Os consoles da
nova geração, PlayStation 5 e Xbox Scarlett, começam a ser revelados e há
grande expectativa sobre o que vem por aí nos próximos anos. Aos poucos vamos
recebendo os detalhes e agora o diretor geral da série Yakuza, Toshihiro
Nagoshi, fez alguns comentários bastante interessantes sobre a nova máquina da Sony.
“Era programável” seria o foco na
arquitetura do jogo e não somente às melhorias gráficas"
Ele comentou
durante a transmissão do programa Sega-Nama que o PS5 tem capacidade de
processamento poderosa, o suficiente para fazer com sua equipe pense em várias
maneiras de melhorar a jogabilidade de sua franquia. “Mesmo depois do
lançamento do PlayStation 5, acho que o PlayStation 4 será o foco principal por
mais algum tempo. O poder de processamento do PS 5 é incrível, por isso, quando
tentamos pensar em uma nova jogabilidade que utilizará todo o seu potencial,
não tenho certeza de quais aspectos da mecânica existente devemos traduzir.”
Além disso,
Nagoshi citou o retorno da “era programável”, em que o foco será mais na
arquitetura dos jogos, com ajuda da inteligência
artificial (IA) e do aprendizado de máquina — e não somente
na evolução gráfica.
Fonte:
Gematsu
“Primeiro,
houve um tempo em que os gráficos melhoraram, então havia recursos de rede e
agora acho que você pode dizer que é um retorno à era ‘programável’. Acho que
IA e aprendizado de máquina continuarão a evoluir. Se você concentrar seu poder
em gráficos, será o melhor que já vimos, e acho que todos estão pensando em
como devemos usar esse poder. Eu também. Tem a IA e muitas outras coisas que eu
quero pensar.”
Lembrando que
já tivemos recentemente uma pequena amostra de como deve ser
o arsenal do PS5. Por enquanto ainda não há uma data de lançamento — mas a previsão
é de que seja lançado até o final de 2020.
Está
participando da Campus Party? Em parceria com a Shawee,
o Canaltech preparou uma seleção de atividades que envolvem temas e áreas de
conhecimento que podem ser muito úteis durante a sua participação em qualquer
hackathon. Mas antes de conferir as atividades desta quinta-feira, 14 de
fevereiro, veja as dicas a seguir para adicionar todos os eventos à sua agenda
de maneira fácil e não passar sufoco:
1 - Baixe
o app da Campus Party no seu celular para acompanhar as atividades e fazer
networking com o pessoal. Disponível para Android e iOS.
Pronto,
agora que você está preparado, confira a seguir as principais atividades desta
quinta-feira de Campus Party. Basta clicar no título da atividade para ir até a
página da Campus Party e ver mais informações. Aí é só fazer seu login no
Campuse.ro e escolher as atividades que quer participar. Clicando no botão
laranja, localizado abaixo do quadro de horário do evento, você inclui a
atividade na sua agenda.
Três minutos parecem pouco tempo, não
é mesmo? Mas é suficiente para apresentar e vender sua ideia. Você realmente
sabe utilizar bem o seu tempo? Venha aprender o passo a passo para um pitch
perfeito!
Especialistas do setor de drones,
tecnologia embarcada e logística discutem as oportunidade desse setor para
startups. Serão discutidas diversas soluções já possíveis com a tecnologia
atual para operar dentro da lei para salvar vidas e reduzir os custos de
entregas de mercadorias no campo e na cidade.
Programação é um conhecimento
essencial para o futuro (ou
para o presente) e cada vez surgem mais iniciativas
para ensinar programação a todos, muitas vezes com o slogan de que qualquer um
pode aprender programação. O que você precisa aprender para programar? E será
mesmo que qualquer um pode programar?
Participe da Batalha de Pitches da
CPBR12! Você tem um minuto para apresentar sua ideia de negócio e receber
feedback da banca de convidados formada por Vinicius Machado, Paulo Quirino e
Gaby Sant'anna. Está preparado pro desafio? Inscrições realizadas por ordem de
chegada!
Já se perguntou quais linguagens de
programação deveríamos dar mais atenção e quais estão apenas no hype? Ninguém
melhor que o Pokemaobr para nos guiar num assunto tão complexo.
Bate papo para com a galera sobre
como se tornar um especialista em Desenvolvimento Seguro de Software e
apresentar diversas técnicas de segurança em codificação, além de tirar dúvidas
gerais sobre o tema.
Que os dados são o novo ouro, ou o
novo petróleo, você já sabe... Mas o que você precisa saber para extrair o
melhor dessa riqueza e ter destaque em sua carreira de pessoa desenvolvedora?
O Git é uma ferramenta para controle
e gerenciamento de código fonte, inicialmente projetado e desenvolvido por
Linus Torvalds para o desenvolvimento do kernel Linux, porém adotado por muitos
outros projetos posteriormente. Nessa apresentação, teremos uma introdução ao
Git e seus principais casos de uso dentro do fluxo de trabalho de um desenvolvedor.
A vida na área de desenvolvimento de
software costuma ser cheia de desafios e oportunidades. Nessa palestra, a
Adriana vai compartilhar com você que é iniciante ou pretende trabalhar na área
de TI um pouco sobre o que te espera no mercado de tecnologia, os desafios que
temos que enfrentar, como se preparar, o que ela aprendeu e quais mudanças
estão acontecendo nesta área, cada vez mais distante do estereótipo do nerd
quietão!
Nessa talk, o Vinicius vai falar um
pouco sobre as teorias da base da pirâmide (BoP) e do B24B (business for to 4
billion) e como é muito importante dar atenção para esse mercado e refletir
tanto sobre o potencial financeiro quanto sobre o poder de transformação
social.
À primeira vista, Inteligência
Artificial, Machine Learning e Deep Learning podem parecer conhecimentos muito
específicos, que só interessam a profissionais das áreas de tecnologia. Mas a
verdade é que esse deixou de ser um tema “para nerds”. A Inteligência
Artificial está cada vez mais presente no dia-a-dia das pessoas e tem
revolucionado a prática de diversas profissões.
Qual a alma do seu algoritmo? Quanto
os dados de treino estão ajudando a criar um algoritmo preconceituoso? Há a
possibilidade do seu algoritmo julgar erroneamente pessoas de um determinado
grupo? Entenda o que está por trás de um algoritmo de recomendação, além de
refletir sobre como a nossa realidade social pode influenciá-los.
Vamos falar de um assunto bem fora do
nosso dia a dia? Eu sugiro esse contato porque muitas vezes nossas melhores
ideias vem das fontes que menos imaginamos.
Em um novo artigo publicado
na Science Robotics, engenheiros suíços apresentaram um sistema que ensina um
robô a se mover mais rápido do que nunca, enquanto tenta evitar ser derrubado.
Ele também é capaz de se levantar se cair no chão. Existem vários vídeos na web
com robôs se equilibrando para não cair, mas, no caso citado, esses novos robôs
não tiveram os movimentos programados. Eles simplesmente aprendem novos movimentos
por si só.
O ANYmal foi originalmente projetado
por pesquisadores do Robotic Systems Laboratory, do Instituto Federal de
Tecnologia da Suíça (ETH Zurich). Desde então, têm sido comercializados como
parte da empresa ANYbotics, fundada em 2016, e continua a ganhar melhorias.
Ao contrário de muitos dos robôs de
quatro pernas que existem hoje, este robô à prova d'água foi projetado
especificamente para viagens em áreas de difícil acesso, como florestas,
complexos industriais e paisagens com neve. De acordo com a ANYbotics, ele já
pode ser usado para alcançar lugares perigosos onde humanos não podem ir, e até
para missões de busca e salvamento. Ele até já fez uma ponta em
um episódio da série X-Files no
ano passado.
Embora os robôs de
quatro pernas sejam mais ágeis e com melhor coordenação do que seus
equivalentes de duas pernas, ainda há muito espaço para melhorias. Uma das
soluções que a robótica encontrou é uma forma de aprendizado de máquina chamado
aprendizado por reforço.
Esse método permite que os robôs
treinem por si mesmos por meio de um modelo de tentativa e erro, para encontrar
a melhor maneira de executar uma tarefa, como caminhar. Em suma, aprender por
reforço permitiria ao robô quase "pensar" e aprender como um animal,
com sua própria lógica interna.
No entanto, usar o aprendizado por
reforço com um robô com pernas não é uma tarefa fácil, já que tanto o autômato,
quanto seus movimentos são muito complexos. Até agora, os cientistas se limitaram
a fazer essas simulações por computador. "Mas usar os dados dessas
simulações para treinar robôs reais também é difícil", diz Jemin Hwangbo,
cientista do Robotic Systems Laboratory da ETH Zurich.
"Tem sido extremamente complexo
desenvolver políticas de controle para robôs tão sofisticados", disse ele.
"Existem inúmeras situações com as quais um desses robôs pode se
encontrar, e é quase impossível projetar uma lógica de controle que cubra todos
eles."
No artigo, Hwangbo e sua equipe
escreveram como desenvolveram uma rede neural que lhes permitiu mover os dados
da simulação para o robô com mais facilidade e eficiência do que antes.
Essas simulações
foram quase mil vezes mais rápidas do que teriam sido no mundo real. A equipe
disse que eles também foram capazes de reduzir o poder de computação necessário
para fazer uma simulação como essa, e que isso poderia ser feito com um
computador comum.
Seus últimos resultados, que
mostraram em uma série de vídeos, são realmente impressionantes (e também um
pouco assustadores). O último robô da ANYmal foi capaz de melhorar seu recorde
de velocidade em 25% e foi capaz de processar as ordens com mais precisão. Ele
permaneceu em pé, enquanto os pesquisadores faziam todo o possível para
derrubá-lo. Também conseguia se levantar depois de cair no chão, o que, segundo
a equipe, nunca havia sido observado em um robô de quatro patas com esse nível
de complexidade.
Além disso, de acordo com Hwango, seu
sistema deve funcionar em qualquer robô da ANYmal. Segundo os pesquisadores,
isso poderia ajudar qualquer robô de quatro patas a se levantar. Mas ainda há
muito trabalho a ser feito para que o robô tenha agilidade em uma ampla gama de
situações.
"Os princípios que apresentamos
neste documento são apenas para um terreno uniforme", disse ele.
"Para atravessar terrenos
difíceis e não estruturados, precisamos de sensores de visão e um sistema
adequado para processar suas informações. Estamos trabalhando nesse sentido e
esperamos ter uma solução mais versátil em breve".
Enquanto isso, vamos esperar que
esses robôs não lembrem de nada da violência que cometemos contra eles em nome
da Ciência. :))