Mostrando postagens com marcador Correios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Correios. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Aplicativo de frete promete acirrar concorrência com os Correios


O preço do frete no Brasil muitas vezes desestimula compras online. Os Correios, por exemplo, têm um sistema logístico pronto, porém de alto custo, abrindo espaço para o surgimento de tecnologias que ofereçam um serviço similar mas mais em conta, como é o caso da ASAP Log.

A startup se posiciona como uma alternativa aos Correios para pequenas e médias lojas virtuais. Isso é possível porque ela não possui uma infraestrutura própria: por meio de um aplicativo, motoristas de motos, ônibus e caminhão podem se cadastrar para levar uma mercadoria de um ponto a outro.

Assim, a ASAP tem acesso a uma grande rede de entregadores, sem o elevado custo que os Correios têm — a título de comparação, um pacote de 5 kg enviado de Curitiba a Porto Alegre que seria transportado por R$ 46,89 via Correios, por meio do sistema alternativo custa R$ 23,57.

A dinâmica é parecida com a de outros aplicativos de entrega:  é preciso apenas um smartphone e um veículo para receber por fretes encomendados pelo app. O serviço está disponível apenas para lojas virtuais e já conta com 10 mil entregadores cadastrados.


Crescimento


Entre as cidades que contam com o serviço estão São Paulo, Campinas, Brasília, Goiânia, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, além das principais cidades da região sul. Até o final do semestre, a empresa pretende atuar também em Belo Horizonte, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Franca.

Fonte: TecMundo

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Correios: novo presidente toma posse e não confirma privatização


A ideia de privatizar os Correios vem crescendo nos últimos anos e está mais madura nos últimos meses. Agora, após a demissão de Juarez Aparecido Cunha, que era contrário a essa mudança, muito tem se falado sobre o assunto — especialmente quando surgem nos bastidores os boatos de que as gigantes varejistas Amazon e Alibaba estejam de olho na movimentação para uma possível aquisição do serviço de entregas.

Não estamos ainda falando em nada de privatização, diz o general Floriano Peixoto Neto

O novo presidente, o general Floriano Peixoto Neto, assumiu posse na segunda-feira (24) e, de acordo com o Telesíntese, manteve o tom nacionalista do antecessor e, diferente do que muita gente esperava, disse que ainda não pode assegurar a venda da estatal. “Não estamos ainda falando em nada de privatização. Minha intenção é ir para lá trabalhar para fortalecer, para fazer a empresa crescer, ficar mais gigante ainda do que ela é.“

O tom de discurso, pelo menos por enquanto, é de continuidade do trabalho. “Uma coisa de cada vez. Vamos trabalhar para a empresa crescer. É isso que todos nós queremos. O Correio é do Brasil, é uma empresa nossa, e que nós temos muito orgulho”, destacou, após a cerimônia no Palácio do Planalto.
Fonte: Valter Campanato/Agência Brasil/Reprodução

Após prejuízos registrados entre 2013 e 2016, os Correios conseguiram um alívio com receita positiva de R$ 667,3 milhões em 2017 e R$ 161 milhões em 2018. Para realizar a negociação, o governo precisa da aprovação do Congresso, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

A Amazon e a Alibaba não confirmam o interesse e ainda não falaram sobre o assunto.

Fonte: TELESÍNTESE

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Amazon e Alibaba estariam interessadas em comprar os Correios


É conhecido o desejo do presidente Jair Bolsonaro de privatizar os Correios e recentemente ele até demitiu o então presidente da estatal que demostrava desacordo com esta ideia — no lugar, colocou o General Floriano Peixoto, alinhado com o discurso de privatização.

De fora, grandes empresas como a estadunidense Amazon e chinesa Alibaba, dona do AliExpress, acompanham o desdobrar desta história. De acordo com a coluna Esplanada, do jornal O Dia, as gigantes do comércio eletrônico discretamente estudam a possibilidade de compra dos Correios.

O interesse se daria por conta da enorme estrutura logística que a estatal dispõe, com rotas e agências de distribuição de alcance nacional.

A coluna expõe também a possibilidade da Amazon ou Alibaba se unirem a um grande banco nacional para a compra. Assim, o serviço postal seria aproveitado pelas instituições financeiras enquanto a logística seria de serventia das gigantes internacionais.

Ainda não há previsão para o início do processo de privatização. 


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Governo inclui Correios em programa de privatização de estatais



O presidente Jair Bolsonaro concordou em incluir mais uma empresa no programa de privatização de estatais defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Em entrevista ao canal GloboNews na semana passada, Guedes afirmou que o presidente havia aprovado a privatização de mais uma empresa, mas não confirmou o nome da companhia. De acordo com fontes do governo ouvidas pelo G1, ele estava se referindo aos Correios.

Ainda de acordo com o G1, a equipe do presidente avalia que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) atua em um setor que passou por muitas transformações e precisa se modernizar para continuar existindo. Para os técnicos do governo, essas mudanças só poderiam ser implementadas com a privatização da companhia.

A maior resistência à venda vinha do ministro Marcos Pontes, que comanda o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pasta a qual os Correios estão submetidos. Mas ele teria sido convencido a seguir com o projeto, afirmando em entrevista ao Estadão que está alinhado com as diretrizes de Guedes e defendendo que a privatização seja feita de forma lógica, responsável e sem precipitação.

Nos últimos anos, os Correios anunciaram diversas novidades como tentativa de modernizar os serviços oferecidos pela empresa, incluindo armários inteligentes para entregas em locais sem portaria, uma operadora com planos para celular e rastreamento de correspondências via CPF. Embora tenha encerrado o ano passado com lucro líquido de R$ 161 milhões, a empresa passou quatro anos no vermelho, chegando a ter um prejuízo de R$ 2,12 bilhões em 2015.


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Correios lançam armários inteligentes para entregas em locais sem portaria



Os Correios anunciaram uma nova solução para entrega de encomendas em locais que não tem portaria. São as caixas de correio inteligentes, que não exigem a presença de ninguém para que o entregador deixe o pacote. Condomínios interessados em adquirir uma das caixas podem conferir a lista de fornecedores credenciados divulgada pela estatal.

Como a própria empresa descreve, as caixas são nada mais que armários automatizados. Quando um entregador chegar ao local, ele pode selecionar o apartamento que fez o pedido e o tamanho do pacote. Ele então utiliza uma chave eletrônica para destravar uma das gavetas e coloca o item. O morador será notificado por SMS e poderá pegar o objeto quando chegar em casa.


Fim do destinatário ausente! 🙌 Pensando em você que fica fora o dia todo e não tem ninguém para receber a sua encomenda, os Correios criaram a caixa de correio inteligente🗄: armários automatizados para receber objetos a qualquer tempo, com comodidade e segurança. Por meio de uma chave eletrônica, o carteiro acessa o compartimento e digita o número do apartamento do destinatário. Para retirar o objeto, basta o morador se identificar e destravar o equipamento.👏👏👏 Saiba como o seu condomínio pode adquirir a solução 🏙 👉: https://bit.ly/2UJOs8w


Inicialmente, as caixas poderão ser adquiridas nas cidades de Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Contagem, Nova Lima, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, São José, Campinas, São Paulo, Barueri, Osasco e Guarulhos. Segundo a empresa, funcionários de outros locais estão sendo treinados para expandir a disponibilidade.

Se você ficou interessado na proposta, pode conferir mais detalhes sobre como implementar a novidade acessando o site dos Correios.

Fonte: CORREIOS

terça-feira, 26 de março de 2019

Já pensou? Correios querem entrar no mercado de entrega compartilhada



As entregas compartilhadas são uma das melhores coisas que a modernidade nos oferece no momento. E parece que este mercado, que está mega aquecido, está prestes a ganhar um concorrente de peso, pelo menos no tamanho - nem tanto na eficiência. Com a intenção de ampliar seus serviços, os Correios planejam entrar neste setor, hoje comandado por empresas de tecnologia como Uber, Rappi e iFood. De acordo com o projeto, ainda encoberto pelo sigilo de um termo de confidencialidade, a estatal faria uma parceria societária com o setor privado para criar uma empresa de encomendas

Na entrega compartilhada presente no mercado, o usuário acessa um aplicativo de celular e faz o pedido por um alimento ou produto. A entrega é feita por colaboradores definidos pelo sistema. Segundo a Folha de S.Paulo, fontes que participam da elaboração do projeto relataram que a estatal avalia se fará uma parceria com uma dessas companhias que já atuam no mercado ou se o negócio pode ser feito com uma empresa de tecnologia para criar um serviço novo. Com isso, algumas etapas do processo poderiam ser eliminadas e isso poderia gerar uma redução de custos.

Inicialmente, o projeto em estudo não prevê a contratação de colaboradores sem vínculo aos Correios. A medida, segundo dirigentes, não vai promover uma “terceirização branca” dos serviços, e sim a otimização da atual estrutura da companhia. A definição ainda depende da conclusão de estudos técnicos e de viabilidade econômica, mas, encerrada essa primeira etapa, deve ser lançado um projeto-piloto em algumas cidades.

O novo serviço, que inicialmente vai dispensar entrega de comida e deve focar apenas em encomendas, entraria no portfólio da estatal para complementar o que é oferecido hoje.

Também está em estudo aliar o sistema a novas formas de coleta de encomendas. Entre os planos está a instalação de armários automatizados em shoppings e estações de trem e ônibus.

A execução do projeto será tocada pela CorreiosPar, controlada pela estatal.


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Correios vão aumentar valor do frete, mas prometem reduzir o do PAC


Os valores dos fretes serão reajustados em uma média de 8,03% a partir do dia 6 de março, comunicou os Correios nesta segunda-feira (28). De acordo com a empresa, o reajuste ficou abaixo do IGP-M do ano passado.

A estatal alega que os serviços prestados devem passar por uma reformulação, principalmente em relação às lojas online, e que apesar do aumento no entanto os valores para PAC serão reduzidos em até 4% para o varejo, contanto que a pré-postagem seja eletrônica.

Em declaração enviada ao E-Commerce Brasil, os Correios informaram que um pacote básico foi disponibilizado para a redução nas postagens de encomendas de micro e pequenas empresas e ele pode ser contratado pela internet.

"Esse pacote de serviços contempla preços mais competitivos em relação aos praticados na modalidade de pagamento à vista, permite faturamento das postagens e não possui cobrança de valor mínimo mensal", diz a nota.

Também deve chegar ao fim a exigência de uma quantidade mínima de encomendas, e o pacote de serviços Encomenda 1, suspenso em julho do ano passado, deve voltar com cobrança mínima mensal de R$ 1 mil. Os clientes que contrataram esse pacote de serviços e que faturam abaixo desse valor receberão alteração para o pacote básico.

O objetivo dos ajustes, segundo os Correios, é manter seu compromisso como o principal parceiro de micro e pequenas empresas na oferta de soluções para o e-commerce.

No ano passado, os Correios geraram revolta com um reajuste que chegou a aumentar o preço do frete em até 51%, trazendo à tona uma campanha contra o valor abusivo organizada por e-commerces na Justiça.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Em parceria com a Visa, os Correios lançam novo serviço de importação no Brasil


Os Correios acabam de anunciar uma parceria com a Visa para ajudar consumidores brasileiros a importar produtos dos Estados Unidos. Através da plataforma “Compra Fora”, é possível gerar um endereço nos EUA e receber a encomenda no Brasil.

Através do Compra Fora é possível gerar um endereço nos Estados Unidos para qualquer residente no Brasil e, com isso, receber encomendas compradas via internet. A solução permite o envio de produtos adquiridos online em lojas americanas que não vendem ou não enviam seus produtos ao Brasil.

Para usar o Compra Fora é fácil, tudo o que você precisa é se cadastrar na plataforma. Feito o cadastro, você contará com um número identificador (suíte) e os endereços nos Estados Unidos que podem ser utilizados como destino de compras online. Depois, basta informar à loja virtual o endereço escolhido como endereço de entrega juntamente ao suíte.
Realizada a compra, a mercadoria será enviada pelo vendedor ao armazém nos EUA e, após pagamento dos impostos e serviços, encaminhada ao Brasil e entregue no endereço do destinatário informado no cadastro do Compra Fora.
Em relação às taxas de importação, é possível fazer uma simulação no site e ver quais serão os custos dos serviços e impostos, permitindo, assim, que você saiba previamente o quanto irá gastar. Eu fiz uma simulação e preciso dizer que não fiquei muito contente com o resultado.

Na minha simulação, comprei um smartphone no valor de 1000 dólares, com o endereço de residência em Porto Alegre. Ao total, só em impostos de importação teria que pagar R$2.262,08 (cotação de hoje):
A estatal informa que será possível acompanhar o status das compras, a junção de pacotes de diferentes lojas para economizar no envio e, ainda, armazená-los nos EUA por mais alguns dias para aguardar o recebimento de outras encomendas e formar um único pacote.

Como a parceria é realizada com a bandeira de cartão de crédito Visa, é claro que as compras poderão ser feitas apenas com cartões da Visa até o momento, incluindo o Visa Checkout. No momento, apenas compras nos EUA são permitidas.

Para realizar seu cadastro, basta acessar o site www.comprafora.com.br. O lançamento oficial da plataforma será feito amanhã (29), às 9:30, em Brasília.
E aí, o que você achou do Compra Fora?

Fonte: Correios


quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Correios impõem restrições ao envio de baterias em 31 de janeiro


Os Correios vão impor uma série de restrições para o envio de baterias por meio das modalidades SEDEX, PAC e outras. 

A partir do dia 31 de janeiro, o envio de produtos dessa categoria não poderá mais ser feito para fora dos limites municipais a partir do SEDEX, enquanto restrições nos envios locais ou por meio de PAC farão com que só seja permitido mandar células que estejam acopladas a dispositivos como smartphones ou notebooks, por exemplo.

A estatal cumpre novas normas da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que, também em janeiro, começa a aplicar um novo regulamento sobre o transporte de materiais perigosos ou com risco de explosão em aeronaves. São restrições que, na realidade, já existiam desde 2016, de acordo com regras internacionais de segurança, mas que ganharam caráter mais forte neste começo de 2019.

É justamente por isso que a proibição nos envios está relacionada à categoria do serviço e também o destino, bem como os detalhes do pacote em si. Confira a lista de restrições:

Proibições gerais no envio de baterias: SEDEX 10, SEDEX 12 e SEDEX Nacional; SEDEX Estadual para algumas cidades do Amazonas, Pará, Pernambuco e Acre; 

Envio possível apenas com baterias acopladas ao aparelho: PAC Nacional, SEDEX Hoje Nacional, SEDEX Local, SEDEX 10 Local, SEDEX 12 Local.
Vale a pena citar ainda que a restrição se aplica, inclusive, a smartphones e outros produtos cujas baterias venham dentro das embalagens originais, mas de maneira desacoplada. Nestes casos, o envio também será recusado de acordo com as normas citadas e a remessa só poderá ser feita nas modalidades permitidas.

A triagem será feita no momento da postagem dos objetos, com o cliente sendo questionado sobre a presença de baterias ou pilhas no interior dos pacotes e sendo informado sobre as restrições de postagem. Por conta disso, afirmam os Correios, não haverá conferência invasiva, com a abertura de embalagens, nem a necessidade de devolução de produtos a lojistas. Para a estatal, observar as regras de postagem é de responsabilidade dos usuários.

Os Correios informaram ainda que treinamentos e orientações para os funcionários já estão em andamento, enquanto clientes que possuem contratos em vigor também estão sendo informados diretamente sobre as novas regras. Até o dia 31 de janeiro, porém, tudo continuará funcionando normalmente, com os usuários já sendo avisados sobre as alterações que entram em vigor no mês seguinte.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Correios se prepara para lançar “agências modulares”.

Os Correios anunciaram hoje a abertura de uma licitação para um novo projeto chamado “Correios Aqui”. O objetivo da estatal é aumentar sua rede de atendimento físico para franqueados com baixo investimento. O modelo adotado será o que os Correios chamam de “agências modulares” ou “loja dentro de loja”.
Isso quer dizer que os Correios terão basicamente quiosques ou algo do gênero dentro de lojas maiores, operados por fraqueados que já tenham estruturas físicas compatíveis com o negócio de encomendas. Segundo a empresa, o investimento mínimo para se ter um Correios Aqui por um período de cinco anos dentro de uma loja pré-existente seria de R$ 10 mil.
"O investimento mínimo para se ter um Correios Aqui por um período de cinco anos dentro de uma loja pré-existente seria de R$ 10 mil"
Os vencedores da licitação poderão não apenas usar as instalações já existentes de suas lojas para o processamento de encomendas, mas também o seu corpo de funcionários já existente, eliminando a necessidade de contratar mais pessoal.
O novo canal tem potencial para trazer resultados relevantes tanto para o parceiro quanto para os Correios. Ao parceiro, trará ganhos por meio do aumento do fluxo de pessoas em sua loja e da remuneração pelos serviços auxiliares prestados aos clientes postais. Para os Correios, a grande vantagem será a expansão da rede de atendimento com baixos investimentos e custos. A iniciativa também visa à melhoria da qualidade do atendimento e da experiência dos clientes.
Nessa primeira fase, serão licitados 27 lotes em 11 Estados, mas ainda não sabemos como exatamente esses novos postos de atendimento devem funcionar. O prazo para inscrição na concorrência é até 08 de março. Mais informações aqui.
Fonte: CORREIOS