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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Leitor de digital do Galaxy S10 foi enganado por uma impressão em 3D



A Samsung já teve problemas com o leitor facial de outros aparelhos e esperava-se que o Galaxy S10 e o seu leitor de digitais embutido na tela pudesse resolver a situação. Ao que tudo indica, porém, isso não aconteceu — ao menos é o que mostra uma pessoa que recriou o seu próprio dedão em uma impressora 3D.

O autor da façanha realizou um processo que parece saído de um filme de espionagem: ele fotografou a sua própria digital de uma taça de vinho, tratou-a no Photoshop e, então, usou o 3ds Max para dar profundidade à fotografia e transformá-la em um modelo tridimensional.

Segundo o sujeito identificado apenas como Darkshark escreveu no Imgur, esse projeto levou 13 minutos para ser concluído e foram necessárias três tentativas. Com a impressão em 3D nas mãos, bastou encostá-la ao leitor de digitais da tela do Galaxy S10 para destravar o aparelho sem qualquer dificuldade.

Réplica feita com impressora 3D foi capaz de desbloquear o Galaxy S10. (Fonte: Imgur/Darkshark)

O mais curioso de tudo é que o S10 vem com um sistema ultrassônico de leitura biométrica que, em tese, é mais seguro e difícil de ser enganado do que um sistema capacitivo igual ao da maioria dos smartphones que usam esse tipo de recurso.

Samsung não está só

Se você se lembra das malandragens para driblar a proteção de outros smartphones da Samsung, vale destacar também que a Apple já passou por problemas semelhantes com o que ficou conhecido como “golpe da máscara 3D”. Será que um dia os smartphones serão imunes a esse tipo de problema?

Fonte: TecMundo

terça-feira, 5 de março de 2019

Samsung Galaxy S10: Leitor de digitais funciona mesmo com arranhões na tela



No lançamento dos novíssimos Samsung Galaxy S10 e Galaxy S10 Plus, pudemos ver que ambos os smartphones topo de linha da gigante coreana possuem sensores de impressão digital sob a tela que usam tecnologia ultrassônica. Em outras palavras, eles usam ondas sonoras de alta frequência para fazer a leitura biométrica. Mas será que essa tecnologia nova e interessante funcionará se a tela do telefone for riscada ou quebrada?

Zack Nelson, do canal JerryRigEverything, testou a durabilidade de um Samsung Galaxy S10 padrão. O vídeo demonstra que o aparelho da Samsung pode ser flexionado sem sofrer danos em sua tela, além de não sofrer nenhum dano aparente depois de exposto ao fogo por aproximadamente 30 segundos.

As laterais e a traseira do aparelho também foram bem riscadas pelo youtuber, mas, claro, são testes e situações extremas e que não acontecerão (tomara!) com o celular em uso normal.


Mas e se a tela receber muitos arranhões, ou mesmo quebrar, ao redor do sensor ultrassônico de impressão digital? No vídeo, vimos a tela ser atingida com mais arranhões do que normalmente é possível com desgastes regulares, e o leitor funcionou 100%.

No entanto, isso mudou quando Nelson fez ranhuras mais profundas, quase como se fossem rachaduras. Depois que o dano foi causado, o sensor de impressão digital na tela não funcionou. Portanto, se a tela quebrar na região dos leitores, o usuário terá problemas sérios para continuar usando seu smartphone. Por isso, talvez, a Samsung optou por utilizar sua própria proteção no display.



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Era lorota: películas não atrapalham leitor de digitais do Galaxy S10



Antes do lançamento oficial dos novos Galaxy S10 realizado hoje (20) pela Samsung, havia uma suspeita bastante polêmica envolvendo os novos aparelhos da coreana. Segundo um rumor disseminado na web na semana passada, os leitores de digitais ultrassônicos embutidos na tela dos celulares deixaria de funcionar caso fossem cobertos por uma película tradicional. Felizmente, essa história não passava de uma bela lorota.

Essa informação equivocada veio do Mobile Fun, que mostrou um dos novos smartphones da Samsung usando uma película totalmente estranha. Havia um grande buraco na parte central inferior que, teoricamente, serviria para que o usuário colocasse seus dedos diretamente em contato com a tela, bem no local do leitor ultrassônico.


Por conta dessas imagens, diversos fãs da Samsung ficaram preocupados com o fato de a nova tecnologia ser falha nesse nível e impedir que compradores pudessem proteger seus smartphones com películas tradicionais. Afinal, é melhor não ter uma película do que usar uma como essa do vídeo que você confere acima.

A confirmação de que essa história toda não é verdade foi feita pelo BGR, que conversou com representantes da Samsung em San Francisco na tarde de hoje. Contudo, nenhuma demonstração de um Galaxy S10 com película foi feita para comprovar que o sensor realmente funciona com esse tipo de acessório.

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Se não quer esperar pelo S10, confira outros Galaxy que já estão no mercado brasileiro:


Fonte: BGR