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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Leilão da receita tem iPhone 7 a partir de R$ 1.300 até às 18h de hoje (29)


Até às 18h de hoje está aberto o leilão da Receita Federal com mais de 140 lotes de produtos. Entre eles estão eletrônicos, celulares e acessórios para celular. O lance inicial do iPhone 7 de 32 GB, por exemplo, é de R$ 1.300 — na Apple Store, o mesmo telefone custa cerca de R$ 3.199.

Um modelo mais básico de iPhone, como o 5S de 16GB, sai por cerca de R$ 500. Ao todo são 30 lotes com celulares e acessórios. Os modelos iPhone 7 e iPhone 7 Plus estão sendo leiloados nos lotes 35, 36, 38, 39, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47 e 48  — tanto para pessoa física quanto para jurídica.

Como participar

Os editais dos leilões podem ser acompanhados pelo site da Receita Federal. Para efetuar a compra é preciso primeiro fazer uma certificação digital, na mesma página da Receita. Mas atenção: quem tem algum problema na declaração do Imposto de Renda pode não ter a certificação autorizada.

Próximos leilões

Os produtos leiloados são provenientes de apreensões das ações de combate ao contrabando ou podem ser “bens ociosos, inservíveis ou de recuperação antieconômica, pertencentes ao patrimônio da Administração, ou, ainda, se tratar de bens apreendidos por outros órgãos”.

Os próximos editais abertos são no Recife, em Passo Fundo e em Itajaí no dia quatro de junho. No Rio de Janeiro no dia cinco de junho, em Curitiba no dia 10 de junho e em Salvador no dia 11 de junho.

Fonte: UOL

sábado, 20 de abril de 2019

Milhares de iPhones em boas condições são destruídos todos os anos; entenda



Milhares de iPhones em perfeito estado estão sendo descartados nos EUA por causa de uma função do próprio aparelho, criada para proteger os seus dados. Uma empresa de descarte de eletrônicos já destruiu mais de 66 mil iPhones nos últimos três anos, tudo por causa do Bloqueio de Ativação dos aparelhos.

O Bloqueio de Ativação do iPhone é uma medida anti-furto que previne que novas contas possam ser logadas no iOS sem a permissão do usuário original e sua senha do iCloud. Isso existe para evitar que telefones roubados possam ser usados por outras pessoas sem os dados originais do aparelho. Essa trava pode ser desativada nas opções de Find My Phone, mas que já torna o iPhone um tipo de aparelho menos visado por ladrões.

O problema está com as possíveis brechas de segurança da iCloud, que permite a hackers enganarem os usuários com links maliciosos, sequestrando suas contas e bloqueando os aparelhos, usando o Bloqueio de Ativação, para pedir dinheiro em resgate. O mercado de celulares remanufaturados também foi bastante afetado com a função, já que muitos dos celulares chegam às revendas completamente bloqueados, fazendo com que aparelhos em perfeito estado precisem ser descartados ou desmontados para reutilização de suas peças.


Imagem: Reprodução/ArsTechnica

Entre 2015 e 2018, a empresa de reciclagem Wireless Alliance coletou 6 milhões de aparelhos celulares através de caixas de doações espalhadas pelos Estados Unidos. Do total, 333.519 eram iPhones que foram considerados em bom estado e que podiam ser reutilizados.

Desses aparelhos, aproximadamente 66 mil estavam bloqueados com a conta de iCloud e precisaram ser desmontados por peças e para vender suas partes de metal.

Allison Conwell, co-autora de um reporte sobre os celulares remanufaturado sugere que a Apple poderia trabalhar com alguns recicladores certificados para desbloquear os aparelhos que foram doados de maneira legitima, já que uma pesquisa mostrou que mais de 90% dos celulares recolhidos pela Wireless Alliance não haviam sido reportados como perdidos ou roubados. Outra sugestão é que os aparelhos sejam desbloqueados 30 dias após eles não terem sido reportados como roubados ou perdidos pelos seus usuários.

Fonte: MOTHERBOARD

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Falha compromete segurança de bloqueio Touch ID e Face ID do WhatsApp



No começo do mês, usuários de iOS comemoraram a chegada do bloqueio do WhatsApp por meio do reconhecimento facial Face ID e do leitor de digitais Touch ID, o que deveria oferecer uma camada extra de segurança para as mensagens. Acontece que esse novo recurso parece vir com uma grande falha de segurança.

Um leitor do Reddit descobriu que o bug acontece quando você usa o recurso de compartilhamento do próprio dispositivo para o emissão de arquivos por meio do WhatsApp. Ao usar o Share Sheet (Folha de Compartilhamento), é possível acionar o mensageiro como opção de envio e “atravessar” a parede de confirmação.

Como isso é possível? Bem, o bug está na configuração prévia do app. Isso acontece se você escolheu outra opção para restrição por Face ID ou Touch ID que não seja “Imediatamente” — ou seja, se tiver selecionado “Após 1 minuto”, “Após 15 minutos” ou “Após 1 hora”. Ao abrir o WhatsApp novamente, a plataforma não vai exigir nenhuma identificação para acesso.

Fonte: MacMagazine

Um porta-voz do WhatsApp falou sobre o problema com a Reuters. “Estamos cientes do problema e vamos resolvê-lo o mais rápido possível. Enquanto isso, recomendamos que as pessoas bloqueiem suas telas com a opção ‘Imediatamente’.”

Fontes:  REDDIT  REUTERS

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Mais uma patente da Apple aponta para iPhones dobráveis no futuro



Uma patente registrada pela Apple nos EUA foi flagrada pelo pessoal do BGR e mostra como a Apple continua trabalhando em conceitos de smartphones dobráveis. A nova patente foi registrada em outubro de 2018 e é basicamente uma continuação de um outro registro feito pela empresa em 2016, antes mesmo do lançamento do iPhone X, o primeiro dispositivo com tela OLED da marca.

A nova patente inclusive usa algumas das mesmas imagens publicadas anos antes, indicando as formas como os aparelhos da Apple poderiam dobrar, corpo e tela juntos. Há inclusive imagens indicando possibilidades com mais de uma dobra no mesmo dispositivo.

Patente da Apple indica desenvolvimento de um iPhone dobrável (fonte: USPTO)

Não há, contudo, qualquer detalhamento específico sobre casos de uso, tampouco designs de smartphones ou de outros aparelhos mais elaborados que os esquemas que você confere.

Apesar das patentes, a Samsung é quem deve lançar um smartphone dobrável primeiro. A coreana tem um evento marcado para o dia 20 deste mês, quando vai exibir seus próximos top de linha comuns, os Galaxy S10eS10 e S10+, mas também talvez um aparelho dobrável.
Dobrar para dentro e para fora (fonte: USPTO)

Já foi mostrada inclusive uma prévia desse smartphone na conferência de desenvolvedores da Samsung na última metade de 2018, mas não foi possível ver muito acerca do design nem das possíveis novas ferramentas.
Além da Samsung, marcas como Xiaomi , Huawei e outras chinesas também estão em busca de lançar um aparelho dobrável ainda em 2019.

Fontes: USPTO  BGR

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Idec recolhe relatos de brasileiros sobre problemas com bateria de iPhones



O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) está recolhendo relatos de usuários de iPhone que encontrem problemas na autonomia de bateria. A coleta tem início nesta quarta-feira (13) e busca investigar a queda no desempenho dos smartphones da Apple relacionados a bateria.

De acordo com o instituto, a ação é motivada pela demanda crescente de reclamações. Além disso, um novo processo contra a Apple foi movido no Chile e trata sobre o mesmo assunto — — mais de 130 mil chilenos se reuniram em uma ação coletiva contra a Apple, denunciando a empresa por prática de obsolescência programada, que é a ação deliberada de produzir um ou vários produtos que, artificialmente, tenham, de alguma forma, sua durabilidade reduzida do que originalmente se espera.

"A própria empresa já admitiu o problema, mas as reclamações sobre os iPhones aqui no Brasil continuam recorrentes"




Segundo Diogo Mouses, líder do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec, “a própria empresa já admitiu o problema, mas as reclamações sobre os iPhones aqui no Brasil continuam recorrentes. Com a divulgação da iniciativa no Chile, houve um aumento significativo de pessoas reivindicando uma ação semelhante aqui no Brasil, o que corrobora a percepção que ainda há muitos consumidores se sentindo lesados".

A Organização de Consumidores e Usuários do Chile acusa a Apple de deliberadamente fazer com que as baterias dos iPhones percam a eficiência após alguns anos de uso, forçando os usuários a trocarem o aparelho por modelos mais recentes. Por isso, a organização solicita que a Maçã repare todos os telefones afetados ou recompre os aparelhos dos clientes no valor de mercado atual.

“Estamos dando esse primeiro passo e recolhendo relatos de consumidores, para estudar melhor o caso e discutir ações que podem ser encaminhadas por aqui”, completa Diogo Moyses.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Apps de grandes empresas coletam gravações das telas de usuários de iPhones



Os smartphones são uma parte essencial do nosso cotidiano e, com a popularização das redes sociais, várias informações pessoais foram sendo armazenadas nesses dispositivos, fazendo com que a proteção desses dados se tornasse um assunto bastante importante.

Entretanto, foi descoberto recentemente que muitas das grandes empresas, como a Air Canada, Hollister e Expedia, estavam gravando cada toque e movimento que os usuários fazem em seus aplicativos para iPhone. Na maioria dos casos, nem era possível perceber isso e os programas sequer precisavam pedir permissão para tal. Portanto, pode-se chegar à conclusão de que a maioria dos aplicativos coletam os seus dados e, alguns, até monetizam eles sem o seu consentimento.

O TechCrunch encontrou vários aplicativos populares para iPhone, como os de hoteleiros, sites de viagens, companhias aéreas, operadoras de telefonia celular, bancos e de financiamentos, que não perguntam e nem deixam claro que sabem exatamente como os usuários estão usando seus aplicativos. Pior: apesar de esses aplicativos serem destinados a esconder certos campos, alguns ainda expõem os dados confidenciais.

Em adição, aplicativos como Abercrombie & Fitch, Hoteis.com e Singapore Airlines usam o Glassbox, uma empresa de análise de experiência do cliente que também faz parte das poucas empresas que permitem os desenvolvedores incorporarem a tecnologia “replay de sessão” em seus aplicativos.

Esses replays permitem que os desenvolvedores de aplicativos gravem a tela dos smartphones e as reproduzam para ver como os usuários interagiram com o aplicativo, afim de descobrir se algo não funcionou ou se houve um erro. 

Cada toque, botão teclado ou apertado são gravados e enviados para os desenvolvedores do aplicativo, assim como o Glassbox disse em um tweet recente: "Imagine se o seu site ou aplicativo móvel pudesse ver exatamente o que seus clientes fazem, em tempo real, e por que eles fazem isso (...)."

O site The App Analyst, especialista em dispositivos móveis, descobriu recentemente que o aplicativo da Air Canada não estava mascarando corretamente os replays da sessão, expondo números de passaporte e dados de cartão de crédito.

Dados não criptografados enviados às empresas (Imagem: The App Analyst)

"Isso dá aos funcionários da Air Canada, ou qualquer outra pessoa capaz de acessar o banco de dados de gravações de tela, o poder de ver informações não criptografadas de cartões de crédito e de senhas", disse o The App Analyst ao TechCrunch.

O TechCrunch solicitou que The App Analyst analisasse uma amostra de aplicativos que o Glassbox listou em seu site como clientes. Usando o Charles Proxy, uma ferramenta man-in-the-middle capaz de interceptar os dados enviados pelo aplicativo, o site pôde examinar quais informações estavam vazando dos dispositivos.

Como resultado, descobriram que nem todo aplicativo estava protegendo os dados importantes e, ainda, que nenhum dos aplicativos examinados havia informado que estava gravando a tela do usuário. Pior ainda: nenhum notificou que que estava enviando as imagens de volta para cada empresa ou diretamente para a nuvem do Glassbox.

O site de análise ainda afirmou que isso pode ser um problema se qualquer um dos clientes do Glassbox não estiver criptografando os dados corretamente. "Como esses dados costumam ser enviados de volta para os servidores do Glassbox, eu não ficaria chocado se informações confidenciais e senhas bancárias já tiverem sido capturadas“.



담아온 영상
Imagine if your website or mobile app could see exactly what your customers do in real time, and why they did it? This is no longer a hypothetical question, but a real possibility. This is Glassbox. Experience it for yourself: http://bit.ly/ThisIsGlassbox 
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Continuando, ele disse que embora Hollister e Abercrombie & Fitch tenham enviado seus replays de sessão para o Glassbox, outros como Expedia e Hoteis.com optaram por gravar e enviar esses dados para servidores de domínio próprios. O The App Analyst ainda afirmou que os dados eram "ofuscados na maioria dos casos", mas que puderam ver alguns endereços de e-mail e códigos postais mesmo assim.

Os aplicativos que são enviados à App Store precisam ter uma política de privacidade, mas nenhum dos aplicativos analisados havia deixado claro que registrariam a tela do usuário. O Glassbox não exige permissão especial da Apple e nem do usuário. Portanto, não há como o usuário saber. Ou seja, sem analisar as linhas de códigos de cada aplicativo, é impossível saber se algum deles está gravando as telas do iPhone ou não.

O TechCrunch aprofundou a pesquisa e viu que a política de privacidade da Expedia não mencionava a gravação da tela, assim como o Hoteis.com. Em adição, no caso das companhias aéreas Air Canada e Singapore Airlines, não foi possível identificar uma única linha nos termos e condições do iOS, ou na política de privacidade, que sugerisse que o aplicativo fosse enviar os dados da tela.

Logo em seguida, o site pediu a todas as empresas que indicassem onde exatamente, em suas políticas de privacidade, estava dizendo que os aplicativos capturam as ações que um usuário faz em seu telefone.

Apenas a Abercombie respondeu confirmando que o Glassbox “ajuda no suporte a uma experiência de compra contínua, permitindo identificar e tratar quaisquer problemas que os clientes possam encontrar em sua experiência digital”. O porta-voz da companhia, no entanto, não fez nenhuma menção à política de privacidade, assim como a Hollister.

"Acredito que os usuários devam ter um papel ativo na maneira como compartilham seus dados, e o primeiro passo para isso é fazer com que as empresas sejam francas em compartilhar como coletam os dados de seus usuários e com quem eles compartilham", disse o The App Analyst.

Quando questionada, o Glassbox informou que não força os seus clientes a mencionarem o uso de sua solução nas políticas de privacidade.

"O Glassbox tem uma capacidade única de reconstruir a visualização de aplicativos móveis em um formato visual, que é outra visão de análise. O Glassbox SDK só pode interagir com o aplicativo nativo de nossos clientes e tecnicamente não pode quebrar o limite do aplicativo", disse o porta-voz da empresa. Ele também afirmou que, quando o teclado do sistema cobre parte do aplicativo nativo, “o Glassbox não tem acesso a ele”.

O mercado de soluções que entregam o replay de ações dos usuários de smartphones não é uma área que desaparecerá em breve, até porque as empresas contam com esse tipo de serviço para entender o motivo da quebra de alguns produtos, bem como pode servir de base para saber o que pode custar caro em situações de alta receita. Entretanto, o fato de os desenvolvedores de aplicativos não divulgarem isso apenas mostra o quão assustador eles sabem que essa informação pode ser.

Fonte: www.canaltech.com.b