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sexta-feira, 7 de junho de 2019

YouTube remove vídeos de História sobre o nazismo ao banir extremistas

O YouTube ainda está refinando o algoritmo que detecta e apaga vídeos e canais extremistas, após uma medida de faxina contra discursos de ódio anunciada no início da semana. Por acidentes na programação e um sistema ainda em refinamento, o site de vídeos acabou apagando de forma errada uma série de postagens de canais sérios e embasados ao redor do mundo.

Uma das denúncias partiu do jornal The Guardian, que reuniu uma série de reclamações de professores da área de História. Aproveitando que o YouTube é também um arquivo e repositório de vídeos, eles subiram na plataforma vários materiais das décadas de 1930 e 1940, inclusive noticiários sobre a Segunda Guerra Mundial e discursos do líder nazista Adolf Hitler. Porém, por "promover discurso de ódio e infringir políticas internas", alguns desses arquivos começaram a ser removidos.

O professor e youtuber Scott Allsop, por exemplo, recebeu um email do YouTube relatando o banimento. Segundo ele, boa parte do material é bastante rara e precisa ser disponibilizada para fins de pesquisa ou simples curiosidade histórica. O historiador afirma ainda que recebeu relatos parecidos de colegas que tiveram as contas suspensas ou em análise pelo mesmo motivo.

 

Resolvendo aos poucos


O historiador, colunista, podcaster, youtuber e professor Filipe Figueiredo, do Xadrez Verbal, também teve um conteúdo antigo deletado — segundo ele, material educativo e que condena o nazismo e o Holocausto.  Um dia após contatar o YouTube, ele também teve o clipe devolvido ao canal. 
O @YouTubeBrasil retirou do ar um vídeo educativo sobre o Holocausto que explicitamente condena o nazismo.

O vídeo já foi alvo anteriormente de denúncias em massa de neonazistas.

Gostaria de saber o que faço, ou se é só ter uma horda de alt-right e incel pra derrubar um vídeo.
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Oi! Às vezes os nossos sistemas podem remover vídeos incorretamente. Quando isso acontece, analisamos o conteúdo novamente. No seu caso, concluímos que o seu vídeo não infringe nenhuma política e já foi restaurado. Obrigado por nos avisar!
Veja outros Tweets de TeamYouTube
Já em relação aos casos dos materiais sem edição relatados pelo The Guardian, o YouTube entrou em contato com ele e outros canais afetados após a reportagem e afirmou que a "combinação entre pessoas e tecnologia" atua para manter os conteúdos dentro das regras, e que vídeos "crus" como discursos e noticiários devem conter descrições e outros avisos de que se tratam de materiais educativos para evitar falsos positivos. Os materiais foram restaurados.


terça-feira, 4 de junho de 2019

Deepfakes recriam cenas de Batman, Clube da Luta e mais [vídeo]


A tecnologia chamada de Deepfake propõe a criação de vídeos convincentes de cenas que nunca existiram. A partir da Deepfake, por exemplo, foi criado um vídeo muito realista de Barack Obama insultando Donald Trump, mesmo que o ex-presidente dos EUA nunca tenha gravado nenhum depoimento neste sentido.

Deepfakes são, portanto, imagens falsas criadas a partir do uso de dados e deep learning. A técnica utilizada é a síntese da imagem humana, processada por inteligência artificial para combinar e sobrepor imagens e vídeos, a fim de transformá-los em imagens ou vídeos novos.

O poder da tecnologia foi mostrado na série a seguir de vídeos, que expõe cenas usando rostos conhecidos do cinema dentro de contextos que não existem. Confira:

1. O rosto de Heath Ledger do Coringa em "Batman" é colocado em "A Knight's Tale".

2. Bill Hader se transforma em Arnold Schwarzenegger enquanto faz imitações do ator no show de Conan O'Brien.
 3. E agora em Al Pacino:
4. As cenas do "Clube da Luta" oferecem uma visão mais clara do distúrbio de personalidade no centro do filme:
5. Uma segunda cena de "Clube da Luta" :


quarta-feira, 29 de maio de 2019

PMs que publicaram vídeo sobre ‘fraude na urna’ pagarão multa para a Abrace


Em janeiro deste ano, dois homens aparecem em uma zona eleitoral promovendo desordem e afirmando que as urnas eletrônicas faziam parte de um esquema de fraudes. 

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) viu crime na ação e identificou os policiais militares Hércules Alves Viana e Ivomar Vieira Padre como responsáveis. Ontem (28), em acordo, os policiais aceitaram uma proposta de transação penal e pagarão um salário-mínimo à Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace).

"Ao realizar a divulgação ilícita, os policiais reforçaram as fake news de fraude eleitoral e perturbaram a normalidade dos trabalhos nas eleições"





A transação penal fará com que os sargentos da polícia militar paguem R$ 998 para a Abrace. No vídeo divulgado durante as eleições 2018, os homens ainda estavam em frente às dependências da Polícia Federal enquanto cravavam fraude na urna eletrônica.

O próprio Ministério Público que ofereceu a transação penal, isso porque o “delito do artigo 296 do Código Eleitoral tem pena de dois meses de detenção e aplicação de multa, sendo considerada uma infração de menor potencial ofensivo”, disse o MPDFT.

Sobre o caso, o MPDFT ainda disse que “ao realizar a divulgação ilícita, os policiais reforçaram as fake news de fraude eleitoral e perturbaram a normalidade dos trabalhos nas eleições”. Já o promotor de Justiça Thiago Pierobom também relembra que o vídeo viralizou nas redes sociais e teve ampla repercussão nacional. “Quatro pontos importantes foram analisados para configurar a perturbação dos trabalhos eleitorais. Em primeiro lugar, os policiais se recusaram a seguir o protocolo operacional de comunicar os responsáveis da Justiça Eleitoral. Eles divulgaram vídeo com informações sem comprovação e em desacordo com regulamento da Polícia Militar. A publicação teve forte impacto nas redes sociais, com abrangência nacional, além de provocar desordem ao reforçar uma crença de falta de credibilidade do processo eleitoral”, concluiu.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Veja o que acontece quando você se torna um gênio dos efeitos especiais


Há alguns anos, mais precisamente antes da consolidação do YouTube, os efeitos especiais em vídeos só eram possíveis em obras (filmes, séries, novelas, etc.) de grandes estúdios. No Oscar, a categoria “Efeitos Especiais” já premiou campeões de bilheteria que fizeram várias gerações sonhar em frente às telas de cinema. Já vimos o espaço, o futuro, os dinossauros e vimos até mortos voltarem à vida, como o caso do ator Brian O’Conner, em “Velozes e Furiosos”.

"Zach King começou a fazer vídeos curtos, a maioria com seis segundos de duração, no máximo, com efeitos especiais absurdamente criativos".

Naquela época, os efeitos especiais eram artigo de luxo inacessíveis aos “pobres mortais”.
 Felizmente, com o passar dos anos, a evolução dos recursos de hardware e software permitiram que usuários comuns passassem a criar efeitos em seus próprios vídeos, de forma relativamente simples. Um dos maiores exemplos dessa nova geração de gênios dos efeitos especiais é o youtuber Zach King, que tem mais de 3,7 milhões de inscritos.
 Zach King: bruxo ou mestre da edição de vídeo?

Zach King começou a fazer vídeos curtos, a maioria com seis segundos de duração, no máximo, com efeitos especiais absurdamente criativos. Sua abordagem foge do convencional ao usar os efeitos como se ele tivesse superpoderes, geralmente materializando um objeto ou figura numa peça real. Parece truque de mágica, mas é tudo feito no computador!
Veja, abaixo, alguns exemplos do talento de Zach em vídeos com menos de 30 segundos.

 

O talento Zach King

 

Como conseguir comida de graça no fast food


Explicação para o eclipse de Óregon 2017


A gravidade sempre vence


Salva-vidas brincalhão


Quero começar! Do que preciso?


No mercado, há várias opções de softwares legais, tanto gratuitos quanto pagos, com os quais você pode começar a brincar com suas próprias criações. Agora, se você pretende partir direto para uma referência em efeitos especiais, o Adobe After Effects é uma das melhores opções por seus recursos e popularidade. A Adobe Creative Cloud possui planos que incluem o After Effects a partir de R$ 90 por mês!


sexta-feira, 26 de abril de 2019

YouTube vai destacar vídeos confiáveis sobre eleições para os europeus



Na tentativa de combater as famosas fake news, a Google lançou algumas ferramentas para o YouTube com o intuito de manter o público melhor informado, com conteúdo verificado e vindo de fontes confiáveis. Como a Europa está prestes a realizar suas eleições parlamentares, a plataforma de vídeo e alguns outros serviços vão receber alguns incrementos em todo o território do Velho Continente.

"Essas sinalizações já estavam disponíveis no Reino Unido, na França, na Alemanha e em alguns outros países"

Em uma mensagem publicada em seu site oficial, a Gigante das Buscas anunciou que vai introduzir alguns selos de sinalização referentes a notícias de fontes consideradas confiáveis. Entre essas podemos destacar a BBC News e o FranceInfo, que vão aparecer com mais frequência entre as notícias de última hora e com vídeos informações importantes.

Vale mencionar que essas sinalizações já estavam disponíveis no Reino Unido, na França, na Alemanha e em alguns outros países, mas agora estará disponível nos demais territórios do continente "nas próximas semanas e meses".

Outras medidas

Também houve a menção de que a Gigante das Buscas lançaou uma área específica dentro do Google Notícias chamada "eleições europeias 2019", na qual promete entregar conteúdo de qualidade dentro do jornalismo voltado a diversos tópicos, entre eles Brexit e taxas de combustível. O Google Trends também vai trazer as questões mais buscadas e informações sobre candidatos para ajudar o público a escolher seus representantes nas eleições.

Fonte: GOOGLE