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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Apple Card: como a Maçã vai economizar dinheiro e lucrar com o cartão?



Apple anunciou o seu cartão de crédito afirmando que ele será sem taxas. Melhor ainda, ele terá um programa de recompensas que devolverá de um a três por cento do valor gasto com a compra de seus próprios produtos.

Diante de tanta facilidade, algumas pessoas começaram a se perguntar como a empresa poderia lucrar com o cartão. Business Insider procurou alguns especialistas da área financeira para que eles explicassem como o Apple Card pode ajudar a Apple a economizar dinheiro e obter lucro com o serviço. A resposta é mais simples do se imagina.

Divulgação/Apple

Para início de conversa, como qualquer outro cartão de crédito, o Apple Card vai cobrar juros sobre o saldo que não for pago integralmente a cada mês.
A Apple disse que seus juros serão mais baixos que os dos concorrentes, o que não torna esse retorno ruim, já que as taxas já praticadas são tão altas, que é perfeitamente possível ganhar dinheiro mesmo cobrando menos que o padrão de mercado.
A empresa ainda possui quatro cartas na manga, que a diferenciam de outras companhias de cartões de crédito:

1.  Gastos com marketing - Enquanto os bancos precisam investir em campanhas publicitárias e oferecer grandes vantagens introdutórias para captar novos clientes, a Apple já possui um legado de clientes que também são fãs, e já demonstraram interesse em utilizar o seu cartão;
2.  Menor risco de fraude - O Apple Card não vai ter o número gravado no cartão físico, sendo que muitos usuários vão efetuar compras com autenticação via Face ID ou reconhecimento digital, para aproveitar os benefícios do Apple Pay;
3.  Suporte mais barato - Menos clientes vão precisar consultar cobranças que eles não reconhecem, devido à integração com o Apple Maps. A empresa também já possui canais de mensagens com chatbots;
4.  Menos gastos com parceiros - Ter um cartão próprio vai permitir que a Apple economize com a taxa de intercâmbio proveniente de pagamentos feitos com outros cartões.

A companhia ainda poderá cobrar a mesma taxa de intercâmbio quando seu cartão for usado em outras lojas.

Fonte: 9TO5MAC

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Candy Crush faturou mais que Pokémon Go e Fortnite em 2018, diz pesquisa

Achou que Candy Crush estava fora da briga? Achou errado: de acordo com estimativas divulgadas por uma pesquisa do Sensor Tower, que faz auditoria do mercado mobile, o jogo fechou 2018 com nada menos que US$ 1.5 bilhão em dinheiro vindo de jogadores. Isso deixa sucessos como Pokémon Go e Fortnite pra trás.
Desse montante, 63% foram gerados só pelo Candy Crush Saga, o título mais antigo da série, tendo angariado, sozinho, US$ 945 milhões, valor que contempla o Android e o iOS e representa um crescimento de 6.5% em relação a 2017.
Para efeitos de comparação, Fortnite alcançou cerca de US$ 500 milhões em 2018 – mas isso só no iOS. Como o jogo não chegou ao Android via Google Play Store, a mensuração das microtransações fica "mais difícil", de acordo com a pesquisa. Já no caso de Pokémon Go, a movimentação foi de US$ 800 milhões no iOS e no Android juntos, ainda segundo o levantamento.
Candy Crush continua mais vivo do que nunca no mercado. Ficou surpreso com a notícia? Opine aqui embaixo, na seção destinada aos comentários.
Via Voxel