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sexta-feira, 29 de março de 2019

Lista de vazamentos da ASUS mostra 600 endereços MAC



A ASUS sofreu um ataque na semana passada que poderia ter atingido até 1 milhão de notebooks. Ao explorar o Live Updates, ferramenta de atualizações da fabricante, cibercriminosos tiveram a capacidade de distribuir malware aos computadores da ASUS. A empresa reconheceu o problema, corrigiu e enviou um novo pacote de segurança.

Apesar do número alto de notebooks vulneráveis, foi comentado que os hackers por trás dessa campanha tinham alvos específicos. Agora, a empresa de cibersegurança Skylight entregou ao The Hacker News uma lista de 583 endereços MAC que estavam entre os alvos dos cibercriminosos.

Vale notar que a probabilidade é bem alta de que você não esteja nessa lista, caso esteja com essa dúvida. Mesmo assim, você pode clicar aqui para acessá-la [lista com 583 endereços MAC].

A ASUS ainda lançou uma ferramenta de diagnóstico própria para usuários que não se sentirem seguros. Acesse aqui para encontrar a ferramenta.

  • Para entender mais sobre o ataque sofrido pela ASUS, clique aqui


terça-feira, 26 de março de 2019

Asus corrige atualização maliciosa que atingiu quase um milhão de PCs



Um update liberado oficialmente nesta terça-feira (26) corrige a "atualização" maliciosa que foi servida a computadores da Asus, após o comprometimento dos servidores da companhia por hackers. A nova versão do software Live Update, voltado para baixar automaticamente as novas versões para os computadores da marca, extingue completamente a atuação do ShadowHammer, backdooor revelada nesta semana pela Kaspersky.

Junto com a atualização, veio um comunicado em que a Asus admitiu a brecha e confirmou as informações da empresa de segurança. Ela afirmou que ataques desse tipo, normalmente, estão associados a operações cibernéticas de países estrangeiros e possuem focos específicos, tendo como alvo organizações internacionais, entidades ou órgãos da administração pública, em vez de usuários comuns.

É o que explica os números absolutamente contrastantes sobre o ShadowHammer, que dão conta de 500 mil a quase um milhão de PCs infectados pela atualização maliciosa, enquanto apenas 600 teriam passado à segunda fase do golpe, com malwares efetivamente sendo instalados a partir da backdoor implantada. Entretanto, isso somente acontecia com endereços MAC específicos; caso contrário, a ameaça permanecia adormecida, tendo sido, mais tarde, desativada pelos criminosos.

A atualização do Live Update, de acordo com a Asus, mitiga completamente a atuação do ShadowHammer e remove qualquer traço do malware dos computadores em que ele tenha sido instalado. Além disso, a companhia disse ter aplicado sistemas de verificação que impedem futuras manipulações desta categoria, além de novas ferramentas de criptografia para assegurar os downloads que vierem daqui em diante.

Ainda, a Asus liberou uma ferramenta de diagnóstico online que rastreia os computadores e indica se a máquina está ou não infectada com o ShadowHammer. A empresa também convida os usuários a entrarem em contato com o suporte caso precisem de mais informações e orientações.

De acordo com as informações da Kaspersky, que descobriu a falha em janeiro deste ano, o ShadowHammer esteve ativo entre os meses de junho e setembro de 2018. A praga chegou a ser assinada com certificados oficiais da companhia, que criaram uma aparência de autenticidade e levaram à disponibilização da atualização ao grande número de usuários de máquinas da fabricante, muitas vezes, com instalação automática e sem interferência direta.

Fonte: ASUS

segunda-feira, 25 de março de 2019

Hackers usaram atualizações da ASUS para infectar 1 milhão de PCs



A ASUS enviou milhares de atualizações de software infectadas para seus usuários. De acordo com pesquisadores da Kaspersky, cibercriminosos descobriram como enviar malware para usuários de computadores da ASUS por meio da “segura e confiável” ferramenta de atualizações da companhia taiwanesa.

O ataque é grave: os cibercriminosos conseguiram usar um servidor comprometido da própria ASUS para atacar as centenas de milhares de computadores. O malware, um backdoor que permite o roubo de dados e arquivos, entrava nos sistemas com certificado legítimo da ASUS para enganar a vítima e se passar por um software autêntico.

"O malware, um backdoor que permite o roubo de dados e arquivos, entrava nos sistemas com certificado legítimo da ASUS"




A Kaspersky afirma que hackers tiveram sucesso durante 5 meses antes de a ASUS descobrir o problema e ajustar o servidor comprometido. Os pesquisadores ainda afirmam que, provavelmente, 1 milhão de computadores ASUS com sistema Windows foram infectados com o malware backdoor por meio das atualizações de sistema — apesar do número alto, a empresa deixa claro que os cibercriminosos tiveram como alvo “apenas” 600 máquinas afetadas.

Para encontrar a máquina alvo, o malware fazia buscas por meio de endereços único MAC (Media Access Control). Assim que o sistema era encontrado, o malware alertava um servidor de comando e controle operado pelos hackers; sendo assim, o backdoor era liberado para a máquina, explica o Motherboard.

Todos os detalhes técnicos do malware e o trabalho envolvido para conseguir realizar essa infecção em massa serão apresentados no próximo mês pela Kaspersky no evento Security Analyst Summit, que acontece em Singapura.

"Esse ataque mostra que o modelo de confiança que estamos usando com base em nomes de fornecedores conhecidos e na validação de assinaturas digitais não garante que você esteja protegido contra malware", completou Vitaly Kamluk, diretor da Kaspersky Lab’s Global Research.

Fonte: MOTHERBOARD

quinta-feira, 14 de março de 2019

Maioria no Brasil quer gastar só até R$ 1 mil para sair do celular basicão



A ASUS divulgou os resultados de uma pesquisa de opinião feita junto a donos de smartphones dispostos a trocar de aparelho por um dispositivo melhor. E, segundo os resultados exibidos pela fabricante taiwanesa, a maioria dos entrevistados (45,2%) está disposta a gastar no máximo R$ 1 mil para comprar um aparelho melhor e sair do básico.

Pode parecer pouco gastar apenas R$ 1 mil para adquirir um aparelho menos básico, digamos assim, mas esse dado ganha outro sentido quanto avaliado junto deste: 56,6% dos entrevistados gastaram no máximo R$ 799 no seu modelo atual — e 20,4% de todos os consultados gastaram menos de R$ 499.

Upgrade

Quando se fala em upgrade, a maioria dos entrevistados (32,3%) diz pensar em trocar de aparelho por um melhor até agosto deste ano. Outra parte significativa dos participantes (21,5%) quer fazer isso até a próxima Black Friday, em novembro. Já uma quantia menor (14,1%) quer fazer isso em 2020. Por fim, apenas 10,9% pretendia trocar de celular no primeiro trimestre de 2019.

Entre as pessoas que pensam em trocar o smartphone apenas no segundo semestre de 2019, 28,4% anteciparia a compra caso houvesse alguma promoção especial; 27,2% faria isso caso o seu aparelho quebrasse; e 25% trocaria caso o seu dispositivo atual apresentasse lentidão.

Principais critérios

Os três itens mais importantes levados em conta pelos potenciais compradores para comprar um dispositivo móvel são: processador mais rápido, mais espaço para armazenamento e bateria para durar dois dias ou mais. Itens como um aparelho menor para caber na mão e facilidade de encontrar acessórios e capinhas são os menos importantes, indica a pesquisa.

Abaixo, você confere um infográfico completo com todos os dados levantados pela fabricante:

(Fonte: ASUS/Divulgação)

Vale destacar que a ASUS não revelou a quantidade de pessoas entrevistadas para esta pesquisa.

Fonte: TECMUNDO