segunda-feira, 29 de julho de 2019

Deadpool 3 é confirmado e deve introduzir os X-Men na Fase 5 do MCU


O CEO do Marvel Studios, Kevin Feige, deixou todo mundo curioso ao dizer que “não teve tempo para falar do Quarteto Fantástico e sobre mutantes” ao final da apresentação na International Comic-Con: San Diego. Todo mundo espera que ele vá falar sobre a “Fase 5” do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) no evento bienal da Disney, o D23, que acontece entre os dias 23 e 25 de agosto.

Mas o ator Ryan Reynolds já parece ter “confirmado” Deadpool 3 antes mesmo do anúncio oficial. Ele postou ontem em seu Instagram um quadro com “teoria da conspiração” com várias fotos de famosos e até mesmo citou “Fase 5” na postagem. Veja:


No quadro aparecem o criador de Deadpool, Rob Liefield, e vários outros artistas, incluindo sua esposa, Blake Lively, e o eterno Wolverine, Hugh Jackman. Embora muita gente ache que sejam pistas, deve se tratar mesmo de brincadeira e o mais importante está mesmo na mensagem da publicação.

Kevin Feige já havia adiantado anteriormente que Deadpool continuaria sendo produzido da mesma forma, para maiores de idade, e na própria Comic-Con disse isso mais uma vez, confirmando também que ele faz parte do “pacote” X-Men que pretende utilizar.

Deadpool deve ser o primeiro da família X-Men no MCU

O D23 deve ter grandes novidades sobre as animações da Pixar, os próximos Star Wars e, claro, os filmes do Marvel Studios. A apresentação deve ser bem mais curta que na Comic-Con, provavelmente 30 minutos. 

Muitos esperam que as atenções estejam voltadas para Pantera Negra 2, provavelmente com Namor como antagonista, e Capitã Marvel 2, que pode ter sua própria “mini Invasão Secreta" junto a Guerra Kree-Skrull. 
Fonte: Fox Films/Reprodução

Vai sobrar pouco tempo para Blade e seria até injusto introduzir o Quarteto Fantástico e os X-Men como “coadjuvantes” da festa. Então, é bem possível que Deadpool 3 seja confirmado como o primeiro mutante a fazer parte do MCU. Isso seria interessante, porque com esse longa saberíamos mais como é que o Marvel Studios vai explicar a presença dos Filhos do Átomo nesse universo em andamento.

Ainda não dá para cravar isso tudo com certeza, entretanto, o post de Reynolds, as palavras de Feige e o próprio cronograma apresentado até agora indicam que teremos mesmo a primeira família de heróis e os X-Men somente na "Fase 6".

Fonte: Instagram

França quer enviar satélites armados para o espaço até 2030


Na primeira quinzena de julho o presidente da França Emmanuel Macron anunciou seu plano de criar uma força espacial francesa para defender seus satélites. Agora, a ministra da defesa do país deu mais detalhes sobre o plano que pretende enviar satélites com armas e lasers para o espaço.

Florence Parly afirmou que o país vai investir 700 milhões de euros a mais na segurança espacial  totalizando 4,3 bilhões de euros para a renovação completa dos satélites até 2025. Estes terão câmeras e podem ser equipados com metralhadoras e lasers a fim de identificar e neutralizar potenciais adversários. A estrutura prevê também um “enxame” de nano-satélites para proteger os já existente e possibilitar o rápido envio de novos para substituir os danificados.

A ministra afirma que o sistema visa a defesa. “Defesa ativa não é uma estratégia ofensiva; é uma autodefesa ", aponta. Ela também diz que o plano não vai contra ao Tratado do Espaço Exterior, que proíbe armas nucleares ou "outras armas de destruição em massa" no espaço.

A ideia das autoridades francesas é que os novos satélites armados estejam em órbita até 2030

Fonte: The Verge

sábado, 27 de julho de 2019

Dispositivo vestível aprimora seu tempo de reação a atividades reflexivas


Todos têm um amigo que adora fazer a famosa brincadeira do “pensa rápido”: ele joga algum objeto em sua direção e, por puro reflexo, você deve pegá-lo com as mãos, ou se esquivar dele. Desnecessário dizer que quem tende a ser mais devagar em suas reações acaba sendo vítima de algo jogado no rosto — e a subsequente tiração de sarro dos amigos.

Um dispositivo vestível desenvolvido por cientistas da Universidade de Chicago, em parceria com a japonesa Sony, porém, promete mudar isso: por meio de impulsos elétricos feitos dentro de um timing exato entre o estímulo e o reflexo, o sistema promete acelerar sua velocidade de reação, efetivamente fazendo com que você responda a estímulos quase que instantaneamente.

Segundo os pesquisadores, o tempo médio de reação humana é de aproximadamente 250 milissegundos, contados a partir do momento em que você percebe algo se aproximando de você. O problema é que essa conta tem valores a serem adicionados: do cérebro ao corpo, o impulso elétrico que converte uma ordem para uma ação leva mais uns 200 milissegundos extras, além de mais uns 40 ou 50 milissegundos para que os músculos necessários tomem ação.

Essa janela de 50 milissegundos é o que o dispositivo “hackeia”. Segundo os cientistas, por meio de impulsos elétricos, eles conseguiram acelerar a reação em 80 milissegundos, mais do que compensando esse gap da conexão mente-músculo.
Apesar disso, a brincadeira não vem sem sacrifícios. O aprimoramento do seu tempo de reação não é permanente, e depende exclusivamente de que o objetivo na sua mente e o do dispositivo vestido sejam o mesmo. Em outras palavras: o “pensa rápido” do seu amigo ainda vai exigir muito mais de você do que da máquina, haja vista que, nessa brincadeira, você não sabe o que vem em seu caminho.

Ainda assim, dentro dos 80 milissegundos compensados pela máquina, os cientistas argumentam que não há nenhuma perda sensorial: exoesqueletos e outros sistemas robóticos conseguem imprimir velocidades ainda maiores, mas há a sensação constante de que você não controla seus membros. Não é o caso aqui: o usuário ainda está no controle, com ele próprio respondendo aos estímulos.

Fonte: Spectrum


Sistema treina e ensina novos truques a cachorros usando apenas vibração


Um cão israelense chamado Tai está aprendendo novos truques por meio de um colete vibratório, cujo sistema foi desenvolvido pela Universidade Ben-Gurion (BGU) e consiste em comandos enviados por meio de um controle remoto.

A princípio, Tai, um mestiço de labrador e pastor alemão de seis anos de idade, foi criado com a finalidade de ser um cão-guia, ou seja: prestar assistência a deficientes visuais. Entretanto, o plano foi por água abaixo, já que ele era distraído facilmente. Com a invenção do colete vibratório, Tai exerce plena concentração, respondendo melhor aos comandos de vibração do que aos comandos vocais.

O sistema desenvolvido pela universidade israelense pode apresentar muita relevância para situações em que o cão não se encontra no campo de visão do dono, como os cães militares ou os cães que participam de missões de busca e resgate. Por sua vez, esse estilo de comando não dispensa a possibilidade de pessoas com deficiência poderem se comunicar com um cão de assistência.

Como funciona? 


O colete canino sofreu algumas modificações para o funcionamento dos comandos (Foto: Jonathan Atari)

O colete canino conta com quatro pequenos motores vibratórios, que foram posicionados sobre as costas e nas laterais; assim, o cão passa a ser treinado para ter reações às diferentes vibrações que são enviadas através do controle remoto. Por enquanto, Tai aprendeu a responder a alguns comandos simples como girar, deitar, recuar ou até mesmo voltar para o dono (ou quem estiver manuseando o controle remoto, no caso).

"Nossos resultados de pesquisa mostraram que os cães responderam a essas sugestões vibrotáteis até melhor do que comandos vocais", afirma o professor Amir Shapiro, diretor do laboratório de robótica do departamento de engenharia mecânica da Universidade Ben-Gurion. "Nosso atual estudo mostra resultados promissores, que abrem o caminho para o uso de háptica para a comunicação canina-humana", Shapiro completa.

Háptica é a tecnologia que usa o toque para controlar e interagir com os computadores. Vale ressaltar que o trabalho da Universidade Ben-Gurion chegou a ser apresentado na World Haptics Conference, realizada no Japão, no início de julho. A próxima proposta do projeto é experimentar os comandos em diferentes raças e idades de cães para ver as reações e fazer alterações para que o colete fique mais sofisticado.

Fonte: BBC


Apps que educam brincando são uma forte alternativa para pais


Cada vez mais cedo, as crianças estão tendo acesso às telas de smartphones, tablets e computadores. Para equilibrar a imersão na tecnologia com o aprendizado, a aposta em aplicativos que divertem de forma lúdica vem se popularizando.

Esses apps criam um ambiente adequado para crianças, exercitando o desenvolvimento cognitivo e motor de maneira descontraída, aliando tudo com temáticas educativas. Confira alguns exemplos:

Kidsa

Esse aplicativo é focado na geração Alpha, nascida a partir de 2010 e já bastante familiarizada com o meio digital. O aplicativo traz uma proposta de curso de inglês completo para crianças durante a primeira infância — até os 8 anos de idade. É novidade no Brasil e oferece 12 níveis de evolução, 72 módulos e certificação em 4 níveis de aprendizado.

Ícone Kidsa English

Categoria: Crianças
Plataforma
Android
Tamanho
28.32 MB
Baixar GrátisDOWNLOAD SEGURO


Qranio

Por meio de um quiz livre, essa plataforma cria um ambiente de aprendizagem mais leve. Usando um recurso de gamificação, os usuários entram em contato com conteúdoseducacionais a todo momento. O aplicativo conta com trilhas de aprendizado, que visam à repetição e fixação, além de moedas virtuais de conhecimento, que recompensam os usuários e lhes permitem adquirir produtos na loja virtual.

Ícone Qranio

QranioGrátis
Plataforma
Android
Tamanho
19 MB


ZooMoo

Essa plataforma ajuda as crianças a aprenderem sobre os animais. Por meio de games e conteúdo educativo, o aplicativo trata de forma leve e divertida questões relacionadas à natureza. O estudante pode explorar sobre cada animal, suas características e escutar seu barulho.

Ícone Zoomoo IOS

Zoomoo IOSGrátis
Categoria: Crianças
Plataforma
iPhone
Tamanho
23 KB


Fonte: TecMundo

Ave de Rapina: avião híbrido da Airbus imita pássaro em busca de economia


O Royal International Air Tattoo, evento aéreo-militar realizado em Gloucestershire (Inglaterra) no último fim de semana foi marcado pelo design de uma aeronave hipotética apresentada pela Airbus.

Ave de Rapina é um novo conceito de avião exibido pela multinacional aeroespacial europeia, que não tem planos de construi-lo, apenas de apresentar um projeto conceitual com o objetivo de motivar novos engenheiros aeronáuticos. A exibição da aeronave e o evento destacaram o 50º aniversário da Airbus como fabricante de aeronaves.


Inspiração animal


O veículo apresenta um conceito de motor elétrico híbrido, turbo-hélice e design semelhante a um pássaro. Imitando uma ave de rapina, o avião apresenta cauda e asa divididas com pinos individuais como penas, estruturas que poderiam ser manipuladas de forma individual, fornecendo controle ativo do voo.


A aeronave apresenta cor bronze e uma união asa-fuselagem inspirada na aerodinâmica de uma águia ou de um falcão. O design é baseado em ideias realistas e representa o potencial da "biomimética", que inclui a produção de estruturas inspiradas nos sistemas encontrados na natureza. A iniciativa do design conceitual foi apoiada pela campanha GREAT Britain, pela Royal Aeronautical Society, Air League, Institution of Engineering e Technology and Aerospace Technology Institute.


O ideal sustentável do modelo


A empresa desenvolveu o conceito para transportes regionais com o objetivo de motivar a engenharia aeronáutica na aplicação de novas tecnologias. O sistema de propulsão do design, com motor híbrido elétrico, poderia fornecer uma redução de 30% a 50% da queima do combustível. Isso tornaria a aviação mais sustentável e ecológica, que é uma das prioridades de toda a indústria, de acordo com Martin Aston, gerente sênior da Airbus.

Ainda segundo Aston, voos mais limpos e silenciosos também são objetivos do mercado da aviação. Aviões híbridos elétricos exigem menos combustível do que aeronaves atuais, e o desenvolvimento dessas opções está ganhando força no mercado aeronáutico. No ano retrasado, por exemplo, a Boeing passou a apoiar financeiramente a startup Zunum Aero.


Usar o celular à noite não deve afetar o sono, diz novo estudo


Quem nunca ouviu de algum médico que usar o celular antes de dormir pode causar insônia ou prejudicar a qualidade do sono? Pois novos estudos indicam que pode não ser bem assim.

Segundo um artigo publicado na Science Daily, pesquisadores da Northwestern University fizeram testes em ratos para estudar os ritmos circadianos gerais do corpo — que funcionam de forma parecida em humanos. Por meio dos ratinhos, eles descobriram que áreas responsáveis por receber exposição curta de luz estão separadas das de exposição longa (como a luz do dia, por exemplo), contradizendo o que se acreditava anteriormente.

Os ciclos de sono e vigília dos seres humanos estão diretamente sincronizados com a iluminação do dia, nos fazendo sentir sono à noite, da mesma forma que temos maior disposição durante o dia. Contudo, as exposições rápidas à luz artificial, como em celulares, por exemplo, não causam o mesmo efeito da luz natural no cérebro — diferentemente do que se acreditava antes.
"Se esses dois efeitos — exposição à luz aguda e de longo prazo — fossem impulsionados pelo mesmo caminho, então cada pequena exposição à luz correria o risco de mudar completamente os ritmos circadianos do nosso corpo", disse Tiffany Schmidt, da Northwestern, que liderou o estudo.

Está se tornando mais importante entender como esses diferentes tipos de informações de luz são retransmitidos para o cérebro

Continua Schmidt: "antes do uso popular da eletricidade, nossa exposição à luz e à escuridão ocorria de modo bem previsível, mas a eletricidade se tornou muito barata. Todos nós temos smartphones, e suas telas são muito brilhantes. Estamos todos sendo expostos à luz nos momentos errados do dia. Está se tornando mais importante entender como esses diferentes tipos de informações de luz são retransmitidos para o cérebro".

A pesquisadora enfatiza que, naturalmente, qualquer exposição em excesso à tecnologia pode, sim, causar efeitos negativos no cérebro. O que ainda não se sabe é o limiar exato entre o saudável e o excessivo.

Os resultados detalhados dessa pesquisa serão publicados nesta semana na revista eLife.