sábado, 3 de agosto de 2019

Novo NVIDIA Shield é homologado nos EUA e deve ser revelado em breve


Uma nova geração do NVIDIA Shield está a caminho para ser outra oferta no mercado de TV boxes. A informação é do site Extremetech, que flagrou a certificação do modelo na FCC, o órgão dos Estados Unidos que regula a venda de eletrônicos no país.

O novo NVIDIA Shield tem o Android TV como sistema operacional e as esperadas conectividades WiFi e Bluetooth, além do sistema operacional baseado no Android Pie (9.0). Não há mais detalhes técnicos sobre o dispositivo, mas especulações apontam para o uso do processador Tegra X1 T214, que é da própria fabricante e já está no mercado no Nintendo Switch Lite.

Também não há fotos do produto, mas ele não deve ser muito diferente do modelo SHIELD TV lançado em 2017, que no ano passado ainda recebia atualizações. A linha começou em 2015, com um console portátil de mesmo nome. O esquema de aguardar 2 anos pela próxima geração deve ser seguido novamente e ser homologado é um dos últimos passos antes do anúncio, então fique de olho no TecMundo para mais novidades.


sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Claro/NET é notificada por propaganda enganosa de internet fibra óptica


A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) conquistou uma liminar contra ações publicitárias da Claro/NET. A partir de agora, a marca está proibida de omitir nos anúncios que a internet via fibra óptica vendida pela operadora não necessariamente chega até a residência do cliente.

O problema estava principalmente na venda do NET Combo, que incluía entre os textos no site da empresa a informação de que "você leva o melhor NET fibra ótica". Além disso, a própria empresa falava aos clientes que serviços de internet e televisão eram oferecidos com essa tecnologia. O problema? Na hora da instalação, constatou-se que os cabos nem sempre chegavam até o interior das casas. Em vários dos casos onde a cobertura integral ainda não está disponível, a fibra só é puxada até o poste externo, de onde é feita uma ligação com um cabo coaxial simples até a residência — uma tecnologia menos moderna e que pode trazer um desempenho pior do que o prometido.

A ação da empresa foi considerada "publicidade enganosa por omissão". Segundo o Ministério Publico do Distrito Federal, a medida já é válida desde 31 de julho deste ano e, se descumprida, pode resultar em uma multa de até R$ 35 milhões.

Até o momento, a Claro/NET não se manifestou a respeito da decisão da Justiça.

Fonte: MPDTF

Google está testando plano de assinatura de jogos para smartphones


No começo do ano, a Apple anunciou o Apple Arcade, uma assinatura para um serviço com vários jogos feitos exclusivamente para iPhones e iPads. Agora, foi descoberto que a Google está trabalhando em um serviço similar, chamado Google Play Pass.

O site XDA Developers conseguiu informações do Play Pass que datam de 2018, mas agora a Google começou a testar o serviço e as primeiras telas dele passaram a pipocar pela internet. Nelas, é possível ver a página de assinatura do Play Pass, que custaria US$ 4,99 (aproximadamente R$19,40) por mês. Outras imagens mostram a tela de compra de Stardew Valley para Android, com o aviso que o download do game é gratuito para os assinantes do serviço. 

Reprodução/Android Police

O Play Pass parece bastante com o Apple Arcade, mas tem uma vantagem que pode chamar atenção de um público ainda maior. Isso porque na tela de assinatura, é informado que, além de jogos, o serviço também oferecerá "centenas de aplicativos premium, sem anúncios ou compras in-app". Não é informado exatamente quais seriam esses aplicativos, mas o fato de ter mais essa opção é interessante.

Além de Stardew Valley, algumas informações conseguidas pelo XDA Developers indicam que jogos como Marvel Pinball e Limbo estariam dentro da seleção do Play Pass. Como é possível notar, a Google parece estar apostando em jogos consagrados, enquanto a Apple pretende investir em exclusivos para o Arcade. A Google ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.


Aladdin é o 4º filme a bater a marca de US$ 1 bilhão mundialmente em 2019


Aladdin, o mais recente live-action da Disney, tornou-se o 5º filme neste ano a passar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria, sendo o 5º título a alcançar esse feito.

Assim como Vingadores: UltimatoCapitã Marvel e Homem-Aranha: Longe de Casa, a obra dirigida por Guy Ritchie faturou mais de US$ 1 bilhão em 2019 e superou todas as previsões. Nos Estados Unidos, o lucro foi de cerca de US$ 343 milhões, somado a US$ 656 milhões internacionalmente.

A produção estreou no feriado norte-americano conhecido como Memorial Day. Era esperado que, nos 4 dias de recesso, houvesse um rendimento entre US$ 75 milhões e US$ 85 milhões, mas o filme abriu sua primeira semana com a impressionante arrecadação de US$ 117 milhões. 

Depois dos Estados Unidos, o país que mais visitou os cinemas para assistir a Aladdin foi o Japão. (Fonte: Daniel Smith/Reprodução)

O mais recente longa-metragem da Disney é o 5º da companhia a alcançar a marca do bilhão mundialmente, juntando-se aos títulos A Bela e a Fera, Alice no País das Maravilhas, Piratas do Caribe: O Baú da Morte Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas.

Fonte: variety

AR no Apple Maps seria uma 'virada de jogo' contra o Google Maps


Usar o Google Maps é semelhante a checar o Gmail ou pesquisar algo no Google – tarefas do dia a dia que a gente faz sem pensar. Uma patente para a integração de AR (Realidade Aumentada) ao Apple Maps pode ser a virada de jogo que a Maçã está precisando no campo da navegação por mapas mobile.

O projeto, chamado "Navegação usando realidade aumentada", vai direto ao ponto do nome à simplicidade: são mudanças  no Apple Maps que "sobrepõem informações de rotas em visualizações ao vivo da estrada à frente do carro".

AR via painel do carro


Para funcionar, o iPhone do motorista teria que estar acoplado ao painel do carro, com a câmera apontada para a frente, captando imagens da estrada. O motorista receberia, então, as visualizações em tempo real da rota seguida com informações de navegação sobrepostas – como limite de velocidade, mãos das vias e nomes de ruas. 

No desenho incluído na patente pode-se ver o funcionamento do recurso de AR. (Fonte: Apple/Reprodução)

O pulo do gato sobre o historicamente popular Google Maps está aí: os aplicativos de navegação usuais exibem uma visão dimensional da estrada, de cima para baixo. A descrição da patente explica que, "ao sobrepor a camada de navegação sobre as imagens capturadas, o usuário pode entender clara e facilmente em qual pista se posicionar, sem ter que decifrar como os símbolos gerais se correlacionam com o mundo real".

Esse recurso poderá funcionar com óculos de AR (mesmo que essa tecnologia, assim como o Apple Maps, não tenha se popularizado como esperado). Além disso, há a preocupação com questões de segurança: como se comportariam os motoristas dirigindo com um olho na estrada à frente e outro em uma tela cheia de símbolos gerados por computador, ou usando óculos de AR.

Fonte: Cult of Mac

Câmeras de segurança registram rastros de meteoro nos EUA


Na semana passada, câmeras de segurança de casas em vários estados americanos da Costa Leste registraram rastros de um meteoro. As rajadas de fogo foram vistas por volta das 23h, e quase 400 pessoas observaram o fenômeno, congestionando o sistema de inserção de relatos de meteoros do site da Sociedade Americana de Meteoros (AMS).

O lampejo parece ter tido origem na costa de Long Island, no estado de Nova York, e produziu rastros no céu enquanto seguia para Connecticut, tendo sido avistado por testemunhas oculares também em outros estados, como Massachusetts, Nova Jersey, dentre outros.

Os observadores descreveram o acontecimento como uma rajada intensa de tonalidade esverdeada no céu, com bordas brilhantes ao longo de sua cauda, e foi tão rápido que as únicas provas que evidenciam o fenômeno são os vídeos produzidos pelas câmeras das casas.

As características da bola de fogo visualizada são comuns em avistamentos de meteoros. Segundo a AMS, a maioria das rajadas dura apenas alguns segundos, não havendo tempo para fotografias, e meteoros com maiores durações são extremamente raros .

Câmeras registram rastro de meteoro nos Estados Unidos. (Fonte: BGR/Reprodução)


Os meteoros


De acordo com as informações do site da AMS, os meteoros correspondem à incineração de meteoroides, rochas espaciais, que adentram a atmosfera terrestre, criando um lampejo de luz. Normalmente, as rochas são inteiramente destruídas pelo fogo, mas, caso remanescentes do meteoroide consigam sobreviver à passagem pela atmosfera, eles podem chegar ao solo e são denominados meteoritos.

As chamadas “bolas de fogo” correspondem a um meteoro mais brilhante que o planeta Vênus e, em geral, tendem a ser geradas pela explosão de metereoides pequenos, não produzindo nenhum fragmento que atinja o solo da Terra.

O meteoro brilhante que atingiu o céu americano parece corresponder a esse tipo de explosão de rochas menores. Aparentemente, o objeto espacial foi completamente destruído, e não há relatos de danos ou de detritos que tenham atingindo o solo, sendo pouco provável que tenhamos notícias posteriores de remanescentes encontrados.

Fonte: Ams Meteors

Nanomicrofone consegue captar partículas individuais de som


Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, criaram um nanomicrofone tão sensível, que é capaz de detectar os fônons, tidos como partes indivisíveis de movimento ou quanta, que se manifestam como som ou calor. Ao contrário da maioria das substâncias do nosso mundo, as energias dos fônons são restritas e aparecem como fragmentos ou segmentos distintos.

Antes, não era possível medir os fônons

Antes do microfone quântico, os cientistas não conseguiam medir os fônons individualmente porque os espaços entre seus segmentos (as diferenças entre seus estados de energia) são diminutos.

O pesquisador responsável pela construção do nanomicrofone, Patricio Arriola, explica que “um fônon corresponde a uma energia dez trilhões de vezes menor do que a energia necessária para manter uma lâmpada ligada por um segundo”. A inviabilidade para pedir o número de fônons com um microfone comum começa a partir do momento que a própria atividade já produz energia suficiente para distorcer a energia que deveria ser medida.

Em um microfone comum, os deslocamentos das ondas sonoras são convertidos em tensões elétricas mensuráveis. Como não é possível descobrir a posição de um objeto quântico sem alterá-la, o método convencional foi descartado.
Microfone quântico visto através do microscópio. (Fonte: Universidade de Stanford/Patricio Arriola/Divulgação)

As possibilidades do microfone quântico

A partir do microfone quântico, os físicos vão medir o número de fônons diretamente nas ondas sonoras. Para isso, eles vão utilizar a escala dos estados de Fock, onde cada estado possui um nível, e cada nível só é atingido com base num certo número de fônons gerado.

O microfone quântico possui ressonadores nanomecânicos que geram fônons em diferentes estados. Suas estruturas periódicas atuam como espelhos para o som, que, ao receber um estímulo que produza um “defeito” nas redes artificiais, permitem que os fônons sejam presos entre essas estruturas.
Os fônons aprisionados, e em movimento, vão gerar níveis de energia relativos à sua quantidade, dessa forma, se fazendo contáveis para os pesquisadores.

A invenção deve ajudar no desenvolvimento de computadores quânticos acústicos menores e mais eficientes, dispositivos de armazenamento para futuras máquinas quânticas, sensores quânticos, lasers sonoros, entre outros.