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segunda-feira, 29 de abril de 2019

Firefox para Android será aposentado e substituído por novo navegador



A versão para Android do navegador Mozilla Firefox será aposentada e substituída por um novo aplicativo chamado Fenix. Esse processo, que deve durar vários meses até ser finalizado, foi detalhado em um documento da organização responsável pelos browsers.

A ideia da Mozilla é manter o Firefox atual funcionando sem adição de novas funcionalidades até que o Fenix esteja pronto para receber todos os usuários da versão antiga. Quando isso acontecer, a organização irá migrar todas essas pessoas para o novo navegador, que promete ser mais otimizado para dispositivos móveis, usando o motor GeckoView e incluindo a opção de exibir controles na parte inferior da tela.

O documento detalha ainda que o Firefox atual será movido para o canal de suporte estendido da Mozilla no dia 3 de setembro deste ano, indicando que a partir desse ponto ele deixará de receber suporte a novas funções e tecnologias da web, ficando restrito às correções de bugs e falhas de segurança.

O que ainda não sabemos é quando a Mozilla vai lançar a versão final do Fenix ou quando o suporte ao Firefox tradicional será completamente encerrado. De acordo com o documento, essas medidas foram tomadas exatamente para diminuir o custo de manutenção do suporte, o que pode significar que o Firefox para Android será definitivamente aposentado em 2020.

Fonte: MOZILLA

quarta-feira, 20 de março de 2019

Firefox lança ferramenta que bloqueia som automático em páginas


O aumento de conteúdo audiovisual aumentou consideravelmente nos últimos ano e com isso também vieram mais vídeos com som alto rodando automaticamente — às vezes nem dá para saber de onde vem direito. O Firefox já testa desde o ano passado um recurso que bloqueia essas mídias por padrão e que agora está disponível na versão 66.

O Bloqueio de Reprodução Automática de Som impede de forma nativa que as mídias saiam por aí berrando no seu ouvido assim que você entra nos endereços. Para assistir, é só clicar para liberar a permissão e vale lembrar que o material que já estiver no mundo continua rodando, só que em silêncio.

Fonte: Firefox

É possível gerenciar quais páginas você aceita o autoplay, incluindo plataformas de streaming como a Netflix, e é preciso destacar também que se o microfone e a câmera estiverem acessíveis, o navegador entende que os usuários pretendem interagir e, por isso, o som pode ser executado automaticamente.

Fonte: Firefox

Para mexer nessas permissões, você pode selecionar o ícone de informações na caixa de endereço o alterar diretamente do menu principal, no canto superior direito, em Configurações.

Mais fluidez na navegação

O Firefox 66 traz alguns ajustes que melhoram o fluxo de navegação. Um deles é conhecido com “âncora de rolagem” que impede os textos de pularem para fora da tela quando um vídeo ou uma imagem são carregadas — o que pode ser especialmente irritante em dispositivos móveis.

As ferramentas de busca do Firefox também receberam algumas pequenas, porém importantes, melhorias. As pesquisas de guias abertas recebeu um ícone que facilita as pesquisas quando o volume de conteúdo é muito grande e a navegação privada ganhou um mecanismo de consulta que não grava seu histórico.

Todas as mudanças já estão sendo distribuídas, tanto na versão gringa quanto da nacional do Firefox.

Fontes :TECH RADAR/ CNET

quarta-feira, 13 de março de 2019

Como desativar anúncios que aparecem no Firefox



No ano passado, o Firefox começou a testar um recurso para exibir dicas aos usuários em sua página inicial. Só que o “experimento” repercutiu mal nas redes sociais: enquanto a Mozilla defendia sua ideia, usuários reclamavam de uma suposta propaganda.

Isso tudo porque o Firefox passou a mostrar um alerta sobre o serviço de hospedagem Booking.com. A mensagem (também conhecida como snippet) oferecia um vale-presente de US$ 20 em compras na 
Amazon aos que reservassem um quarto de hotel. 


Na época, um porta-voz do Mozilla chegou a declarar que a mensagem era “uma experiência para fornecer mais valor aos usuários do Firefox através de ofertas fornecidas por um parceiro”. Ninguém digeriu bem a explicação, mas o navegador não deixou de exibir o alerta.

Para definir o conteúdo direcionado aos usuários, o navegador utiliza diretrizes como a localização do computador do usuário (para exibir mensagens relevantes de acordo com seu país) e dados de interação como o número de vezes que um conteúdo foi clicado. De acordo com a Mozilla, as informações servem para garantir a efetividade e o sucesso do snippet.

Como a mensagem não é classificada como um anúncio, bloqueadores de propaganda não impedem o aparecimento da notificação. Mas, se quiser evitar as recomendações do Firefox, o usuário nem precisa ir tão longe. É possível desativar o recurso nas configurações do próprio navegador. Siga nosso passo-a-passo: 

1) Abra o navegador e vá em Configurações, representado pelo ícone de engrenagem no canto superior direito. Também é possível encontrar a opção ao clicar no ícone de três barrinhas.


2) Uma página será aberta com as preferências de Configurações. Na lista exibida na lateral esquerda, clique em “Início”: 3) Vá até o fim da página. Você encontrará a opção Snippets, que são as mensagens que a Mozilla encaminha para você como sugestões de conteúdo relevante. Desative a função.


E se você quer se livrar de qualquer tipo de anúncio no Firefox, é bom também desativar as recomendações do Pocket, que são notícias e histórias patrocinadas e selecionadas especialmente para sua página inicial.

A Mozilla afirma que as recomendações são baseadas no histórico de navegação de cada usuário. “O processo de decisão de quais histórias você vê ocorre internamente na sua cópia do Firefox. A Mozilla e o Pocket não recebem uma cópia do seu histórico do navegador”, explica.

Pronto! Agora você não vai mais receber recomendações do Firefox – sejam elas propagandas ou não.

Privacidade no Firefox

Criada em 1998 por membros da Netscape, a Mozilla surgiu como uma organização sem fins lucrativos. Em fevereiro deste ano, a empresa completou 21 anos de existência.

A primeira versão do navegador Firefox foi lançada pela empresa em 2002. Atualmente, apenas 4,3% dos usuários o utilizam como primeira opção de navegação – mas a empresa enfrenta forte concorrência. O Chrome, da Google, aparece em primeiro lugar, concentrando 62,4% dos usuários, e é seguido pelo Safari (15,5%) da Apple.

A maioria dos usuários fiéis ao Firefox são atraídos pelo discurso de privacidade da Mozilla. Além de afirmar só coletar dados necessários (como quando você compartilha relatórios de problemas), a empresa também diz proporcionar aos usuários mais controle sobre suas informações.

A empresa consegue coletar dados por meio dos próprios produtos (por exemplo, quando você verifica se sua versão do Firefox está atualizada), por terceiros ou ao usar dados autorizados para a personalização de serviços.

“Quando você nos envia informações pessoais, nós as utilizamos de acordo com sua permissão. Em geral, usamos suas informações para nos ajudar a melhorar nossos produtos e serviços para você”, diz a empresa. “Também não queremos manter suas informações pessoais por um prazo mais longo do que o necessário. Quando essas informações não forem mais necessárias, providenciaremos a destruição delas”.

É considerada informação pessoal toda aquela que identifica o usuário, como nome e e-mail. O compartilhamento de dados com terceiros também é mais restrito e realizado em casos específicos para evitar danos aos usuários e terceiros ou quando o Firefox é obrigado por lei.

A questão é tão enraizada que a Mozilla chegou a suspender anúncios no Facebookapós o escândalo de compartilhamento de dados com a consultoria Cambridge Analytica.

Fonte: How To Geek


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Adobe Flash será desativado por padrão do Firefox 69 ainda neste ano


O fim do Adobe Flash está cada vez mais próximo. Agora, a Mozilla declarou que o plugin será desativado por padrão de seu navegador a partir do Firefox 69, a ser lançado em 3 de setembro de 2019. A informação foi publicada em um relatório de bugs, que também revela como o processo funcionará. No caso, a versão Nightly será a primeira a receber a mudança, seguida da versão final. No entanto, empresas que precisam do plugin por um tempo terão suporte até o fim do ano. Atualmente o Firefox está na versão 64, assim ainda restam alguns meses para alteração ou recriação de projetos do zero.
Enquanto isso, outros navegadores já seguiram o mesmo caminho. No Chrome, por exemplo, para visualizar algo em Flash, é preciso fazer alteração em suas configurações. Na versão 76 do browser, a ser lançada em julho, isso já não poderá mais ser feito. O Microsoft Edge já não tem a função desde 2017.

Com seu lançamento, há 23 anos, o Flash foi uma ferramenta muito popular na internet, sendo usada na criação e reprodução de multimídia, como em conteúdo de sites e jogos. Mas, nos últimos anos, passou a ser evitada, por ser constante alvo de criminosos, em busca de vulnerabilidades na rede. Inclusive, a própria Adobe já adiantou que não irá mais oferecer suporte ao plugin a partir de 2020, e tem sugerido que projetos nesse sentido sejam substituídos por novas tecnologias, como é o caso do HTML5. Outras opções viáveis e seguras seriam os padrões WebGL e WebAssembly.

Fontes: NEOWIN GHACKS