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segunda-feira, 22 de abril de 2019

Investimento em cibersegurança no Brasil deve aumentar em 2019



A evolução da virtualização do mercado brasileira traz consigo novos desafios, com a cibersegurança ocupando posição de destaque na lista de novas necessidades. Diante deste cenário, a Tempest Security Intelligence realizou uma pesquisa com 50 companhias de 15 segmentos diferentes a fim de averiguar a quantas andam as defesas das empresas brasileiras.

A ideia era avaliar um panorama geral sobre o tema diante de novas legislações de proteção de dados, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ratificada em maio de 2018 no Brasil, e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês), implementado na Europa em maio do ano passado.

Com representes de setores variados como mídia, transporte, energia, seguros, mercado financeiro e varejo, as empresas relataram deram boas dicas dos caminhos da cibersegurança no país.

Em sua maioria, as companhias citam que o orçamento em segurança representa até 2% do faturamento, um número que deve crescer nos próximos anos. Para 2019, 38,8% das empresas ouvidas esperam elevar os gastos com isso em até 20%, enquanto 30,9% garante aumentar o investimento em no máximo 5%.

 

Nível de maturidade


Um dos destaques apontados pela pesquisa da Tempest envolve a autopercepção do nível de maturidade de uma empresa em relação à cibersegurança. Com estágios indo de zero a quatro, o maior grupo se concentra no Estágio 2, que considera como “Estabelecido” o nível de adequação às exigências da atualidade.

O nível mais avançado, Estágio 4, considera “Avançado” o tema da segurança concentra 23,64% das companhias, enquanto o Estágio 3, que classifica como “Gerenciado” o patamar de maturidade em relação às questões de segurança, engloba 20% das companhias pesquisadas.

A parte preocupante, porém, está na informação de que cerca de 25% das empresas está no Estágio 0 (3,64%) ou “Inicial” (21,82%), quando a empresa ou dispõe de praticamente nenhum recurso de segurança formalizado ou tem alguns processos estruturados, mas não encampa estratégias globais sobre a cibersegurança.

Fatores relevantes


Entre os fatores citados pelas companhias mais relevantes para investimentos em cibersegurança, o principal deles é a proteção dos dados dos clientes, motivo apontado por 67,27% dos entrevistados. Em segundo lugar veio a reputação da marca (54,55%), seguido de perdas financeiras relacionadas a falhas de segurança (45,45%).

Fonte: PIXABAY

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Após criptomoeda obscura, Ronaldinho Gaúcho aposta em marketing multinível



Você já ouviu falar por aí da Ronaldinho Soccer Coin (RSC)? Pois é, a maioria também não, até porque ela mal apareceu no mercado e meio que anda desaparecida, sem muitas informações de como realizar as operações e calendário de metas atrasado. O ex-craque da Seleção Brasileira parece ter deixado a criptomoeda para lá e mostrou sua mais nova aposta envolvendo marketing multinível (MMN).

O segmento do MMN é o que trabalha com distribuição de bens ou serviços que rendem lucros com ajuda do recrutamento de novos vendedores. A ideia da 18kRonaldinho é usar sua marca com a comercialização de itens que têm como carro-chefe uma linha de relógios personalizados. Segundo reportagem do UOL, a iniciativa já conta com 2,3 mil associados.

Para participar do programa, é preciso investir R$ 999. O novo integrante recebe quatro relógios e vende cada um por até R$ 600 para ficar com o excedente. É possível também entrar com um investimento menor, apenas para venda afiliada. Cada saída do produto gera uma pontuação e, ao negociar um relógio, o colaborador recebe 150 pontos. A indicação de um novo membro acrescenta 500 pontos.

Fonte: 18kRonaldinho

Para ganhar uma viagem com tudo pago para Cancun, Bora Bora ou Costa do Sauípe, é preciso juntar 3 milhões de pontos em 3 meses. E a promessa é até mesmo de bônus envolvendo um Porsche Panemera.

 

Modelo de negócios pode parecer “pirâmide”

 

O MMN muitas vezes é usado como isca para modelos de negócios que funcionam como pirâmide. Por isso mesmo, é muitas vezes visto com mais cuidado pelas autoridades, especialmente quando o recrutamento de membros ganha mais importância que a venda dos próprios produtos.

Fernando Branco, delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, foi o responsável pela operação que descobriu um golpe com bitcoin da D9 Clube de Empreendedores no ano passado. Para ele, essa estrutura de mercado é boa para quem está mais alto na hierarquia, mas quem fica abaixo acaba no prejuízo.

O CEO da 18kRonaldinho, Bruno Rodrigues, diz não se tratar de “pirâmide” porque não garante um retorno financeiro. “Com a  gente, a pessoa faz um investimento baixo, usa os produtos e participa de uma estrutura para se desenvolver e aumentar o mercado para o produto. Nosso sistema é meritocrático, não de quem chegou primeiro.”

Fonte: 18kRonaldinho

Branco diz que não conhece bem com funciona as operações da 18kRonaldinho. Já Rodriguez e Ronaldinho têm planos ambiciosos de expansão e querem se tornar “a maior empresa do MMN do mundo”.

Fonte: UOL

quarta-feira, 27 de março de 2019

Athletico Paranaense lança conta digital em parceria com o banco Digi+



O Athletico Paranaense anunciou, na noite desta terça-feira (26), uma parceria com o banco digital Digi+. Com a novidade, torcedores e simpatizantes do clube poderão abrir uma conta no banco utilizando o aplicativo Digimais Furacão, disponível para Android e iOS. O lançamento foi feito no dia em que a equipe comemora 95 anos de fundação.

Seguindo a mesma linha de outros bancos totalmente digitais, a grande vantagem destacada pelo Digi+ envolve exatamente a possibilidade de resolver tudo pelo smartphone. Com o aplicativo, é possível consultar saldo, fazer transferências, pagar boletos, realizar investimentos e recarregar créditos do celular.

Além de gerenciar a conta, o aplicativo também permitirá que os torcedores do Athletico solicitem um cartão de crédito. Ele terá a bandeira Visa e será personalizado com as cores do clube. Saques, por sua vez, podem ser feitos em casas lotéricas ou em caixas da rede Banco 24 Horas.


Durante a apresentação, o presidente do clube, Mario Celso Petraglia, ressaltou várias vezes que o Digi+ não pode ser descrito como um patrocinador máster, papel que foi ocupado pela Caixa até a temporada passada. O Athletico não receberá um valor fixo por mês do banco, com os rendimentos dependendo do sucesso da iniciativa. “É uma parceria de seis mãos: Athletico, banco e torcedor”, disse o dirigente.

O pacote de serviços para quem abre uma conta no Digi+ custa R$ 9,90 por mês e dá direito a 4 saques, 2 extratos mensais e 4 TEDs. Além disso, o banco exige um depósito inicial de R$ 100 para que você possa começar a movimentar a conta. Por questões contratuais, tanto clube como banco não revelaram os valores envolvidos na negociação.

Essa iniciativa do Digi+ não é única. O banco também tem uma parceria semelhante com o Cruzeiro e chegou a ser cogitado como patrocinador do Santos recentemente. Atualmente, 49% do capital social do Digi+ é do Grupo Record, tendo o bispo Edir Macedo como investidor.

Fonte:  banco digital Digi+