Mostrando postagens com marcador Veículos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Veículos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Nasa pede idéias para os próximos veículos lunares

A Nasa emitiu dois pedidos de informação (RFI - Request for Information) à indústria nos EUA procurando novas abordagens para o desenvolvimento de sistemas robóticos de mobilidade e de veículos lunares capazes de transportar humanos.

Os veículos, conhecidos como LTV (Lunar Terrain Vehicle - Veículo para o Terreno Lunar) serão abertos (não pressurizados) e usados para ajudar os astronautas a explorar e conduzir experimentos em um local onde nenhum homem jamais esteve: o polo sul da Lua.

“A maior distância que as equipes podem caminhar usando seus trajes espaciais são 800 metros”, disse Marshall Smith, diretor dos programas de exploração humana da Lua na Diretoria de Missões de Exploração Humana e Operações na Nasa. “Se pudermos colocar um rover próximo ao local de pouso antes dos astronautas chegarem, o potencial para retorno científico destas missões irá crescer exponencialmente”.
Um Moon Buggy em uso na Lua durante a Apollo 17. Crédito: Nasa

A Nasa já mandou veículos para a Lua. As missões Apollo 15, 16 e 17 levaram cada uma um “Moon Buggy” (oficialmente chamado Lunar Roving Vehicle, ou LRV), veículo projetado pela Boeing e General Motors (GM) para que duplas de astronautas pudessem percorrer grandes distâncias. Em média cada um percorreu 30 km, sem incidentes.

"Também queremos ouvir os líderes da indústria em veículos para todo tipo de terreno (ATV), veículos elétricos e muito mais - isso não é exclusivo para a indústria espacial", observa Smith. "Queremos que nossos veículos na Lua usem e estimulem inovações no armazenamento e gerenciamento de energia em veículos elétricos, direção autônoma e resistência a ambientes extremos".

Fonte: Nasa 

terça-feira, 23 de julho de 2019

“Duende Verde francês” vai atravessar o Canal da Mancha com sua Flyboard


O ex-campeão de jet ski e reservista militar francês Franky Zapata quer voar em sua prancha voadora pelo Canal da Mancha, indo da França para a Inglaterra, nesta quinta-feira (25). A ideia é celebrar o 110º aniversário do primeiro voo de avião que cruzou o canal, realizado por Louis Blériot e reconhecido como um marco para o desenvolvimento da tecnologia aeroespacial.

O homem de 40 anos se tornou conhecido como “soldado voador” ou até mesmo “Duende Verde francês” após a invenção de uma prancha movida a jato. No dia 14 de julho, em comemoração ao tradicional feriado francês do Dia da Queda da Bastilha, Zapata fez uma demonstração de seu Flyboard sobrevoando a avenida Champs-Élysées carregando um fuzil.


Fier de notre armée, moderne et innovante.

28,7 mil pessoas estão falando sobre isso


Na próxima oportunidade, o ex-campeão espera fazer o percurso entre os dois países em 20 minutos, reabastecendo na metade e alcançando velocidades de até 140 km/h. Em entrevista ao jornal francês Le Parisien, Zapata afirmou que, apesar de ser a realização de um sonho, esta demonstração será mais difícil que a anterior. “No Dia da Bastilha, eu usei 3% dos recursos da máquina e precisarei de 99% para o canal. Não será fácil e acho que tenho 30% de chance de sucesso”, explicou.

Zapata recebeu um subsídio de 1,3 milhão de euros do governo francês em dezembro de 2018 para o desenvolvimento do equipamento. Ele é alimentado por cinco mini motores turbo e pode funcionar de forma autônoma por cerca de 10 minutos e atingir velocidades de até 190 km/h.

Equipamento militar?

O Flyboard já foi cogitado como um equipamento para uso do exército, como uma ferramenta para o patrulhamento terrestre de rotina ou em situações de combate. Mas a possibilidade esbarra no custo e na viabilidade: cada unidade custaria US$ 250 mil, o equivalente a mais de R$ 900 mil.

Além disso, o equipamento consome uma grande quantidade de energia e demanda grande controle do piloto, além de levantar dúvidas sobre a segurança de se colocar um motor a jato pendurado nas costas de uma pessoa.

Fonte: The Guardian

sábado, 11 de maio de 2019

Amsterdã promete banir veículos a diesel e gasolina até 2030


     A luta contra a poluição e o aquecimento global está virando uma corrida contra o tempo. Entrando nessa batalha está a cidade de Amsterdã, capital da Holanda, que até 2030 pretende fazer um banimento gradual de veículos, como carros, motos e ônibus, que utilizam gasolina e óleo diesel.

       O anúncio foi feito no começo de maio pela conselheira de trânsito da cidade, Sharon Dijksma, que classificou a poluição como "um assassino silencioso e um dos maiores riscos à saúde em Amsterdã". Essa afirmação partiu de avisos do Ministério da Saúde da Holanda sobre os níveis atuais de poluição do ar — principalmente por emissões de dióxido de nitrogênio e materiais particulados — que fazem com que a expectativa de vida diminua em mais de 1 ano, além de aumentar a possibilidade de doenças crônicas devido à exposição.

      A medida começará a ser executada a partir do ano que vem, com a proibição de que carros produzidos antes de 2005 circulem dentro da cidade. Para incentivar os cidadãos a trocarem seus veículos por opções movidas a energia elétrica ou hidrogênio, Amsterdã pretende oferecer subsídios e permissões de estacionamento.
(Fonte: Unsplash/Reprodução)

Menos carros

    A Holanda é particularmente conhecida pelo uso de bicicletas como meio de transporte preferido da população. Entretanto, o tráfego intenso de veículos motorizados em grandes cidades, como Amsterdã, Roterdã e Maastricht, faz com que o país fique com níveis de poluição acima do que é permitido pelas normas da Europa.

       Outras grandes cidades europeias, como Madri (capital da Espanha) e Roma (capital da Itália), também estão tomando medidas para diminuir as emissões de poluição por veículos. Madri está restringindo modelos a gasolina e a diesel produzidos antes de 2000 e de 2006, respectivamente. Já Roma se comprometeu a proibir completamente que veículos circulem no centro da cidade até 2024.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Motorista é flagrado cochilando enquanto deixa Tesla no piloto automático



Tesla não poupa esforços para tornar a experiência dos seus condutores o mais futurística possível. Todo o design, dispositivos e recursos presentes nos veículos são a prova de que o futuro chegou. O modo de Autopilot (piloto automático) é prova disso. Mas o uso dessa tecnologia nem sempre é o apropriado, como foi o caso de um motorista flagrado em sono profundo enquanto no volante de um Tesla Model X.

O caso aconteceu em uma rodovia próxima de Las Vegas. Gravado com recurso de câmera lenta. O veículo foi visto em alta velocidade, o suficiente para tornar a situação muito perigosa — tanto para o condutor quanto para outros presentes rodovia. Posteriormente policiais conseguiram parar o veículo (simulando um congestionamento) e abordaram o motorista.

Embora seja comum acreditar que o recurso da Tesla dispense qualquer atenção do motorista, não é bem assim que ele funciona. O veículo exige que o motorista sinalize que está atento, solicitando que segure o volante eventualmente. Além disso, o recurso só pode ser acionado em condições específicas (como rodovias). Desta forma servindo apenas como um "auxiliar".

Quando o sistema de verificação é ignorado pelo motorista há uma penalidade: o veículo desativa o piloto automático e o condutor deve assumir o volante até o fim da viagem.

Tesla Model X (imagem: divulgação)

No entanto, o sistema não é perfeito — como pôde ser visto neste flagrante. O cochilo deve ter sido viabilizado com o uso de ferramentas feitas unicamente para burlar o sistema de verificação do piloto automático. O “Autopilot Buddy” é um exemplo. Também é possível contornar o sistema apenas com o uso de uma laranja (ou uma fruta de mesmo tamanho), o que torna a situação ainda mais crítica.

Obviamente a Tesla não permite tais práticas. Resta torcer que esse uso irresponsável deste recurso não cause acidentes.