Adaptação dos livros Andrzej Sapkowski pela Netflix, a série The Witcher está bem próxima de seu lançamento oficial. Enquanto isso não acontece, no entanto, fãs da saga do bruxeiro já podem ouvir duas da faixas que farão parte da trilha sonora da produção.
Divulgadas pelo Soundcloud, as faixas Geralt of Rivia e Toss a Coin To Your Witcher são compostas por Sonya Belousova e Giona Ostinelli e mostram influências da cultura eslava que permeia o universo da série. Ouça no link abaixo:
Estrelando Henry Cavill (Geralt da Rivia), Anya Chalotra (Yennefer of Vengerberg), Freya Allan (Ciri) e Joey Batey (Jaskier), The Witcher estreia na Netflix em 20 de dezembro. O show já foi renovado para uma segunda temporada.
The Boys foi uma série de
revistas em quadrinhos criada por Garth Ennis e Darick Robertson em 72 edições
publicadas em 2006 e 2012, além de uma minissérie de 6 edições derivadas da
série (Herogasm), publicada em 2009. As primeiras edições foram publicadas pela
DC Comics, através da sua linha editorial Willdstorm, mas que fora cancelada pela
editora, e o restante veio a ser publicado pela Dynamite Intertainment.
Agora em
2019, os quadrinhos ganham vida pelo serviço de streaming Amazon Prime no
formato de série televisiva para maiores de 18 anos,em sua primeira temporada
no total de 8 episódios com quase uma hora de duração cada, e ambas as mídias
contam a seguinte história:
Quando a fama sobe a cabeça, alguns super-heróis
passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que
pode colocar em risco a própria população. Pensando nisso, uma equipe da CIA foi
preparada para cuidar desse caso.
Conhecidos como "os meninos" ou
"The Boys", esses agentes têm a missão de vigiar o trabalho dessas
personalidades, assim como controlar o surgimento de novos heróis. Tudo começa
quando o jovem Huggie Campbell interpretado pelo ator Jack Quaid, tem sua
namorada brutalmente morta na sua frente pela ação de um desses heróis. Na tv
falam que foi um "acidente", mas pra ele foi um
assassinato. Inconsolado com a perda, Huggie quer justiça, mas não sabe o que
fazer.
É nesse momento que surge Billy Bucther (Karl Urban) ou
"Bruto", líder do tal grupo The Boys composto por ele, o esquentado Leitinho, o
Francês, e a perigosa Fêmea, que o convida à se juntar e vingá-la, desmascarando
esses irresponsáveis, pois essa não foi a única vez que isso aconteceu mesmo.
A
série narra os eventos num mundo ficcional onde esses super-seres existem e
vivem como celebridades, fazendo com que a política, o cinema, economia, redes
sociais, e basicamente tudo gire em torno deles, escondendo suas verdadeiras
naturezas, mas é mais focada em dois personagens, o jovem Huggie e a heroína Luz-Estrela (Erin Moriarty) que acaba de ser convocada pra se juntar à "Os
Sete" (Uma espécie de Liga da Justiça) comandados pelo Capitão Pátria, o
Superman dessa história.
Talvez toda a representatividade que conhecemos e nos
acostumamos sobre super-heróis estejam nela como: Bondade, senso de justiça e
compaixão. Mas por ser ingênua e inocente, faz com que sofra e muito ao se
deparar com péssimos exemplos de seus ídolos e parceiros, carregando todo o
drama da série. Nesse meio tempo ainda rolam participações bacanas do Simon Pegg
(Startrek) e Haley Joel Osment (O Sexto sentido).
A trama é muito boa e
envolvente, e o universo em que esses heróis existem é bem
construído, principalmente pelo trabalho de marketing neles, que é muito bem
feito e convincente nos revelando como querem que os vejamos e como estes são
de verdade.
Além de bons efeitos visuais e personagens interessantes e bem
desenvolvidos, apesar de achar alguns uniformes meio "Cosplay", não me
passando credibilidade suficiente, mas num modo geral estão Ok.
Os roteiristas mandam bem, indo fundo na hora de
mostrar o lado pútrido desses seres poderosos, mas apesar de entender e achar
necessário para o que os autores quiseram contar, algumas realmente incomodaram
minha experiência. O excessivo uso de linguagem chula, a violência gráfica e
gore, nudez explícita, cenas de sexo, perversões e como tratam religião e o modo
fútil que falam do próprio Deus, me tiravam constantemente, olha que muito desses itens foram "amenizados" da HQ nessa adaptação. Mas isso é
pessoal, agora se você é daqueles que curtem o politicamente incorreto, sem
restrições, vai se esbaldar aqui.
Outra coisa, mesmo sendo o ponto
de partida da história, alguns personagens como o Trem-bala (Jesse T. Usher) ou o
Profundo (Chace Crawford), pra mim, ambos soaram desinteressantes, gastando mais
tempo de tela do que deveriam, algo que preferia ter visto investidos em
outros, como o misterioso Black Noir por exemplo.
Os únicos que gostei de
verdade, foram Billy Bruto e Capitão Pátria. Karl Urban está excelente com o
líder dos The Boys, sua frieza e raiva é palpável, mas quem chama a atenção é o
ator Anthony Starr com o Capitão Pátria.
Sua interpretação é perfeita, e o único
que me convenceu com o estereótipo do super-herói, fisicamente e visual. Junto
com sua parceira a Rainha Maeve (Dominique McElligott) entregam a melhor cena
da série, em um salvamento à um avião tomado por terroristas, tornando-a a mais
forte e moralmente impactante dessa temporada.
Fora sua relação asquerosa
materna/sexual com a atriz Elizabeth Shue como a ambiciosa Medellynn Stillwell, que faz a
agenciadora dos super. Não foi à toa que após 6 edições da HQ, a DC Comics
decidiu cancelar a série por estar incomodada com o tom das histórias.
The Boys
a mais nova série da Amazon Prime, é uma sátira exata à Liga da Justiça, é
violenta e explícita desconstrução da figura do super-herói, apontando para os
perigos do culto desse tipo de personagem - a influência das corporações e do
dinheiro, mas principalmente, a natureza corruptora do poder absoluto.
Durante a
conferência da Ubisoft na E3 2019, foi
anunciado que o filme baseado no game "The Division" será lançado
pela Netflix. Além
disso, foi confirmado novamente o envolvimento dos atores Jake Gyllenhaal e
Jessica Chastain na produção.
O filme baseado em The Division havia
sido anunciado logo após o lançamento do game, com notícias sobre a escalação
dos atores Jake Gyllenhaal, de "Príncipe da Persia", "Donnie
Darko" e do vindouro "Homem-Aranha: Longe de Casa", e Jessica
Chastain, de "A Hora Mais Escura" e do ainda inédito "It - Parte
2".
Reprodução/The
Wrap
Desde então, a
produção parecia estar perdida e congelada, mas isso mudou durante a E3 2019,
quando a Ubisoft, ao falar sobre novidades de The Division 2, confirmou que o
filme deve sair do papel com a dupla de atores e em parceria com a Netflix, que
ficará responsável pelo lançamento mundial do filme.
O filme de The Division ainda não tem
data de lançamento e será dirigido por David Leitch, de "John Wick" e
"Deadpool 2".
Se toda semana
a Netflix retira alguns títulos do seu
catálogo, ela também recebe novas séries e filmes quase todo dia. É por
isso que semanalmente separamos a lista
completa do que entra no serviço de streaming nos próximos
dias, para que você não precise perder tempo na hora de procurar as novidades.
O grande destaque da semana é a
série de terror Chambers, que estreia na próxima sexta-feira (26),
assim como as segundas temporadas da animação She-Ra e as Princesas do Podere da produção turca, O Último Guardião.
No catálogo de
séries, a 3ª temporada de Blindspot (ou Ponto
Cego) finalmente chega à plataforma de streaming. Já no mundo dos
animes a novidade é Ingress: The
Animation, além da chegada da 2ª temporada de Baki - O Campeão, ambos originais Netflix.
Confira abaixo
os destaques, as datas e a lista completa dos recém-chegados entre os dias 25
de abril e 01 de maio. Na semana que vem, tem mais Agenda Netflix!
Chambersconta a história de uma jovem que sobrevive a um
ataque cardíaco, mas acaba assombrada pelo mistério do coração que salvou sua
vida. No entanto, quanto mais perto ela fica de descobrir a verdade sobre a
morte de seu doador, mais ela começa a assumir as características da garota
morta – algumas das quais são preocupantes e sinistras. No elenco da série
sobrenatural estão os astros Uma Thurman e Tony Goldwyn (de Scandal). Disonível somente na Netflix já
no dia 26 de abril.
She-Ra e sua
coalizão de Princesas do Poder continuam a lutar pela paz e pelo bem de todos
em um planeta arrasado pela guerra. Com a ajuda de seus amigos, Adora fará de
tudo para que o mundo recupere o equilíbrio.
O
Último Guardião: 2ª temporada
Na 2ª temporada
da série turca (e original Netflix), Hakan e a Lealdade têm um desafio quase
insuperável pela frente: impedir a destruição da cidade – e de todos os
humanos. O Último Guardião chega no dia 26 de abril ao
serviço de streaming.
Lista
completa de entradas no catálogo da Netflix:
25/04/2019
(2018) Aurora -
O Resgate das Almas (filme original)
ULTRAMAN: Direto da Nebulosa M-78, o
gigante de luz está de volta, mas desta vez em forma de anime, completamente
feito em CGI.
Desenvolvido pela produtora nipônica Tsuburaya, comprada e exibida
aqui no Brasil pela Netflix, Ultraman chega ao serviço de streaming em sua
primeira temporada no total de 13 episódios que adaptam o mangá de 2015, escrito
por Eiichi Shimizu e desenhado por Tomohiro Shimoguchi, lançado aqui pela JBC
contendo 10 volumes.
Shinjiro Hayata, filho de Shin Hayata (sim, o Ultraman original
de 1966) descobre que herdou através do pai, o DNA do alienígena herói. Quando uma
força sombria surge, ele precisa vestir o uniforme metálico na luta contra o
mal, se tornando o novo Ultraman.
Totalmente repaginado para uma nova
geração, essa série é um mescla de 2D e 3D, ou como gosto de chamar, 3D
redesenhado, técnica bastante utilizada nos últimos anos em games e animes
como: Blame!, Ajin ou os recentes Godzillas, também da Netflix.
O diferencial aqui
está na direção dos veteranos Shinji Aramaki e Kenji Kamiyama, feras na
computação gráfica, usaram atores reais para dar movimento aos personagens, com a
inovadora captura digital, resultando numa movimentação mais natural, fluída e
realista, além de uma textura e estética mais bonita, principalmente na hora da
ação. E por falar em ação, esse é o ponto altíssimo do anime.
A trama que gira em
torno de um acidente aéreo ocorrido há 12 anos, que resultou na morte de
centenas de passageiros, que acreditam ter sido provocado por um alienígena
chamado Bemlar, que agora tem em seu encalço a Patrulha Científica, o agente
especial Moroboshi, o mais novo integrante o Ultraman Shinjiro Hayata, e também o
misterioso Seiji Hokuto.
A história é boa e bem construída, os personagens são bem
desenvolvidos, a mitologia Ultra, e o universo novo apresentado, é bem explicado e
expandido, tendo até um episódio só pra isso. A ação é bem feita e empolgante, o
roteiro nunca perde sua atenção, te prendendo sempre ao próximo episódio, e a
qualidade da animação é muito boa. Além de diversas referências aos
Ultras, inclusive os clássicos como: Ultraseven, Ultraman Ace, o Taro e aos
monstros que tiveram versões diferentes no mangá.
Pontos baixos pra mim, como
fã, há dois (e isso é bem pessoal) primeiro, esse Ultraman não fica gigante, logo
não tem luta com kaijus enormes, e segundo é que a transformação devido ao DNA
alienígena não existe mais, é apenas uma armadura tecnológica (que lembra e muito
a do Homem de Ferro).
Fora isso, a dublagem está excelente e merece ser
mencionada, nomes como Charles Emanuel e Guilherme Briggs compõem o elenco.
Ultraman
da Netflix, funciona como continuação da série original de 60, só que agora numa versão mais moderna e atual, que traz de volta o espirito nostálgico dos seriados tão
cultuados Tokusatsu, que já está disponível, que pra quem curte esse tipo de
material, vale muito a pena conferir.