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domingo, 21 de julho de 2019

Holograma da Microsoft traduz conversas para outros idiomas


Ainda não chegou aquela fase da humanidade em que você vai ter à disposição um clone ou um androide para dividir as tarefas, mas talvez em breve possa ter um holograma seu para conversar em outras línguas. A Microsoft desenvolveu uma solução que usa a realidade virtual para a criação de avatares falantes de diferentes idiomas.

A novidade foi apresentada durante a conferência Microsoft Inspire, que reúne parceiros da empresa para conhecerem os projetos mais recentes nos quais a gigante da tecnologia vem trabalhando. Trata-se de uma nova forma de utilizar o VR, uma inovação que já está ao alcance do ser humano, mas que ainda não vem sendo tão aproveitada quanto poderia, graças principalmente aos altos custos de aplicação.

A proposta é que os usuários poderiam lançar mão dessa alternativa para enviar seu duplo virtual em seu lugar para dar palestras em países estrangeiros, por exemplo, no idioma dos nativos ouvintes. Imagine assistir a uma fala ao vivo de Mark Zuckerberg ou Barack Obama no Brasil e em português? Seria isso que o holograma possibilitaria.
Para desenvolvê-lo, a Microsoft utilizou recursos de realidade virtual como a HoloLens, e de inteligência artificial, como a Azure, além de um mecanismo de tradução neural que consegue traduzir não apenas o texto, mas incorporar a voz do sujeito que fala.

A inovação também usa o estúdio de captura Mixed Reality da Microsoft, e esta, em breve, deve começar a comercializar um pacote completo para empresas que desejem desenvolver hologramas que consigam falar em diferentes idiomas.

Para apresentar essa nova tecnologia, a companhia fez uma demonstração de uma "cópia" digital da apresentadora em tamanho original, porém falando em japonês. Primeiro ela mostra seu "mini-me", uma pequena projeção que cabe na palma da mão, para em seguida ampliar o avatar para seu tamanho real.

Fonte: Microsoft

domingo, 14 de julho de 2019

Google Chrome permitirá edição manual de senhas para Android


A Google trabalha em uma opção para permitir que você edite as senhas armazenadas no Chrome para Android.  A novidade chegará primeiro ao mobile e, posteriormente, às versões para desktop, mas ainda está em fase de implementação — ou seja, não é ativada nativamente e precisa ser ligada "na mão".

Se quiser ativá-la, digite chrome://flags#password-editing-android, para assim o site mencionado anteriormente como o seu gerenciador de senhas padrão. Após, será necessário reiniciar o Chrome. Quando concluir a atualização, acesse as configurações clique na aba Senhas. Nesta etapa pode ocorrer duas possibilidades: Inserir o PIN ou usar impressão digital.

Concluído o processo, você poderá visualizar e editar suas senhas. O Google vinhatrabalhando nesse mecanismo há alguns anos, porém, o projeto foi suspenso em 2014 e está sendo retomado agora. Conforme sua evolução, o mesmo ocorrerá para demais aparelhos eletrônicos.

Fonte: 9to5Google

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Google lança jogo de tênis na página do buscador para homenagear Wimbledon


Google lançou um jogo que simula uma partida de tênis para homenagear o torneio de Wimbledon, o mais antigo e relevante do mundo. Ao digitar "Wimbledon" no buscador, uma caixa roxa com informações do torneio irá aparecer, na sua direita existe um ícone de bola de tênis, basta clicar nela para jogar.

A empresa anunciou a novidade no Twitter:


Ver imagem no Twitter
Anyone spotted this little game yet? 👀
No? Let's give you a hint! 😉

1⃣ Search for on Google 🔎
2⃣ Look out for a tennis ball in the results box 🎾
3⃣ Click on it and let the games begin... 🕹️
153 pessoas estão falando sobre isso


É possível jogar na versão desktop e mobile. No computador, a barra de espaço é usada para fazer o saque e as flechas para movimentar o jogador. Já no celular, basta tocar na tela para guiar o  personagem tenista.

Fonte: Google

Google Lens agora identifica artistas e obras de artes regionais


Google Lens, recurso de "leitura" do que está em foco na câmera embutido em aparelhos e serviços da empresa, ganhou uma novidade interessante para quem gosta de arte e explorar cidades.

A partir de agora, é possível identificar obras de arte locais, como grafites, murais, além de outros formatos de arte urbana e até quadros menos conhecidos. A iniciativa é uma parceria com a Wescover, uma instituição que mantém um catálogo digital de arte.

Para ativar a função, é só apontar a câmera do seu Android ou iOS para a arte (ou voltar em uma foto na sua galeria) e ativar o ícone do Google Lens. As informações obtidas incluem dados sobre o criador, mais exemplos de criação similares e até a possibilidade de entrar em contato com a pessoa, caso você seja um empresário, colecionador ou apenas um fã interessado no trabalho.
O objetivo é não só tirar dúvidas e aumentar o conhecimento de moradores locais ou turistas, mas também dar o merecido crédito aos artistas.

Por enquanto, o projeto da Wescover funciona apenas em San Francisco e depende também da base interna da empresa, que tem um catálogo com cerca de 5 mil artistas e companhias. Ele funciona tanto em galerias e museus de arte moderna ou contemporânea quanto em restaurantes, por exemplo.


quarta-feira, 10 de julho de 2019

Windows 7 também ganha atualização de julho da Microsoft


A Microsoft liberou há alguns dias a atualização de julho para todas as versões do Windows 10, cobrindo algumas mudanças em arquivos do sistema operacional e reforçando a segurança. Agora, usuários de versões antigas do sistema também receberam updates em seus computadores.
Os usuários que continuam em versões antigas do Windows não foram esquecidos pela Microsoft. (Fonte: Microsoft/Divulgação)

A companhia acabou de liberar duas atualizações de julho, sendo uma especial para o Windows 7 rodando o Service Pack 1 e outra para Windows 8.1. Os usuários do Windows 7 SP1 poderão baixar o update KB4507449, que traz melhorias de segurança a Windows Server, Microsoft Graphics Component, Windows Storage e FileSystems, Windows Shell, Windows Imput e Composition e Windows Kernel.

Já o update do Windows 8.1, chamado de KB4507448, tem poucas diferenças, que são as seguintes:
  • Resolução do problema que fazia o BitLocker entrar em modo de recuperação se acionado ao mesmo tempo que atualizações são instaladas;
  • Updates de segurança para Windows Wireless Networking, Windows Server, Windows Storage e Filesystems, Microsoft Graphics Component, Windows Input e Composition, Windows Kernel, e Windows App Platform e Frameworks.
As atualizações já devem estar disponíveis para download e instalação nos sistemas operacionais.

Fonte: MSPowerUser

Novo app Mensagens do Android já está em fase beta; veja como testar


Google continua a expandir seu programa de acesso Beta para aplicativos próprios; dessa vez, o Mensagens entrou no hall de apps inclusos — veja como participar.

Cadastrar-se no acesso antecipado do aplicativo é uma tarefa simples. Para isso, basta acessar diretamente o link do Beta ou a Google Play Store e buscar pelo botão de inscrição, logo abaixo da seção de contato com o desenvolvedor. Assim que estiver registrado, as atualizações que você receberá serão exclusivas dos participantes.

Por se tratar de uma versão antecipada do aplicativo, erros e bugs podem ocorrer com mais frequência do que na versão oficial; mas fique tranquilo, pois, já que estamos falando sobre um Beta público e de acesso — quase — irrestrito, as atualizações não deverão apresentar problemas tão graves e servirão apenas para dar os toques finais na aplicação.

Más notícias

Verificamos se era possível se inscrever para o Beta do Google Mensagens e, infelizmente, não foi possível. Aparentemente, o programa tem uma quantidade limitada de vagas, que podem, ou não, aumentar ao longo dos dias. Portanto, para o momento, resta apenas aguardar alguma vaga surgir e ter a sorte de pegá-la.

Fonte: 9to5 Google

terça-feira, 9 de julho de 2019

Stadia: usuário terá acesso a jogos que forem excluídos pelo desenvolvedor


Google Stadia foi anunciado em março, mas ainda rondam muitas dúvidas quanto ao seu funcionamento. A Google sanou algumas delas ao atualizar sua página de FAQ da plataforma de jogos. Entre as informações, está a de que o jogador terá acesso ao game mesmo se este for retirado do Stadia.

Isso significa que uma vez adquirido, o jogo pode ser acessado pelo usuário mesmo que o desenvolvedor decida excluir o produto da plataforma. “No futuro, é possível que alguns jogos não estejam mais disponíveis para novas compras, mas os jogadores existentes ainda poderão jogar o game. Fora circunstâncias imprevistas, o Stadia terá como objetivo manter qualquer título previamente comprado disponível para jogar”, esclarece a página de suporte da plataforma.

O site MSPoweruser , porém, levanta a dúvida do que vai acontecer se a própria Google sair do Stadia. Segundo o portal, a empresa vem abandonando tantos projetos que não seria de se surpreender que em algum momento parasse de dar suporte ao Stadia.

A pergunta que fica é: nesse caso, os jogos comprados permanecem também com o usuário?

Fonte: mspoweruser

quinta-feira, 4 de julho de 2019

IA do Google considera drag queens como “tóxicas” ao analisar comentários


Não é de hoje que as grandes empresas de tecnologia tentam encontrar uma solução para lidar com comentários tóxicos na internet. Em muitos casos, a principal aposta dessas companhias vem sendo o desenvolvimento de uma inteligência artificial capaz de detectar automaticamente se uma frase contém discurso de ódio e realizar todo o trabalho de moderação sem intervenção humana.

É a pretensão do Google para o Perspective, uma ferramenta criada pela Jigsaw, incubadora de tecnologia que faz parte da Alphabet. Ela utiliza aprendizado de máquina para “ler” comentários publicados em redes sociais e medir o nível de toxicidade encontrado ali. Atualmente, o Perspective pode ser testado nos sites YouTubeTwitterFacebookReddit e Disqus através da extensão Tune para Google Chrome.

Mas esse uso de machine learning pode acabar tendo o efeito contrário, ajudando a silenciar minorias e sendo ineficiente contra comentários racistas. É o que mostram os pesquisadores do InternetLab, centro de pesquisas brasileiro que realiza estudos na área de tecnologia e direito. 

Eles utilizaram o Perspective para analisar comentários feitos por “pessoas com discurso extremamente controverso ou muito tóxico” e por drag queens que participaram do reality show RuPaul's Drag Race.

Após analisar 114.204 tweets, coletados com a ajuda de um algoritmo python, as mensagens foram submetidas à API do Perspective e receberam um nível de toxicidade que pode variar entre 0% e 100%. Como você pode ver no gráfico abaixo (clique para ver no tamanho original), algumas drag queens foram consideradas mais tóxicas do que supremacistas brancos dos EUA como David Duke, ex-líder da Klu Klux Klan.
 Fonte: InternetLab/Reprodução

A pesquisa mostra que o algoritmo considerou como tóxicas diversas palavras usadas com frequência por pessoas da comunidade LGBTQ para conversarem entre si. Termos e gírias como fagbitchsissy, e queer receberam níveis de toxicidade entre 51% e 98%. Embora várias dessas palavras possam ser usadas de forma ofensiva, elas foram apropriadas pelas minorias “para lidar com hostilidade externa ao grupo”.

“Nossa análise qualitativa de tweets individuais ilustram como esses vieses têm implicações significativas para o discurso LGBTQ”, diz o texto publicado pelo InternetLab. A mensagem “Oi gays de Austin!!!! Venham me ver no @oilcanharrys essa noite!!!”, por exemplo, publicada pela drag Yuhua Hamasaki recebeu 93% de nível de toxicidade. 

Exemplo de tweet que a IA do Google considerou como 94% tóxico. (Fonte: InternetLab/Reprodução)

Por outro lado, tweets com comentários racistas não foram considerados tão tóxicos pelo Perspective. Um exemplo é o tweet de um youtuber afirmando que “as três principais raças têm volumes cerebrais e médias de QI diferentes”. Para o algoritmo, essa frase tem nível de toxicidade de apenas 21%. 

Algo parecido aconteceu com uma mensagem de David Duke contra imigrantes, que recebeu apenas 7% de toxicidade. 

Tweet com nível de toxicidade de 6%. (Fonte: InternetLab/Reprodução)

Os pesquisadores do InternetLab concluem que é preciso “haver discussão mais profunda sobre como essas ferramentas podem impactar, modificar e modelar a forma por meio da qual nós todos nos comunicamos”. O centro de pesquisas promete publicar um artigo acadêmico em breve com metodologia, dados e resultados completos do estudo.


terça-feira, 2 de julho de 2019

Windows 10 libera atualização para… melhorar atualizações


Microsoft sempre está lançando correções e ajustes para o Windows 10 e costuma fazer grandes atualizações pontuais duas vezes por ano — com algumas intermediárias nesse meio tempo. Então, após a que aconteceu em maio, muita gente esperava que a chamada 19H2 fosse igualmente relevante para otimização de suas funcionalidades. Mas, ao que parece, é um update para… melhorar os updates.

“A próxima atualização de recursos do Windows 10 (conhecida no Windows Insider Program como 19H2) será um conjunto de recursos com escopo definido para aprimoramentos de desempenho selecionados, recursos empresariais e aprimoramentos de qualidade”, diz o comunicado oficial da Microsoft.

A Gigante de Redmond afirma que vai usar tecnologia de serviços, como o processo de atualização mensal, para todo mundo que já executa a build de maio deste ano. “Em outras palavras, qualquer um que execute a Atualização de maio de 2019 e busca por updates, terá uma experiência muito mais rápida, pois ela será instalada como se fosse um envio de atualização mensal.”

Novidade não deixa de ser importante

Embora não seja assim aquele pacote com novidades e funcionalidades mais ágeis, um conjunto de processos que possa trazer mais velocidade e segurança para as atualizações não deixa de ser algo muito útil — afinal, ainda tem muita gente que sofre muito com os updates.

Então, trazer não somente uma interface mais dinâmica e funcional como mais segura e fácil de compreender pode ser uma boa. Ainda não há detalhes de como isso deve aparecer na máquina, mas alguns participantes do Windows Insider Program estão recebendo isso tudo aos poucos, a partir de hoje (2).

A ideia é receber feedbacks da versão estável 19H2 e em seguida pular para o modelo instável 20H1. Após as correções dos bugs, pode ser que tenhamos todas as alterações compiladas em um grande release prometido para o final do ano.

Fontes: Windows Blog/BGR

domingo, 30 de junho de 2019

Inteligência artificial descreve receita de pizza com base em fotos


Um projeto chamado PizzaGan, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), está conseguindo fazer com que uma inteligência artificial (IA) tenha a habilidade de recriar receitas de pizza apenas olhando para fotos. A descrição do projeto indica que o objetivo é "ensinar uma máquina a fazer uma pizza ao construir um modo generativo que espelhe esse procedimento passo a passo".

Sabemos que uma pizza é feita em camadas, então os pesquisadores começaram a ensinar as máquinas a reconhecer cada uma delas e identificar os ingredientes apenas observando as imagens apresentadas. 

(Fonte: MIT/Reprodução)

A IA consegue entender a ordem em que os componentes da pizza foram postos, observando o que está mais acima no recheio  e chegando à conclusão do que foi acrescentado por último. Por exemplo, a massa tem a aparência lisa, e é desse princípio que a IA parte; então analisa a profundidade da pizza, conseguindo reconhecer recheios e "coberturas", como pepperoni, cogumelos, azeitonas etc. Assim, a inteligência artificial entende que, após a massa, foi inserido um recheio e, acima dele, os complementos da pizza. 

(Fonte: MIT/Reprodução)

Tudo isso foi desenvolvido com base em 5,5 mil fotos de pizzas escolhidas pelos pesquisadores. A partir daí, os desenvolvedores filtraram imagens pela hashtag #pizza e construíram um banco de dados gigante que ajudou a máquina a se aperfeiçoar.
(Fonte: MIT/Reprodução)

Caso queira se divertir com a IA, você pode conferi-la no site do projeto.

Fonte: PizzaGAN