mais potentes que nossos primeiros PCs. A evolução não vai parar. Em poucos anos, você terá um celular mais complexo que o computador mais rápido com o qual já teve contato.


6. A internet será cada vez mais necessária


Fonte:  Jens Johnsson/Unsplash

Até 2024, 6,4 bilhões de pessoas (80 por cento da população mundial) terão uma identidade digital. Em alguns lugares, será impossível “viver” sem estar conectado à internet, seja para um simples acesso à rede social, como para realizar pagamentos em lojas sem operadores de caixa. 

Neste sentido, a tecnologia 5G terá papel fundamental na ampliação do fornecimento das conexões móveis, além da melhoria do sinal. 

Aqui no Brasil, a Oi se juntou com a Huawei para testar o 5G na cidade de Búzios, no Rio de Janeiro, realizando demonstrações com velocidades 50 vezes superior ao atual 4G. Você já pode ir se preparando para o futuro ao conferir o que a operadora oferece no site Zelas Conecta.


sábado, 23 de março de 2019

O Boticário usa tecnologia em nova loja e prepara perfume feito por IA



Durante a noite desta quinta-feira (21), a rede de cosméticos brasileira O Boticário inaugurou uma nova loja na cidade de Curitiba que utiliza a tecnologia para criar algumas experiências interessantes. O TecMundo foi convidado para o evento, com direito a um tour pela loja para conhecer as novidades.

Além de mostrar embalagens com NFC, sistema de pagamento via celular e um espelho que exibe tutoriais de maquiagem, a empresa aproveitou o momento para criar mais expectativa em cima do perfume desenvolvido por uma inteligência artificial que será lançado ainda neste ano.

Foto: O Boticário/Divulgação.

Quem passar pelo Shopping Pátio Batel a partir desta sexta (22) verá logo de cara que o ambiente é bem diferente dos outros pontos de venda da marca. Mesas de madeira e garrafas de vidro que mais parecem saídas de um laboratório de alquimia dividem espaço com telas modernas mostrando os produtos da empresa.

Entre os destaques da loja, que recebeu o nome de Boticário Lab, chama a atenção uma tela com instruções para usar diferentes tipos de maquiagem. Qualquer cliente pode tirar uma foto do próprio rosto, seguir o tutorial que aparece no visor e depois fazer um comparativo tirando outra foto. As imagens podem ser enviadas via e-mail, mostrando também quais produtos foram usados.

"Tela com tutorial de maquiagem e análise microscópica de cabelo são alguns destaques da nova loja."

Outro detalhe novo é o uso da tecnologia NFC – a mesma utilizada em pagamentos com celular nas máquinas de cartão – para exibir mais informações sobre a linha Match da empresa. No mesmo local, é possível usar um microscópio para fazer a análise do cabelo e saber qual produto é ideal para você.

Além disso, a empresa destacou alguns detalhes feitos para aumentar a comodidade de quem está no local, como pontos de carregamento para celular (incluindo recarga sem fio), e a possibilidade de que qualquer vendedor possa finalizar a compra, o que acaba com a exigência de se dirigir ao caixa para levar os produtos.

Durante o evento, a marca também apresentou os perfumes da linha 214, que serão exclusivos dessa loja. O nome é uma referência ao local onde a primeira perfumaria foi aberta, antes mesmo de se tornar uma franquia, na própria cidade de Curitiba.

Nova loja da marca em Curitiba. Foto: O Boticário/Divulgação


Perfume com inteligência artificial


Uma das novidades mais aguardadas da empresa para esse ano é a nova fragrância com fórmula criada em parceria com uma inteligência artificial. Durante o evento, tivemos a chance de conversar com o perfumista David Apel, que assina o projeto, sobre esse novo trabalho.

Para ele, esse uso da IA é uma das coisas mais legais que já aconteceram em quase 40 anos de profissão. “É uma outra maneira de criar fragrâncias. Eu ainda posso ser, vamos chamar assim, o diretor criativo. Cada perfumista que utilizar o sistema da IA pode ler os resultados com sua própria visão. Em outras palavras: a IA cria, mas nós interpretamos”, disse David.

O perfumista também explicou que um dos aspectos mais interessantes desse uso da inteligência artificial envolve poder analisar as fórmulas de milhares de fragrâncias criadas ao longo de dois séculos e encontrar combinações que ainda não foram testadas.

Nome e outros detalhes desse perfume ainda não foram revelados. O que sabemos é que ele utiliza algoritmos da IBM Research e foi executada por uma das principais fornecedoras de O Boticário, a empresa alemã Symrise.

Fonte: TecMundo

sexta-feira, 15 de março de 2019

China deve ser mais relevante que EUA em pesquisas com IA já em 2020



A China está prestes a passar os Estados Unidos em pesquisas relacionadas à inteligência artificial. A afirmação é baseada em estudo publicado no Medium por pesquisadores do Allen Institute for Artificial Intelligence que mostra que a China já passou os Estados Unidos em número pesquisas publicadas sobre o assunto, sendo que vai dominar a lista dos 10% principais artigos em breve.

Isso faz parte de um programa do país asiático anunciado em 2017 exatamente com o intuito de transformar a região na líder do setor de inteligência artificial até 2030. Segundo Field Cady e Oren Etzioni, que assinam o texto, a pesquisa buscava entender o cenário de publicação para mensurar o trabalho deste programa.

O grupo analisou trabalhos buscando por temas-chaves em cada um dos locais desde 1980 para mostrar a parcela de participação de ambos países. Segundo os dados, a China passou os Estados Unidos em números absolutos de pesquisa já em 2006: de 5 mil publicações em 1985 o país saltou para 143 mil em 2018.

Parcela entre os 50% trabalhos mais relevantes (Foto: Carissa Schoenick/Medium)

Porém, a ideia em dizer que o país asiático vai dominar o setor não é meramente quantitativa. Os pesquisadores criaram um ranking com todos os trabalhos e notaram que entre os 10% mais relevantes a parcela de participação norte-americana caiu de 47% em 1982 para 29% no ano passado. Em contrapartida, os chineses passaram de zero para 26,5% do total.

Nisso, os pesquisadores também conseguiram criar uma tendência, colocando que a China deva passar os Estados Unidos nos 10% trabalhos mais relevantes já em 2020, 10 anos antes do planejado por Pequim.

Relação entre EUA e China entre os 10% trabalhos mais relevantes (Foto: Carissa Schoenick/Medium)

Na parcela de 1% mais relevantes, ainda, a estimativa é de que os trabalhos chineses superem os americanos em 2025.

China deve passar EUA nos 1% trabalhos mais relevantes em 2025 (Foto: Carissa Schoenick/Medium)

A pesquisa também reconhece alguns problemas, como o fato de que classificar um trabalho como sendo de um país A ou B pode ser difícil por conta de colaboração entre pesquisadores.

Fonte: Medium


sábado, 2 de março de 2019

As 10 tecnologias mais inovadoras do momento, segundo Bill Gates



Todos os anos a MIT Technology Review, a revista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, faz previsões de tecnologias disruptivas que vão mexer com o mercado nos próximos anos. Para 2019, a publicação resolveu chamar ninguém menos que Bill Gates para fazer essa curadoria.

“Sou grande fã da lista da MIT Technology Review, então, quando me pediram para criar a de 2019, eu aceitei. Foi muito divertido trabalhar na edição escolhendo quais inovações incluir. Acredito que os dez itens trarão impactos significante nos próximos anos. Estou empolgado em aprender mais sobre eles”, comentou o fundador da Microsoft em sua conta no Linkedin.

Veja abaixo as apostas do empresário:

1 - Destreza robótica


Um robô pode lidar repetidamente com um componente de uma linha de montagem com incrível precisão sem nunca ficar entediado. Mas basta mover o objeto um milímetro ou trocar por algo ligeiramente diferente para que a máquina se atrapalhe.

De acordo com Gates, os projetos para que os robôs tenham a destreza dos humanos e consigam manipular qualquer objeto devem se popularizar. Se isso acontecer, veremos uma grande evolução no mundo das máquinas. Robôs poderão carregar máquinas de lavar louça, montar aparelhos e até ajudar idosos a sairem da cama.

Nesta linha de pensamento, Gates cita o projeto Dactyl, desenvolvido por uma empresa de São Francisco e sem fins lucrativos, como um dos mais promissores da área. A startup criou uma mão robótica, rodeada por uma série de luzes e câmeras, que possui uma rede neural que aprende como mexer em objetos dentro de um ambiente simulado antes de tocá-lo fisicamente.

Geralmente não é possível transferir esse tipo de prática virtual para o mundo real, porque o atrito e as propriedades de cada material são diferentes e difíceis de serem simuladas. A equipe do Dactyl, no entanto, contornou isso adicionando aleatoriedade ao treinamento virtual, dando ao robô uma proxy de desordem da realidade.

2 - Nova energia nuclear


Os reatores avançados de fusão e fissão estão se aproximando da realidade, de acordo com Gates. Projetos nucleares que ganharam força no ano passado se mostraram promissores e podem tornar essa energia mais barata e segura.

Entre eles estão os reatores de fissão geração IV, uma evolução dos tradicionais, que até então pareciam fora de alcance. Para se ter ideia do quão próximo estamos desta nova realidade, desenvolvedoras de reatores de fissão geração IV, como a Canada Terrestrial Energy e a TerraPower, dos EUA, firmaram parcerias de pesquisa e desenvolvimento com empresas de serviços públicos, visando o fornecimento de rede a partir de 2020.

3 - Previsão de bebês prematuros


Em pouco tempo será possível prever se uma mulher grávida poderá ter um parto prematuro. De acordo com Gates, o bioengenheiro da Universidade de Stanford, Stephen Quake, achou uma maneira mais fácil de detectar e sequenciar as pequenas quantidade de material genético cell-free no sangue. Se antes a coleta desse material exigia formas invasivas, como perfurar a barriga da grávida para realizar uma amniocentese, agora os pesquisadores conseguem apenas com uma pequena amostra do sangue.

4 - Sonda de intestino em uma pílula


A Disfunção Entérica Ambiental (EED) é uma doença assintomática caracterizada por inflamações crônicas no intestino que impede que o órgão absorva todos os nutrientes necessários. A doença é difundida nos países mais pobres e uma das razões pelas quais muitas pessoas são desnutridas e têm atrasos no desenvolvimento e nunca atingem uma altura normal. O problema é que ninguém sabe a causa do EED e como ele pode ser tratado e prevenido. A triagem prática para detectar essa doença ajudaria o mundo todo.

De acordo com Gates, Guillermo Tearney, patologista e engenheiro do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) em Boston, está desenvolvendo pequenos dispositivos que podem ser usados ​​para inspecionar o intestino em busca de sinais de EED e até mesmo obter biópsias de tecido.

As cápsulas de Tearney, que podem ser engolidas, contêm microscópios em miniatura. Elas são ligadas a uma corda flexível que fornece energia e luz, e envia imagens para um monitor. Isso permite que o profissional de saúde pause a cápsula em pontos de interesse e retire-a quando terminar, podendo ser esterilizada e reutilizada.

5 - Vacinas personalizadas contra o câncer


De acordo com Gates, os cientistas estão prestes a comercializar a primeira vacina personalizada contra o câncer. Se funcionar como esperado, a vacina, que aciona o sistema imunológico de uma pessoa para identificar um tumor por meio de suas mutações únicas, pode efetivamente impedir muitos tipos de câncer.

A startup alemã BioNTech é uma das pioneiras no assunto. Em 2008, a empresa apresentou evidências convincentes de que uma vacina contendo cópias dessas mutações poderia catalisar o sistema imunológico do corpo para produzir células preparadas para procurar, atacar e destruir todas as demais células cancerígenas.

Em dezembro de 2017, então, a BioNTech iniciou um grande teste da vacina em pacientes com câncer, em colaboração com a gigante de biotecnologia Genentech. O estudo em andamento tem como alvo pelo menos 10 tipos de cânceres sólidos e visa inscrever mais de 560 pacientes em locais ao redor do mundo.

6 - Hambúrguer de laboratório


A ONU prevê que o mundo tenha 9,8 bilhões de pessoas até 2050. Até essa data, de acordo com as previsões, os humanos consumirão 70% mais carne do que em 2005. O problema é que criar animais para consumo humano está entre as piores coisas que fazemos ao meio ambiente. Dependendo do animal, produzir um quilo de proteína de carne com métodos industrializados ocidentais requer de 4 a 25 vezes mais água, 6 a 17 vezes mais terra e 6 a 20 vezes mais combustíveis fósseis do que produzir meio quilo de proteína vegetal.

Sendo assim, algumas empresas estão trabalhando na criação de carnes cultivadas em laboratórios. Os "hambúrgueres fakes" são feitos a partir do tecido muscular de animais e cultivados em biorreatores. O produto final é muito parecido com o original, embora o gosto ainda não.

Segundo Gates, pesquisadores da Universidade de Maastricht, na Holanda, acreditam que terão carnes produzidas em laboratório disponíveis para larga escala já no próximo ano. Vale lembrar que as emissões na produção dos “hambúrgueres fakes” é apenas 7% inferior à produção de carne bovina.

7 - Coletor de dióxido de carbono


Mesmo que a gente reduza as emissões de dióxido de carbono, o gás de efeito estufa pode persistir por milhares de anos. Para evitar um aumento perigoso das temperaturas, o painel climático da ONU conclui que o mundo precisará remover até 1 trilhão de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera neste século.

Em uma recente descoberta, o cientista de clima da Harvard, David Keith, calculou que as máquinas poderiam, em teoria, por menos de de US$ 100 a tonelada, fazer uma captura direta do gás. Mas, o que fazer com ele?

Segundo Gates, a Carbon Engineering, empresa canadense que Keith fundou em 2009, sabe exatamente como utilizar o gás. A empresa planeja aumentar a produção de seus combustíveis sintéticos, usando o dióxido de carbono capturado como ingrediente-chave. Vale lembrar que o fundador da Microsoft é um investidor em Engenharia de Carbono.

8 - Eletrocardiograma do pulso


Relógios e rastreadores de condicionamento físico não são dispositivos médicos sérios. Mas um eletrocardiograma - do tipo que os médicos usam para diagnosticar anormalidades antes de causar um derrame ou um ataque cardíaco - requer uma visita a uma clínica, e as pessoas muitas vezes não conseguem fazer o teste a tempo.

Por isso, Gates acredita que os relógios inteligentes com eletrocardiograma serão tendência nos próximos anos. Possibilitados por novas regulamentações e inovações em hardware e software, os wearables deverão oferecer a conveniência de um dispositivo vestível com a precisão de um aparelho médico.

A startup AliveCor, do Vale do Silício, criou uma pulseira que pode detectar fibrilação atrial, uma causa freqüente de coágulos sanguíneos e derrames. Tanto ela quanto a Apple já receberam autorização da FDA (Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos) em 2017 para lançar seus aparelhos. Agora é questão de tempo para iniciar a comercialização.

9 - Saneamento sem esgotos


Cerca de 2,3 bilhões de pessoas não têm um bom saneamento. A falta de banheiros adequados encoraja as pessoas a despejar matéria fecal nas lagoas e córregos próximos, espalhando bactérias, vírus e parasitas que podem causar diarréia e cólera. Para se ter ideia, uma em cada nove crianças no mundo morre por causa da diarréia.

Agora, os pesquisadores estão trabalhando para construir um novo tipo de banheiro que seja barato o suficiente para o mundo em desenvolvimento, e que possa não apenas descartar o lixo, mas também tratá-lo.

Para isso, em 2011, o próprio Bill Gates criou o concurso Reinvent the Toilet Challenge. Desde o lançamento do concurso, várias equipes colocaram protótipos em campo. Todos os projetos processam o lixo localmente, portanto, não há necessidade de grandes quantidades de água para transportá-lo para uma estação de tratamento distante. Além disso, a maioria dos protótipos não precisa de esgotos e se parecem com banheiros tradicionais.

Atualmente há dois projetos que merecem destaque, segundo o empresário, um da Universidade do sul da Flórida, e outro de Connecticut.

10 - Assistentes de IA mais naturais


Estamos acostumados com assistentes de Inteligência Artificial, mas sabemos que eles ainda vão evoluir muito. Alguns avanços recentes estão prestes a expandir o repertório dos ajudantes virtuais, de acordo com Gates. Recentemente, o Google revelou um sistema chamado BERT que consegue completar frases com palavras faltantes. Em um teste de múltipla escolha, o sistema foi tão bem quanto os humanos na atividade de preencher lacunas.

Essas melhorias, juntamente com uma melhor síntese de fala, vão mudar a nossa relação com os assistentes de IA. Vamos passar de simples comandos para conversas complexas. Gates ainda aposta que as mudanças vão facilitar tarefas diárias como fazer anotações, achar informações em sites e até compras online.