sábado, 28 de dezembro de 2019

Disney+ chegará a veículos da Tesla em breve

Em resposta ao perfil oficial do grupo de donos de veículos Tesla de Massachusetts no Twitter, Elon Musk, o CEO da companhia, confirmou que o serviço de streaming Disney+ em breve estará disponível nos carros elétricos da empresa.

Através de uma função chamada "Tesla Theater" disponibilizada através de um monitor, donos dos automóveis elétricos da companhia de Musk podem desfrutar de serviços como Spotify, Netflix, Hulu e YouTube.

Por questões de segurança, só é possível assistir a vídeos quando o carro está estacionado ou carregando. Recentemente, o site de transmissões ao vivo Twitch também foi adicionado às opções de serviços acessíveis através de uma atualização já disponível para alguns usuários.
(Fonte: Teslarati.com/Reprodução)

Adicionalmente, a recente atualização também traz os jogos Stardew Valley e Lost Backgammon, permitindo que proprietários do veículo elétrico aproveitem para jogar enquanto aguardam para voltar a dirigir.

Por enquanto, o Disney+ se encontra disponível somente nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália, Nova Zelândia e Porto Rico, com previsão de chegada no Brasil marcada para o final de 2020.

Fonte:Twitter

Ubisoft ajudou no crescimento da economia do Canadá

A Ubisoft é uma das maiores empresas de videogames do mundo, e suas franquias são tão grandes que contribuíram para o crescimento da economia do Canadá! Segundo um estudo conduzido pela Entertainment Software Development Association, o sucesso de séries como Assassin's Creed e Tom Clancy's Rainbow Six teve influência direta no crescimento econômico do país.

Pioneiro no uso e regulamentação das Criptomoedas, o Canadá permite pagamentos por bitcoin dentro de suas leis e, com isso, muitas empresas passaram a utilizar mecânicas de cassino online. Não por acaso, a Ubisoft fechou recentemente uma parceria com uma empresa especialista na tecnologia de Blockchain, a Ultra.

O estudo estima que só em 2018 foram gerados mais de 4.5 bilhões de dólares pelas desenvolvedoras de videogame canadenses, enquanto outros 16 bilhões vieram de sites de jogos online, como os supramencionados cassinos. Além da Ubisoft, empresas como a BioWare e Big Blue Bubble também ajudaram o montante a crescer mais de 15% em relação a 2017.

Mais de 80% dos canadenses se indentificam como jogadores, e a tendência é que os números continuem crescendo em 2019 e 2020, já que a expectativa do governo canadense é de que a contribuição dos jogos de videogame online e offline suba em pelo menos 100%.

Fontes: Voxel  /MP1st

The Game Awards 2019: evento teve mais de 45 milhões de streams

O The Game Awards se tornou uma das maiores celebrações do mundo dos videogames e, com sua edição de 2019, veio para bater seus próprios recordes.

A edição deste ano, que contou com a revelação de Hellblade 2 e do novo Xbox, contabilizou mais de 45 milhões de streams transmitidos para todo o mundo. Com isso, houve um aumento de 73% sobre os 26.2 milhões de transmissões registadas em 2018.

Além dos streams, outro aumento significativo aconteceu nas votações. De acordo com a organização, o evento teve 50% a mais sobre o ano anterior, com mais de 15,5 milhões de pessoas votando nas diversas categorias

Em entrevista à Variety, Geoff Keighley disse que os resultados são empolgantes e que, apesar de manter o evento como uma celebração aos games, considera parcerias com canais de televisão e mais plataformas para transmiti-lo no futuro.


Geoff ainda afirma que as grandes revelações, artistas musicais e convidados especiais, continuarão como um dos focos.

"Os prémios são muito importantes para o evento e penso que são muito importantes para os criadores e os fãs, por isso tentamos equilibrar tudo.”, diz Keighley. “Mas o que descobrimos de toda esta pesquisa e feedback dos fãs é que eles querem anúncios no evento.”

Para terminar, Keighley disse que quer a presença de Keanu Reeves na edição de 2020. Nada mais justo (e legal), já que Cyberpunk 2077 chega ano que vem e conta com a presença do astro.

Provavelmente, teremos novos recordes no próximo ano.

Fontes:Eurogamer

Simulações ajudam a descobrir exoplanetas que podem abrigar vida

Um grupo de cientistas norte-americanos desenvolveu um novo método capaz de ajudar na identificação de exoplanetas com maior potencial de abrigar vida. A novidade foi descrita em um estudo publicado na revista científica Astrophysical Journal Letters em novembro e poderá facilitar o trabalho do telescópio James Webb, cujo lançamento acontecerá em breve.

A equipe formada por pesquisadores da Universidade Northwestern combinou modelos climáticos em 3D com uma experiência pioneira de química atmosférica para explorar a habitabilidade dos planetas localizados fora do sistema solar, ao redor de estrelas anãs M, para simular as atmosferas desses locais.

Como existem muitos planetas e estrelas desse tipo, o objetivo é limitar a quantidade de lugares mais promissores para a vida alienígena, conforme descreveu o cientista Howard Chen, um dos autores do estudo, possibilitando aos astrônomos apontar os telescópios para essas regiões do espaço, definindo prioridades.
Simulação de um exoplaneta que estaria dentro da faixa habitável. (Fonte: NASA/Reprodução)

Segundo Chen, o novo método pode ajudar bastante a responder se estamos sozinhos no universo ou não. "Se pudermos prever quais planetas têm mais probabilidade de hospedar a vida, então podemos ficar muito mais perto de respondê-la no horizonte temporal de nossas vidas", disse ele.

Quais foram os resultados?

Nas simulações, os pesquisadores da Northwestern descobriram que os exoplanetas ao redor das estrelas ativas, que emitem grandes quantidades de radiação ultravioleta, são vulneráveis à perda de água devido à vaporização. Já aqueles que orbitam estrelas inativas ou silenciosas são mais propícios a reter água líquida, essencial para a vida.

A experiência também mostrou que os planetas com grossas camadas de ozônio permitem uma grande penetração dos raios UV, impossibilitando a manutenção da vida, mesmo apresentando temperaturas adequadas.

Os resultados poderão ser utilizados no desenvolvimento das ferramentas do telescópio espacial James Webb para detectar vapor d'água e outros dados importantes na busca por planetas habitáveis. O equipamento tem previsão de lançamento para 2021.

Telescópio sul-africano descobre um inédito evento estrelar

Com o uso do telescópio MeerKAT, localizado no Cabo Setentrional, na África do Sul, cientistas identificaram uma grande explosão com emissão de rádio originada por uma estrela binária. O fenômeno identificado como “transitório” representa uma importante descoberta acerca dos estudos sobre as estrelas.

Quando um objeto astronômico aparece e desaparece repentinamente ou, ainda, brilha com maior e menor intensidade por um determinado período de tempo (segundos, dias ou anos), os astrônomos chamam este evento de transitório.

Foi exatamente o que aconteceu com a grande estrela brilhante, que iluminou-se rapidamente por mais de três vezes durante três semanas. O fato chamou atenção dos cientistas do Departamento de Astronomia da Universidade da Cidade do Cabo — onde está localizado o MeerKAT —, que imediatamente começaram a investigar o acontecido.

Os cientistas que observavam o telescópio confirmaram que a fonte da explosão é um sistema binário, onde dois objetos orbitam um ao outro a cada 22 dias. O motivo da combustão ainda não é claro, mas acredita-se que esteja associado à coroa ativa — região externa da estrela mais quente.
Fonte: Pixabay

Mistérios ainda não desvendados

Esta e outras descobertas do telescópio MeerKAT ajudam a compreender a emissão variável de rádio pelas estrelas. Mas esses astros ainda escondem grandes mistérios, por exemplo, como se formam os buracos negros supermassivos?

Até então, sabe-se que a massa solar do supermassivo equivale a cerca de 100 mil massas solares! Sim, ele é infinitamente grande. Recentemente, um desses objetos esteve envolvido em uma carnificina estelar, cujo evento foi nomeado de perturbação das marés.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Facebook treina IA para resolver equações matemáticas complexas

Em abril deste ano, a rede neural do DeepMind da Google tirou E em uma prova de matemática do Ensino Médio (não conseguiu sequer somar 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1). Onde a Google falhou, o Facebook triunfou, ao treinar uma rede neural para executar o raciocínio simbólico necessário para diferenciar e integrar expressões matemáticas.

Os pesquisadores Guillaume Lample e François Charton, da Facebook AI Research em Paris (França), em um artigo no arXiv Research, afirmam que conseguiram treinar uma rede neural para que ela resolvesse equações complexas com símbolos, como x e y.

O que Lample e Charton fizeram foi ensinar a IA a identificar a hierarquia contida em expressões matemáticas. Usando o exemplo dado no estudo, para resolver a equação 2 + 3(5 + 2), precisamos resolver a sequência (5 + 2), depois multiplicar o resultado por 3 e, finalmente,  adicionar 2. A IA precisa identificar esses padrões, simplificar as expressões e resolvê-las.
Lample e Charton dividiram as expressões matemáticas em partes, representando-as como árvores. (Fonte: MIT Technology Review(Reprodução)

Foram criadas expressões com 15 partes, usando as quatro operações binárias e quinze operações unárias (exp, log, sin, cos, tan etc). A cartilha da IA reuniu 80 milhões de equações diferenciais de primeiro e segundo grau e 20 milhões de expressões integradas.

Aprendizado além do esperado

A IA não apenas aprendeu a resolver as equações como também a derivar e integrar uma expressão matemática complexa. Os pesquisadores ainda testaram a IA com cinco mil expressões desconhecidas por ela e compararam os resultados com os do Maple, Matlab e Mathematica (softwares usados para resolver problemas matemáticos).

A rede neural do Facebook conquistou com louvor um A: precisão próxima de 100% em tarefas como a integração de funções (o Mathematica não passou dos 85%) e tempo de cálculo não superior a um segundo (os softwares precisam de mais de meio minuto para alcançar a resposta certa).

A rede neural ainda descobriu mais de uma solução para cada problema. "A capacidade do sistema de recuperar expressões equivalentes, sem ser treinado para isso, é muito intrigante e ainda um mistério", disse Lample.

OnePlus lança programa de recompensas para quem encontrar seus bugs

Utilitários do programa de recompensas do OnePlus podem agora receber diversas recompensas por denunciar vulnerabilidades no sistema operacional Oxygen. O Programa de Recompensas OnePlus Bug, chamado Security Response Center, é o primeiro serviço do gênero ofertado pela companhia chinesa e já está disponível nos principais utilitários. Além disso, a empresa também firmou uma parceria inédita com a plataforma HackerOne, desenvolvida, em termos legais, por times de hackers.

Dentre os que irão acusar as falhas do sistema operacional, pesquisadores e técnicos acadêmicos selecionados pelo programa ajudarão a resolver falhas nos sistemas de segurança e possíveis recursos defeituosos, ganhando premiações em dinheiro que equivalem a US$ 7.000 por casos especiais, US$ 750 a US$ 1.500 por defeitos críticos, US$ 250 a US$ 750 por vulnerabilidades de alta prioridade, US$ 100 a US$ 250 por médias prioridades e US$ 50 a US$ 100 por baixas prioridades.
(Fonte: Reprodução)

Segundo site que forneceu informações sobre o serviço, será necessário apenas o envio de um formulário on-line com as falhas descritas, apesar de ainda não haver clareza sobre os níveis de prioridade e criticidade das vulnerabilidades, já que "são determinados baseados na gravidade da vulnerabilidade e real impacto de negócios."

Além do Security Response Center, o OnePlus confirmou colaboração com a plataforma de segurança digital HackerOne para a elaboração de outro programa de correção de falhas, dessa vez não sendo gerenciado pela companhia chinesa. A parceria iniciará-se com um programa piloto ainda para testes, que convidará pesquisadores e especialistas para observar e reportar as ameaças. Segundo as companhias, o programa da HackerOne ganhará uma versão pública em 2020.

Para mais informações, clique aqui.

Fonte:TechRadar