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sexta-feira, 17 de abril de 2020

Hacker ético consegue burlar votação de paredão do BBB

Em tempos de pandemia, o Big Brother Brasil se tornou um dos programas mais assistidos da TV aberta brasileira, movimentando discussões nas redes sociais e torcidas pela vitória ou cancelamento dos participantes. E agora, o hacker ético Gabriel Pato disse ter descoberto uma maneira de burlar o sistema de votações do paredão da competição, sendo capaz, virtualmente, de manipular resultados utilizando um bot para agir sucessivamente contra ou a favor de um dos confinados.

Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, e retirado do ar após pedido das Organizações Globo, o especialista demonstra como funcionam os sistemas de proteção contra votos automatizados no BBB e de que forma ele conseguiu ultrapassar tais barreiras. Basicamente, são dois sistemas ativos, aqui: o hashcash, que exige uma prova de trabalho do computador para validar um voto, e o captcha, que diferenciaria humanos de máquinas a partir de uma escolha entre diferentes desenhos.

O primeiro obstáculo surgiu durante a criação de um robô simples, que simplesmente tentaria votar e chutar a opção correta no captcha entre as cinco opções buscadas — uma chance de 20% de acerto. Entretanto, o hashcash entra no caminho como um sistema de prova de trabalho, fazendo com que o navegador realize processamentos cada vez maiores na medida em que tentativas falhas de voto vão acontecendo. Quanto maior o índice de erro, maior a necessidade de verificação.

É uma tecnologia semelhante à usada para mineração de criptomoedas, utilizando poder computacional como forma de validar cálculos matemáticos. Da mesma forma que quanto mais moedas existem, maior a necessidade de processamento, a proteção do paredão do Big Brother Brasil está atrelada aos erros no captcha, ao ponto de que, a partir de determinado momento, o tempo exigido para verificação é maior do que o período da sessão de voto, invalidando completamente tentativas automatizadas desse tipo. “O método é semelhante a um ataque de negação de serviço, só que realizado no computador de alguém e gerando o travamento do navegador ou consumindo todos os recursos do sistema”, explica o hacker no vídeo.

Pato, então, seguiu para uma segunda maneira, uma tentativa de simular o comportamento humano diante da verificação de captcha, e foi aí que ele obteve sucesso relativo. Usando sistemas de inteligência artificial e análise de imagens, ele foi capaz de reconhecer as figuras pedidas pelo sistema de captcha e identificar imagens semelhantes a elas entre as exibidas.
Gabriel Pato foi capaz de ultrapassar barreiras de captcha e hashcash, criando um bot capaz de votar sucessivas vezes no paredão do Big Brother Brasil (Imagem: Divulgação/Gabriel Pato)

Não foi tão fácil assim, pois o sistema do Big Brother Brasil possui centenas de pedidos aos usuários e mais de 50 mil figuras no sistema, exibidas de forma aleatória, novamente, para frustrar o uso de sistemas automatizados. Ainda assim, a partir de um gigantesco volume analisado, ele foi capaz de criar um sistema que reconhecesse o captcha corretamente, e para evitar erros que levariam à necessidade de processamento por causa do hashcash, desenvolveu um bot que solicitava um novo set de figuras caso o robô não tivesse 100% de certeza sobre a escolha.

Pato demonstrou, na prática, a utilização do bot e foi capaz de votar consecutivamente no paredão durante um período de cerca de uma hora e meia. Após isso, entretanto, encontrou ainda uma terceira barreira, quanto o sistema da Globo começou a bloquear o volume de solicitações sucessivas a partir de um mesmo IP. O hacker considerou que os votos realizados foram pouco para alterar o rumo do jogo, mas citou uma possível exploração adicional com o uso de proxies ou plataformas que vendem IPs com boa reputação, justamente para utilização em tarefas assim. Uma alternativa que, por outro lado, envolveria o pagamento de serviços dessa categoria, mas plenamente possível de ser realizada.

Bloqueio
Menos de 24 horas depois da publicação, vídeo de Gabriel Pato foi retirado do ar por solicitação das Organizações Globo (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

O vídeo em que Pato descreve como burlou os sistemas de votação do Big Brother Brasil entrou no ar no início da noite desta quinta-feira (16) e permaneceu no ar por menos de 24 horas. A mensagem exibida pelo YouTube para os usuários que tentam acessar o material indicam que a retirada aconteceu após um pedido das Organizações Globo, com base em direitos autorais.

Em contato com o Canaltech, Pato disse não ter comunicado a emissora previamente sobre o método exibido em seu canal. “Não se trata de uma vulnerabilidade do sistema. Entende-se que a emissora conhece e fez um trabalho de previsão de riscos para esse projeto”, completou, afirmando ainda não ter cometido nenhuma infração.

O mesmo, também, vale para o YouTube, responsável por acatar ao pedido da Globo para retirada do conteúdo do ar. Sobre isso, o hacker ético afirma que esse tipo de acontecimento é comum e que aguarda uma análise do caso por parte da plataforma.

O Canaltech também entrou em contato com a Globo, que preferiu não se posicionar sobre o assunto neste momento. Recentemente, à coluna de Ricardo Feltrim, a emissora repudiou suspeitas de manipulação em um paredão que chegou à marca de 1,5 bilhão de votos, a maior da história do BBB. Na ocasião, ela afirmou ter equipes de segurança dedicadas a evitar esse tipo de ocorrência e contar também com auditorias externas para garantir a integridade das votações.

Fonte: Canaltech

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Hackers usam notificações do Google Agenda para roubar seus dados


Cibercriminosos estão usando as notificações do Google Agenda para roubar dados de vítimas. O golpe acontece por meio da exploração de um recurso comum do Agenda: ele mostra notificações de eventos na tela do smartphone de maneira automática, pedindo para o usuário aceitar ou declinar o convite; e o perigo está aí.

O Google Agenda está conectado ao Gmail, então, “criminosos enviam um convite de calendário não solicitado a um destinatário, contendo um link para um URL de phishing”, explicou a pesquisadora da Kaspersky Maria Vergelis. “Uma notificação pop-up do convite aparece na tela do smartphone, e o destinatário é incentivado a clicar no link. 

O site onde eles são direcionados, então, diz às vítimas para inserir seus dados de cartão de crédito e adicionar algumas informações pessoais — que são enviadas diretamente para os golpistas”.

Infelizmente, a única de se proteger de receber notificações como essa é desativando os convites automáticos

A Kaspersky nota, entre as vítimas observadas no mês de maio deste ano, que não foi “só” o roubo de dados enviado pelas notificações: algumas delas também continham links para download de malwares.

Ao Threatpost, Maria Vergelis comentou que “esse vetor de ataque pode ser usado para qualquer campanha, incluindo a disseminação de links maliciosos. A capacidade de explorar serviços legais que são tão populares e conhecidos entre os usuários em todo o mundo (o número de vítimas em potencial é enorme) é notável”.

Na campanha observada em maio, as vítimas eram redirecionadas para um site que exibia um tipo de questionário. Para fisgar interessados, ainda era comentado que, ao responder as perguntas, o usuário ganharia um prêmio em dinheiro. Os dados de cartão de crédito eram roubados no momento que o site exigia essas informações para uma “taxa fixa” do questionário.

Vale a dica de sempre prestar atenção nos sites que acessa e, jamais, repassar dados pessoais e bancários

A Kaspersky também nota que não foi apenas o Google Agenda, mas outros serviços também tiveram suas notificações exploradas, como o Google Fotos, Google Hangouts, Google Ads e Google Analytics. Em cada um deles, a notificação era pareada com o serviço: por exemplo, no Analytics, ela falava sobre “um relatório estatístico de visitas”.

Infelizmente, a única de se proteger de receber notificações como essa é desativando os convites automáticos feitos pelo Google Agenda.

Mas, vale a dica de sempre prestar atenção nos sites que acessa e, jamais, repassar dados pessoais e bancários em sites que oferecem promoções e questionários com preços e prêmios duvidosos.

Fonte: Threatpost

Google confirma: celular Android barato tinha porta aberta para hackers


A boa notícia, ao que parece, é que os celulares apontados como vulneráveis não foram vendidos no Brasil

O Google confirmou que aparelhos Android mais baratos eram vendidos com um malware conhecido como Triada. 

Descoberto em 2016, infelizmente, a empresa também revelou que cibercriminosos já tiveram sucesso ao invadir celulares Android e instalar backdoors enquanto o aparelho ainda se encontrava na linha de produção. Isso significa que o dono de um novo smartphone acabava recebendo um dispositivo praticamente aberto para ataques.

É um bom exemplo de como os autores de malware do Android estão se tornando mais competentes

O Triada funciona da seguinte maneira: ele baixa componentes adicionais em dispositivos infectados, permitindo que cibercriminosos, em exploração, possam roubar dados sensíveis armazenados em apps (até os bancários) e mensagens de chats.

A confirmação da existência do Triada foi feita no blog Android Security e Privacy, pelo pesquisador de segurança Lukasz Siewierski.

“O principal objetivo dos aplicativos Triada era instalar apps de spam em um dispositivo para exibir anúncios. Os criadores da Triada coletam receita dos anúncios exibidos pelos aplicativos de spam. Os métodos usados pela Triada eram complexos e incomuns para esses tipos de aplicativos. 

Os aplicativos Triada começaram como root de trojans de enraizamento, mas como o Google Play Protect fortaleceu as defesas contra as explorações de enraizamento, os aplicativos da Triada foram forçados a se adaptar, progredindo para um backdoor de imagem do sistema. No entanto, graças à cooperação OEM e aos nossos esforços de divulgação, os OEMs prepararam imagens do sistema com atualizações de segurança que removeram a infecção Triada”, disse o Google.

Hoje, nas últimas versões do Android, os aparelhos estão seguros

O pesquisador Siewierski ainda comentou que o trabalho conjunto entre Google e fabricantes de smartphones ajudou na disseminação do Triada e o bloqueio posterior. “O caso Triada é um bom exemplo de como os autores de malware do Android estão se tornando mais competentes”, disse.

Todos os detalhes técnicos podem ser encontrados no blog de segurança do Google. Abaixo, você acompanha a lista com os modelos que, com certeza, foram afetados pelo Triada:

  • Leagoo M5
  • Leagoo M5 Plus
  • Leagoo M5 Edge
  • Leagoo M8
  • Leagoo M8 Pro
  • Leagoo Z5C
  • Leagoo T1 Plus
  • Leagoo Z3C
  • Leagoo Z1C
  • Leagoo M9
  • ARK Benefit M8
  • Zopo Speed 7 Plus
  • UHANS A101
  • Doogee X5 Max
  • Doogee X5 Max Pro
  • Doogee Shoot 1
  • Doogee Shoot 2
  • Tecno W2
  • Homtom HT16
  • Umi London
  • Kiano Elegance 5.1
  • iLife Fivo Lite
  • Mito A39
  • Vertex Impress InTouch 4G
  • Vertex Impress Genius
  • myPhone Hammer Energy
  • Advan S5E NXT
  • Advan S4Z
  • Advan i5E
  • STF AERIAL PLUS
  • STF JOY PRO
  • Tesla SP6.2
  • Cubot Rainbow
  • EXTREME 7
  • Haier T51
  • Cherry Mobile Flare S5
  • Cherry Mobile Flare J2S
  • Cherry Mobile Flare P1
  • NOA H6
  • Pelitt T1 PLUS
  • Prestigio Grace M5 LTE
  • BQ 5510

Fonte: O Google

terça-feira, 4 de junho de 2019

Notebooks HP serão protegidos contra hackers por empresa israelense


HP assinou uma parceria com uma empresa israelense chamada Deep Instinct para lançar o "HP Sure Sense", um software desenvolvido para proteger os notebooks da HP de ciberataques. Essa ferramenta é baseada em uma inteligência artificial capaz de prever e evitar ameaças cibernéticas. O software funciona on-line e off-line e será integrado aos modelos mais recentes de notebooks da HP: o HP EliteBook e o HP ZBook.

Nenhuma das empresas divulgou os detalhes financeiros, mas uma fonte do setor estimou que o acordo deve custar aproximadamente US$ 150 milhões (cerca de R$ 588,7 milhões) para a HP. A duração do contrato também não foi revelada.

Guy Caspi, CEO e co-fundador da Deep Instinct, disse que sua empresa está trabalhando com a HP para proteger milhões de dispositivos. "Este é apenas o primeiro passo no que será uma parceria longa e estratégica com a HP", disse ele.

Fonte: REUTERS

terça-feira, 21 de maio de 2019

Fórum que abriga hackers de redes sociais é invadido e base de dados é publicada


Usuários mais hardcore das redes devem conhecer o fórum “OGUSERS”, famoso por ser uma espécie de ponto de encontro entre hackers para comprarem e venderem contas roubadas de redes sociais variadas, sobretudo Instagram e Twitter.

Bom, em uma virada cármica totalmente imprevista, o OGUSERS foi hackeado por outro grupo invasor, e teve sua base de dados publicada em um fórum externo. Basicamente, o fórum de hackers foi hackeado por outros hackers e teve seus dados disponibilizados em um outro fórum hacker. Entendeu?

De acordo com o administrador do OGUSERS, que atende pelo apelido de “Ace”, a invasão se deu por uma falha de segurança de um plugin utilizado no fórum, e a base de dados roubada é datada do final do ano passado: “Parece que alguém conseguiu invadir o nosso servidor por meio de um plugin em nosso software e acessar um backup antigo, com data de 26 de dezembro de 2018”.
 Fórum de hackers teve servidor invadido e base de dados publicamente exposta: membros estão abandonando o site com medo de serem investigados

Outras contas comercializadas pelo OGUSERS incluem credenciais de acesso à Xbox Live e PlayStation Network, bem como nomes de usuários e handles raras ou difíceis de serem obtidas. Os hackers que usam o fórum são adeptos de uma técnica chamada SIM Swapping, que, basicamente, lhes permite tomar o controle de um número de telefone do usuário desejado. Uma vez de posse dessa informação, eles alteram as senhas dos perfis das redes sociais e as vendem a quem pagar mais no fórum.

“OGUsers vem se mantendo online pelos últimos três anos e essa é a primeira vez que ocorre uma falha”, disse Ace em um post no fórum. “Eu compreendo a frustração de todos e sinto muitíssimo que isso tenha acontecido.

Vocês têm que entender, porém, que outros sites, como Twitter, FacebookDropbox e outros fóruns que vocês frequentam foram invadidos pelo menos uma vez. Pessoas atacam este site 365 dias por ano. Novamente, eu sinto muito por isso e farei o melhor para assegurar que isso não se repita”.

Um outro hacker, atendendo pelo nome de “Omnipotent”, assumiu a autoria da publicação da base de dados dentro do fórum Raidforums.
“Olá, comunidade Raidforums. Hoje, eu fiz o upload da base de dados do fórum OGUsers para que vocês a baixem de graça. Obrigado pela leitura e aproveitem!”, diz o post.

Um membro do OGUsers falou à Motherboard, o braço tecnológico da VICE, nos EUA: “É como se uma bomba atômica fosse jogada no site”, ele disse, via chat. O usuário explicou que existe uma preocupação no fórum de que as autoridades tenham acesso aos dados, levando pessoas a abandonar o canal com medo de serem investigadas ou hackeadas. “Algumas pessoas utilizam as ‘pms’ [private messaging, o serviço de mensagens privadas que todo fórum tem] do OGUsers como seu único contato, então se você olhar o material ou um agente do FBI fazer isso, tem muito o que encontrar”.

Segundo o membro, o “OGU já era. Mais uma dessas e ele morre. Só mais um golpe”.

Fonte: Motherboard

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Bug no Slack deixa hackers infectarem PCs com malware


A ferramenta corporativa Slack possui uma vulnerabilidade para a versão desktop Windows que pode ser explorada de maneira remota: a brecha permite que cibercriminosos alterem o local em que arquivos são baixados. Isso até pode parecer não tão grave, mas é possível redirecionar os arquivos para um servidor SMB (Server Message Block) separado e manipular o conteúdo dos documentos baixados — e isso é muito grave.

"Se você usa o Slack, cheque por atualizações: não deixe seu PC desprotegido"

Com a capacidade de alterar o conteúdo de documentos, cibercriminosos podem incluir malwares e roubar informações presentes tanto nos arquivos quanto no PC infectado. Quem descobriu a falha foi o pesquisador David Wells, da Tenable Research. Welles reportou o bug na plataforma HackerOne alertando que a brecha se encontrava na versão 3.3.7 do Slack para Windows.

Wells explica no relatório que a brecha permitiria que um invasor postasse um hiperlinkespecialmente criado em um canal do Slack que alterasse o caminho do local de download do documento quando clicado. As vítimas ainda poderiam abrir o documento baixado por meio do aplicativo, no entanto, isso seria feito a partir do compartilhamento SMB (Server Message Block) do invasor.

“O problema existe no gerenciador do protocolo "slack: //", que tem a capacidade de alterar configurações sensíveis no Slack Desktop Application. Esse caminho de download pode ser um compartilhamento SMB de propriedade do invasor, o que faria com que todos os documentos futuros baixados no Slack fossem enviados instantaneamente para o servidor do invasor. Depois de configurar um compartilhamento SMB remoto, poderíamos enviar aos usuários ou canais um link que redirecionaria todos os downloads para ele após clicarem no link".

O Slack possui mais de 10 milhões de usuários ativos e mais de 85 mil empresas usando sua versão paga. Por isso, é importante atualizar o aplicativo e garantir que ele esteja a última atualização instalada (v3.4.0), na qual o bug já foi corrigido.


Fonte: THREATPOST

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Hackers invadem transmissão em Israel e assustam com alerta de míssil


Hackers invadiram o site oficial da Corporação Israelita de Radiodifusão Pública (KAN) para exibir mensagens de ataques via míssil na tarde de terça-feira (14). A invasão ocorreu durante a transmissão do evento Eurovision 2019, que acontece em Tel Aviv, em Israel.

A invasão acontece dias após as Forças de Defesa (IDF) israelenses derrubarem um prédio com hackers do Hamas, que teriam realizado um ciberataque sobre o país. Entenda melhor abaixo:
De acordo com o Times of Israel, os hackers do Hamas tiveram sucesso em uma missão que envolveu alterar a aparência da página de streaming e exibir um vídeo de 2 minutos, ao vivo, com mensagens contra as políticas de Israel. Uma delas ainda mostrava um alerta falso de um ataque de mísseis contra o país, o que gerou pânico entre os espectadores.

"Os mísseis cairiam em até 1,2 quilômetro do local onde acontece o evento musical Eurovision"

A mensagem dizia o seguinte: “Israel NÃO é segura. Você verá! Perigo: risco de ataque de míssil. Por favor, encontre abrigo”. Jornais locais ainda comentam que a mensagem foi transmitida de maneira a simular um comunicado oficial da IDF, o que aumentou a preocupação entre os cidadãos.

Outra mensagem indicava que os mísseis cairiam em até 1,2 quilômetro do local onde acontece o evento musical Eurovision, no norte de Tel Aviv.

Ainda não se sabe quem está por trás do ataque; contudo, a mídia local especula que foram grupos pró-Palestina, como o Hamas. 

Print do vídeo exibido


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Israel impede ciberataque explodindo prédio com hackers



As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam que tiveram sucesso ao neutralizar uma tentativa de ciberataque contra o país ao explodir um prédio localizado na Faixa de Gaza. Segundo a IDF, os ataques hacker foram rastreados até o prédio em questão, que recebeu ataques aéreos via drones.

Todo o ataque foi mostrado em um vídeo no Twitter, publicado pela própria IDF. As Forças de Israel afirmam que o prédio era usado pela força militar palestina Hamas e abrigava uma equipe de hackers voltada para desestabilizar o espaço cibernético de Israel.


"O HamasCyberHQ.exe foi removido

“Nós frustramos uma tentativa de ataque cibernético do Hamas contra alvos israelenses.
Após nossa operação de defesa bem-sucedida, atacamos um prédio onde os agentes do Hamas trabalham. O HamasCyberHQ.exe foi removido", escreveu a IDF no Twitter.

As tensões no local cresceram nos últimos dias, registrando 27 palestinos e 4 civis israelenses mortos, além de mais de 100 feridos. A IDF ainda disse que matou Hamed Ahmed Abed Khudri, homem que, segundo Israel, financiava os ataques de mísseis realizados pelo Hamas ao transferir dinheiro do Irã para grupos armados em Gaza.

Fonte: THN