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sábado, 15 de junho de 2019

Deputado volta atrás e pede veto à lei da CNH para patinetes elétricos



Ontem (13), a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou uma lei criada por deputados estaduais do PSL, partido de Jair Bolsonaro, que exigiria a obtenção de uma autorização fornecida pelo Detran-RJ — uma espécie de CNH — para pilotar patinetes elétricos no estado. Para a lei entrar em vigor faltava apenas a sanção do governador do Rio Wilson Witzel.

Agora, com a grande repercussão negativa, o deputado estadual Alexandre Knoploch, também do PSL, pede o veto à lei. Um tweet feito pelo político diz: "Diante da rejeição da sociedade e entendendo sempre que o povo é soberano, pedi ao governador do estado o veto total ao projeto". 

Questionado sobre o assunto, Witzel afirmou que ainda não 
havia analisado o projeto, mas que é “pouco provável que sancione qualquer lei que envolva questão de patinete eletrônico”.

Diante da rejeição da sociedade e entendendo sempre que o povo é soberano, pedi ao governador do estado o veto total ao projeto.
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Todos os pontos citados no projeto de lei não devem entrar em vigor pelo menos por enquanto

Com isso, todos os pontos citados no projeto de lei não devem entrar em vigor pelo menos por enquanto ou até algum outra lei ser que contenham tais obrigações seja aprovada pela Alerj e sancionada pelo governador.

Fonte: G1

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Prefeitura de São Paulo recolhe mais de 500 patinetes das ruas


Começou ontem (29) a fiscalização da prefeitura de São Paulo sobre as patinetes elétricas que vem se tornando cada vez mais comum em grandes cidades do Brasil e do mundo. Primeira do país a realizar esse tipo de controle, a cidade comandada por Bruno Covas (PSDB) recolheu nesta quarta 557 patinetes das ruas, segundo a administração municipal.

Circularam na web alguns vídeos dos agentes de uma das subprefeituras paulistanas recolhendo veículos das marcas Grin e Yellow — ambas controladas pela mesma empresa, a Grow. A companhia já havia informado ontem que “está buscando na Justiça o reconhecimento da ilegalidade” do decreto assinado pelo prefeito no último dia 14 e que permitia aplicação de multas às patinetes estacionadas nas calçadas ou ao seu uso sem equipamentos de proteção.

Segundo a prefeitura, a Grow não se cadastrou como empresa de transporte até a última terça (28).

“As empresas de locação de patinetes não realizaram o credenciamento previsto na legislação [municipal] e, portanto, operam sem autorização legal da administração”, informa a gestão Covas. “As penalidades para as empresas vão do recolhimento dos equipamentos até a multa de R$ 20 mil”, completa.

Segundo a Folha de São Paulo, a Grow afirma que não cabe à prefeitura regulamentar a sua atuação, visto que outras companhias de locação de veículos funcionam com base em regras federais. Desta forma, na visão da companhia, a remoção de suas patinetes compartilhadas por parte da administração municipal é ilegal.

Contrariando resolução federal

Uma resolução federal de 2013 garante que patinetes podem ser usadas em locais destinados aos pedestres, incluindo aí as calçadas, desde que a uma velocidade máxima de 6 km/h, contrariando, portanto, a regra paulistana que proíbe o uso dos veículos em calçadas e determina que elas podem ser usadas apenas em ciclovias, ciclofaixas e ruas com velocidade máxima permitida de 40 km/h.


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Uma publicação compartilhada por Ferrez (@ferrezoficial) em
Ainda segundo a resolução de 2013, as patinetes podem trafegar a uma velocidade máxima de 20 km/h quando usadas em ciclovias e ciclofaixas.


domingo, 17 de março de 2019

Bug em patinete elétrico causa freadas bruscas e acidentes



A modernidade é tanta que muitas empresas têm investido em scooters e bicicletas compartilhadas. Recentemente, a Lime, companhia que disponibiliza patinetes elétricos para os usuários terem mais comodidade ao não enfrentar trânsito e gastar bem menos do que com um automóvel, deparou-se com um bug de firmware que causou acidentes.

Alguns clientes alegam que experimentaram frenagem excessiva e foram ao chão; testes revelaram que o problema aconteceu principalmente quando o patinete atingia velocidade máxima ou encontrava um obstáculo, como um buraco. Além disso, em situações raras, as scooters elétricas frearam automaticamente de maneira repentina, o que é ainda mais preocupante, já que foge do controle do piloto. Há relatos de usuários que tiveram ferimentos graves.


Em uma cidade da Nova Zelândia, local onde muitas quedas foram relatadas, a empresa decidiu suspender a circulação até que o bug seja corrigido. Uma atualização preliminar foi lançada e reduziu os problemas, mas a correção final do patch de firmware ainda não foi concluída. Recentemente, números divulgados pela Lime apontaram que menos de 0,0045% dos usuários sofreram quedas ao frear os patinetes.

Por motivos de segurança, uma dica que a companhia vem dando para a maioria dos pilotos é que eles testem os freios antes de começar a utilizar os veículos, lembrando que não se deve descer ruas íngremes em alta velocidade utilizando frenagem além das recomendações dadas pela empresa.

Infelizmente, esse não foi o primeiro bug detectado; recentemente, a scooter elétrica Xiaomi M365 encarou uma vulnerabilidade de firmware que pode permitir que um hacker acione remotamente os freios.