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segunda-feira, 8 de junho de 2020

EMPRESA CHINESA BRIGA COM MARVEL STUDIOS PELO DIREITO DO NOME WANDAVISION

WandaVision é uma das promessas mais aguardadas da plataforma Disney+. A série vai mostrar as aventuras da Feiticeira Escarlate após os eventos de Vingadores: Ultimato, que de alguma maneira trarão Visão de volta dos mortos.

As filmagens principais da série já se encerraram, com regravações de praxe agendadas para acontecerem no mês que vem. Mas há um outro ponto que pode atrasar a atração, pelo menos na China: uma empresa local diz que tem os direitos sobre o nome do seriado.
A empresa em questão é a The Wanda Group, que produz todo tipo de produto, como piscinas infláveis, bonecos, varas de pescar e mais uma infinidade de coisas. Segundo o site Bleeding Cool, eles pretendem brigar com a Disney e o Marvel Studios na justiça pelo direito de exclusividade do nome WandaVision. Um comunicado oficial da empresa diz:
“O The Wanda Group Ltda recebeu uma extensão do governo dos EUA para desafiar a Marvel sobre a marca Wandavision. O The Wanda Group registrou marcas comerciais para Wanda em muitas áreas.”
Embora a empresa chinesa esteja decidida a brigar na justiça pelo nome, parece improvável que o projeto seja rebatizado no país, uma vez que a Marvel já detém os direitos do nome.

sábado, 25 de maio de 2019

Brasil discute direitos do consumidor em compras internacionais na OMC


A Organização Mundial do Comércio (OMC) deu início a discussões sobre acordos relacionados ao comércio eletrônico internacional nesta semana. O assunto não é novo, data de pelo menos duas décadas atrás, mas, a partir do Fórum Econômico Mundial deste ano, 76 países demonstraram interesse em reviver o tópico e acordar novas regras para produtos e serviços digitais.

Entre os temas que serão discutidos estão regras para troca de dados entre empresas e prestadores de serviços de diferentes nações, meios de assegurar direitos dos consumidores em compras internacionais e tributação de serviços e bens comercializados entre diferentes países.

Interesses

De acordo com o chefe da Divisão de Promoção de Serviços do Itamaraty, George de Oliveira Marques, em entrevista à Agência Brasil, os interesses do Brasil se concentram em negociar "um equilíbrio entre regras comerciais e salvaguardas de questões regulatórias".

Além disso, está prevista a discussão sobre os direitos dos consumidores que adquirem produtos ou serviços de outro país por meio do comércio eletrônico. "Se o consumidor estiver se sentindo lesado, qual legislação vai valer?", indaga Marques. 

Ainda de acordo com ele, as preocupações dos Estados Unidos se concentram em definir regras para serviços digitais e reprodução de softwares e produtos audiovisuais. A China, por outro lado, está focada em discutir normativas para o comércio por meio de e-commerce.


sábado, 26 de janeiro de 2019

Google pediu aos EUA que limitassem direito de funcionários a protesto


O Google recorreu ao governo dos Estados Unidos que mudasse uma regra que dava respaldo à organização de protestos por parte de funcionários de empresas norte-americanas. Foi o que revelou uma reportagem da agência de notícias Bloombergdivulgada nesta sexta-feira, 25.

Documentos obtidos por meio da lei de acesso á informação dos EUA mostram que advogados do Google procuraram Conselho Nacional de Relações Trabalhistas para sugerir uma mudança numa regra de 2014 referente ao direito de protestos.

A regra em questão diz que trabalhadores do país têm o direito de usar o sistema de emails corporativos da empresa onde trabalham para discutir problemas ligados ao trabalho. Isso inclui a organização de greves e manifestações em geral.

Qual o interesse do Google nessa história? Em 2018, a empresa foi alvo de um protesto global chamado Walkout for Change. Na ocasião, milhares de funcionários da empresa em todo o mundo fizeram passeatas contra recém-descobertos casos de assédio sexual envolvendo executivos do alto escalão da corporação e contra o envolvimento da companhia em projetos bélicos.

Segundo relatos de funcionários, toda a organização do protesto foi feita através de trocas de emails entre os trabalhadores usando suas contas corporativas no Gmail. Ao governo dos EUA, porém, o Google argumentou que a permissão dada a esse tipo de prática deveria ser anulada.

Na época do Walkout for Change, o Google deu apoio público aos protestos e atendeu a algumas das exigências dos funcionários em greve. Agora, a empresa nega que tenha feito lobby para a mudança na regra que dá respaldo ao direito dos trabalhadores norte-americano.

Fonte: www.olhardigital.com.br