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sábado, 13 de abril de 2019

Novo app da Kaspersky para Android vai dedurar apps de espionagem



Existe uma categoria de softwares para PCs e dispositivos portáteis que foi criada com a finalidade de “vigiar” as atividades dos usuários, coletando informações que podem ser analisadas pelo responsável por sua instalação. Esses aplicativos, que estão sendo chamados de “stalkerwares” e não são considerados ilegais, podem ser utilizados por pais que desejam monitorar os filhos e por empresas que cedem aparelhos a funcionários e querem se certificar de que os equipamentos não estão sendo usados para atividades impróprias.

Kaspersky Lab anunciou que seu novo app para Android, Internet Security, terá um recurso de alerta de privacidade que avisará ao usuário se houver um stalkerware instalado no dispositivo, dando a opção de removê-lo ou mantê-lo.



Fonte: Insider DN

A decisão da empresa se deve pela possibilidade de esses aplicativos serem utilizados de forma abusiva. Em teoria, qualquer pessoa que tenha acesso ao celular pode instalar um stalkerware para vigiar as atividades sem que o dono do aparelho saiba. Alguns desses apps rastreiam mensagens, fotos e locais e podem capturar imagem e áudio em tempo real.

Os stalkerwares geralmente não são encontrados em lojas de apps oficiais; ao serem comprados, um executável é disponibilizado para download. No iOS, a instalação é um pouco complicada, pois necessita que o sistema seja desbloqueado através de jailbreake. Mesmo assim, em 2018 a Kaspersky Lab encontrou mais de 58 mil dispositivos móveis com esse tipo de app instalado.

Em comunicado, Alexey Firsh, funcionário da companhia de segurança, disse que a empresa acredita que os usuários têm o direito de saber se estão utilizando um aparelho monitorado, já que a ação implica invasão de privacidade.


sábado, 16 de março de 2019

Microsoft corrige vulnerabilidade do Windows descoberta pela Kaspersky



A empresa de segurança Kaspersky Lab divulgou a descoberta de uma nova falha no Windows que foi utilizada em ataques direcionados nas versões 8 e 10 do sistema operacional da Microsoft. De acordo com a companhia, essa vulnerabilidade 0-day foi explorada por dois grupos especializados em APTs (sigla em inglês para ameaça persistente avançada) conhecidos como SandCat e FruityArmor.

Ainda segundo a Kaspersky, os hackers se aproveitaram de uma vulnerabilidade no subsistema gráfico do Windows para conseguir privilégios locais e controlar os computadores. Antes de ser anunciada publicamente, a falha foi reportada para a Microsoft, que já lançou uma atualização com a correção do problema.

“A descoberta de uma vulnerabilidade desconhecida no Windows e explorada ativamente mostra que essas ferramentas caras e raras continuam interessando muito aos grupos especializados em APTs e as organizações precisam de soluções de segurança capazes de protegê-las contra essas ameaças desconhecidas”, afirmou um especialista da Kaspersky no comunicado oficial da empresa.

Como a falha é no sistema operacional e foi corrigida pela Microsoft no início da semana, a principal recomendação para manter seus computadores seguros é garantir que todas as máquinas estão rodando a versão mais recente do Windows 8 ou do Windows 10.

Fonte: KASPERSKY

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Estudo diz que 1 em 4 brasileiros assistem pornô no trabalho


A Kaspersky lab realizou um estudo para entender melhor como a pornografia serve para infectar computadores e smartphones no mundo. Parte da campanha “Ressaca Digital”, a pesquisa descobriu que 19% dos homens latino-americanos costumam assistir vídeos pornográficos no ambiente de trabalho. Ainda, que os brasileiros estão no TOP 3 entre as nacionalidades que mais acessam.
Veja abaixo em porcentagem a quantidade de homens que acessam pornografia no trabalho:

Peruanos: 26%

Brasileiros: 24%

Mexicanos: 19%

Argentinos: 19%

Chilenos: 14%

Colombianos: 12%

Quando as mulheres são pesquisadas, os números ficam da seguinte maneira:

Colombianas: 13%

Peruanas: 10%

Mexicanas: 9%

Brasileiras: 9%

Argentinas: 7%

Chilenas: 4%

"Além de olhar por conteúdo sexual, os homens são os que mais realizam compras online no trabalho. Em média, 42% deles o fazem, principalmente os jovens entre 25 e 34 anos. Em contrapartida, as mulheres entre 18 e 24 anos de idade são as que menos compram pela internet no expediente”, adiciona a Kaspersky.

"Os funcionários, sendo os usuários finais, são o elo mais fraco da cadeia na cibersegurança"

O estudo também nota que 17% dos usuários chilenos infectados por malware para celular em 2017 sofreram ataques usando temas pornográficos. “Também foi visto que os trojans bancários disfarçados de players de vídeo pornô estão em segundo lugar entre os tipos mais difundidos de malware dirigido por pornografia, seguido por malware com acesso root e ransomware. O último, em muitos casos, usa táticas de scareware: um programa malicioso que bloqueia a tela e exibe uma mensagem que indica que conteúdo ilegal foi detectado e, portanto, o dispositivo foi bloqueado. Para desbloqueá-lo, a vítima deve pagar por um resgate”.

Segundo Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de pesquisa e análise da Kaspersky Lab para América Latina, “os funcionários, sendo os usuários finais, são o elo mais fraco da cadeia na cibersegurança, já que seus maus hábitos online colocam em risco redes corporativas e dados confidenciais das empresas. Uma investigação realizada no início do ano revelou que a negligência dos funcionários contribuiu para 46% dos incidentes de empresas em 2017, o que demonstra a importância de organizações estabelecerem políticas e normas de segurança de TI e que eles o façam de uma maneira viável para todos os colaboradores, e não apenas para aqueles que são especialistas na área”, acrescenta Bestuzhev.

Fonte: KASPERSKY