Mostrando postagens com marcador Banimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Banimento. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de junho de 2019

WhatsApp pode processar e banir quem enviar Spam


WhatsApp anunciou, por meio de sua seção de perguntas e respostas, que a partir de dezembro deste ano irá tomar medidas judiciais contra quem enviar mensagens automáticas ou em massa pelo aplicativo.

Por meio do Termo de Serviço, a empresa esclarece que seus produtos não foram projetados para enviar este tipo de mensagem, mesmo nos perfis WhatsApp Business e WhatsApp Business API. Assim, quem violar a regra poderá responder legalmente pelo ato e ter sua conta banida.

A punição se estende a quem ajudar terceiros a burlarem as regras do aplicativo de mensagens. “O WhatsApp tomará medidas legais contra quem auxiliar a terceiros a violarem nossos Termos de serviços com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas, ou com a utilização comercial, mesmo que essas informações sejam disponibilizadas para nós fora da plataforma”, afirma a empresa.

Combate a desinformação

A iniciativa é uma forma de contribuir para o combate a disseminação de informações falsas ou que tenham cunho discriminatório. Em janeiro, a empresa anunciou que só seria possível reenviar uma mensagem para cinco pessoas ao mesmo tempo, agora o aplicativo declara de vez a guerra contra a disseminação de mensagens em massa, acionando recursos jurídicos se necessário.

A medida será colocada em prática a partir do dia 7 de dezembro de 2019.

Fonte: WhatsApp

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Play Store começa a banir apps de venda de maconha no Android


A Google atualizou suas diretrizes na Play Store e agora vai banir aplicativos que vendem maconha diretamente em sua loja. Segundo o Android Police, as empresas que comercializam e entregam erva utilizando os serviços do Android estão indo contra as políticas de conteúdo da plataforma e podem ter seu app retirado do ar.

De acordo com a Google, outro problema que pode acarretar em banimento são aplicativos que servem para marcar encontros para compra e venda de drogas, ou que "facilitem" o comércio de produtos com THC, a principal substância psicoativa das plantas do gênero cannabis. 

Imagem: Eaze

 Retrocesso

A Eaze, uma das companhias afetadas pela mudança, lançou um comunicado dizendo que a decisão da Google é um retrocesso para quem trabalha legalmente com maconha. A empresa atua dentro da lei nos Estados Unidos e comercializa a erva para uso recreativo e medicinal.

"A decisão do Google é um desenvolvimento decepcionante que só ajuda o mercado ilegal a prosperar", disse a empresa. "Estamos confiantes de que o Google, a Apple e o Facebook acabarão por fazer a coisa certa e permitir que as empresas de cannabis legais façam negócios em suas plataformas".

Ontem, a Google comentou que as empresas que vendem cannabis no Android podem evitar o banimento ao retirarem mecanismos como carrinho de compras do aplicativo, fazendo a transação em um site externo. 

"Esses aplicativos simplesmente precisam mover o fluxo do carrinho de compras para fora do próprio app para ficarem dentro da nova política", explicou a dona do Android. "Estamos em contato com muitos dos desenvolvedores e trabalhando para responder a quaisquer dúvidas técnicas e ajudá-los a implementar as alterações sem incomodar os clientes", concluiu.


sábado, 11 de maio de 2019

Amsterdã promete banir veículos a diesel e gasolina até 2030


     A luta contra a poluição e o aquecimento global está virando uma corrida contra o tempo. Entrando nessa batalha está a cidade de Amsterdã, capital da Holanda, que até 2030 pretende fazer um banimento gradual de veículos, como carros, motos e ônibus, que utilizam gasolina e óleo diesel.

       O anúncio foi feito no começo de maio pela conselheira de trânsito da cidade, Sharon Dijksma, que classificou a poluição como "um assassino silencioso e um dos maiores riscos à saúde em Amsterdã". Essa afirmação partiu de avisos do Ministério da Saúde da Holanda sobre os níveis atuais de poluição do ar — principalmente por emissões de dióxido de nitrogênio e materiais particulados — que fazem com que a expectativa de vida diminua em mais de 1 ano, além de aumentar a possibilidade de doenças crônicas devido à exposição.

      A medida começará a ser executada a partir do ano que vem, com a proibição de que carros produzidos antes de 2005 circulem dentro da cidade. Para incentivar os cidadãos a trocarem seus veículos por opções movidas a energia elétrica ou hidrogênio, Amsterdã pretende oferecer subsídios e permissões de estacionamento.
(Fonte: Unsplash/Reprodução)

Menos carros

    A Holanda é particularmente conhecida pelo uso de bicicletas como meio de transporte preferido da população. Entretanto, o tráfego intenso de veículos motorizados em grandes cidades, como Amsterdã, Roterdã e Maastricht, faz com que o país fique com níveis de poluição acima do que é permitido pelas normas da Europa.

       Outras grandes cidades europeias, como Madri (capital da Espanha) e Roma (capital da Itália), também estão tomando medidas para diminuir as emissões de poluição por veículos. Madri está restringindo modelos a gasolina e a diesel produzidos antes de 2000 e de 2006, respectivamente. Já Roma se comprometeu a proibir completamente que veículos circulem no centro da cidade até 2024.


sexta-feira, 3 de maio de 2019

Facebook bane perfis e páginas extremistas acusadas de incitar ódio



As páginas no Facebook de algumas figuras ligadas a grupos de extrema direita foram bloqueadas pela rede social por promoverem discursos de ódio. A proibição se estende também para o Instagram desses usuários, visto que o aplicativo de fotos pertence ao Facebook e a plataforma considera perigoso o conteúdo dessas pessoas.


"Alex Jones não é novato no mundo dos banimentos de redes sociais: em março de 2018 ele foi expulso do Twitter"

Um dos bloqueados da rede social foi Alex Jones, fundador do site de extrema direita InfoWars, famoso pela disseminação de teorias da conspiração e fakenews, além de Paul Joseph Watson, contribuidor do mesmo site. Outro foi Milo Yiannopolous, ex-editor da publicação Breitbart News e autor de comentários polêmicos sobre a hebefilia, que é a atração sexual de adultos por jovens de 11 a 14 anos de idade.

Banido de novo


Alex Jones não é novato no mundo dos banimentos de redes sociais: em março de 2018 ele foi expulso do Twitter e o Facebook já estava de olho nele há um tempo, como mostram emails vazados da rede social de Mark Zuckerberg que o consideram uma “figura de ódio” na plataforma.



 

"Páginas do Facebook ligadas a essas pessoas também serão removidas"

Em uma declaração para o site Gizmodo, o Facebook afirmou: “Sempre banimos indivíduos ou organizações que promovem ou praticam violência e ódio, independentemente da ideologia. O processo de avaliação de potenciais infratores é extenso e é o que nos levou à nossa decisão de remover essas contas hoje”.

Intolerância intolerada


Além dos perfis já citados, entre outros banidos do Facebook estão o neonazista e defensor da supremacia branca Paul Nehlen, o antissemita e líder do grupo religioso Nation of Islam Louis Farrakhan e a ativista política e antimuçulmana Laura Loomer, que já havia sido banida de serviços como o Uber e o Lyft ainda em 2017 por seu discurso de ódio.

Páginas do Facebook ligadas a essas pessoas também serão removidas, assim como plataformas de fãs ligadas a essas páginas. Para se ter uma ideia, só Alex Jones era administrador de 22 delas, que foram todas removidas da rede social.


segunda-feira, 29 de abril de 2019

Google bane ES File Explorer e vários outros apps de desenvolvedora chinesa



Google começou nesta semana o que deve ser sua maior campanha de banimento de apps de uma mesma companhia na Play Store. Os alvos são os produtos da chinesa DO Global, produtora que é parcialmente financiada pela Baidu e é responsável por utilitários como o ES File Explorer e o Selfie Camera. São cerca de 100 aplicativos, dos quais 46 já foram removidos, e que totalizam 600 milhões de instalações, com mais de 250 milhões de usuários ativos.

Segundo pesquisadores das firmas de segurança Check Point e Method Media Intelligence, pelo menos seis softwares da DO Global continham códigos endereçados a cliques fraudulentos em anúncios (como o Selfie Camera e o Total Cleaner), que também poderiam drenar as baterias e gerar dados.


A maioria desses app ocultou a identidade do desenvolvedor dos usuários finais, mostrando que eles foram produzidos pelo “Pic Tools Group (Photo Editor & Photo Grid & Collage)”. O relatório também revela que o Selfie Camera permitia aos programadores reivindicar falsamente pagamentos de recompensa por permitir downloads de terceiros e várias outras funções escondidas.

Fonte: BuzzFeed News

"Investigamos ativamente comportamentos maliciosos e, quando encontramos violações, agimos, incluindo a remoção da capacidade de um desenvolvedor de gerar receita com o aplicativo com a AdMob (plataforma estadunidense de publicidade móvel) ou publicar no Google Play", disse um porta-voz do Google ao BuzzFeed News, que publicou a investigação.

DO Global admite problemas com a publicidade

A companhia chinesa enviou ao Buzzfeed News uma resposta ao artigo, em que admite irregularidades com os anúncios. “Antes de tudo, gostaríamos de estender nossos agradecimentos ao Buzzfeed pelos seus artigos.

Nós entendemos totalmente a seriedade das alegações. Portanto, depois de ler os relatórios sobre nossos aplicativos, conduzimos imediatamente uma investigação interna sobre esse assunto.”

“Lamentamos encontrar irregularidades no uso de anúncios da AdMob em alguns de nossos produtos. Perante isto, compreendemos e aceitamos totalmente a decisão da Google. Além disso, temos cooperado ativamente com eles, fazendo uma análise completa de todos os aplicativos envolvidos ”, diz o comunicado da DO Global.

 Fonte: DO Global

Apps populares envolvidos em irregularidades têm sido mais comuns recentemente e no mês passado uma varredura da Check Point encontrou 200 programas infectados com o malware “SimBad” na Play Store — com mais de 150 milhões de downloads. As companhias chinesas Cheetah Mobile e Kika Tech, que dizem ter mais de 700 milhões de usuários mobile mensais, também foram citadas em investigação sobre esquemas de fraude.

Fonte: GIZMODO