Mostrando postagens com marcador TSE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TSE. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de maio de 2019

TSE faz seminário para comemorar 10 anos de Linux na urna eletrônica


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza o Seminário 10 anos do Linux na Urna na próxima quarta-feira (29). Profissionais, estudantes, servidores e colaboradores da área de Tecnologia da Informação já podem fazer inscrições para o evento que acontece no Auditório I da Corte, em Brasília, das 16h às 18h.

"A nova plataforma de software que passou a ser utilizada foi batizada de Uenux"

Desde 2009, todas as urnas eletrônicas utilizam sistema operacional Linux. “A medida representou um grande avanço, uma vez que todo o conjunto de software da urna foi reconstruído para o novo sistema operacional que seria utilizado a partir de então”, afirma o TSE.

De acordo com o Tribunal, a implementação do kernel do Linux veio acompanhada do desenvolvimento de drivers, bibliotecas e aplicativos da urna. “A nova plataforma de software que passou a ser utilizada foi batizada de Uenux, uma junção de urna eletrônica com o Linux”, disse.

O TSE afirma que o Uenux é um marco, já que a Justiça Eleitoral passou a ter o domínio completo do software urna, promovendo “estabilidade, a segurança e a auditabilidade”.

Fontes: TSE/Tecmundo

sábado, 11 de maio de 2019

TSE vai ensinar verbetes do glossário eleitoral no YouTube


       Seção, zona eleitoral, acórdão e impugnação. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai divulgar vídeos no YouTube para ensinar os diferentes verbetes utilizados no Glossário Eleitoral Brasileiro. O primeiro vídeo foi publicado na quinta-feira (9) e já explica o que significam os termos “Eleição solteira, fileiro e cabala eleitoral”.

"A confusão é normal: o glossário conta com mais de 300 verbetes"

“O Glossário Eleitoral Brasileiro, que informa ao público conceitos, definições, referências doutrinárias e informações históricas sobre o processo eleitoral do país, ganhou uma versão em vídeo. Produzidos pelo Núcleo de Rádio e TV da Assessoria de Comunicação do Tribunal Superior Eleitoral (Ascom/TSE), os filmes serão publicados quinzenalmente numa playlist no YouTube da Justiça Eleitoral”, diz o TSE.

       A confusão é normal: o glossário conta com mais de 300 verbetes, então vídeos como estes deverão lhe ajudar no acompanhamento do trabalho do TSE.

“Ao facilitar a assimilação de termos correntes no Direito Eleitoral, a publicação visa a conscientizar eleitores de hoje e do futuro sobre a importância do voto e o valor de sua participação, como cidadãos, na democracia e na vida política do país”, finaliza.

Acompanhe aqui os vídeos:

Fonte: (TSE)

quinta-feira, 4 de abril de 2019

TSE decide que fake news apagadas nas eleições poderão ser republicadas



Em votação realizada na noite desta terça-feira, 2 de abril, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram, por seis votos a um, que as decisões tomadas pelo tribunal têm validade somente durante o período das eleições, não apresentando eficácia fora dele.

Isso pode representar um problema na era da internet, haja vista que inúmeras notícias falsas veiculadas durante as campanhas presidenciais de outubro — e removidas por ordem do tribunal — estão efetivamente liberadas para serem publicadas e compartilhadas novamente pelos inúmeros canais sociais disponíveis.


Informações falsas derrubadas durante o período eleitoral podem acabar voltando graças a decisão tomada pelo STF

Em termos práticos, argumentam advogados contrários à decisão, informações ofensivas e difamatórias contra todo e qualquer candidato veiculadas no período eleitoral podem voltar a aparecer, haja vista que o TSE decidiu por não impor uma jurisprudência continuada sobre elas.

A votação no tribunal foi aberta mediante pedido feito pela coligação “O Brasil Feliz de Novo”, formada pela chapa candidata à presidência de Fernando Haddad (PT-SP) e Manuela D’Ávila (PCdoB-RS). A requisição era relacionada a duas informações falsas, porém amplamente difundidas durante as campanhas eleitorais nas eleições de outubro de 2018 — especificamente, uma afirmação falsa de que seria “fácil comprar voto de baiano por R$ 10” (atribuída ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva) e um vídeo com edições falsas, atribuindo a Manuela uma série de ofensas religiosas e apoio à sexualização infantil. Ambos os casos foram comprovados serem difamação e fake news e, consequentemente, derrubados pelo TSE à época.

A decisão tomada pelo TSE, porém, pode fazer com que estes conteúdos sejam “liberados” para republicação. Mais além, advogados argumentam que, por mais que a votação tenha sido especificamente direcionada a estes dois casos, ela pode servir de parâmetro para o julgamento de casos semelhantes, para outros candidatos e figuras políticas.

Agora, segundo especialistas, para assegurar não somente a retirada das fake news do ar, mas a permanência de suas exclusões, as partes interessadas deverão recorrer à Justiça Comum.

O Tribunal Superior Eleitoral disse que decisões tomadas durante o período eleitoral não terão eficácia fora dele, porém admite estar revendo a questão para as próximas eleições

Apesar da decisão desfavorável, o ministro Edson Fachin disse que há possibilidade de que isso seja revisto para as próximas eleições: "A proteção que se dá ao candidato pode, na medida em que também protege o cidadão, projetar os seus efeitos mesmo que depois de findo o processo eleitoral". A saber, o Brasil passará por novas eleições em 2020, quando serão eleitos novos prefeitos e vereadores.

"Enquanto houver a regra e a jurisprudência for nessa direção, eu entendo que, findo o período eleitoral, cessa a eficácia das liminares concedidas. Mas eu, como expliquei no julgamento, sou evidentemente favorável à revisão dessa regra para que isso se mantenha", disse Fachin.

Fonte: UOL


quinta-feira, 28 de março de 2019

TSE multa Haddad e coligação por impulsionar conteúdo contra Bolsonaro



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplicou ontem (27) uma multa de R$ 176 mil ao candidato à presidência Fernando Haddad (PT) e sua coligação pelo impulsionamento de conteúdo ‘negativo’ sobre o atual presidente Jair Bolsonaro durante campanha eleitoral realizada em 2018, afirma a Veja.

"Para chegar ao valor de R$ 176 mil, o TSE estipulou em duas vezes o valor pago pelo PT ao Google para impulsionamento"




De acordo com o TSE, a multa de R$ 176.515,18 se refere ao site “A Verdade Sobre Bolsonaro” que, segundo o ministro Edson Fachin, tem um nome que sugere ‘conotação negativa’. No processo, Fachin afirma que o site veiculou trechos de um editorial do jornal estadunidense New York Times categorizando que Bolsonaro seria “uma triste escolha ao Brasil”. Além disso, que o então candidato do PSL teria pontos de vista “repulsivos”.

Segundo Fachin, o site “A Verdade Sobre Bolsonaro” não foi “unicamente da reprodução de matéria jornalística amplamente divulgada” e acrescentou que a regra vigente na Minirreforma Eleitoral de 2017 não coibe a veiculação de críticas aos candidatos, mas sim a contratação de impulsionamento para conteúdo deste tipo.

Para chegar ao valor de R$ 176 mil, o TSE estipulou em duas vezes o valor pago pelo PT ao Google para impulsionamento. Ainda, pelo partido ter excedido em R$ 30 mil o valor permitido pelo tribunal neste tipo de contratação.

Fonte:  Veja